Gisnei

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O Campeonato Fronteirão de Moutain Bike, que percorre os três países da bacia do prata (Brasil, Uruguai e Argentina) montou seu circo no final de semana na cidade de Federacion, na Argentina. Para lá se deslocaram 80 ciclistas brasileiros, gaúchos, uruguaios e argentinos.  Para lá também foi o nome do MTB na Fronteira, o veterano ciclista Japonês Fernandez.  O pelotão largou para um percurso muito técnico e com competidores de alto nível e que exigiu dos competidores física e mentalmente. Japonês mais uma vez usou de toda a rodagem sobre duas rodas para vencer os obstáculos do circuito e manter um ritmo lhe permitisse brigar por pontua na categoria Master B e também na geral.  A estratégia foi mais que bem sucedida com Japonês garantindo mais uma vez o lugar mais alto do pódio na sua categoria. Já na geral o ciclista garantiu-se entre os cinco melhores da competição, o que também foi considerado excelente resultado. Esta foi a quarta etapa do Circuito Fronteirão.

Referência do ciclismo de montanha, Japonês leva a bandeira do esporte já a 30 anos representando a Fronteira Livramento/Rivera por onde passa.

O Campeonato Fronteirão de Moutain Bike, que percorre os três países da bacia do prata (Brasil, Uruguai e Argentina) montou seu circo no final de semana na cidade de Federacion, na Argentina. Para lá se deslocaram 80 ciclistas brasileiros, gaúchos, uruguaios e argentinos.  Para lá também foi o nome do MTB na Fronteira, o veterano ciclista Japonês Fernandez.  O pelotão largou para um percurso muito técnico e com competidores de alto nível e que exigiu dos competidores física e mentalmente. Japonês mais uma vez usou de toda a rodagem sobre duas rodas para vencer os obstáculos do circuito e manter um ritmo lhe permitisse brigar por pontua na categoria Master B e também na geral.  A estratégia foi mais que bem sucedida com Japonês garantindo mais uma vez o lugar mais alto do pódio na sua categoria. Já na geral o ciclista garantiu-se entre os cinco melhores da competição, o que também foi considerado excelente resultado. Esta foi a quarta etapa do Circuito Fronteirão.

Referência do ciclismo de montanha, Japonês leva a bandeira do esporte já a 30 anos representando a Fronteira Livramento/Rivera por onde passa.

A Copa do Brasil está de volta! Na noite desta quarta-feira (10/07), a partir das 21h30, Inter e Palmeiras se enfrentam em São Paulo, no jogo de ida das quartas de final do torneio. A partida, que conta com transmissão da Rede Globo, Sportv e Premiere, será a primeira do Clube do Povo após paralisação do calendário brasileiro em virtude da Copa América. Na última vez que foi a campo pela competição, no dia 29 de maio, o Colorado bateu o Paysandu, em Belém, pelo placar de 1 a 0.

O grupo alvirrubro encerrou sua preparação para o confronto contra o Palmeiras na manhã desta terça-feira (09/07), em treinamento realizado com portões fechados no gramado do Beira-Rio. A atividade também deu fim à intertemporada colorada, que, dividida entre Atibaia, no interior de São Paulo, e CT Parque Gigante; permitiu a Odair Hellmann e sua comissão técnica realizarem importantes ajustes na equipe, que vem de grandes resultadosalcançados no primeiro semestre do ano.

Para esta quarta-feira, Odair conta com o retorno de Rodrigo Dourado e Rodrigo Moledo, dupla que, lesionada, desfalcou o Colorado nas partidas anteriores à pausa das competições. O centroavante Paolo Guerrero, vice-campeão da Copa América com a Seleção Peruana, um dos artilheiros do torneio com três gols marcados, também participou das atividades desta terça-feira e estará à disposição da comissão para o confronto em São Paulo. Os desfalques ficam por conta de Zeca, com lesão muscular na coxa, e Emerson Santos, por questão contratual junto ao Palmeiras, clube detentor de seu passe.

Inter e Palmeiras voltarão a se enfrentar na quarta-feira da semana que vem, dia 17 de julho, no Beira-Rio, às 21h30. O Check-In para o confronto já está disponível, enquanto a venda de ingressos para associados será aberta na próxima sexta-feira (12/07). Confira o serviço de jogo aqui.

Fonte: http://www.internacional.com.br

Conteúdos e experiências educativas inovadoras sobre temas Educação, Sustentabilidade, Envelhecimento Humano, Esporte e Lazer são o foco da 3ª Revista EducaSesc, que está recebendo materiais até o dia 31 de julho. Podem ser inscritos relatos de experiências ou artigos que ofereçam a ampliação do conhecimento e saberes e promovam a educação como eficaz e fundamental para a transformação da sociedade. O envio dos trabalhos deve ser feito para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Mais informações sobre as regras para a submissão estão disponíveis no site www.sesc-rs.com.br/educacao/revistaeducasesc.

A Revista EducaSesc é uma iniciativa da Gerência de Educação e Ação Social do Sesc/RS, que busca promover a educação como um meio eficaz e fundamental para a transformação de uma sociedade. Por isso, os conteúdos selecionados devem possibilitar a ampliação de conhecimentos e saberes nas referidas áreas temáticas.

Sobre o Sesc/RS – Com sete décadas de atuação no Brasil e no Rio Grande do Sul, a Instituição pertencente ao Sistema Fecomércio-RS realiza ações em 100% dos municípios gaúchos, promovendo o bem-estar social de trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e de toda a comunidade. O propósito do Sesc/RS é o de cuidar, emocionar e fazer pessoas felizes, e todas as 497 cidades gaúchas recebem atividades sistemáticas em áreas como a saúde, esporte, lazer, cultura, cidadania, turismo e educação. Atualmente, a estrutura da Instituição conta com 43 Unidades Operacionais Sesc e 21 Unidades Sesc/Senac. Saiba mais em www.sesc-rs.com.br.

 

3ª Revista EducaSesc

Submissão de trabalhos: até 31 de julho, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Mais informações: https://www.sesc-rs.com.br/educacao/revistaeducasesc/.

Rogério Marinho, secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, informou que o governo trabalha para “simplificar” o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Para ele, há “excesso de detalhamento” na alimentação de informações”

Segundo ele, em janeiro de 2020 vão ser implementados dois novos sistemas. Um para grandes e médias empresas, “já simplificado e desburocratizado”; e outro para pequenas e microempresas, “ainda mais simplificado”. A iniciativa afetará o uso do eSocial para empregados domésticos. “A ideia é também simplificar para o empregador individual”

“O fato de ser dois sistemas não quer dizer que vai aumentar a complexidade. Serão dois sistemas bem mais simples”, promete o secretário. Conforme Marinho, os novos sistemas não incluirão informações tributárias. “A ideia é que a Receita Federal disponibilize a partir de janeiro [de 2020] um sistema próprio diferenciada e também simplificado. E que remanesça no sistema a área de trabalho e de previdência”.

“Nós esperamos pelo menos a diminuição dos layouts atuais (...) A ideia é ter uma ferramenta de gestão e de controle da área de trabalho e da previdência que seja amigável por um lado, e por outro que seja confortável – tanto para quem precisa fazer a gestão pública, que é o governo federal, quanto por quem tem a necessidade de passar essas informações”, explicou.

De acordo com o secretário, até a modificação definitiva o sistema permanece em uso e será “customizado” para facilitar o uso. Marinho assinalou que haverá uma sistemática de migração para “não prejudicar” as empresas que investiram “tempo e dinheiro” na alimentação do eSocial.

Criado em 2013, o eSocial atualmente unifica a prestação, por parte do empregador, de informações relativas aos empregados. Dados como o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), a Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia e de Informações à Previdência Social (GFIP) e informações pedidas pela Receita Federal são enviados em um único ambiente ao governo federal.

Edição: Aline Leal

Por Agência Brasil  Brasília

 

Marcelo Camargo/Agência Brasil

As formas de uso da cannabis para fins medicinais são um assunto polêmico no Brasil. E as divergências apareceram também em audiência, hoje (9), na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados sobre a regulação dessa prática. Nas exposições de autoridades, pesquisadores e representantes de pacientes, opiniões variaram entre uma maior abertura, incluindo o plantio por famílias para tratamento, e normas mais restritivas.

O tema é objeto de discussão no Parlamento e na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência reguladora está com consulta pública aberta para ouvir interessados sobre uma proposta de resolução voltada a definir “requisitos técnicos e administrativos de segurança e controle necessários para a autorização do cultivo, exclusivamente para fins medicinais e científicos, da planta Cannabis spp”.

No Congresso, diversos projetos de lei buscam regular o emprego medicinal. Na Câmara tramita o PL 399 de 2015, do deputado Fábio Mitidieri (PSD-SE), que cria condições para viabilizar “a comercialização de medicamentos que contenham extratos, substratos ou partes da planta cannabis sativa em sua formulação”. No Senado, o PLS 514 de 2017 inclui na legislação a “permissão de importação de sementes e plantas e descriminalizar o cultivo de cannabis sativa para uso pessoal terapêutico medicinal e científico”.

Debate

O deputado Eduardo Costa (PTB-PA) abriu a audiência lembrando que já há medicamentos com substâncias derivadas da cannabis sendo comercializados no Brasil, para tratamento de esclerosa múltipla, mas por um alto custo. “Mervatyl é utilizado para esclerose múltipla, mas tem custo unitário de R$ 2 mil, proibitivo para classes mais humildes. Temos que criar facilidades. Seria o melhor dos mundos ter o registro de medicamentos e que eles fossem utilizados pelo SUS, para que famílias tivessem mais segurança”, defendeu.

O presidente da Anvisa, William Dib, argumentou que hoje o tema está sendo decidido pela Justiça sem critérios claros. Ele explicou que a proposta de resolução da agência fixaria exigências para o plantio, como a sua realização dentro de prédios, com determinadas condições técnicas e de segurança.

“O registro será simplificado, sem precisar de estudo clínico. Precisaria de certificação de qualidade, de boas práticas. Isso é fundamental, segurança de que produto será produtivo positivamente, usado para saúde das pessoas, e não para uso qualquer que seja diferente de medicamento”, explicou.

Quirino Cordeiro, do Ministério da Cidadania, questionou as evidências científicas da efetividade do emprego de cannabis em tratamentos em diversas áreas. Ele discordou de pontos importantes da proposta da Anvisa e defendeu uma regulação mais restritiva, na qual seria liberada apenas o uso do canabidiol.

“Não podemos deixar que as famílias tenham que plantar o que seus filhos vão utilizar. Tanto o plantio por empresas quanto por famílias, o ministério avalia que são situações inapropriadas. Precisamos nos ater aonde estamos no presente momento no tocante ao embasamento científico para isso, o uso compassivo do canabidiol, mas vedando a prescrição da cannabis in natura para uso terapêutico”, opinou.

Controle e fiscalização

O representante do Ministério da Agricultura Carlos Goulart informou que o órgão não se opõe ao uso medicinal, mas sua preocupação está na “organização dos órgãos para definir quem iria controlar e fiscalizar se o uso proposto desses plantios”.

João Paulo Lotufo, do Conselho Federal de Medicina, manifestou preocupação do uso medicinal reforçar uma percepção na sociedade de que a cannabis não faz mal. “Podemos plantar e produzir o canabidiol? Acho que deve. Mas temos que esclarecer que não há maconha medicinal, há canabidiol. Essa é a preocupação do CFM. Precisamos de medidas de informação neste sentido”, disse.

O médico Leonardo Ramires, representante da Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis Medicinal, contestou o representante do Ministério da Cidadania afirmando que o “canabidiol sozinho não existe”. Ele também contestou o argumento de que não haveria evidências científicas dos benefícios de tratamentos com produtos à base de cannabis, citando que mais de 900 médicos de 36 especialidades já teriam prescrevido tratamento com substâncias desse tipo.

Na avaliação de Ramires, o cenário atual, com a oferta de apenas um medicamento, é problemático porque a comercialização depende da safra da planta e o custo é alto. O Mervatyl, por exemplo, custa cerca de R$ 2.000. “Caro vai ficar para nós, pacientes. Há empresário abrindo empresa nos Estados Unidos para vender para brasileiro. Será que isso é para população brasileira? Precisa de associação para fornecer a preço justo”, disse.

Ricardo Ferreira, da Associação Brasileira do Estudo de Cannabis, reforçou que não se trata de liberação ou não da cannabis, mas de como ampliar o mercado, hoje monopolizado pela fabricante do Mervatyl, a empresa britânica GW.

“A questão é vamos continuar importando ou vamos produzir aqui? Vamos usar a regulamentação a nosso favor ou vamos importar insumos que uma empresa vai produzir lá fora para vender para cá. É isso que tem que ser discutido, e não se a cannabis pode ou não ser usada como medicamento. Isso já foi resolvido em 2017”, disse, lembrando do ano em que a Anvisa permitiu o início da comercialização do Mevatyl no país.

O deputado e ex-ministro da Saúde Ricardo Barros (PP-PR) defendeu que a regulação pode ajudar a baratear os custos do Sistema Único de Saúde no atendimento a pacientes em doenças e condições cujo uso de cannabis medicinal pode auxiliar. “Esse é o debate que interessa para o Brasil, e pode reduzir para o SUS o custo de determinados tratamentos, especialmente se tivermos liberdade de utilizar a planta adequada da forma mais simples”.

Edição: Fernando Fraga
 
Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil

A noite de maior público do ano no ginásio José Luiz Sanz foi aberta na noite desta terça-feira a fase semifinal do Citadino de Futsal para duas categorias, a Sub 13 e Sub 18. Escolinha da AABB, na Sub 13, La Barca e Zeca F.C, na Sub 18, estiveram mais atentas aos detalhes que movem as decisões e venceram seus jogos, saindo na frente na disputa.
Sub 13
O Escolinha da AABB e Carolina são duas equipes que representam muito bem o trabalho da base do futsal e fizeram o primeiro jogo pela categoria final. Com uma marcação pressão desde os primeiros segundos a AABB deixou clara a sua proposta. Atrapalhar a saída de bola do Carolina e rouba-la mais perto do gol de João Vitor. Não deu outra. No primeiro vacilo,
Álvaro desarmou Wellington na frente do gol e apenas deslocou o goleiro, 1 x 0 , AABB. Enquanto o Carolina tentava fugir da pressão e tentava alguma jogada pessoal, Gabriel fazia o 2 x 0.O pequeno Luis Felipe completou a troca de passes e marcou o terceiro. O Carolina descontou com Felipe. Na etapa final o Carolina adiantou o time e passou a pressionar a AABB. Karlison bateu cruzado para fazer o 3 x 2 e a equipe voltou para o jogo. Mas a AABB agiu rápido e fez o quarto e quinto gol com Álvaro e garantiu a vitória da AABB, que joga por um empate no jogo da volta para ir a final.
La Barca vence clássico
La Barca e Carolina virou clássico em dois jogos. Representando bairros vizinhos mais rivais (Armour e Wilson) as equipes se reencontraram na semifinal da Sub 18 para dois grandes duelos. No primeiro turno, jogo de abertura do campeonato o La Barca venceu. O Carolina queria dar o troco e o jogo embora intenso começou com marcação forte. Sem espaços para articulações, a bola parada foi a alternativa. O La Barca teve a primeira chance e Zé Pedro foi perfeito na cobrança para fazer 1 x 0, La Barca. O Carolina devolveu na mesma moeda e Jucas empatou também numa cobrança de falta. O jogo seguiu disputado, mas com marcação forte as chances de gols eram raras e o placar de igualdade se manteve igual por 10min. Até que o Carolina recuou uma bola para o goleiro Eberson e Rihan se aproveitou para fazer 2 x 1, La Barca. Mal a bola voltou a rolar e Rafael Marfetan roubou a bola e avançou para fazer o 3 x 1. O Carolina desconcentrou e ainda sofreu um gol de falta de Zé Pedro numa bola defensável. Gabriel ainda descontou para o Carolina, mas o La Barca aproveitou o espaço para fazer mais dois gols com Zé Pedro e Diego. O Carolina teve três lances livres, mas parou no goleiro Tarso. Na segunda etapa o Carolina tentou diminuir mas Marfetan ampliou para 8 x 2. Parecia improvável que a diferença de seus gols fosse desfeita, Mas o Carolina manteve a organização e a insistência. Gabriel recebeu um belo passe de Lucas e recolocou o Carolina na disputa. A jogada repetiu-se pouco depois e o placar caiu para 8 x 4. Foi a vez o La Barca descuidar-se e Gabriel fez o terceiro gols em sequência. Guilherme ainda bateu cruzado e a bola desviou antes de vencer Tarso. O placar então ficou em 8 x 6. O La Barca recorreu ao banco e Juca entrou em quadra para marcar dois gols em sequência e devolver a vantagem à equipe. O artilheiro do jogo Gabriel ainda marcou mais um para o Carolina e Endy converteu um tiro livre, mas Zé Pedro e Marfetan fecharam o placar em 12 x 7 e o La Barca conquistou vantagem para o jogo da volta.
Zeca F.C. larga na frente
Na outra semifinal Nacional e Zeca F.C, confrontaram seu estilos. O Zeca tratou de ficar com a bola e tentar infiltrar na marcação adversária. O obstáculo até era superado, mas as finalizações paravam no goleiro no goleiro Juan Ignácio. Depois de seis defesas consecutivas o goleiro do Nacional enfim foi vencido. Pedro Henrique bateu do meio da quadra para fazer 1 x 0, Zeca F.C. O Nacional continuava jogando fechado e especulava no contra ataque. O Zeca usou novamente o chute do meio da quadra e acabou ampliando para 2 x 0 com Tiago. A bola parava foi a opção do Nacional para descontar. Pablo Nicolas surpreendeu o goleiro João Thomaz e descontou. No segundo tempo o Zeca seguiu controlando a bola e na única jogada que quebrou a linha de marcação do Nacional, Eduardo fez o 3 x 1. O Nacional até aumentou a movimentação, mas finalizou pouco ao gol. Já o Zeca teve uma nova chance e ampliou com Tiago. Felipette em jogada pessoal descontou para o Nacional, mas Tiago fechou o placar em 5 x 2, e confirmou a vitória do Zeca. A arbitragem da rodada veio da Quarai com o quarteto Eleu Oliveira, Emerson Oliveira, Nairo Vasconcelos e a mesária Juliana Oliveira. O goleiro Tarso (La Barca) foi eleito o craque da rodada.
O CFL 2019 é patrocinado por, Movilcor, CFC Santanense, Gato e Sapato e Zapatodos, CHS – Centro Hospitalar Santanense, Unimed Fronteira, Posto Larratea, Uniagro / Erva Mate Charme, Provedor A Plateia, Transportes Thomaz, Casa dos Troféus e apoiado por, Óptica Foco, ML 3 Football e Comdica-Conselho Municipal dos Direitos da Criança e Adolescente.

Fonte: http://futebol.grupoarena.org

Cerca de 3,07 milhões de contribuintes que declararam Imposto de Renda (IR) este ano vão receber dinheiro do Fisco. A Receita Federal abre nesta segunda-feira (8) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2019.

Ao todo, serão desembolsados R$ 4,72 bilhões do lote deste ano. A Receita também pagará R$ 280,6 milhões a 90.449 contribuintes que fizeram a declaração entre 2008 e 2018, mas estavam na malha fina. Considerando os lotes residuais e o pagamento de 2019, o total gasto com as restituições chegará a R$ 5 bilhões para 3.164.229 contribuintes.

A lista com os nomes estará disponível a partir das 9h no site da Receita na internet. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receita oferece ainda aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições.

O crédito bancário será feito em 15 de julho. As restituições terão correção de 2,01%, para o lote de 2019, a 110,29% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a data de entrega da declaração até este mês.

O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento.

Os dois últimos lotes regulares serão liberados em novembro e dezembro. Se estiverem fora desses lotes, os contribuintes devem procurar a Receita Federal porque os nomes podem estar na malha fina por erros ou omissões na declaração.

A restituição ficará disponível durante um ano. Se o resgate não for feito no prazo, a solicitação deverá ser feita por meio do formulário eletrônico – pedido de pagamento de restituição, ou diretamente no e-CAC , no serviço extrato de processamento, na página da Receita na internet. Para quem não sabe usar os serviços no e-CAC, a Receita produziu um vídeo com instruções.

Edição: Graça Adjuto

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A tarde fria desta segunda-feira foi de reapresentação do Grêmio no CT Luiz Carvalho para a semana que marca a retomada da temporada. Após folga no domingo, o grupo realizou uma atividade com os portões fechados para a imprensa. Nesta quarta-feira, o Tricolor entra em campo pelas quartas de final da Copa do Brasil diante do Bahia, na Arena. 

Quando os portões foram abertos, já com mais de uma hora e meia de atividade, os jogadores eram orientados em um trabalho de cruzamentos e conclusões em gol. Os goleiros intercalavam na defesa.

Após o treino, o capitão Maicon falou em entrevista coletiva. À disposição do técnico Renato Portaluppi para o confronto desta quarta, o volante projetou o reencontro com a equipe baiana e a retomada da temporada. Ouça a íntegra abaixo.

O Tricolor já iniciou concentração para o duelo e faz o último treino nesta terça-feira pela manhã.

Fotos: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Na última semana, o Governo Municipal participou de uma importante reunião de trabalho sobre o projeto "Trem do Pampa". Em um jantar realizado na Vinícola Almadén, o encontro reuniu o prefeito Ico Charopen, a secretária de Turismo Silvana Harden, o secretário de desenvolvimento Calico Grisolia e o secretário de planejamento Ricardo Dutra com os empresários Adriano Miolo e Eurico Benedetti, além do diretor da Giordani, Leonardo Giordani e de um dos idealizadores do projeto, o ex-vereador Sérgio Moreira.

Bastante encaminhado, o projeto turístico que deverá devolver o trem aos trilhos da Fronteira, irá envolver a Rumo - concessionária da rede - a Giordani que deverá operar o “Trem do Pampa", a Almaden - Miolo que deve implantar um projeto de enoturismo consorciado com o Trem e, o governo municipal que atuará como parceiro da iniciativa.

Foto: Assessoria de Comunicação Social || Fonte: Assessoria de Comunicação Social

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