Gisnei

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Na última sexta-feira (26), a Administração Municipal discutiu medidas para diminuição de casos de trabalho infantil.  Junto à procuradora do trabalho do município de Uruguaiana, Ana Lúcia Stumpf González; representantes do Senar, Senac e Senai, além do secretário de Assistência e Inclusão Social, Lauro Binsfeld e a secretária adjunta, Blandina Molinari, discutiram ações e projetos conjuntos entre as instituições.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social

Símbolo de maturidade, status e autonomia desde que chegou ao Brasil, em 1891, o automóvel vem perdendo espaço entre os mais jovens. Identificada pelos governos, setor automotivo e por autoescolas, o crescente desinteresse dos jovens tem diversas causas. Entre os principais motivos apontados, estão a crise econômica, os inconvenientes do trânsito, os custos para manter um veículo próprio e a popularização de aplicativos móveis.

“Muitos jovens não consideram mais a CNH [Carteira Nacional de Habilitação] uma prioridade”, disse à Agência Brasil o presidente da Federação Nacional das Autoescolas e Centro de Formação de Condutores (Feneauto), Wagner Prado. Também presidente do Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de Mato Grosso do Sul, Prado afirma que o fenômeno se intensificou a partir de 2015, com o agravamento da crise econômica e o acesso aos serviços de aplicativos de transporte pago ou compartilhado.

“Muitos jovens estão adiando o momento de tirar a habilitação. As famílias têm optado por investir em outras coisas, como em cursos universitários para estes jovens. Com isso, muitos acabam desistindo de tirar suas carteiras”, comentou Prado.

“Antes, tudo que um garoto queria era completar 18 anos para poder dirigir o próprio carro. Hoje, eles veem os custos com IPVA, manutenção, seguro; o trânsito nas cidades; tem mais consciência sobre os riscos de acidentes. Somando a isso, aspectos como a Lei Seca, muitos acabam optando por outras formas de se deslocar, como os aplicativos de compartilhamento”, explicou o presidente da Feneauto.

Moradora do Distrito Federal, a universitária Aghata Ingridi de Sousa Sampaio, 22 anos, é um exemplo dos que dizem não ter interesse em tirar a primeira habilitação. “Quando eu estava prestes a completar 18 anos, meu pai se ofereceu para me pagar a autoescola. Só que eu me mudei para Foz do Iguaçu [PR] para fazer faculdade. Como eu morava perto do campus, ia às aulas de bicicleta. Além disso, a cidade não é tão grande e o transporte público lá funciona relativamente bem. Então, quando eu precisava, apanhava um ônibus”, contou Aghata.

De volta à capital federal, onde está concluindo o curso de geografia, a jovem continua preferindo se deslocar de carona ou de ônibus entre sua casa, em Planaltina, e o campus da Universidade de Brasília (UnB). Um percurso de cerca de 60 quilômetros que, considerando ida e volta, consome, em média, duas horas e meia de seu dia.

“Não quero ter carro para não expor outras pessoas a riscos, me expor a engarrafamentos, ter que pagar todas as despesas. Também acho que é uma questão de consciência. Depender do transporte público pode ser cansativo, mas acho mais cômodo andar de ônibus que dirigir no trânsito de Brasília. Principalmente quando você consegue um assento para viajar sentado em um ônibus que não esteja completamente lotado – o que depende muito dos horários”, comentou a estudante.

Para a jovem, a falta de qualidade do transporte público motiva as pessoas a recorrer ao carro ou à moto particular como uma solução cômoda. “Só que dirigir no nosso trânsito é muito estressante. E quanto mais a pessoa utiliza o transporte público, mais ela vai cobrar do Poder Público um serviço de transporte coletivo de qualidade e melhorias na mobilidade urbana”, disse.

Mudança gradual

De acordo com o presidente da Feneauto, exemplos como o de Aghata são cada vez mais comuns. “Isso ajuda a diminuir ainda mais a procura por aulas, derrubando a margem de faturamento e forçando muitas autoescolas a reduzirem o número de funcionários e a frota de veículos”, disse Prado, ele mesmo dono de um centro de formação de condutores. Por esse e outros motivos, as autoescolas vivem um momento de incertezas”, admite Prado.

No Distrito Federal, onde a universitária voltou a residir, a emissão total de CNHs (incluindo novas, renovação, mudança de categoria e segunda via) vem caindo ano a ano desde 2015, quando foram emitidas 554.554 carteiras. Em 2016, foram 386.422; em 2017, 392.147 e, no ano passado, 333.952 CNHs. A diminuição atinge todos os grupos etários, mas sobressai entre os condutores de 18 e 24 anos. Em 2015, foram emitidas 26.537 primeiras habilitações para essa faixa etária. Em 2018, o número caiu para 14.581, retração de 45%.

“Temos recomendado cautela ao setor. Há cinco, seis anos, muitos não previam a popularização dos aplicativos. Hoje, veículos que não precisam de condutores estão sendo testados. Daqui a poucos anos, portanto, teremos novas surpresas e eu acredito que tendemos a perder ainda mais clientes entre esta faixa mais jovem do público”, complementou Prado.

Revisão

Em nota, a Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Economia, do Ministério da Economia, informou que “vê como uma tendência para os próximos cinco anos a diminuição do interesse pela propriedade de automóveis e o aumento da procura por compartilhamento de veículos e uso de soluções alternativas, como bicicletas e patinetes”. E que, ao fim deste prazo, o assunto pode ser tema da primeira revisão do Programa Rota 2030 – Mobilidade e Logística, a política industrial para o setor automotivo que entrou em vigor em dezembro do ano passado, com previsão de vigorar até 2030.

“A mudança do padrão de consumo de motoristas mais jovens não consta diretamente no texto do primeiro ciclo da política Programa Rota 2030”, acrescentou a secretaria. O órgão explicou que, pelos próximos cinco anos, os consumidores mais jovens “ainda deverão ter participação significativa no mercado dos veículos tradicionais”. A pasta também lembrou que o Rota 2030 contempla incentivos a novas tecnologias de propulsão e soluções estratégicas para a mobilidade e logística em consonância com “novos modelos de negócio”.

Pesquisa

Uma recente pesquisa analisou a relação das diferentes gerações com a mobilidade. Apresentado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) em novembro de 2018, o estudo contempla os resultados das entrevistas com 1.789 pessoas de 11 capitais: Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Na ocasião da divulgação, o então presidente da Anfavea, Antonio Megale, classificou os resultados como “surpreendentes”.

Apenas 39% dos entrevistados entre 26 e 35 anos possuíam carro. O percentual entre os jovens de até 25 anos era ainda menor: 23%. Entre os do primeiro grupo, 31% responderam não desejar comprar um carro nos próximos cinco anos. Percentual idêntico ao dos entrevistados com 36 a 55 anos de idade. Já entre os mais jovens (até 25 anos), 30% não tinham interesse em adquirir um veículo automotivo.

Somente 35% da geração mais nova têm habilitação para dirigir, e 8% dos que não têm CNH disseram que não pretendiam tirar o documento. O que pode ser explicado pelo fato de que saber dirigir sempre foi visto como uma habilidade capaz de ampliar as chances de conseguir um emprego.

Na época, o presidente da Anfavea interpretou que os dados sugerem que, mesmo entre os mais jovens, o desejo de ter um veículo e a CNH se mantém, mas que, de fato, algumas mudanças começaram a ocorrer entre os indivíduos da chamada Geração Y (de 26 a 35 anos) e se potencializaram entre os da Geração Z (até 25 anos). Os dois grupos são os mais propensos a usar outros tipos de transporte, como a bicicleta e os veículos compartilhados por aplicativos (que 34% de todos os entrevistados acreditam representar o futuro do carro). Por outro lado, são estes dois grupos os mais críticos aos ônibus – o que, para a Anfavea, pode demonstrar a necessidade de modernização do modal.

Estatísticas do Detran mostram queda na emissão de habilitações nos últimos anos. Recuo é mais acentuado entre os mais jovens
Estatísticas do Detran mostram queda na emissão de habilitações nos últimos anos. Recuo é mais acentuado entre os mais jovens - Divulgação/Detran-DF

 

Edição: Wellton Máximo
Por Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil

O governador Eduardo Leite e os demais chefes de Executivo dos Estados das regiões Sul e Sudeste reafirmaram neste sábado (27/4) o apoio à Reforma da Previdência, que tramita na Câmara dos Deputados. O grupo está reunido desde as 9h para o segundo encontro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

O tema foi abordado já no começo dos debates, quando os governadores assinaram uma carta renovando o posicionamento favorável em torno da Reforma da Previdência. O documento detalha que aprovação é essencial para combater o déficit fiscal, recuperar a confiança de investidores, gerar empregos, combater privilégios, entre outros.

“Atualizar a Previdência brasileira será o primeiro passo do conjunto de reformas necessárias para assegurar a estabilidade fiscal da União, de Estados e de municípios e consolidar um novo pacto federativo que garantirá a redistribuição de recursos e meios para o cumprimento das responsabilidades fiscais, especialmente na saúde, habitação popular, segurança pública, educação e assistência social (...) A aprovação vai provocar também o debate da Reforma Tributária, estimulando o empreendedorismo”, cita o documento lido pelo anfitrião, governador de São Paulo, João Doria.

 

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Leite disse que é importante ser mantido na Reforma o impacto positivo para Estados, estimado em R$ 350 bilhões em 10 anos - Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini

“A aprovação da Reforma da Previdência ajudará a economia do Brasil, pois permitirá a retomada da confiança dos investidores”, afirmou o governador do RS. Leite disse que é importante ser mantido na Reforma o impacto positivo para os Estados, estimado em R$ 350 bilhões nos próximos 10 anos. “Esse é um ponto fundamental”, ressaltou.

 

Outra questão levantada pelo chefe do executivo gaúcho é o impacto dos militares. “A associação dos militares dos Estados aos federais precisa ser feita sem comprometer as condições dos Estados, porque na fórmula que se apresenta poderia significar a redução das alíquotas nos níveis estaduais, o que não faria sentido no atual quadro das finanças”, acrescentou.

No encontro ainda foi assinado um termo de compromisso para integração de políticas públicas. O documento tem a finalidade de formalizar a disposição dos governadores em trabalhar em conjunto nas pautas de interesse, entre as quais as medidas de apoio da União aos Estados, Lei Kandir, precatórios, securitização das dívidas estaduais, Reforma Tributária e o Regime de Recuperação Fiscal, uma das prioridades do governo gaúcho.

Além de Leite e de Doria, compareceram ao encontro os governadores Romeu Zema (MG), Renato Casagrande (ES), e Carlos Moisés (SC). Os estados do Rio de Janeiro e do Paraná foram representados pelos vice-governadores, Cláudio Castro e Darci Piana, respectivamente. Outros vice-governadores, entre eles o delegado Ranolfo Vieira Júnior, do RS, e secretários de Estado, também estiveram na reunião do Cosud.

 

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Cosud é integrado por sete Estados que representam 70% da economia e 72% da população do país - Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini

 

“Encontros como esse são a prova de que nós podemos trabalhar unidos, com os Estados identificando as boas práticas e os desafios para articularmos ações concatenadas. Dessa forma será possível ajudarmos não apenas os Estados em relação ao quadro fiscal, mas no desenvolvimento do Brasil, melhorando a qualidade de vida das nossas populações”, disse o governador do RS.

Em maio, encontro será no RS

Os secretários participaram de debates temáticos sobre gestão pública. Foram discutidas propostas conjuntas para áreas como segurança pública, educação, saúde e infraestrutura. Representando o Rio Grande do Sul, estiveram presentes os secretários de Educação, Faisal Karam; de Inovação, Ciência e Tecnologia, Luís Lamb; de Governança e Gestão Estratégica, Claudio Gastal; e da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, além do superintendente da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Mario Santa Maria Junior, e do diretor jurídico da Secretaria da Saúde, Bruno Naundorf.

O secretário Luís Lamb, que participou de reunião temática, destacou o debate como importante diante das perspectivas de desenvolvimento em comum. “Hoje em dia, a perspectiva de desenvolvimento dos Estados passa pela inovação, pela ciência e pela tecnologia. É um consenso entre nós que temos de trabalhar pelo marco legal na área, publicado em 2016, para torná-lo efetivo como mecanismo de acelerar o desenvolvimento baseado na inovação dos nossos Estados.”

 

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Secretários Gastal, Lamb, Marco Aurélio e Faisal com os governadores Leite e Doria: RS sediará próxima reunião - Foto: Itamar Aguiar / Palácio Piratini

Na ocasião ficou definido que o município gaúcho de Gramado sediará o terceiro encontro do Cosud, dia 25 de maio. A quarta reunião também já tem data marcada. Será dia 13 de julho, em Vitória, capital do Espírito Santo.

 

Consórcio é formado por sete Estados

O primeiro encontro oficial do Cosud ocorreu em Belo Horizonte, em março, quando foi criado o consórcio integrado por sete Estados que representam 70% da economia e 72% da população do país. O objetivo é formar um mecanismo de cooperação técnica em temas estratégicos. Além disso, integrar esforços em dez áreas comuns: segurança, saúde, educação, turismo, sistema prisional, logística/transporte, combate ao contrabando, desburocratização, desenvolvimento econômico e inovação e tecnologia, buscando melhorar a qualidade dos serviços públicos prestados à população.

Clique aqui e confira a carta na íntegra.

Texto: Renan Arais
Edição: Marcelo Flach/Secom

A manhã deste domingo foi de estreia do Grêmio no Brasileiro. O Tricolor enfrentou o Santos na primeira rodada da competição, que ocorreu na Arena, mas acabou superado pelo placar de 2 a 1.

A partida começou favorável para o Peixe, que logo aos 5 minutos abriu o placar com Sasha. O Grêmio buscou responder com alguns ataques. Uma das melhores chances saiu de um chute de Jean Pyerre, aos 25', que mandou forte, de longa distância, mas o goleiro defendeu. Aos 34', o Santos ampliou com Felipe Jonatan, que pegou o rebote de Paulo Victor e finalizou forte, assinalando o segundo. O Tricolor até marcou aos 44', com uma grande jogada de Jean Pyerre, que acionou Cortez no fundo de campo. O lateral recebeu e cruzou para André estufar as redes e descontar para os gremistas, mas a arbitragem assinalou impedimento do lateral ao receber o passe.

O jogo seguiu truncado na etapa complementar. O Tricolor criou boas chances, mas a bola não queria entrar. Tanto insistiu que ao final, os gremistas conseguiram descontar. Aos 47', Everton recebeu na esquerda, fez boa jogada individual e mandou para o fundo das redes. 

Com o resultado, o Grêmio inicia o Brasileirão sem somar pontos.


Primeiro Tempo

O Grêmio criou logo nos primeiros minutos uma boa jogada. No meio-campo, próximo a grande área, Jean Pyerre deu passe para Everton, que acionou André. Marcado por dois defensores, o centroavante acabou caindo no gramado.

Em resposta, aos 5 minutos, o Santos conseguiu abrir o marcador em uma falha da defesa gremista. A bola foi levantada na área para Jean Lucas, que ajeitou para Sasha. O meia mandou na esquerda de Paulo Victor, que não conseguiu alcançar.

Outra chance adversária saiu novamente dos pés de Sasha, que dominou em frente da área e chutou cruzado; a bola passou à direita do arqueiro tricolor.

Aos 13', o Grêmio teve uma boa oportunidade pela esquerda, quando Alisson apareceu de surpresa, no fundo de campo fez o cruzamento baixo buscando André, mas a zaga santista cortou. Em seguida, Maicon e Leonardo tabelaram. O lateral acionou André, que buscou servir Maicon, mas o  volante não chegou na bola e ela se perdeu pela linha de fundo.

Já aos 17', Alisson caiu dentro da área e pediu pênalti, mas a arbitragem nada assinalou. Na sobra da bola, Everton foi a linha de fundo e dividiu com o goleiro, que caiu para fazer a defesa.

Outra chance tricolor foi aos 20'. Maicon tentou fazer um cruzamento para André, mas Gustavo Henrique cortou para escanteio. Na cobrança, a bola foi no primeiro poste, Leonardo cabeceou, mas a defesa afastou.

Dois minutos depois, em falta da intermediária, pela direita, Jean colocou na área, mas a zaga cortou a escanteio.

A melhor chance gremista veio aos 25', quando Jean Pyerre, de longa distância, cortou o marcador e soltou a bomba, obrigando o goleiro do Peixe a fazer grande defesa.

O Santos tentou responder com Soteldo, que recebeu passe, tirou da marcação e chutou. Paulo Victor defendeu. No contra-ataque, André fez uma grande jogada seguida de um cruzamento para Jean Pyerre. O meia chegou um pouquinho atrasado e não conseguiu a finalização, aos 28'.

Quase aos 30', André fez o pivô  e deixou Leonardo em boas condições. O lateral finalizou, mas a bola foi defendida pelo setor defensivo do Peixe, que afastou pela linha de fundo.

Aos 34', o Santos teve um escanteio a seu favor. Na cobrança, Paulo Victor afastou de soco, mas Felipe Jonatan pegou o rebote e mandou uma bomba, assinalando o segundo gol adversário.

O Grêmio respondeu aos 44 minutos, com uma grande jogada de Jean Pyerre, que acionou Cortez no fundo de campo. O lateral recebeu e cruzou para André estufar as redes e descontar para os gremistas, mas a arbitragem assinalou impedimento do centroavante e anulou o gol.

Nos acréscimos, da intermediária, pela meia esquerda, Jean Pyerre cobrou uma falta, mandando direto. A bola desviou na barreira e saiu a linha de fundo.

Jogo finalizou aos 48'.

 

Segundo Tempo

O Grêmio voltou a campo com a mesma formação.

Logo nos primeiros segundos, o Santos já teve uma falta a seu favor, da meia esquerda. Na cobrança, Soteldo colocou na área, mas a defesa gremista afastou o perigo.

Pela direita, o Grêmio chegou pela primeira vez na etapa, mas a defesa cortou o cruzamento de Leonardo Gomes.

Em resposta, Jean Lucas conseguiu vencer Maicon, cruzou rasteiro na área, mas Cortez mandou a escanteio. Na cobrança, a bola foi alçada na área, Gustavo Henrique desviou de cabeça por sobre a meta.

O Peixe chegou pela direita, Geromel cortou parcialmente, mas Felipe Jonatan pegou a sobra e finalizou. Paulo Victor caiu para defender.

Substituição: Saiu Alisson, entrou Tardelli, aos 6 minutos.

Aos 10', dentro da área, André tentou fazer o pivô para tardelli, mas a zaga cortou. Na sequência, na sobra, Alisson colocou a mão na bola. Falta para os gremistas. Na cobrança, Matheus Henrique chutou colocado, mas passou à esquerda da meta de Vanderlei. No lance seguinte, Everton invadia a área entre dois marcadores, caiu, mas nada assinalado.

Em contra-ataque, o Santos levou muito perigo. Descendo pela esquerda, Soteldo cruzou na área para Jean Lucas, que por sorte, pegou mal e mandou por sobre o gol.

Substituição: Saiu Jean Pyerre, entrou Luna, aos 14 minutos.

Uma boa chance do Grêmio veio com Tardelli, que recebeu na área e finalizou. Vanderlei defendeu com rebote. Everton recuperou e levantou na área. André escorou de cabeça, mas a defesa conseguiu segurar o ataque tricolor.

Os gremistas tentaram com uma jogada pela esquerda. Tardelli serviu Cortez, que cruzou na área, mas Vanderlei defendeu.

Mais uma boa oportunidade aos 27'. Luan recebeu na área e chutou, mas a zaga afastou. Em seguida Tardelli na pequena área também tentou, mas perdeu o tempo da jogada.

Substituição: Saiu Felipe Vizeu, entrou Cortez, aos 29 minutos.

O Grêmio teve uma cobrança de falta aos 29'. Luan cobrou direto e Vanderlei afastou de soco para escanteio. Maicon colocou no primeiro poste, mas a zaga santista afastou de cabeça.

Depois de uma rápida troca de passes entre todos os atacantes, Luan cruzou e o zagueiro cortou de cabeça, pela linha de fundo, quase mandando contra, aos 30'.

Aos 36', pela esquerda, Felipe Jonatan soltou uma bomba, mas a bola passou por sobre a meta de Paulo Victor. Dois minutos depois, Felipe Vizeu cabeceou da pequena área, mas mandou para fora.

Em um lance seguinte, quase o gol gremista. Tardelli finalizou, mas mandou na defesa. Por três vezes, Vanderlei conseguiu difíceis defesas em jogadas seguidas dos gremistas.

E não teve jeito da bola entrar. Luan recebeu um cruzamento e finalizou da pequena área, mas mandou pra fora; estava impedido.

Na reta final, André tentou de bicicleta, a bola explodiu na trave e no rebote, Vanderlei pegou.

Mais um gol perdido. Tardelli fez grande jogada pela esquerda e cruzou para Felipe Vizeu, que tentou empurrar para o gol de carrinho, mas não alcançou.

Tanto insistiu que ao final, o Grêmio descontou. Aos 47', Everton recebeu na esquerda, fez boa jogada individual e mandou para o fundo das redes.

Jogo finalizou aos 49'.

 

Fotos: Lucas Uebel | Grêmio FBPA

Inicia no próximo dia 15, mais uma edição dos Jogos Escolares Municipais (JEM). Promovido pela Secretaria Municipal de Educação, o JEM deste ano contará com as modalidades de atletismo, futsal, handebol e futebol sete. A iniciativa foi apresentada ao prefeito Ico Charopen na manhã de hoje (26), que destacou a importância do evento para o engajamento da comunidade escolar.

O JEM 2019 iniciará com o atletismo, contando com a competição das demais modalidades ao longo do ano. De acordo com a professora Lisiane Puhl, coordenadora do projeto, todas as escolas das zonas urbana e rural participarão da competição. Também participaram do encontro com o Prefeito, o diretor de esportes da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer, Marco Soares e o professor Jorge Hoefling.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social

O Grêmio voltou aos treinamentos na manhã desta sexta-feira para continuar a preparação para a estreia do Campeonato Brasileiro, às 11h do próximo domingo, contra o Santos. Sob chuva, os jogadores participaram de uma atividade tática comandada por Renato Portaluppi e, posteriormente, um trabalho técnico. O último treinamento, sábado, deve confirmar força máxima para o confronto.

Depois de fazerem um treinamento específico de aquecimento com os preparadores Rogério Dias, Mário Pereira e Gabriel Alves, os atletas posicionaram-se em meio campo, divididos por posições. A atividade consistia em saída de bola, sempre a partir dos volantes. Em um momento Maicon e Matheus Henrique faziam a saída com os laterais; em outros, a partir dos meias, que esperavam a passagem dos jogadores de lado; em outras ocasiões inclusive os meias e os atacantes abriam para permitir a infiltração de outros jogadores. O treinamento foi todo aberto à imprensa, e teve excelente aproveitamento dos atacantes. Enquanto volantes, meias e atacantes faziam o trabalho de construção, os goleiros treinavam protegidos pelos zagueiros. Todas as jogadas de ataque encontravam barreira física a fim de evitar a conclusão.

No segundo momento os jogadores foram à outra metade do gramado para cumprir uma atividade técnica em campo reduzido, sem definição de times. Nesse treinamentos os jogadores focaram essencialmente em passes rápidos, com poucos toques e alta intensidade. Mais uma vez Renato teve todo o grupo à disposição. Neste sábado os jogadores voltam ao CT para o último treino e iniciam concentração. A Arena prevê 30 mil torcedores acompanhando o jogo contra o Santos.

Abaixo a entrevista coletiva que o técnico Renato Portaluppi concedeu após o treinamento.

Fotos: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

A vacina contra a gripe é segura e não causa a doença. Ela é feita com vírus mortos e que sem capacidade de gerar a gripe em quem a toma. O fato é reforçado não só pelo Ministério da Saúde e pela Secretaria Estadual da Saúde (SES), mas também por diferentes entidades médicas, como a Sociedade Brasileira de Imunizações e representantes das classes dos pediatras, obstetras e geriatras no Estado.

A campanha nacional de vacinação contra a gripe começou no dia 10 de abril para crianças e gestantes, sendo aberta para os demais públicos elegíveis na próxima segunda-feira (22/4). No total, são 3,8 milhões de gaúchos elegíveis para a vacinação, sendo que mais de 800 mil pessoas já haviam se vacinado até esta sexta-feira (26/4).

As doses disponíveis na rede pública são compostas por três tipos de vírus influenza (A-H1N1, A-H3N2 e B). Nas vacinas, são utilizados fragmentos dessas cepas. “A vacina da gripe é uma vacina inativada, diferente de outras que são feitas com vírus atenuados, como a do sarampo e da rubéola”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Juarez Cunha.

A diferença é que as vacinas atenuadas contêm agentes infecciosos vivos, mas extremamente enfraquecidos. Já as vacinas inativadas usam agentes mortos, alterados ou apenas partículas deles. Segundo a SBIm, os dois tipos de vacinas são chamados de antígenos e têm como função reduzir ao máximo o risco de infecção ao estimular o sistema imune a produzir anticorpos, de forma semelhante ao que acontece quando uma pessoa fica exposta aos vírus e às bactérias, porém, sem causar doença.

Grupos prioritários

- Crianças (maiores de seis meses e menores de seis anos)
- Gestantes e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto)
- Pessoas com 60 anos ou mais
- Trabalhadores da área da saúde
- Povos indígenas
- Professores
- Apenados e funcionários do sistema prisional
- Profissionais das forças de segurança e salvamento
- Pessoas com comorbidades (doenças crônicas respiratórias, cardíacas, renais, neurológicas ou hepática; diabetes; imunossupressão; obesidade; transplantados ou pessoas com trissomias)

Gripe e resfriados

A vacina da gripe protege contra três tipos de vírus influenza (dois do tipo A e um do tipo B). Por isso, mesmo vacinada, a pessoa pode vir a pegar alguma doença respiratória por outro vírus. O resfriado, por exemplo, é frequentemente confundido com gripe. O quadro é causado, entretanto, por vírus diferentes. Os mais comuns são o vírus sincicial respiratório (VSR), que geralmente acometem crianças, ou os rinovírus e o parainfluenza.

Apesar de parecidos com os sintomas da gripe, os do resfriado são mais brandos e duram menos tempo – entre dois e quatro dias. Eles incluem tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e dor de garganta leve. A febre é menos comum e, quando presente, ocorre em temperaturas baixas.

Proteção a casos graves

Em populações com o sistema imunológico mais fragilizado, como idosos e crianças, a vacina da gripe (assim como as demais) apresenta uma eficácia reduzida quanto à proteção à infecção. Contudo, segundo o Ministério da Saúde, a vacinação contra a gripe pode reduzir em até 45% o número de hospitalizações por pneumonias, em 75% a mortalidade global e em aproximadamente 50% as doenças relacionadas à influenza.

Depoimentos de apoio à campanha

A Secretaria Estadual da Saúde conta com o apoio de entidades médicas na mobilização pela campanha de vacinação contra a gripe. Abaixo, alguns dos relatos sobre a importância da vacina. O material está sendo divulgado no site e nas redes sociais da SES, pelo Facebook, Twitter e Instagram.

“Durante a gravidez, há uma diminuição da imunidade da mulher, fazendo com que ela esteja mais suscetível a gripe e outras doenças. A mulher também corre mais risco se tiver outra doença associada, como hipertensão ou diabetes. Além disso, a vacina protege tanto a mãe quanto o bebê.”

Breno Acauan Filho, presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Rio Grande do Sul

“Nas crianças, a vacinação é particularmente importante porque elas têm muito contato entre elas nas creches ou escolas, e isso faz com que elas transmitam mais facilmente as doenças, em especial as infeções virais, como a gripe.”

Cristina Targa Ferreira, presidente da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul

“A vacina nada mais é do que uma prevenção e uma forma de propagarmos a saúde. É extremamente importante que o idoso entenda que a vacina da gripe é feita para protegê-lo, que evita doenças e que é dada para tentar manter a sua saúde.”

João Senger, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Seccional Rio Grande do Sul

Texto: Ascom
Edição: Secom

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Os Hospitais da Brigada Militar (HBM) em Porto Alegre e Santa Maria vão ganhar um importante reforço para qualificar o atendimento aos pacientes. O governo do Estado autorizou a contratação, em caráter excepcional, de 190 oficiais e praças temporários para integrar o quadro de saúde da corporação. A BM deve lançar os editais do concurso público nos próximos dias, e a expectativa é que os aprovados, após um período de formação, comecem a atuar entre outubro e novembro deste ano.

Serão chamados 45 profissionais com posto de tenente. Para o HBM da capital, serão selecionados 16 médicos das especialidades de Medicina Intensiva, Cardiologia, Clínica Médica (medicina interna), Medicina de Urgência ou Cirurgia do Trauma, para atuação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e no Pronto Atendimento (PA) do hospital.

Completam as vagas de tenente outros 29 enfermeiros, sendo 22 para Porto Alegre e sete para Santa Maria. O concurso ainda irá selecionar 145 técnicos de enfermagem com o posto de soldado, sendo 120 para trabalhar no HBM da capital e 25 para o hospital da cidade da região Central.

Os aprovados serão integrados ao quadro por meio do Programa de Militares Estaduais de Saúde Temporários na BM, instituído em janeiro de 2018. O contrato deve ter duração de dois anos, renováveis por mais dois.

A medida atende a necessidade de substituição de terceirizados, em razão de impasse judicial quanto à possibilidade de terceirização para atividade fim nos estabelecimentos de saúde da corporação.

"Essas contratações qualificam o atendimento por agregarmos profissionais em um regime mais estável e dentro de um regramento militar, o que também amplia a padronização do modelo de gestão das unidades", comentou o Diretor de Saúde da BM, coronel Igor Wolwacz.

Por se tratar de substituição, o investimento de R$ 1,3 milhão mensal com a remuneração dos profissionais não acrescenta custos ao orçamento do Estado. O processo recebeu parecer favorável do Grupo de Assessoramento Estadual para Política de Pessoal (GAE), da Secretaria da Fazenda.

Os hospitais da BM acolhem todos os integrantes da corporação, além de dependentes, e servidores do Estado vinculados ao IPE Saúde. Em 2018, as duas instituições atenderam mais de 140 mil pessoas e realizaram cerca de 4 mil internações, 50 mil procedimentos ambulatoriais, 50 mil processos de urgência e pronto atendimento e 1,5 mil cirurgias, além de exames e outros atendimentos básicos.

A manutenção do quadro de profissionais visa à qualificação dos serviços prestados na área da Segurança Pública, um dos eixos do Programa RS Seguro. No último dia 10, houve a inauguração de 26 leitos e a reabertura da ala psiquiátrica do HBM de Porto Alegre. Na ocasião, também foram entregues cinco ambulâncias e cinco picapes para reforçar o transporte de pacientes e o trabalho dos soldados.

No dia 13, a Academia de Polícia Militar realizou a formatura de 12 capitães que concluíram o Curso Básico de Oficiais de Saúde da BM. A turma, composta por um cirurgião-geral, uma psiquiatra, quatro cirurgiões dentistas, uma endodontista, uma farmacêutica e quatro enfermeiras, está apta para atuar em atividades de gestão da saúde policial-militar. A capacitação teve mais de 500 horas-aulas presenciais.

Texto: Carlos Ismael Moreira / Ascom SSP
Edição: Secom

Após importante vitória no Paraguai pela Libertadores da América, o plantel Tricolor se reapresentou nesta quinta-feira no CT Presidente Luiz Carvalho. Porém, o jogo decisivo contra o Universidad Católica, que decidirá o futuro do Grêmio na competição continental, fica em segundo plano uma vez que a estreia gremista pelo Campeonato Brasileiro se aproxima. O primeiro adversário será o Santos, neste domingo pela manhã na Arena. A bola rola às 11h e a previsão de público para a estreia é de 30 mil gremistas.

Em atividade realizada nesta tarde, o plantel Tricolor trabalhou forte para encarar seu primeiro desafio no Brasileirão. Inicialmente, os goleiros Paulo Victor, Julio César, Brenno e Phelipe Megiolaro foram a campo enquanto o restante dos atletas realizava atividades de fortalecimento muscular na academia. Após treino na academia, foi a vez do campo. Com a ausência do zagueiro Pedro Geromel e do volante Maicon, os jogadores foram divididos em quatro times, sendo dois com coletes brancos e dois com coletes amarelos. Utilizando as duas metades do campo os atletas disputavam simultaneamente partidas que duravam cerca de dois minutos cada. Uma equipe tinha o objetivo de marcar gols e a outra de evitá-los além de manter a posse de bola durante o tempo estipulado. Ao final do tempo, o time que estava defendendo de um lado, passava a atacar do outro. O zagueiro Paulo Miranda segue processo de recuperação e correu ao redor do gramado.

Fotos: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Mais de R$ 40 milhões provenientes do Apoio Financeiro aos Municípios (AFM) de 2018 foram encaminhados para prefeituras gaúchas investirem na área da educação. Até o momento, R$ 16,2 milhões permanecem à espera de utilização.

Para esclarecer e auxiliar nos procedimentos no uso do repasse federal, a Secretaria da Educação (Seduc), em parceria com a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), promoveu, na manhã desta quinta-feira (25/4), um encontro com mais de cem representantes de secretarias municipais da área.

A mobilização, realizada no auditório do Ministério Público, na capital, contou com a orientação técnica de integrantes da área financeira do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Conforme o secretário da Educação, Faisal Karam, o processo de parceria e cooperação com os municípios é fundamental para o desenvolvimento da área.

Reunião Apoio Financeiro aos Municípios
Para o secretário Faisal Karam, a parceria com municípios é fundamental para o desenvolvimento da educação - Foto: Lucas Nogare / Seduc

“Temos que ser agentes da mudança, e estas iniciativas que tentamos fazer de forma conjunta irão nos permitir desenvolver programas e ações de transformação na vida dos estudantes a médio e longo prazo”, destacou.

O coordenador da Comissão de Educação e Cultura da Famurs, Itamar Baptista Chagas, reiterou a disponibilidade da entidade para prestar apoio às prefeituras.

“Para utilizar os recursos públicos, é necessário cumprir uma série de etapas que nem sempre são simples. Estamos prontos para atender, por meio da nossa área técnica, as demandas necessárias de nossos associados”, afirmou.

O diretor financeiro do FNDE, Gilvan Batista, falou sobre a importância das secretarias municipais de Educação compreenderem os trâmites burocráticos para acessarem os repasses.

“Este diálogo com os representantes é necessário para que sejam resolvidas as principais dúvidas que dizem respeito ao acesso aos valores e à prestação de contas”, explica.

Texto: Diego da Costa / Ascom Seduc
Edição: Secom

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