Gisnei

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A tenista Luisa Stefani foi a primeira brasileira a voltar às quadras na retomada do circuito mundial feminino, no WTA de Lexington, em  Kentucky (Estados Unidos). Ao lado da parceira norte-americana Hayley Carter, Stefani venceu ontem a disputa de duplas contra as as donas da casa Quinn Gleason e Catherine Harrison.  As parceria Brasil-Estados Unidos precisou de apenas 55 minutos para despachar as adversárias por 2 sets a 0, parciais de 6-0 e 6-2.em partida realizada ontem. O jogo marcou a retorno do tênis, após quase cinco meses de paralisação, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). 

"Muito feliz com o jogo. Estava muito animada com essa retomada do circuito, demos conta do recado, estava com saudades de jogar com minha parceira. Passamos uma semana aqui para treinarmos juntas e sincronizar tudo, deu certo”, comemorou a brasileira durante entrevista logo após a vitória.  Com o triunfo, a dupla subiu uma posição no ranking mundial, e ocupa agora o 45º lugar. 

Já assegurada nas quartas de final - a dupla da brasileira é cabeça de chave (número 4) - Stefani e Carter aguardam as vencedoras do confronto de amanhã (12) entre as norte-americanas Bethanie Mattek Sands e Sloane Stephens contra o duo formado pela britânica Tara Moore e a norte-americana Emina Bektas. 

O próximo jogo de Stefani e Carter será na quinta-feira (13). A brasileira já realizou dois testes com resultado negativo para a covid-19, e fez mais um hoje (11). Este é o primeiro de três torneios previstos nos EUA. No próximo dia 22, a brasileira disputa o Premier de Cincinnati, e a partir do dia 31 de agosto estará em Nova York para competir no US Open. 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

O governo do Estado e a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) começaram, na manhã desta terça-feira (11/8), o debate sobre a retomada das aulas presenciais no Rio Grande do Sul em modelo híbrido. Na conversa, foram apresentadas algumas sugestões de datas e possibilidades que, agora, serão debatidas internamente dentro das 27 associações regionais de municípios e analisadas novamente em reuniões que ocorrerão ao longo das próximas semanas.

A sugestão inicial apresentada pelo Estado propõe o retorno gradual e escalonado das aulas a partir de 31 de agosto para as redes pública e privada. O primeiro nível a voltar seria o Ensino Infantil. O Ensino Superior retornaria em 14 de setembro, o Médio e Técnico, em 21 de setembro, os anos finais do Ensino Fundamental, em 28 de setembro e os anos iniciais, em 8 de outubro. O retorno às aulas presenciais ocorrerá, pela proposta do Estado, somente nas regiões que estiverem em bandeira amarela e laranja.

"Sabemos que é um tema muito sensível, mas não podemos nos resignar. Quem lida com educação sabe que não podemos deixar assim. É evidente que não colocaremos nossas crianças e nossa equipe de educação em risco sem termos segurança dessa redução de contágio. Vamos reduzir o nível de exposição presencialmente, dividindo turnos e horários, mas é importante que se mantenha algum nível de contato entre professor e aluno para reduzirmos os danos de aprendizagem devido à pandemia", ponderou o governador Eduardo Leite.

Caso todas as 21 regiões previstas no modelo de Distanciamento Controlado permaneçam em bandeira amarela ou laranja entre setembro e dezembro, o valor reservado para investimento na rede estadual em aprendizagem, capacitação, equipamentos de proteção e materiais de desinfecção e contratação de professores e profissionais de apoio (serventes e merendeiras) para professores e alunos terá um custo extra de R$ R$ 270 milhões.

Um dos investimentos do Estado é a aquisição de chromebooks (modelo de notebook) para os professores. Serão 50 mil equipamentos, dos quais 25 mil já foram adquiridos e devem chegar até o final de setembro. A entrega dos outros 25 mil se dará até o fim do ano.

Para garantir a segurança dos alunos e dos professores, o Estado prevê a compra de equipamentos de proteção individual para alunos e professores da rede estadual, como mais de 9,8 mil termômetros de testa, mais de 328 mil máscaras de uso infantil, mais de 1,9 milhão de máscaras de tamanho infanto-juvenil e mais de 1,3 milhão de máscaras para adultos (alunos e funcionários). No total, o investimento somente em EPIs será de cerca de R$ 15,3 milhões.

O secretário da Educação, Faisal Karam, deixou claro que os prefeitos darão a palavra final para o retorno nos municípios. "Não será uma imposição. Estamos sugerindo um calendário e, se o quadro do contágio por coronavírus não apresentar um achatamento da curva, tudo será revisto. A autonomia de levar os filhos para a escola é dos pais. Se preferirem não fazer isso, será necessário que o Estado e os municípios busquem alternativas para a continuidade da educação. Os prefeitos terão a autonomia para, dentro da realidade da sua cidade, decidir se há condições para o retorno presencial", explicou.

A reunião desta terça-feira abriu a conversa sobre a retomada das aulas. Ainda não há definição e, de acordo com o secretário de Articulação e Apoio aos Municípios, Agostinho Meirelles, os presidentes das 27 associações regionais levarão o tema aos demais prefeitos para formularem suas posições e depois unirem todas em uma proposta única da Famurs, a ser novamente debatida com o Estado em breve.

Há, ainda, previsão de uma reunião com o Ministério Público e o Tribunal de Contas do Estado (TCE) para tratar do tema, que deverá ser agendada nos próximos dias.

Cronograma proposto de retorno às aulas

31/8 – Ensino Infantil (público e privado)
14/9 – Ensino Superior (público e privado)
21/9 – Ensino Médio e Técnico (público e privado)
28/9 – Ensino Fundamental – anos finais (público e privado)
8/10 – Ensino Fundamental – anos iniciais (público e privado)

Texto: Suzy Scarton
Edição: Vitor Necchi/Secom

Considerados pelos usuários do site TripAdvisor como estabelecimentos com alto nível de hospitalidade, os Hotéis Sesc Torres e Sesc Gramado foram agraciados com o Prêmio Travellers’ Choice 2020. Os vencedores são reconhecidos por receber ótimos comentários de viajantes pelo período de um ano e entram para a lista dos 10% de hotéis que são considerados os melhores do mundo. Criado em 2012, o prêmio reflete “o melhor dos melhores” em termos de serviço, qualidade e satisfação do cliente nas categorias hotéis, destinos badalados, destinos em alta, destinos promissores, praias, atrações, restaurantes, companhias aéreas e experiências.

Hotel Sesc Torres: Situado em uma das mais belas praias gaúchas, o Hotel Sesc Torres (Rua Plínio Kroef, 465) fica bem ao lado de um dos mais conhecidos pontos turísticos da cidade, a Ponte Pênsil, que liga Torres a Passo de Torres, cidade da vizinha Santa Catarina. A estrutura do espaço, que também é pet friendly, conta com apartamentos equipados com TV, telefone, frigobar, ar condicionado e cofre, além de quadras poliesportivas, piscinas, espaço para eventos, saunas, academia, sala de leitura e restaurante. Alguns dos espaços estão abertos ao público, porém, com limitações como forma de prevenção.

Hotel Sesc Gramado: Para quem quer desfrutar do descanso em uma das mais belas cidades da serra gaúcha tem como destino certo a Av. das Hortências, nº4150, em Gramado. É lá que fica o Hotel Sesc Gramado, a estrutura localizada no centro da cidade possui apartamentos aconchegantes com piso vinílico e equipados com calefação, cama box, cofre eletrônico, frigobar, secador de cabelo, tv 26″ led, telefone, ventilador de teto, e voltagem 220V. A gastronomia diferenciada da serra também tem destaque no Restaurante do Hotel que agora serve pratos ala carte em substituição ao formato de buffet. Informações completas de cada hotel e o tarifário podem ser conferidos no link  https://www.sesc-rs.com.br/hoteis.

Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac segue atendendo as recomendações de evitar aglomerações e com cuidado redobrado com a saúde das equipes e clientes. Por isso, a recomendação é que o público siga cumprindo as orientações dos órgãos de saúde. A programação on-line e gratuita segue sendo atualizada nas redes sociais e no site www.pertodevc.com.br.

No prato do brasileiro e nas gôndolas dos supermercados, os cogumelos vêm sendo presença cada vez mais frequente. Até os anos 2000, o consumo médio por pessoa não passava das 30 gramas por ano, de acordo com dados da Associação Nacional dos Produtores de Cogumelos (ANPC). Hoje, essa quantidade já passa das 150 gramas. E considerando o apetite pelo alimento de outras nações – como as europeias, que consomem mais de 2 quilos por habitante/ano –, a tendência é de que a demanda siga em ritmo acelerado por aqui.

Se o cogumelo está mais presente no prato, precisa também ocupar mais espaço nas lavouras. Historicamente, São Paulo é o maior produtor do fungo no Brasil. Mas o produto vem ganhando espaço no arranjo produtivo paranaense como alternativa de renda. Hoje, o Estado figura na segunda colocação nacional, cujos maiores polos produtores ficam na Região Metropolitana de Curitiba e nos Campos Gerais.

A ANPC revela que apesar de estar cada vez mais profissionalizado, o setor ainda carece de números exatos, fundamentais para calibrar as políticas públicas na área. A estimativa da Associação é de que haja produção de pouco mais de 12 mil toneladas do produto por ano, o que movimenta algo em torno de R$ 60 milhões e gera mais de 3 mil empregos em todo o Brasil. Mas, como a projeção considera dados de 2012, do levantamento mais recente, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor deve ter um peso maior na economia nacional.

Modelos coexistem

Boa parte desse crescimento, notado principalmente pela oferta e demanda dos cogumelos em feiras, mercados e restaurantes, ocorre porque o cultivo é de certa forma democrático. Assim como cogumelos são versáteis na hora de cozinhar, estando presente em massas, molhos e até mesmo como pratos principais, na hora de manejar a cultura também há espaço para a coexistência de diversos modelos de negócio.

Marcos Aurélio Lourenço, de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), por exemplo, construiu uma estrutura pequena para começar a produzir cogumelo paris em menor quantidade. “Eu trabalhava na indústria metalúrgica e saí da empresa em outubro do ano passado. Fazia tempo que tinha essa ideia de produzir cogumelos, mas não colocava em prática por falta de tempo”, diz.

Lourenço visitou alguns produtores em Tijucas do Sul, também na RMC, e embasou seu projeto nessas estruturas. “Eu já tinha o barracão e fiz algumas adaptações, como uma sala para ar condicionado e um espaço para embalagem. A produção deve resultar em mais ou menos uns 800 quilos por mês e faturamento aproximado de R$ 8 mil por mês”, projeta o produtor.

 

Já em Castro, nos Campos Gerais, Euti Jan Lohman Filho está há três anos com um modelo de negócio escalável, no qual produz quase 20 mil bandejas de cogumelos paris e porto belo por semana. Para isso, se inspirou em modelos de negócio europeus. O investimento até agora já ultrapassa os R$ 2,5 milhões.

“Na minha avaliação, no ramo de cogumelos, ou o produtor é pequeno e fica no mercado mais em volta, numa comercialização doméstica, ou tem escala para ir para fora e expandir, o que não é barato. O investimento para quem opta por escala é alto e há inúmeras dificuldades até se conseguir abrir mercado”, analisa Lohman Filho.

O produtor dos Campos Gerais entrega seus produtos diretamente a grandes redes de supermercados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Ao todo, mantém 28 pessoas trabalhando diretamente, pois a cultura envolve muitos procedimentos manuais.

“Nós temos uma capacidade de aumentar em torno de 40% a produção e, para isso, vamos precisar chegar a mais 50 funcionários. À medida que vamos conseguindo novos mercado, ampliamos a produção. Como temos toda uma cadeia de frios, tem que ter adequação das redes varejistas em uma série de quesitos para termos um produto que tenha uma vida útil interessante”, revela.

Aposta na diversificação

Já a engenheira agrônoma Mirian Yamashita aposta na diversificação, a ponto de produzir sete tipos de cogumelos em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba: Shitake, Shimeji, Shimeji Branco, Amarelo, Cogumelo Salmão, Champignon e Porto Belo. O negócio começou com o pai, nos anos 1980, um imigrante japonês que se fixou na região.

 

De lá para cá, a empresa participou da evolução do mercado, que era praticamente inexistente naquela época, e hoje vem ganhando cada vez mais espaço. “No início, meu pai vendia no Mercado Municipal de Curitiba e os consumidores olhavam com cara feia para o produto, pois ainda não fazia parte do cardápio dos brasileiros”, conta.

Hoje, a realidade é bem diferente. Os cogumelos de Mirian, produzidos em dezenas de estufas que se espalham pela chácara em sistemas diferentes de produção para cada variedade, chegam em praticamente todas as grandes redes de supermercados do Paraná e Santa Catarina. “Desde que comecei a trabalhar com cogumelos, nunca tive uma bandeja que não foi vendida. Pelo contrário, se eu tivesse mais produção teria demanda suficiente para absorver”, revela.

Entrada chinesa exigiu uma mudança no setor nacional

Até os anos 2010, o consumo do produto se dava, sobretudo, em conservas. Com a entrada de marcas chinesas no mercado brasileiro, com preços mais baixos até mesmo que o custo de produção no Brasil na época, esse mercado de conservas ficou praticamente inviável. Isso forçou muitos produtores a mudarem de ramo ou então passarem ao setor de cogumelos frescos.

Isso ocorreu com Euti Lohman, dos Campos Gerais, que precisou reestruturar o seu negócio. “Até cerca de cinco anos atrás, dificilmente se achava cogumelos frescos nos mercados. Hoje, tem pelo menos cinco ou seis tipos. O interesse por parte do consumidor é maio também por conta da busca por uma alimentação mais saudável. Isso fez uma grande diferença na demanda. Está mudando a cara do cogumelo no Brasil. Apesar de que ainda é algo pequeno, com espaço para crescer”, projeta Lohman.

Outro sintoma claro de que o interesse pela produção de cogumelos vem ganhando espaço está na busca por qualificação. Ainda são poucos os cursos nessa área.

“Organizei o primeiro curso em 1995, sem laboratório. Hoje, já foram 53 cursos, mais de 1,7 mil alunos, e quatro livros publicados”, revela a pesquisadora Arailde Fontes Urben, na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, em Brasília.

Arailde acredita que a tendência é de o mercado seguir em crescimento no país, principalmente com a maior demanda por alimentos saudáveis. “O cogumelo é rico em proteínas e vitaminas, além de minerais, fósforo e potássio. Ainda, todo cogumelo tem, em maior ou menor medida, propriedades farmacológicas. Além de uma fonte alternativa de renda para pequenas propriedades rurais, considerando os benefícios diretos”, pontua.

 

Além dos cursos, Arailde também coordena pesquisas em várias frentes na produção de cogumelos. “Hoje, tenho um banco genético de cogumelos que abriga quase 600 espécies e linhagens diferentes”, conta.

Cursos

Os interessados no curso da Embrapa, podem obter mais informações por meio do email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Outro curso disponível é ministrado pela produtora Miriam Yamashita, na sua propriedade, em São José dos Pinhais. Para mais informações, basta procurar a página da empresa no Facebook, “Cogumelos Yamashita”. Há também outros cursos à disposição. Basta fazer uma busca na internet.

Por: FAEP (FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO PARANÁ)

Fonte: https://www.agrolink.com.br/

 

Um dos setores mais afetados pela crise provocada pela pandemia, o turismo busca alternativas para a retomada das atividades. Para contribuir neste planejamento, o Sebrae RS apresentou um estudo sobre o fluxo turístico em 15 municípios gaúchos, incluindo a capital, elaborado com uso de tecnologia Big Data. A apresentação aconteceu no painel “Perspectivas para a retomada do turismo no Mercosul”, realizado na quarta-feira, 5 de agosto, durante o evento online Festuris Connection. Entre os principais dados, a coordenadora de Turismo do Sebrae RS, Amanda Bonotto Paim, destaca o fato de que 60% dos turistas do RS são gaúchos e 38% deles viajam apenas para uma cidade. O mesmo acontece com 45% dos turistas de outros estados que vêm para o RS: eles conhecem apenas um destino. “O desafio é como fazer as pessoas circularem mais e conhecerem outros municípios”, afirma Amanda.

A pesquisa também apontou que o tempo de permanência dos visitantes é curto. Entre os turistas gaúchos, 41% ficam apenas um dia e em relação aos viajantes de outros estados, apenas 18% permanecem mais de quatro dias no RS. Outro detalhe levantado é que metade dos turistas de outros estados que viajam para o RS é das classes A e B e o RS também está atraindo os mais jovens, pois 50% têm entre 18 e 40 anos.

O gestor de Turismo do Sebrae RS na Serra Gaúcha, Emerson Monteiro, informa que se trata de uma pesquisa inédita que analisou o fluxo turístico desses municípios durante 2019 e aponta tendências como o crescimento do turismo regional. Os municípios analisados são Bento Gonçalves, Cambará do Sul, Canela, Caxias do Sul, Garibaldi, Gramado, Jaquirana, Nova Petrópolis, Porto Alegre, Pelotas, Santana do Livramento, São Francisco de Paula, São José dos Ausentes, São Miguel das Missões e Torres.

Quanto à origem dos turistas, mais de metade (59,81%) são do RS e os outros cinco estados que mais visitam o RS são SC (11,63%), SP (8,24%), PR (5,76%), RJ (3,13%) e MG (2,0%). As dez principais cidades gaúchas emissoras de turistas para estes municípios são Porto Alegre, Caxias do Sul, Pelotas, Canoas, Santa Maria, Novo Hamburgo, Gravataí, São Leopoldo, Passo Fundo e Rio Grande. 

 

Os dados levantados também evidenciam a tendência do turismo de curta distância. Mais da metade dos turistas (51,05%) residem até 250 km do local a ser visitado, 21,52% vêm de distâncias entre 250 e 500 km, enquanto apenas 8,22% moram mais longe, entre 1 mil e 2 mil km de distância e 6,36% são de localidades distantes mais de 2 mil km.

Experiência Edelbrau

 

Localizada em Novo Petrópolis, a Cervejaria Edelbrau já se prepara para atrair novos turistas com a inauguração prevista para outubro de 2020, do Experiência Edelbrau. Será um complexo de visitação totalmente interativo para apresentar a essência da marca e do universo da cerveja artesanal. Serão 300 m² totalmente interativos e cheios de histórias e o visitante poderá circular por espaços temáticos que mostram os elementos ligados ao processo de fabricação da cerveja. A visitação termina com experiências sensoriais que remetem a marcas registradas da Edelbrau, sustentabilidade, diversão e colaboração.

De acordo com um dos sócios Fernando Maldaner, a iniciativa é uma forma de contribuir para a atração de visitantes para a região, que passa por um momento desafiador devido aos impactos da pandemia. “Demos os primeiros passos em relação a esse projeto ainda em 2019, quando cogitamos em reformular o espaço de visitação atual, mas logo percebemos o potencial de ampliá-lo e transformá-lo em um verdadeiro atrativo turístico. Temos uma ligação muito forte com a comunidade de Nova Petrópolis e é aqui que estão as raízes da Edelbrau. A perspectiva de que, de alguma forma, poderemos contribuir para movimentar a economia local nos deixa muito animados”, avalia Samuel Zang, que também é sócio da marca.

A cervejaria participou do projeto Investe Turismo do Sebrae RS e recebeu uma consultoria para criação de produtos turísticos. “Esta consultoria auxilia a empresa a desenvolver novas experiências turísticas, utilizando ferramentas criativas e conectadas às principais tendências de mercada, com o acompanhamento de consultores especialistas em turismo”, afirma o gestor do projeto no Sebrae RS, Emerson Monteiro.

 

Mais informações

Assessoria de Imprensa Sebrae RS – 51. 3216.5182 / 5301

Renata Cerini - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ivana Gehlen - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Moglia Comunicação Empresarial

Assessoria de Imprensa Sebrae RS

Até 29 de dezembro, micro e pequenas empresas com débitos no Simples Nacional considerados de difícil recuperação podem pedir o parcelamento em quase 12 anos com desconto nas multas e nos juros. A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) regulamentou o parcelamento especial para os negócios de pequeno porte afetados pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Somente dívidas com classificação C e D – de recuperação difícil ou muito difícil – poderão ser parceladas. Dívidas de pequenos negócios falidos ou em recuperação judicial automaticamente serão consideradas irrecuperáveis, segundo a PGFN.

O contribuinte deverá demonstrar à PGFN os impactos financeiros sofridos pela pandemia. O órgão estimará a capacidade de pagamento da micro e pequena empresa e formalizará uma proposta de parcelamento, composta de entrada de 4% dos débitos com classificação C e D parcelada em 12 meses e divisão do saldo restante em até 133 meses, com prestação mínima de R$ 100.

Desconto

Dependendo do número de parcelas, o contribuinte pode obter desconto de até 100% nas multas, nos juros e nos encargos legais. O percentual será definido com base na capacidade de pagamento e no prazo de negociação escolhido, mas o desconto não poderá ser superior a 70% do valor total da dívida.

Pela regulamentação da PGFN, considera-se impacto na capacidade de pagamento a redução, em qualquer percentual, da soma da receita bruta mensal de 2020, com início em março e fim no mês imediatamente anterior ao mês de adesão, em relação à soma da receita bruta mensal do mesmo período de 2019.

Como aderir

A adesão pode ser feita no site da PGFN. O contribuinte deverá escolher a opção “negociação de dívida” e clicar em “acessar o Sispar”. No menu “declaração de receita/rendimento”, o contribuinte deverá preencher um formulário eletrônico e aguardar a proposta da PGFN.

Somente após ter a dívida confirmada com classificação C ou D, o contribuinte receberá a proposta e poderá pedir a adesão, disponível no menu “adesão” e na opção “transação”. O parcelamento especial só é efetivado depois do pagamento da primeira parcela.

O acordo será cancelado se a primeira parcela não for paga até a data de vencimento, que é o último dia útil do mês da adesão. Nesse caso, o contribuinte deverá fazer o pedido de adesão novamente, até o último dia do prazo, em 29 de dezembro.

Edição: Fernando Fraga

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta segunda (10) uma mudança no protocolo de testagem das competições nacionais. A mudança acontece após a primeira rodada do Campeonato Brasileiro da série A, na qual a partida entre São Paulo e Goiás, programada para o último domingo (9), foi adiada um pouco antes do início por conta de casos do novo coronavírus (covid-19) no elenco do Esmeraldino.

Entre as mudanças está o aumento do número de testes realizados pelos participantes da competição. Agora, a testagem “será ampliada. Todos os jogadores dos elencos dos clubes, inscritos na competição correspondente, serão testados a cada rodada, com 72 horas de antecedência a cada partida, independente de estarem ou não relacionados para o jogo”.

Além disso, os resultados devem ser enviados à CBF “24h antes da partida pelo clube mandante e até 12h antes da viagem pelo clube visitante, o que permitirá que qualquer equipe proceda a troca de eventuais jogadores com teste positivo”.

Veja abaixo a íntegra da nota da CBF:

Ajustes no protocolo de testagem das competições nacionais

Objetivando aperfeiçoar o sistema de testes para Covid-19 de jogadores nas competições nacionais, a fim de oferecer maior segurança aos clubes e atletas nelas envolvidos, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informa que realizou os seguintes ajustes nos procedimentos previstos no protocolo médico e na diretriz operacional:

A) A testagem será ampliada. TODOS os jogadores dos elencos dos clubes, inscritos na competição correspondente, serão testados a cada rodada, com 72 horas de antecedência a cada partida, independente de estarem ou não relacionados para o jogo. A medida é válida para as partidas a serem realizadas a partir da próxima sexta-feira, 14, visto que, para os jogos previstos até esta data os procedimentos já estão em curso.

B) Para garantir a logística e a agilidade deste procedimento, os clubes poderão optar entre seguir utilizando o Hospital Albert Einstein ou, se preferirem, optar pela contratação de laboratórios locais, desde que portadores do selo de acreditação laboratorial, outorgado pelas entidades de saúde competentes, e obedecendo aos padrões de teste molecular especificados pelos protocolos. A CBF reembolsará o valor dos testes aos clubes que optarem pelo laboratório local, tendo como referência o valor estabelecido no contrato celebrado entre a entidade e o Einstein. Desta forma, a CBF mantém seu compromisso de custear integralmente a realização de todos os testes, seja diretamente com o hospital referido ou com o uso de laboratórios locais.

C) Os resultados deverão ser enviados à CBF até 24h antes da partida pelo clube mandante e até 12h antes da viagem pelo clube visitante, o que permitirá que qualquer equipe proceda a troca de eventuais jogadores com teste positivo.

D) Ao mesmo tempo, a CBF reforça que os clubes devem manter o rígido cumprimento do Guia Médico para retorno das atividades do futebol brasileiro e da Diretriz Operacional de cada competição, mantendo estrito controle de testagem e avaliação médica permanente.

A CBF reafirma seu compromisso de realizar as competições previstas em seu calendário, sempre colocando como prioridade a saúde de todos os que fazem parte do nosso futebol. E ressalta que qualquer decisão sempre é tomada levando em conta a segurança das pessoas envolvidas nas partidas.

Edição: Fábio Lisboa

São nove as regiões em bandeira vermelha no mapa definitivo da 14ª rodada do modelo de Distanciamento Controlado. A divulgação foi feita pelo governador Eduardo Leite em transmissão pelas redes sociais nesta segunda-feira (10/8). As bandeiras ficam vigentes a partir da 0h desta terça (11/8) até as 23h59 da próxima segunda-feira (17/8).

Divulgado na sexta-feira (7/8), o mapa preliminar da 14ª rodada classificou 12 regiões como de alto risco epidemiológico. Depois de análise dos 25 pedidos de reconsideração enviados por municípios e associações regionais, o Gabinete de Crise acatou o recurso de três regiões, resultando em 12 regiões com bandeira laranja (risco médio).

O mapa definitivo – com nove regiões em bandeira vermelha e 12 em laranja –, mais a classificação de todas as áreas e os respectivos protocolos recomendados podem ser acessados em https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br.

O governo do Estado aceitou a reconsideração de Bagé, cujo pedido foi encaminhado pelo município para toda a região, e das associações regionais de Guaíba e Uruguaiana.

O Gabinete de Crise indeferiu os recursos apresentados pelas regiões de Passo Fundo, Palmeira das Missões, Erechim, Capão da Canoa, Taquara, Canoas e Pelotas, que permanecem em bandeira vermelha, por terem apresentado alto nível de ocupação dos leitos e de propagação do vírus.

Os sete se somam a Novo Hamburgo e Porto Alegre, que já estavam em vermelho, e seus representantes não apresentaram pedido de reconsideração.

 

 

O Governo Municipal, através do Gabinete Ação Solidária, da primeira-dama Silvana Harden, informa a comunidade que a partir desta segunda-feira (10), a Loja Solidária retomou o atendimento ao público no horário das 7h30 às 13h30, seguindo todos os protocolos de segurança, conforme orientação das equipes de saúde.

Além do atendimento na loja, as equipes também buscam as doações nos locais, para aquelas pessoas que não podem se dirigir até a Prefeitura, para tanto é necessário entrar em contato através do telefone (55) 39681007.

Atualmente a Loja Solidária conta com agasalhos de todos os tamanhos, nos modelos masculino, feminino e infantil, porém necessita continuar arrecadando roupas e principalmente cobertores para garantir o atendimento a todos.

A equipe do Gabinete Ação Solidária agradece a todos os colaboradores que, até o momento, colaboraram com a Loja Solidária e também com a Campanha do Agasalho.

Solicitamos às pessoas que venham buscar agasalhos ou realizar doações, que dirijam-se ao local utilizando máscara.

Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança voltou a atrair o interesse dos brasileiros em meio à pandemia provocada pelo novo coronavírus (covid-19). No mês passado, os investidores depositaram R$ 27,14 bilhões a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta quinta-feira (6) o Banco Central. Em julho do ano passado, os brasileiros tinham sacado R$ 1,61 bilhão a mais do que tinham depositado.

O resultado de julho é o maior já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995. Com o resultado do mês passado, a poupança acumula entrada líquida de R$ 111,58 bilhões nos sete primeiros meses do ano.

A aplicação tinha começado o ano no vermelho. Em janeiro e fevereiro, os brasileiros retiraram R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram. A situação começou a mudar em março, com o início da pandemia da covid-19, quando os depósitos passaram a superar os saques.

O interesse dos brasileiros na poupança se mantém apesar da recuperação da bolsa de valores nos últimos meses e da melhora das condições de outros investimentos, como títulos do Tesouro. Nos dois primeiros meses da pandemia, as turbulências no mercado financeiro fizeram investidores migrar para a caderneta.

Rendimento

Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança atraiu mais recursos mesmo com os juros básicos em queda. Com as recentes reduções na taxa Selic, o investimento está rendendo menos que a inflação.

Nos 12 meses terminados em julho, a aplicação rendeu 3,12%, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que serve como prévia da inflação oficial, atingiu 2,13%. O IPCA cheio de junho será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) amanhã (7).

Para este ano, o boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 1,63% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com a atual fórmula, a poupança renderia 1,4% este ano, caso a Selic de 2% ao ano, definida ontem (5) pelo Banco Central, estivesse em vigor desde o início do ano. No entanto, como a taxa foi sendo reduzida ao longo dos últimos meses, o rendimento acumulado será um pouco maior.

Histórico

Até 2014, os brasileiros depositaram mais do que retiraram da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões. Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões.

Edição: Wellton Máximo

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