Gisnei

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35 equipes, quatro categorias e mais de 700 associados envolvidos. Estes são alguns números que fazem do Campeonato Interno do Clube Caixeiral o maior da região. A competição será mais uma vez uma das atrações da temporada de verão na sede campestre e começa oficialmente no dia 17 de novembro com os primeiros cinco, dos mais de 400 jogos que serão disputados nos quatro meses de disputa. O lançamento oficial ocorreu no final da tarde na sede social com a última reunião entre diretoria e o parceiro Sesc Livramento com os representantes dos clubes.
O presidente do clube Luis Carlos da Silva presidiu a reunião ao lado de Alessandro Machado e Paulo Capincho, os diretores de esportes e também o gerente do Sesc Livramento Fabrício Gianezini e o coordenador de esporte Luiz Paulo Duarte. A comissão organizadora apresentou a tabela de jogos para os representantes dos 13 clubes da força livre, os seis da categoria masters, os oito da veteranos e mais oito da sênior e proporcionou aos representantes das equipes tirarem suas dúvidas e fazer os reparos nas datas, adequando a as datas a sua programação. Na sequência foi apresentada a bola oficial do campeonato e duas delas foram sorteadas aos presentes. As equipes do Fluminense (veteranos) e Descubra (força livre). O terceiro sorteio foi o valor da mensalidade. A equipe que acabou recebendo de volta o valor da inscrição foi nada menos que o atual campeão da categoria força livre, o Once Caldas. O presidente Paulo Decorato recebeu o valor em especie novamente.
Transmissão ao vivo
O presidente também anunciou como a principal novidade da temporada a cobertura da competição com transmissões ao vivo pela TV Cidade 10. A parceria fechada com o diretor da TV Web Gisnei D’avila foi fechada à tarde e anunciada durante a reunião. Serão dois jogos por rodada com transmissão ao vivo pelas plataformas de divulgação da tv (site, youtube, facebook e instagram) sempre nos finais de semana.
PRIMEIROS JOGOS
S 17/11 18:45 ATLÉTICO X PARCERIA 1ª 1
FL 17/11 19:45 CAXIAS X TA LENTO 1ª 2
FL 17/11 20:45 ONCE CALDAS X MBM 1ª 3
FL 17/11 21:45 ESTRELA VERMELHA X DIVINO 1ª 4
FL 17/11 22:45 MORENA TROPICANA X MÔNACO 1ª 5
FL 18/11 18:45 CAMARÕES X DINAMITE 1ª 6
VT 18/11 19:45 GRÊMIO SL X GAÚCHO B 1ª 7
VT 18/11 20:45 BOCA DE LEÃO X CAMARÕES 1ª 8
FL 18/11 21:45 ESTUDIANTES X SEVEN BOYS 1ª 9
FL 18/11 22:45 MORENA TROPICANA X DIVINO 1ª 10

Está definida a tabela da primeira fase do Gauchão 2019. O Inter estreia fora de casa, em Ijuí, contra o São Luiz, no dia 20 de janeiro. O primeiro clássico Gre-Nal do ano será disputado no dia 10 de março, na Arena, pela antepenúltima rodada. O campeonato seguirá a fórmula na última edição: todas as equipes se enfrentam no primeiro turno, com os oito melhores avançando para as quartas de final, quando os enfrentamentos ocorrem em duelos eliminatórias, de ida e volta, assim como as semifinais e as finais. A finalíssima ocorre no dia 21 de abril. 

Jogos do Inter na 1ª fase do Estadual:

1ª rodada

20/01 (domingo) - São Luiz x Inter

2ª rodada

23/01 (quarta) - Inter x Pelotas

3ª rodada

27/01 (domingo) - São José x Inter

4ª rodada

30/01 (quarta) - Veranópolis x Inter

5ª rodada

03/02 (domingo) - Inter x Novo Hamburgo

6ª rodada

10/02 (domingo) - Inter x Caxias

7ª rodada

17/02 (domingo) - Juventude x Inter

8ª rodada

24/02 (domingo) -  Inter x Brasil-Pel 

9ª rodada

02/03 (sábado) - Inter x Aimoré

10ª rodada

10/03 (domingo) - Grêmio x Inter

11ª rodada

17/03 (domingo) - Avenida x Inter

Fonte: http://www.internacional.com.br

A Caixa anunciou nesta terça-feira (13) que suspendeu, por falta de recursos, a contratação de novas unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida para a faixa 1,5, voltada para famílias com renda mensal máxima de até R$ 2,6 mil.

De acordo com o banco, o orçamento para esta linha de crédito imobiliário foi “utilizado em sua totalidade” e as contratações do programa para esta faixa serão retomadas no início de 2019.

Em comunicado, a Caixa informou que somente a faixa 1,5 foi suspensa, todas as outras linhas de crédito continuam contratando novas unidades. As diferentes faixas do programa usam fontes de financiamento diversas. A faixa 1,5 é financiada com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

O orçamento do Minha Casa, Minha Vida para 2018 é de R$ 57,4 bilhões. “Até o momento, foram contratadas cerca de 4,7 milhões de unidades habitacionais.”, informou o comunicado.

Edição: Sabrina Craide

Entidades públicas uniram-se, nesta terça-feira (13), em favor de uma nova política para aumentar a participação efetiva de pessoas com deficiência (PCDs) em diferentes setores. Fruto de um trabalho de três anos, o projeto que deve instituir a Lei Gaúcha de Acessibilidade e Inclusão da Pessoa com Deficiência no Rio Grande do Sul foi apresentado, no Palácio Piratini, e entregue à Assembleia Legislativa para votação no plenário em breve. 

A proposta da lei é reduzir a relação de mero assistencialismo do aparato público para os PCDs e ampliar o acesso aos processos da administração estadual. Como desafios, a lei deve promover novos direitos que fortaleçam as estruturas oferecidas com a revisão de leis municipais, fazer uma divulgação ampla da lei para toda a sociedade e a aumentar a participação de conselhos e entidades em todas as esferas.  

“Não podemos aceitar, nem permitir que pessoas sejam discriminadas. Sem respeito não há futuro. Dar oportunidades iguais a todos é uma obrigação da sociedade. Mas garantir direitos é um dever do Estado. Somos todos agentes da transformação”, afirmou o governador José Ivo Sartori. “O Rio Grande precisa de todos nós para fazer o que precisa ser feito para transformar positivamente o futuro do nosso estado”, disse. 

Segundo a secretária do Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori, as reuniões começaram depois da publicação do Decreto 52.525/2015, que instaurou o grupo de trabalho responsável pela elaboração da nova política. Participaram representantes de secretarias estaduais, Faders, Procuradoria Geral, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência. 

“A ideia inicial era preparar o texto em 300 dias; levamos três anos, mas finalmente conseguimos. Foram feitas mais de 30 reuniões e chegamos a uma lei que pode ser pioneira e que com certeza vai trazer muitas mudanças para o estado. Esperamos que o projeto seja aprovado e que possa vigorar  beneficiando a todos”, ressaltou Maria Helena. 

O trabalho do grupo partiu de documentos internacionais, como a Convenção da Organização das Nações Unidas sobre as pessoas com deficiência de 2006, e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência de 2015. Contou também com a participação de pessoas com deficiência, além de promover uma consulta pública aberta a toda a sociedade. 

Entrega do projeto 

Durante o ato de entrega do texto do projeto de lei, que contém mais de 190 artigos, o presidente da Assembleia Legislativa, Marlon Santos, garantiu que encaminhará o assunto para fazer um acordo entre os líderes de bancadas já na próxima terça-feira. “Podem ter certeza de que vamos dar esse encaminhamento, não é uma promessa. As chances de acontecer (a aprovação) é muito grande”, assegurou. 

“Para mim, hoje, é um dia histórico e quem sabe possamos ter a aprovação ainda neste ano dessa lei que vai servir, como diz nosso hino, de modelo a toda terra”, estimou o coordenador estadual de Políticas para Pessoas com Deficiência na Secretaria de Desenvolvimento Social, Adilso Corlassoli. 

A lei, se aprovada, deve ser executada em caráter permanente e integrada com todas as instâncias da administração pública estadual. Participaram da solenidade o presidente do  Conselho Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Rotechild Prestes; o ex-secretário de Justiça e Direitos Humanos, procurador de Justiça Cesar Faccioli; representantes de entidades que participaram do Grupo de Trabalho e diretores de secretarias.




Texto:  Letícia Bonato
Edição: Léa Aragón/ Secom 

Foto: Dani Barcellos

Foco no amistoso de sexta-feira (16) contra o Uruguai, em Londres, e objetivo traçado na Copa América de 2019, no Brasil. Foi assim que Alisson definiu o momento atual da Seleção Brasileira, que se prepara para os dois últimos compromissos de 2018. Nesta segunda-feira, no primeiro dia de treinos desta Data FIFA, ele foi um dos escalados para falar com a imprensa no CT do Arsenal.

- Já está no nosso discurso no vestiário, é nosso principal objetivo no momento. O pensamento é se preparar da melhor maneira para que todos estejam no auge em seus clubes e na Seleção. Não é nada fácil, mas seria importante dar essa alegria ao nosso torcedor e também para nos dar confiança.

Contratado no início da temporada europeia pelo Liverpool, da Inglaterra, ele garante que se sentirá em casa nestas duas próximas partidas da Seleção Brasileira. Ambas serão disputadas em solo inglês: contra o Uruguai no Estádio do Arsenal, e contra Camarões no MK Stadium.

- Vou me sentir mais em casa por ser o país da minha liga. É um fator positivo. Joguei no Emirates há duas semanas, é um estádio lindo e com gramado excelente, perfeito para fazer o que mais gostamos.

Ainda sobre o Liverpool e o seu estilo de jogo no clube, Alisson comparou os estilos de atuação do clube inglês e também da Seleção Brasileira. Para ele, a principal característica que ele precisa desenvolver em ambos os casos é a concentração. Isso porque nas duas equipes, a bola pouco chega ao seu gol.

- Tenho que estar sempre muito bem concentrado. O Liverpool é uma equipe que trabalha muito forte na defesa e cede poucas chances. Às vezes são dois ou três chutes, então são três intervenções diretas que tenho. É diferente de quando vêm 10 ou 15 bolas, e você exigido o tempo todo. Na Seleção é a mesma coisa, temos uma equipe que cede poucas chances ao adversário.

Fonte: https://www.cbf.com.br

Créditos: Lucas Figueiredo/CBF

Nos primeiros 15 dias da abertura de matrículas online para a rede escolar pública gaúcha, mais de 88 mil inscrições já foram feitas para o primeiro ano dos ensinos Fundamental, Médio e Profissional e Educação Infantil. No ano passado, no mesmo período, menos de 82 mil matrículas haviam sido registradas. O aumento é comemorado pelo Departamento de Planejamento da Secretaria da Educação (Deplan/Seduc).

“Quanto mais cedo as matrículas foram confirmadas, mais temos condições de fazer o melhor planejamento logístico em termos de turmas e professores”, disse a assessora da Coordenação de Demanda Escolas do Deplan/Seduc, Luciano do Canto.

Em parte, o crescimento deve-se ao fato de, pela primeira vez, seis prefeituras estarem utilizando o mesmo sistema online da rede estadual para as matrículas no primeiro ano do Ensino Infantil: Alvorada, Caxias do Sul, Gravataí, Pelotas, São Leopoldo e Viamão.

Em Porto Alegre

Em Porto Alegre, são esperadas 8,6 mil novas matrículas no Ensino Fundamental – mil na rede municipal e 7,6 mil na estadual. Até as 13h desta segunda-feira (12), 5 mil matrículas haviam sido feitas. “Pela idade dos alunos, é importante que saibamos o quanto antes a quantidade de estudantes, pois eles precisam de acompanhamento de pais ou responsáveis para leva-los à escola”, explica Luciana.
O prazo de matrículas online vai até domingo (25). O serviço é rápido e bastam poucos cliques. Para fazer a matrícula, siga o link.
 
Texto: Renato Gava/ Ascom Seduc
Edição: Léa Aragón/ Secom 
Foto: Renato Gava/ Seduc

A Brigada Militar apresentou, nesta segunda-feira (12), os 2 mil candidatos aprovados que serão incorporados à instituição para atuar no policiamento ostensivo. A formatura de ingresso dos futuros soldados ocorreu na Academia de Polícia Militar (APM) e marcou o início do Curso Básico de Formação de Policial Militar. A partir de agora eles passam por período de adaptação nas unidades iniciando as aulas no próximo dia 26. O evento contou com a presença do governador José Ivo Sartori, do secretário Cezar Schirmer e do comandante-geral da BM, coronel Mário Yukio Ikeda.

O curso tem um total de 1.600 horas, é dividido em ciclos e composto por disciplinas que vão desde ciências humanas às técnicas policiais, incluindo estágio.  Será realizado em um dos 25 municípios polos: Guaíba, Passo Fundo, Carazinho, Erechim, Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Igrejinha, Novo Hamburgo, Lajeado, Montenegro, Esteio, Pelotas, Rio Grande, Osório, Porto Alegre, Cruz Alta, Palmeiras das Missões, Frederico Westphalen, Santa Rosa, Três Passos, Bagé, Santana do Livramento, Uruguaiana, Santo Ângelo e Rio Pardo. 

Para o governador Sartori, a Segurança é o setor que mais recebeu investimento no seu governo. "Além disso, estamos reequipando a BM, modernizando a frota e melhorando as condições de trabalhos dos brigadianos”. 

De acordo com o secretário Schirmer, o ato simboliza o esforço do atual governo na reestruturação da Segurança Pública. “Junto ao maior concurso dos últimos 30 anos investimos forte no reaparelhamento das instituições e na modernização da legislação, fazendo com que o setor avançasse muito e deixasse o Rio Grande do Sul alinhado com as práticas mais modernas  de gestão”. 

Segundo o coronel Ikeda, 2 mil novos soldados é um número expressivo que vai impactar diretamente na segurança pública do Rio Grande do Sul desde o início. “Eles irão para diferentes regiões do estado e nos primeiros meses de 2019 começam o estágio supervisionado. A partir de junho, já formados, serão distribuídos em diferentes municípios aumentando a capacidade de trabalho da Brigada Militar e trazendo mais segurança à população”, destacou Ikeda.

O subcomandante-geral da BM, coronel Eduardo Biacchi Rodrigues, lembrou que a Brigada Militar é uma instituição que tem a missão constitucional de criar a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, cumprindo suas funções de controle social e de proteção social. “A BM, com seus bravos soldados, garante a segurança pública do Rio Grande do Sul mesmo com o sacrifício da própria vida”.

Participaram da formatura o secretário adjunto da SSP, coronel Everton Oltramari;  o chefe do Estado-Maior da BM, coronel Júlio César Rocha Lopes; o diretor do Departamento de Ensino, coronel Ronaldo Buss; o comandante da Escola de Formação e Especialização em Soldados (EsFES/POA), tenente-coronel Claudio de Azevedo Goggia, demais oficiais e praças da Corporação.

Texto: Clelia Admar/ Ascom BM
Edição: Léa Aragón/ Secom 

Foto: Dani Barcellos

 

Entidades interessadas em receber apoio financeiro para a promoção de projetos nas áreas de educação e cultura, empreendedorismo, saúde e segurança, podem enviar seus projetos a partir desta segunda-feira, dia 12 de novembro. Para efetuar a inscrição do seu projeto, acesse www.sicredipampagaucho.com.br e preencha o formulário disponível na página inicial. No site está o regulamento do Valor “S”, que poderá ajudar em caso de haver dúvidas sobre quem pode participar e como essa participação pode ser feita.

“É importante ressaltar que os projetos têm que beneficiar e desenvolver o maior número de pessoas”, destaca o assessor de programas Sociais da Cooperativa, João Del Fabbro. “O intuito de investir nesses projetos está relacionado com o desenvolvimento da região”, acrescenta.

O Valor “S” é disponibilizado pela Cooperativa, a partir do incremento de soluções financeiras, ou seja, quanto mais os associados aplicarem no corrente ano em poupança, previdência, letra de crédito do agronegócio, fundos de investimentos e depósitos em conta corrente, maior será o apoio aos projetos das comunidades no ano seguinte.

Cronograma do Valor “S”:

Novembro de 2018 a Janeiro de 2019 – Cadastro dos projetos, através do site www.sicredipampagaucho.com.br

Fevereiro de 2019 – Avaliação dos projetos.

Março de 2019 – Divulgação dos projetos escolhidos e liberação dos recursos.

Mais informações podem ser obtidas nas agências da Sicredi Pampa Gaúcho.

Mônica Freitas Valle Corrêa

Assessora de Comunicação e Marketing

A reforma trabalhista completa um anoneste domingo. A legislação alterou mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e institui novas forma de contratação, como a modalidade de trabalho intermitente e a formalização do teletrabalho.

Outras mudanças foram a demissão por meio de acordo entre empregado e patrão, formalização do teletrabalho, divisão das férias em três períodos e o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical.

Geração de empregos

Na época em que entrou em vigor, a expectativa do governo era que a reforma contribuísse para a geração de vagas de emprego e a redução da informalidade.

De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, desde que a lei passou a vigorar, foram criados mais de 372,7 mil postos de empregos formais em todo país. No mesmo período, foram registradas 47.139 contratos de trabalho intermitente, quando a remuneração é pelas horas trabalhadas. 

Para o procurador do Ministério Público do Trabalho (MPT), Paulo Joarês Vieira, o resultado ficou aquém do esperado. Para ele, a redução do desemprego não se deu pelo ganho de vagas formais, mas pelo ingresso de pessoas no mercado de trabalho informal.

“No setor privado, apenas desconsiderando o setor público e o setor doméstico, o IBGE aponta a perda de 300 mil vagas formais neste período de um ano. Então, o impacto nesse aspecto foi negativo, do nosso ponto de vista”, avalia o procurador, que é coordenador nacional de combate às Fraudes nas Relações de Trabalho do MPT.

Ministério do Trabalho

Na avaliação do Ministério do Trabalho, trabalhadores e empregadores ainda estão se adaptando às novas normas. “Acreditamos que a implantação da Lei 13.467 ainda está em curso, e, talvez, demande mais algum tempo para se consolidar em nosso mercado. No entanto, vemos que a cultura das relações de trabalho está mudando e isso é bom. É um processo gradual”, disse o secretário-executivo substituto da pasta, Admilson Moreira dos Santos, em nota publicada no site do ministério.

Vieira lembra que algumas das novidades trazidas pela reforma, como o trabalho intermitente, em que o empregador chama o trabalhador de acordo quando necessário, também acabaram não gerando um volume de contratações como imaginado. 

“O trabalho intermitente atingiu em torno de 30 mil contratações, o que em comparação com o volume do mercado de trabalho é um número pequeno. Mas, são 30 mil contratos precários em que o trabalhador não tem garantia nem de renda, nem de uma jornada de trabalho”, comenta. 
 

Ações na Justiça 

Considerando as ações trabalhistas na Justiça, os efeitos da reforma foram mais significativos. Balanço do Tribunal Superior do Trabalho (TST) mostra que em novembro de 2017, quando a lei entrou em vigor, as Varas do Trabalho receberam mais 26,2 mil processos, volume considerado pico naquele ano. 

A partir de dezembro de 2017, no entanto, o número de casos novos a cada mês caiu, sendo menor em comparação a todos os meses do ano anterior. De janeiro a setembro de 2017, o número de reclamações trabalhistas alcançou a soma de 2.013.241. De janeiro a setembro deste ano, foram recebidas 1.287.208 ações, o que representa volume menor de aproximadamente 40%. 

O estoque de processos pendentes de julgamento também caiu. Em dezembro de 2017, havia 2,4 milhões de processos a espera de decisão das primeiras ou segundas instâncias da Justiça do Trabalho. Em agosto deste ano, o resíduo de processos não julgados era de 1,9 milhão, volume cerca de 20% menor do que o registrado quando a reforma começou a vigorar. 

“Até o momento, o principal impacto é a redução do número de reclamações trabalhistas, o que pode ser comprovado pelos dados estatísticos. Paralelamente, houve um aumento de produtividade”, disse o presidente do TST e do Conselho Superior do Trabalho (CSJT), ministro Brito Pereira.

O procurador Paulo Vieira pondera, contudo, que a redução no número de ações trabalhistas pode estar relacionada a obstáculos de acesso à Justiça que surgiram com a reforma, que determinou, por exemplo, o pagamento das custas judiciais pela parte que perde a ação.

“Aconteceu a redução dos processos, mas, do nosso ponto de vista, não é um número positivo, porque não representa um progresso da sociedade, mas sim um retrocesso de desrespeitar o direito constitucional de que todos tenham acesso à Justiça e todos possam buscar a reparação dos seus direitos quando lesados”, disse. 


Contestações

A reforma não é um consenso e provocou questionamentos judiciais. De acordo com o TST, há 19 ações de inconstitucionalidade contra a reforma em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), ajuizados pela Procuradoria-Geral da República, entidades que representam trabalhadores e empregadores de vários setores da economia.

Entre os pontos mais questionados está o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical. A questão já foi julgada pelo Supremo, que declarou em junho deste ano a constitucionalidade do artigo. 

Outro ponto que deve ser julgado é o que prevê que a parte vencida no processo deve pagar os honorários de advogados e peritos, mesmo que a parte seja beneficiária da justiça gratuita.

O trabalho intermitente, atualização dos depósitos recursais, a fixação por tabela de valores de indenização por dano moral e a realização de atividades insalubres por gestantes e lactantes também são objeto de ações a serem julgadas pelo Supremo.

Trabalhadores e empregadores

A visão de trabalhadores e empregadores sobre o primeiro ano da reforma trabalhista também são diversas.

Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a nova lei representa uma revolução e prestigia o diálogo entre o empregado e o empregador para que definam de forma autônoma e de comum acordo as condições e rotinas de trabalho.

A confederação defende que a reforma oficializa a adoção de “arranjos aparentemente corriqueiros” dentro do mercado, como o home office e jornadas mais flexíveis. Segundo a CNI, pesquisa aponta que oito em cada dez brasileiros desejam trabalhar em casa ou em locais alternativos à empresa. 

Já a Central Única dos Trabalhadores (CUT) avalia que a reforma trabalhista precarizou as condições de trabalho. Em nota divulgada em seu site, a entidade critica que a maioria dos postos de trabalho, criada no último ano, foi sem carteira assinada, com menos direitos e salários mais baixos.

A central destaca que houve aumento no número de demissões por acordos feitos fora dos sindicatos e se queixa de desrespeito dos patrões às cláusulas sociais das convenções coletivas de trabalho e da dificuldade de acesso à Justiça do Trabalho.

* Com informações de Débora Brito

Edição: Carolina Pimentel

 

Por Agência Brasil*

A terceira edição da Operação Fronteira Sul mobilizou cerca de três mil agentes, de 16 instituições, em ações preventivas e repressivas nas regiões Sul, Campanha, Fronteira Oeste, Missões e Fronteira Noroeste do estado, entre os dias 6 e 9 de novembro. A iniciativa conjunta de órgãos federais e estaduais efetuou ações de combate a crimes transfronteiriços, como tráfico de drogas, de armas, contrabando e abigeato.

A Operação Fronteira Sul já beneficiou 197 municípios gaúchos. O balanço dos trabalhos das três edições realizadas foi apresentado pelo chefe do Centro de Coordenação de Operações do Comando Militar do Sul, general de brigada Carlos André Alcântara Leite, e pelo secretário Cezar Schirmer.

Foram efetuadas 456 barreiras policiais, apreendidas 60 armas, 12,8 quilos de explosivos, 47,5 quilos de maconha, 5,8 quilos de crack, 17,4 quilos de cocaína e 130 quilos de alimentos impróprios para o consumo. Os trabalhos registraram 8,2 mil pessoas abordadas e 22,7 mil veículos foram fiscalizados. O que resultou no recolhimento de 82 veículos em situação irregular.

Schirmer destacou a integração institucional conquistada ao longo dos últimos anos. “Como resultado deste trabalho conjunto, temos o respaldo das comunidades onde as operações são efetuadas. Há o reconhecimento, por parte da sociedade, de que o trabalho está sendo feito e resulta em mais segurança à população”, afirmou.

Para o general Leite, é possível avaliar a efetividade das ações através dos números, que julga positivos. “O avanço do trabalho integrado se reflete no emprego do efetivo de forma mais eficaz, no volume de material apreendido e na extensão territorial abrangida”, avaliou.

A operação contou com a participação do Exército Brasileiro, Secretaria da Segurança Pública, Brigada Militar, Polícia Civil, Superintendência dos Serviços Penitenciários, Departamento Autônomo de Estradas e Rodagem, Agência Brasileira de Inteligência, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais e Renováveis, Receita Federal, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Receita Estadual e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Ministério da Fazenda e Ministério da Agricultura.

Veja, abaixo, o vídeo:

https://youtu.be/ij03QFQLOoE

Texto: Ascom/SSP
Edição: André Malinoski/Secom      Foto: Rodrigo Ziebell/SSP

 

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