Gisnei

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O Internacional volta a campo nesta quarta-feira (24/02), para encarar o Veranópolis, no Beira-Rio. Além de não ter perdido na temporada, o Colorado ainda defende a invencibilidade de sete meses no Gigante, ou um total de 21 partidas. A bola rola a partir das 19h30 para a partida válida pela sexta rodada do Campeonato Gaúcho.
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O técnico Argel comandou, na tarde desta terça-feira, no Beira-Rio, o último treinamento antes do duelo. Depois de conversar bastante com os jogadores, o treinador orientou um treino tático, com foco na saída de bola, pressão pela retomada e combinações pelos flancos. Na sequência, foram trabalhadas diferentes jogadas de bola parada. Enquanto isso, os demais trabalharam jogadas de cruzamentos e finalizações, além de um treino de posse de bola em campo reduzido.
O jogo será apitado por Roger Goulart, auxiliado por Jorge Eduardo Bernardi e Fabrício Lima Baseggio. Acompanhe todos detalhes da partida pelas redes sociais do Inter.
Fonte: www.internacional.com.br
Em um clássico muito disputado, o Internacional empatou sem gols com o Grêmio na tarde deste domingo, na Arena, em jogo que foi válido pela 8ª rodada do Gauchão Ipiranga e pela 3ª rodada da Primeira Liga. Com o resultado, o time colorado garantiu a vaga à semifinal deste último torneio e manteve-se na quinta posição do campeonato estadual, com 15 pontos. O próximo desafio é diante do São Paulo-RG, no dia 13 de março, no Beira-Rio, pelo Gauchão.
Pirmeiro tempo morno
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O primeiro tempo do Gre-Nal 409 foi truncado, com marcação intensa de ambos os lados e reduzidos espaços no campo. O Inter procurava não se expor, priorizando a consistência do sistema defensivo e apostando nos contra-ataques. Aos 5min, Luan tentou de longe e a bola saiu à direita do gol defendido por Alisson. No minuto seguinte, Andrigo disparou de fora da área para a defesa de Marcelo Grohe. Aos 18min, Douglas chutou com efeito e Alisson espalmou para escanteio.
 
A partir da segunda metade da etapa, o Colorado passou a ter mais presença no campo de ataque, mas encontrava dificuldades para finalizar. O Grêmio, por sua vez, também não conseguiu mais ameaçar.
 
Inter cria boas chances
 
O começo do segundo tempo foi marcado por muitas disputas ríspidas pela bola, deixando o clássico tenso. Aos 9min, o Inter teve boa chance de abrir o placar. Aylon cruzou da esquerda e Rodrigo Dourado quase conseguiu desviar a bola para o gol. O Grêmio também chegou com força aos 15min, quando Giuliano invadiu a área e só não conseguiu a conclusão porque Ernando fez corte providencial. Aos 24min, um lance incrível: a bola se ofereceu para Luan e, da pequena área, o atacante chutou por cima, com a bola ainda tocando no travessão.
 
Depois disso, o Inter se impôs, marcou o adversário com eficiência e criou oportunidades claras de gol. Aos 25min Sasha fez grande jogada pela direita e fez o passe para Vitinho, que havia entrado momentos antes no lugar de Anderson. Livre na área, o atacante chutou buscando o canto direito, mas, praticamente em cima da linha, Geromel impediu que a bola entrasse. Aos 27min, outra chance: Aylon cruzou da direita e Sasha bateu de primeira, mas a bola passou por cima do travessão. Aos 33min, Vitinho cobrou falta e Grohe fez a defesa, com dificuldade.
 
O confronto se estendeu até os 52 minutos por conta das diversas interrupções, mas o placar manteve-se inalterado apesar da entrega dos times até o apito final. 
 
Ficha técnica:
 
Grêmio (0): Marcelo Grohe; Wesley, Geromel, Fred e Marcelo Oliveira; Edinho, Maicon, Giuliano e Douglas (Everton); Luan (Bobô) e Bolaños (Henrique Almeida). Técnico: Roger.
 
Internacional (0): Alisson; William, Paulão, Ernando e Artur; Rodrigo Dourado, Fabinho, Anderson (Vitinho, aos 18min do 2º tempo) e Andrigo (Alex, aos 28min do 2º tempo); Aylon (Réver, aos 45min do 2º tempo) e Eduardo Sasha. Técnico: Argel.
 
Cartões amarelos: Aylon, Andrigo, William (I); Geromel, Marcelo Oliveira, Maicon, Henrique Almeida (G). Expulsão: Paulão (I), aos 47min do 2º tempo.
 
Arbitragem: Anderson Daronco, auxiliado por Rafael da Silva Alves e Júlio César dos Santos.
 
Local: Arena, em Porto Alegre.
Na hora de comprar materiais escolares, os pais devem ficar atentos ao selo de conformidade do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). O alerta foi feito hoje (22) pelo  diretor de Avaliação da Conformidade do órgão, Alfredo Lobo.
“Isso [o selo] evidencia que antes desse produto ser colocado no mercado, ele passou por ensaios de laboratório e demonstrou atender aos requisitos de segurança estabelecidos no regulamento publicado pelo Inmetro”, disse.
O Inmetro monitora relatos de acidentes de consumo e recalls com entidades semelhantes em países como Canadá, Itália, Austrália e Estados Unidos, e identificou problemas em materiais escolares que também são vendidos no Brasil.
“São produtos que tinham substâncias tóxicas e eventualmente metais pesados. Produtos que têm partes cortantes ou pontiagudas que podem gerar intoxicação da criança ou acidente, como cortes”, citou.
material escolar 
O instituto está realizando uma operação nacional de fiscalização para verificar se os produtos vendidos têm o selo de conformidade. As regras para receber a certificação foram publicadas pelo Inmetro em 2010 e estabeleceram requisitos mínimos de segurança para 25 itens da lista de material escolar.
Para a indústria, o Inmetro deu prazo até 2013 para fabricar ou importar produtos dentro das regras. Já para o varejo, o limite para comercialização de materiais sem o selo era fevereiro de 2015. “A partir dessa data, teoricamente, todos os materiais escolares abrangidos por aquele regulamento deveriam estar certificados”, disse Lobo.
Além da fiscalização deste mês, período mais intenso de venda de material escolar, o Inmetro diz que monitora rotineiramente se os produtos no mercado estão certificados.
Riscos do mercado informal
O instituto também recomenda que os pais não comprem artigos escolares no mercado informal e que exijam a nota fiscal.
“Há uma presença grande de materiais escolares nas mãos de ambulantes e camelôs e as análises que nós fazemos de materiais desse tipo é que eles têm, frequentemente, substâncias tóxicas e metais pesados, substâncias perigosas para o organismo humano”. Lobo advertiu que essas substâncias podem trazer consequências acumulativas, que vão se manifestar tempos depois.
Os consumidores que observarem qualquer irregularidade nos materiais escolares podem fazer a denúncia à Ouvidoria do Inmetro, por meio do telefone gratuito 0800 285 1818. A reclamação aciona a fiscalização e os técnicos vão ao ponto de venda. O comerciante que estiver em situação irregular pode ser penalizado com advertência e receber multa que vai de R$ 100 até R$ 1,5 milhão. Além disso, pode ter o material apreendido ou interditado, dependendo do caso.
Edição: Luana Lourenço
Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil
O Grupo de ações estratégicas de combate ao Aedes Aegypti esteve reunido na manhã desta sexta-feira (22) na Sala de Monitoramento da Secretaria da Saúde (SES), em Porto Alegre, para traçar o planejamento das ações de combate ao mosquito frente à situação de emergência sanitária no país. Na reunião, coordenada pelo secretário João Gabbardo dos Reis, também foi divulgado e analisado o Boletim Epidemiológico, que apresenta os dados das três primeiras semanas de 2016, dos casos de dengue, chikungunya e zika vírus. Também ocorreu uma teleconferência com a coordenação nacional de combate ao vetor, do Ministério da Saúde, quando foram apresentadas as ações desenvolvidas no RS e a avaliação da situação de risco da ocorrência de zika vírus, vinculado a casos de microcefalia no Brasil.
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O secretário Gabbardo atualizou os dados sobre dengue, chikungunya e zika vírus das primeiras três semanas do ano. O boletim registra, até esta sexta-feira (21), 265 casos notificados de dengue, dos quais 15 deles confirmados e todos importados. Em comparação ao mesmo período do ano passado, foram 81 casos notificados e um confirmado, também importado. "Consideramos muito preocupante o crescimento dos casos entre um ano e outro, pois isso significa que também aumentou a circulação do mosquito, bem como o número de municípios infestados", avaliou o secretário. Quanto ao chikungunya, foram registrados 16 casos suspeitos, sem confirmação até agora. Também foram registrados 40 casos de contaminação por zika vírus, entre 2015 e esta data, sem nenhuma confirmação. 
O boletim epidemiológico também foi divulgado à imprensa, durante entrevista coletiva. Entre as ações intersetoriais apresentadas estão:
Secretaria do Meio Ambiente - por meio do Plano Estadual de Resíduos Sólidos pretende recolher pneus em 83 pontos de coletas distribuídos no estado;
Ministério Público Estadual - mobilização de promotores das comarcas na identificação de problemas localizados relativos a resíduos nas comunidade e falta de recursos humanos em atividade nos municípios devido ao turno único no verão;
Forças Armadas - disponibilidade de efetivos para atuar nos municípios a partir de processo de capacitação de militares;
Secretaria da Educação - atividades nas escolas, distribuição de material para alunos do ensino fundamental, capacitação de diretores de escola, inclusão do tema em sala de aula nos primeiros dias do ano letivo;
Secretaria da Segurança - capacitar o efetivo que atende aos telefones de emergência 190, direcionando denúncias sobre focos e criadouros para o 0800 645 3308, do Telessaúde. Intensificar prevenção e controle do Aedes nos presídios e a fiscalização sobre falsos agentes de saúde. 
Ações no Estado
Desde os primeiros casos identificados no país, a Secretaria da Saúde se antecipou à possível chegada do vírus ao Rio Grande do Sul, com medidas preventivas. Entre as principais ações do plano estadual está o Comitê Intersetorial e a campanha RScontraAedes, que é um conjunto de ações de informações, prevenção e combate ao mosquito. A população pode participar utilizando o site RscontraAedes.ufrgs.br e o telefone 0800 645 3308 (de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30). Os canais estão disponíveis para dúvidas e informações sobre as doenças, assim como denúncias de focos do mosquito.
A reunião e teleconferência desta sexta- feira (22) contou com a participação de representantes do Ministério da Saúde, Comando Militar do Sul, Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e secretarias estaduais da Justiça e Direitos Humanos; Obras, Saneamento e Habitação; Educação; do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; da Agricultura, Pecuária e Irrigação; da Fazenda; da Segurança Pública; Turismo, Transportes, Ministério Público,de Comunicação; da Casa Militar; e da Casa Civil.
Texto: Ascom SES
Edição: Léa Aragón/Secom
O autoteste de detecção do vírus do HIV estará disponível nas farmácias do país ainda neste semestre. A informação é do diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Fábio Mesquita, que participou hoje (28) do lançamento da campanha de prevenção às Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids no Carnaval 2016.
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“Ele tem o mesmo grau de confiança de qualquer outro teste. Será a oportunidade para uma parcela da população que tem vergonha de pedir o teste para o médico ou de ir a um posto de saúde fazer o teste”, disse, ao ressaltar que o teste é de triagem e a pessoa precisará confirmar o resultado com outro teste.
O exame pode ser feito com saliva ou sangue e já foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância e Saúde (Anvisa). Ele já é oferecido em vários países do mundo, como Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e África do Sul.
A meta da Organização das Nações Unidas é de que 90% das pessoas com HIV façam o teste até 2020. No Brasil, cerca de 83% das pessoas com o vírus já passaram pelo diagnóstico. “E essa medida certamente ajudará a alcançar os 7 pontos de gente que tem o HIV e que ainda precisa ser testada”, comentou Mesquita.
O preço do teste de farmácia ainda não está definido. Nos Estados Unidos, por exemplo, o valor varia entre US$ 40 e US$ 60. “Mas claro que no Brasil esse preço é inviável e as empresas terão que fazer um preço viável aqui”, disse o diretor.
A ampliação da testagem é uma das frentes da nova política de enfrentamento do HIV e aids. Entre janeiro e setembro de 2014, foram realizados 5,8 milhões de testes no país. No mesmo período do ano passado, foram 6,4 milhões – um crescimento de 10%.
As três metas de 90-90-90, pactuadas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids), têm como objetivo testar 90% das pessoas vivendo com HIV e aids, tratar 90% delas e que 90% tenham carga viral indetectável até 2020 em todo o mundo.
“Estamos na direção correta das metas. Estamos ainda em 2016 e devemos 7 pontos percentuais na meta de teste, 20 pontos na meta de tratamento e já alcançamos a meta de supressão de carga viral, cinco ano antes do prazo”, comemorou o representante do ministério.
O percentual de brasileiros vivendo com HIV diagnosticados por exames passou de 80%, em 2012 para 83%, em 2014. Já a oferta de tratamento passou de 44%, em 2012, para 62%, em 2014, aumento de 41% no período.
Edição: Denise Griesinger
Flávia Villela – Repórter da Agência Brasil
fOTO: www.mundodastribos.com.br
Mais de 15 milhões de trabalhadores não sabem que têm créditos a receber do Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep). Os números foram divulgados pela Controladoria-Geral da União (CGU), após uma auditoria que identificou falhas na comunicação a esses trabalhadores.
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Quem contribuiu com os programas até o ano de 1988 tem direito ao recebimento anual do rendimento de suas cotas, além de poder sacar todo o crédito em caso de aposentadoria, doença ou se tiver mais de 70 anos. No caso de o trabalhador já ter falecido, seus herdeiros diretos podem requerer o benefício. O benefício do PIS é pago pela Caixa Econômica Federal e o Pasep, pelo Banco do Brasil.
De acordo com Antônio Carlos Bezerra Leonel, coordenador-geral de auditoria da Área Fazendária da CGU, até o ano de 1988, os programas PIS/Pasep eram geridos por um fundo de participação. A partir de 1988, o fundo parou com a arrecadação para contas individuais e os recursos provenientes das contribuições passaram a ser destinados ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), para o custeio do seguro-desemprego, do abono salarial e do financiamento de programas de capacitação.
A auditoria realizada pela CGU analisou o período de julho de 2013 a junho de 2014, assim como dados de 31 milhões de cotistas. No período avaliado, o Fundo de Participação do PIS/Pasep, que tinha as contribuições feitas até 1988, contava com aproximadamente 31 milhões de cotistas, sendo 26 milhões do PIS e 5 milhões do Pasep. Os valores chegavam a R$ 37,5 bilhões.
As dificuldades na identificação e na comunicação com os trabalhadores, seja por mudança de domicílio ou por falecimento, já foram tema de discussão no Tribunal de Contas da União, que determinou aos gestores uma ampla publicidade sobre o direito que os trabalhadores têm a esses créditos.
“É um dinheiro que não pode ser entendido como pertencente à União. O objetivo principal do Fundo é pagar o cotista. Para o trabalhador, o importante é que aquele saldo que ele não retirou, todo ano vai acumulando. Se ele deixou lá sem movimentar, ele pode ter uma agradável surpresa”, afirmou Bezerra Leonel. 
Ele disse ainda que a CGU não teve acesso a todos os dados necessários para afirmar com exatidão quantos desses trabalhadores faleceram e quantos já se aposentaram. Por isso, após a auditoria, o órgão sugeriu que o número de CPF fosse incluído no sistema da Caixa Econômica para que não se gere mais de uma conta por cotista. Também foram sugeridas mudanças na gestão do Pasep pelo Banco do Brasil.
O coordenador afirmou que, na década de 1980, o CPF não acompanhava o cadastro do PIS/Pasep, o que trouxe dificuldades para fazer o cruzamento dos dados. Atualmente, o abono salarial do PIS é pago pelo FAT àqueles trabalhadores que recebem até dois salários mínimos mensais. O valor corresponde a um salário mínimo por ano.
Para ter direito ao benefício, o trabalhador que contribuiu até 1988 deve procurar uma agência do Banco do Brasil, no caso da contribuição ao Pasep, ou da Caixa Econômica Federal, no caso da contribuição ao PIS. No caso de falecimento do trabalhador, a solicitação pode ser feita por um herdeiro direto.
Edição: Denise Griesinger
Marieta Cazarré – Repórter da Agência Brasil
O ano letivo ainda não começou, mas os estudantes da rede estadual já podem conferir as principais datas do calendário escolar. O retorno das aulas está marcado para o dia 29 de fevereiro, conforme decreto 52.817, publicado em 21 de dezembro no Diário Oficial do Estado.
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Nos dias 25 e 26 de fevereiro, os professores das mais de 2,5 mil escolas retomam as atividades com reuniões de planejamento e de formação continuada, que têm por objetivo definir e planejar as ações que serão colocadas em prática ao longo de 2016.
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O primeiro semestre letivo terminará em 20 de julho e as férias vão até o dia 31. Para os professores e servidores, os dias 21 e 22 são destinados para Jornada Pedagógica. As aulas serão retomadas em 1º de agosto e terminam em 23 de dezembro.
CARGA HORÁRIA
As escolas estaduais deverão cumprir um mínimo de 200 dias letivos e carga horária mínima de 800 horas. No Ensino Médio Diurno, a carga horária mínima é de 1.000 horas.
As Coordenadorias Regionais de Educação irão orientar e acompanhar o planejamento e a execução das atividades para assegurar o cumprimento do currículo, dos regimentos escolares, das metodologias do processo de ensino, aprendizagem e avaliação.
Fonte:www.educacao.rs.gov.br
A utilização da medicina terapêutica natural no tratamento e prevenção do câncer é tema do Viva Bem desta semana. O programa apresentado pelo médico José Irineu Golbspan vai ao ar neste sábado (6/2), às 12h, na TVE.
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O cardiologista e clínico geral Ubirajara de Carvalho é o entrevistado. Ele salienta a importância da alimentação como método de prevenção.
O programa também pode ser conferido na terça (9/2), às 8h15.
O Galpão Nativo desta semana traz a apresentação de dois representantes da música tradicional do RS: Gaúcho da Fronteira e Berenice Azambuja. O programa vai ao ar neste domingo (7/2), às 8h, na TVE.
Natural do interior do Uruguai, Gaúcho da Fronteira começou a carreira em Santana do Livramento, onde cresceu. Lá, começou a tocar violão, acordeão e bandoneón. Depois de fazer parte do grupo Os Vaqueanos, em 1975, gravou o primeiro álbum solo. De lá para cá, foram muitos sucessos e músicas que estão marcadas no imaginário popular.
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Filha de artistas, a mãe trabalhava no circo e o pai era seresteiro, Berenice Azambuja nasceu em Porto Alegre e é uma das poucas mulheres que canta e compõe no RS. Ainda criança, começou a tocar o acordeom. Na adolescência, tocou no Clube do Guri, já como profissional, e chegou a acompanhar Elis Regina. Seu maior sucesso, é a parceria com Gildo Campos: “É disso que o velho gosta”, que foi gravada por artistas como Sérgio Reis e Chitãozinho e Xororó. Já gravou 17 discos, entre CD’s e vinis, e um DVD.
O programa também pode ser conferido no sábado (13/2), às 8h.
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