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O levantamento mensal da Embrapa Suínos e Aves apontou que em março passado o custo de produção do frango atingiu a marca dos R$2,70/kg, aumentando 4,65% em relação ao mês anterior e 11,57% em relação a março de 2017.

Na prática, o custo retornou, aproximadamente, ao valor registrado em dezembro de 2016 (R$2,71/kg), o que significa que atingiu o maior nível dos últimos 15 meses. Além disso, ficou apenas 43 centavos abaixo dos R$3,13/kg registrados em junho de 2016, mês em que o custo de produção do frango atingiu o maior valor de todos os tempos.

Traçando um paralelo entre o custo de produção (relativo a aviário com climatização positiva no estado do Paraná) e a cotação do frango vivo no mercado paulista observa-se que em junho de 2016, quando o setor enfrentou custos até então inimagináveis, o valor então apontado (R$3,13/kg) ficou 11% acima da quantia paga na ocasião pelo frango vivo (R$2,81/kg).

Pois bem: em março passado, a cotação referencial do frango vivo comercializado em São Paulo (referencial, explica-se, porque muitos negócios foram concretizados por valores inferiores) foi de pouco mais de R$2,35/kg. E isso significa que o custo atual se encontra cerca de 15% acima do preço do frango, ou seja, onera mais o produtor que há dois anos atrás.

Por: AVISITE 

Fonte: https://www.agrolink.com.br 

 

 

Na terceira edição da Reunião de Interiorização do Programa de Sanidade Suína do Rio Grande do Sul, o presidente do Fundesa, Rogério Kerber, destacou que o Rio Grande do Sul exporta 40% do total brasileiro de carne suína. “Mesmo assim, por ter a vacinação contra a febre aftosa, exportamos para mercados menos exigentes e, por consequência, menos remuneradores”, afirma. Por isso, o setor produtivo e o serviço veterinário oficial têm se unido para implementar medidas que garantam ainda mais segurança ao comprador internacional, já que o estado seja área livre de febre aftosa com vacinação.

O encontro, realizado nesta terça-feira (17) em Santa Rosa, registrou a presença de mais de 60 pessoas. Foram abordados temas como biosseguridade, compartimentação e bem-estar animal. Para a coordenadora do Programa de Sanidade Suína do RS, Juliane Webster Galvani, a integração de técnicos das empresas e do serviço veterinário oficial do Ministério e da Secretaria da Agricultura é fundamental para identificar gargalos e buscar soluções, bem como atuar em conjunto nas ações de defesa sanitária.

Na compartimentação, já possível conforme Instrução Normativa 44/2017, a adesão das empresas é voluntária. O compartimento não precisa, necessariamente, ser uma região geográfica, mas sim um conjunto de propriedades ou plantas de uma mesma empresa, ainda que em cidades ou estados diferentes. “É como se fosse um seguro. A compartimentação oferece garantias adicionais de biosseguridade que minimizam o risco de introdução e disseminação de febre aftosa ou peste suína clássica”, explica Juliane. A ferramenta é prevista no código da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

 

Saldo do Fundesa se aproxima de R$ 79 milhões

Os conselheiros do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal aprovaram, nesta segunda-feira (16), a prestação de contas do primeiro trimestre de 2018. O saldo do fundo está em R$ 78,734 milhões. Nos três primeiros meses do ano a arrecadação em contribuições e rendimentos financeiros foi de R$ 3,18 milhões e aplicação de recursos somou R$ 1,24 milhão.

O destaque no aporte de recursos para indenizações foi, mais uma vez, da cadeia de pecuária leiteira. Foram indenizados 769 bovinos, num valor total de R$ 1,024 milhão. A cadeia do leite é a que mais arrecada seguida pelas cadeias de suínos e bovinos de corte. 

 

 

 

A produção de queijos voltou a crescer depois do recuo causado pela crise. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Queijos (Abiq), o aumento previsto para este ano deve ser de 2,5%. A oferta de leite, contudo, pode ser um desafio para os fabricantes.

“Não vamos ter um avanço vigoroso como vinha acontecendo antes da crise, quando o setor crescia na casa dos 10% ao ano, mas a produção deve crescer”, afirma a assessora de marketing da Abiq, Silmara Figueiredo.

No ano passado, a produção de queijos superou um milhão de toneladas, alta de 2% sobre 2016. Segundo a dirigente, tanto a leve retomada que se viu em 2017 quanto a perspectiva de crescimento para 2018 estão amparadas no aumento do poder de compra do consumidor.

Silmara acrescenta ainda que isso também faz com que o brasileiro volte a se alimentar fora de casa, o que amplia a demanda pelo produto por parte de restaurantes, por exemplo.

O gerente de marketing e vendas da Scala Laticínios, Marco Antônio Barbosa, espera um crescimento superior ao do mercado para a empresa neste ano, de cerca de 9% nos volumes de produção. “Tivemos uma boa arrancada no primeiro trimestre”, conta.

Além da perspectiva de aquecimento da economia, ainda que com menos vigor que o esperado no começo do ano, Barbosa projeta que as vendas em atacarejos podem ter papel significativo nos negócios. “Acredito que essa opção se consolida e vai ter um peso relevante no aumento das vendas de queijo e de lácteos em geral”, avalia.

Localizado em Sacramento (MG), o laticínio tem três unidades fabris e capacidade para processar mais de 600 mil litros de leite por dia. Em 2017, foram processados aproximadamente 180 milhões de litros de leite e comercializadas 25 mil toneladas de produtos. 

O consumo de queijos no Brasil é de 5,5 quilos por habitante ao ano, ainda pouco se comparado com a Argentina, onde a média é de 11,5 quilos por habitante ao ano. Segundo a Abiq, em torno de dois mil laticínios se dedicam à produção de queijo no País, sendo que em torno de 150 empresas representam entre 70% e 80% das vendas.

A perspectiva positiva da indústria também está relacionada à oferta de leite. Na avaliação da Abiq, a captação deve crescer nos mesmos patamares do ano passado, quando o incremento alcançou 4%, para 35 milhões de litros, segundo estimativa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Margens

Ao longo da crise, as empresas tiveram um declínio da rentabilidade. Em 2016, quando a produção de queijos recuou 3%, o preço do leite aumentou devido à estiagem, o que reduziu a captação.

À época, para evitar uma queda das vendas, muitas empresas não repassaram o aumento de custos de forma integral. “Neste ano, se houver uma reacomodação dos preços, deve ser pequena, uma vez que grande parte do custo de produção é a aquisição do leite e a oferta deve ser equilibrada com a demanda.” 

Na avaliação de Barbosa, se não houver uma disparada dos preços do leite, as indústrias devem ter um segundo semestre positivo em 2018. No entanto, ele reconhece que a bacia da região em que a Scala atua é bastante disputada e os preços do leite são elevados. O executivo informa que a empresa já passou por dois reajustes neste ano.

Na avaliação da pesquisadora do Cepea, Natália Grigol, poderá ser um desafio para as indústrias equacionar o consumo mais fortalecido com uma matéria-prima mais cara. Embora espere um crescimento na captação entre 2,5% e 3% neste ano, ela alerta para o cenário atípico, com índice de produção de leite do Cepea acumulando queda de 3,1% desde dezembro. “Isso é resultado do desestímulo dos pecuaristas, que em 2017 produziram em excesso e viram os preços caírem abaixo de R$ 1 o litro”, explica Natália.

O aumento dos preços do milho também preocupa, pois amplia o custo de produção e pode reduzir as margens. O preço do leite chegou a R$ 1,07 o litro na média do País em março, com alta de 5,3% em relação a fevereiro.

Cultivada na Austrália, de onde é nativa, a videira perene Glycine tomentella pode ser facilmente notada. Mas a parente distante da soja contém recursos que podem aumentar substancialmente a produtividade da oleaginosa, segundo um novo estudo da Universidade de Illinois. 

“Nós vimos um aumento de 3,5 a 7 bushels por acres em soja em função do cruzamento com a Glycine tomentella”, diz Randall Nelson, autor do estudo e professor adjunto do Departamento de Ciências de Cultivos da  Universidade de Illinois.

A descoberta aconteceu por acidente. Pesquisadores da Universidade e o Serviço de Pesquisa Agrícola do Departamento de Agrícola dos Estados Unidos estiveram trabalhando por anos para introduzir genes resistentes a doença da Glycine tomentella em soja. Depois de desenvolverem milhares de linhas de experimentos, eles finalmente conseguem modificar os genes da videira da Austrália para uma nova soja que é resistente a ferrugem. Mas os pesquisadores descobriram algo mais. 

“Algumas dessas linhas pareciam muito bem, então decidimos fazer provas de produtividade. Isso se tornou um projeto do estudante de doutorado Abraham Akpertey do Ghana. Ele encontrou muitas linhas que tiveram produtividade significativamente maiores que a soja mãe”, diz Nelson. “Nós fomos surpreendidos. Ao ver isso, a Glycine tomentella não tem características agronômicas – as sementes têm menos de um décimo do tamanho das sementes de soja. Nós nunca esperamos ter linhas de alta produtividade a partir dessa cruza”. 

O grupo planeja mapear o genoma das plantas promissoras com o objetivo final de identificar os genes responsáveis. O trabalho foi apoiado por associações de produtores de soja dos Estados Unidos.

Fonte: https://www.agrolink.com.br

Em maio, o Brasil será declarado formalmente como território livre de febre aftosa com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Para comemorar a conquista, entidades gaúchas do setor produtivo de proteína animal e representantes da área técnica de defesa sanitária reuniram-se na manhã desta quinta-feira (05/4), no gabinete da Secretaria Estadual da Agricultura (Seapi), em Porto Alegre (RS). Lado a lado, estiveram presentes o novo secretário da pasta, Odacir Klein, e o ex-secretário Ernani Polo. O Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) esteve representado pela gerente administrativa, Júlia Bastiani.
 
O feito se deu após os estados do Amazonas, Roraima e Amapá serem reconhecidos como zonas livres da doença. O que se espera é que as relações internacionais se fortaleçam e que as exportações de proteína tenham ainda mais sucesso, segundo avaliação do superintendente do Ministério da Agricultura (Mapa), Bernardo Todeschini. Agora, a expectativa é de conquistar o reconhecimento de 'Estado Livre de Aftosa sem Vacinação' até 2021. Atualmente, só Santa Catarina possui esse status sanitário. “É um trabalho construído com inspiração, ciência e muita “transpiração””, brincou, referindo-se ao esforço que os profissionais têm no trabalho de campo. “O processo não só é fundamental, como muito bonito de se ver”.
 
Todeschini ainda lembrou o trabalho do Fundo de Defesa Sanitária Animal do RS (Fundesa), considerado imprescindível para os avanços do setor. Presente no encontro, o presidente do Fundesa, Rogério Kerber, ressaltou o peso que a febre aftosa impõe nas operações comerciais com outros países. Na avaliação do dirigente, a caminhada até o atual cenário se deu de forma “forte, equilibrada, exaustiva e criteriosa”. Para Kerber, “o Rio Grande do Sul tem razão de ter um momento como esse para avaliar aquilo que se fez e do que se pretende fazer”.
 
Coletivamente, desde os anos 1950 as entidades lutam para erradicar a aftosa e as demais doenças que atingem a cadeia de proteína. “O status sanitário não é um fator isolado. É um conjunto que precisa avançar de forma harmônica”, avaliou o deputado Ernani Polo. Nesse sentido, o ex-secretário da Agricultura lembrou que um dos fatores determinantes na história do Estado foi, justamente, a criação do Fundesa, além do esforço para alcançar a erradicação da peste suína clássica no território gaúcho, outra doença grave para o setor. 
 
O atual desafio para o novo secretário, Odacir Klein, cuja nomeação foi publicada ainda nesta quinta-feira no Diário Oficial do Estado, é continuar o trabalho para alcançar o status de zona livre de aftosa sem vacinação. Segundo Klein, a capacidade de diálogo entre órgãos públicos e entidades é sua maior característica. “Vamos ter essa capacidade de dialogar e defender os interesses do Estado”, concluiu. 
 
Crédito: Bethânia Helder

 

 

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Importadores chineses estão pagando pela soja brasileira prêmios recordes para uma época de colheita, conforme procuram garantir o fornecimento em meio a preocupações de que as remessas dos Estados Unidos possam ser afetadas pela guerra comercial entre Washington e Pequim. 

A China compra aproximadamente 60 por cento da soja comercializada globalmente para alimentar a maior indústria pecuária do mundo. O Brasil forneceu metade das importações chinesas no ano passado, enquanto os EUA responderam por volta de um terço. Mas Pequim tem ameaçado mirar a soja, principal item da exportação agrícola dos EUA, em retaliação a medidas tomadas pela administração do presidente Donald Trump em busca de melhores termos de comércio para os EUA.

A demanda por soja em grão do Brasil, maior exportador do mundo, elevou os prêmios, por preocupações de que a China possa eventualmente cortar as compras dos EUA. Prêmios pagos pela soja enviada do porto brasileiro de Paranaguá (PR) ficaram mais de 1 dólar por bushel acima dos preços internacionais de referência, de acordo com a Esalq, órgão de pesquisa de mercado agrícola da Universidade de São Paulo (USP). 

Foi o mais alto prêmio spot já registrado para março, época em que o fluxo de soja recém-colhida do Brasil normalmente reduz os prêmios.

O prêmio era mais de um terço superior aos 65 centavos de dólar por bushel que os compradores estavam pagando em 1° de março para embarques em abril via Paranaguá.

Um ano atrás, os prêmios de Paranaguá para embarques spot estavam apenas 36 centavos de dólar acima dos futuros, de acordo com dados do Thomson Reuters Eikon. “O mercado está enlouquecendo”, disse um operador de Pequim, que recusou ser identificado por não ser autorizado a falar com a mídia. “Alguns compradores ainda estão comprando devido a boas margens de moagem aqui, mas eles estão muito desconfortáveis com os preços altos”, ele acrescentou.

Por: REUTERS

Fonte: www.agrolink.com.br

O abate de suínos cresceu 2% no ano de 2017, chegando a 43,19 milhões de cabeças aumento de 865,59 mil cabeças ante a relação de 2016, números que representam um recorde na série histórica iniciada em 1997. As informações são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O recorde para o ano de 2017 ficou para o 4º trimestre de produção, com números que chegaram a 11,05 milhões de cabeças de suínos. Representando aumentos de 0,2% em relação ao trimestre anterior e de 2,2% na comparação com o mesmo período de 2016.

Das 25 Unidades da Federação que participaram da pesquisa 12 delas registraram crescimento, os aumentos foram registrados principalmente em Santa Catarina, com mais de 772,49 mil cabeças, Paraná (+322,56 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (+128,18 mil cabeças), Minas Gerais (+100,06 mil cabeças) e Mato Grosso (+75,78 mil cabeças).

Santa Catarina mantém liderança

O Estado de Santa Catarina manteve a liderança no abate de suínos em 2017, com 26,6% do abate nacional. Os Estados do Paraná e Rio Grande do Sul vieram em seguida, com 21,3% e 18,6% do abate nacional respectivamente.

Estados como Rio Grande do Sul, São Paulo e Goiás registraram queda no abate de suínos no ultimo ano. O Estado gaúcho contemplou uma diminuição de 334,55 mil cabeças, o mercado paulista teve déficit de 81,87 mil cabeças e o mercado goiano -69,77 mil cabeças.

Por: SUINOCULTURA INDUSTRIAL

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A cultura do milho no Estado já conta com 72% da área cultivada colhida e apresenta 1% das lavouras ainda em desenvolvimento vegetativo; 3% em floração e 12% em enchimento de grãos. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (15/03), a condição do clima no geral vinha proporcionando um bom desenvolvimento para o milho safrinha. Todavia, a falta de chuva em algumas localidades da região das Missões já começa a apresentar problemas para o desenvolvimento do milho que está entrando em floração e ou formação da espiga. É muito importante que ocorra chuva nestas localidades para garantir uma boa safra e reduzir a apreensão dos produtores.

Se existe a expectativa de redução na produtividade dessas lavouras devido à redução de chuvas nessa região, nas lavouras de milho da safra principal as produtividades obtidas confirmaram e até superaram em alguns casos a expectativa inicial. Na região Norte do Estado, é intensa a movimentação de milho para liberar os armazéns para posterior armazenamento de soja, que deverá ter a colheita intensificada a partir de agora. 

Já a cultura da soja vem evoluindo rapidamente para o estágio de maturação fisiológica. As primeiras áreas colhidas estão apresentando produtividade dentro do esperado, mas abaixo da expectativa criada pelos produtores que, em meados de fevereiro, ainda desejavam obter rendimentos similares aos do ano passado. 

No geral, o clima vinha contribuindo para o bom desenvolvimento da oleaginosa, que avança em seus estádios evolutivos. Na maioria das lavouras, as plantas estão com bom porte. Entretanto, a redução das chuvas nesta primeira quinzena de março tem ocasionado apreensão nos produtores, uma vez que em localidades que não receberam chuvas nos últimos 20 a 25 dias, assim como em áreas de solo raso, já se observam partes de lavouras com soja que estão secando e plantas com sintomas de deficiência hídrica e má formação de vagens e grãos, com provável redução da produtividade esperada. 

Na Fronteira Oeste e Campanha, duas importantes regiões produtoras de arroz, as condições climáticas continuam favorecendo a realização de tratos culturais nas lavouras e também os trabalhos de colheitas. Nas áreas semeadas em setembro, os tratos culturais ocorrem de forma acelerada, sendo que em alguns municípios destas regiões já foram colhidas mais de 30% das áreas. Esse fato tem compensado atrasos em outras regiões que sofreram mais com as intempéries, ainda em novembro, durante o plantio. 

Em termos gerais, a colheita do arroz no Estado atinge 13% da área plantada. Os dias com boa luminosidade e temperatura elevada foram benéficos para as lavouras que se encontram, na sua grande maioria, em enchimento de grãos (60%) e maturação (20%), mantendo expectativas positivas quanto à futura produção. 

A colheita do feijão 1ª safra segue em andamento nos Campos de Cima da Serra, última região a implantar as lavouras do primeiro ciclo e, em especial, os municípios de Muitos Capões, Esmeralda e Vacaria, onde se concentra quase a totalidade da área de feijão da região. 

A safrinha de feijão está em formação de vagens, com lavouras apresentando bom aspecto e bom estado sanitário quanto a doenças e pragas, devendo resultar em bons rendimentos, se mantidos o clima e estado sanitário. Boa parte dessa cultura de segunda safra no RS se destina à subsistência familiar, com reserva de sementes e venda de alguns excedentes. Em áreas das regiões Celeiro, Fronteira Noroeste e Alto Jacuí, elas estão com bom desenvolvimento, sendo a grande maioria cultivada em áreas com sistema de irrigação. Produtores realizam os tratos culturais e é baixa a incidência de pragas e doenças. 
 
 
Imagem créditos: Cleuza Brutti

As demandas doméstica e internacional enfraquecidas no segundo mês de 2018 reforçaram as consecutivas quedas nos preços do suíno, conforme indicam pesquisadores do Cepea. No acumulado de fevereiro (de 31 de janeiro a 28 de fevereiro), a cotação do suíno posto chegou a cair 10% na região norte do Paraná e 5,7% na SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba). 

Nestes primeiros dias de março, o preço do suíno no mercado independente continua em baixa em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Quanto ao cenário externo, a Secex aponta que os embarques de carne suína in natura somaram 35,7 mil toneladas em fevereiro, menor resultado do setor desde março de 2015, quando o volume foi de 30,6 mil toneladas.

Fonte: www.agrolink.com.br

Por: CEPEA/ESALQ

O Banco DLL e a Jan Implementos Agrícolas dão início na Expodireto Cotrijal a contrato de cooperação no fornecimento de soluções de financeiras para a aquisição de produtos da fabricante de maquinário com sede em Não-Me-Toque. Com a parceria, o DLL passa a ser o principal provedor de linhas de financiamento aos clientes da Jan, empresa gaúcha com mais de 55 anos de atuação no mercado. O anúncio da parceria será feito na noite desta segunda-feira (5/3), a partir das 18h30min, durante coquetel de confraternização na sede da Associação dos Funcionários Jan.

O Jan Finance vai possibilitar a oferta de crédito por meio de todas as linhas do governo federal (Finame/Bndes) e modalidades de Crédito Direto ao Consumidor (CDC). Poderão ser contratadas para a aquisição de todos os modelos de equipamentos fabricados pela Jan, com destaque para os pulverizadores autopropelidos, distribuidores de insumos, transportadores e implementos em geral.

A parceria entre banco DLL e Jan resultará em grandes benefícios aos clientes da fabricante de Não-Me-Toque. Segundo Eduardo Luís Thomé, gerente comercial do DLL, a nova forma de atendimento trará mais facilidades ao produtor, que receberá um serviço customizado por parte das revendas, com suporte dos coordenadores comerciais do banco, e terá um processo de financiamento mais rápido. O Jan Finance também terá um portal exclusivo de negócios e aplicativo, onde gestores da fábrica e revendedores da marca poderão acompanhar em tempo real o andamento das operações de crédito e, assim, tomar decisões mais rápidas.

Desde 2011, a JAN opera com o DLL de forma indireta. “Agora, a JAN tem um contrato direto com o DLL, com um portal próprio que dará mais agilidade aos concessionários e ao fabricante”, afirma Thomé.


Jardine Agência de Comunicação
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