Gisnei

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O mercado de milho continua firme, apesar da queda dos preços da carne, que deve acender sinais de alerta no setor, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica. Não é apenas uma questão de oferta e demanda, mas, os níveis se aproximam perigosamente dos custos de produção das indústrias consumidoras.  

Isso ocorre, explicam os analistas da T&F, especialmente neste mês de janeiro, em que os preços das carnes estão todos negativos: “Então, por um lado, temos alta praticamente consolidada e, por outro, sinais de que esta alta poderá encontrar dificuldades em prosseguir”.

A média Cepea ainda foi elevada em mais 0,25% nesta quarta-feira, na região de Campinas, principal referência para o milho brasileiro, para R$ 51,31, contra R$ 51,18/saca do dia anterior. Com isto, a alta mensal do cereal já atingiu 7,30% no físico.

A pesquisa particular da T&F registrou que, no Rio Grande do Sul, o mercado de milho no estado está totalmente travado: não há ofertas no mercado: “Os detentores de milho simplesmente não querem vender, esperando novas altas. Alguns armazenadores, acreditando em altas, oferecem ao produtor, de lavoura, mais que as indústrias estão pagando. Para estes, só vendendo com pagamento contra entrega, porque é especulação pura”. 

Em Santa Catarina os preços baixaram para R$ 49,00/saca em Campos Novos, mas, em compensação, subiram para R$ 50,00/saca em Concórdia e Mafra e R$ 48,00 em Canoinhas e Chapecó. Já o Paraná os vendedores a R$ 45,00 e compradores a R$ 43,50 no Oeste do estado. Nos Campos Gerais o preço do milho o preço avançou para R$ 50,00 em Carambeí, subiu para R$ 46,00 no porto e a R$ 44,0 futuro para abril posto fábricas.

CARNES

De um modo geral, aponta a T&F, os preços das carnes continuam em níveis altos em relação há um ano, dando sustentação às altas dos preços do milho, mas acumulam recuos em janeiro, acendendo sinais de alerta nas indústrias de carne e dos vendedores de milho. 

Para os principais consumidores de milho, os preços do frango resfriado para o consumidor em São Paulo permaneceram inalteradas nesta quarta-feira, cotados a R$ 5,12/kg, mantendo o acumulado do mês em negativos 4,30%. Os preços dos suínos no Paraná também permaneceram inalterados, mantendo o acumulado do mês para negativos 3,21%. Os preços do boi gordo em São Paulo também avançaram 0,15% para R$ 194,25/@, contra R$193,95/@ do dia anterior, com o acumulado do mês aumentando para negativos 6,14%.

Por: AGROLINK -Leonardo Gottems

Imagem créditos: Marcel Oliveira

A prefeita Mari Machado anunciou na tarde desta sexta-feira (17), durante reunião com médicos da Santa Casa de Livramento, o novo gestor do Hospital - Valmir Rosa Silveira, ex-secretário de Saúde de Santana do Livramento.

Na oportunidade, a Prefeita também informou o pagamento da folha de Dezembro 2019 dos médicos e funcionários da Santa Casa.
Além dos anúncios, também foram tratados diversos assuntos pertinentes a categoria e ao bom andamento hospitalar.
Participaram da reunião o secretário da Saúde Sérgio Aragon; dr. João José Freitas - diretor clínico da Santa Casa, acompanhado dos médicos, dra. Alina Macedo; dr. Marcelo Cunha, dra. Ieda da Silva e dr. Felipe Vieira.
Mari já havia anunciado durante entrevista esta semana o pagamento do 13º salário dos funcionários, e a previsão do pagamento de mais uma folha dos funcionários e médicos nesta sexta-feira, assim também com a negociação da dívida de R$ 820 mil com os médicos do hospital.

Novo Gestor da Santa Casa

Valmir Rosa Silveira, natural de Cruz Alta, casado, 57 anos de idade, técnico em Contabilidade, economista, pós-graduado em Gestão Hospitalar pelo IACS (Instituto de Administração Hospitalar e Ciências da Saúde-POA); Servidor Público Municipal concursado no cargo de Agente Administrativo Especializado (aposentado); foi Presidente do Sindicato dos Municipários de São Luiz Gonzaga (SLG); Secretário Municipal da Fazenda de SLG; Secretário do Hospital de SLG; Secretário Municipal de Administração de SLG; cedido ao município de Bossoroca, também exerceu o cargo de Secretário Municipal da Fazenda; cedido ao município de Sant'Ana do Livramento quando foi Secretário Municipal da Saúde durante 07 anos e 10 meses; duas vezes cedido ao governo do Estado RS, onde exerceu o cargo de Diretor Administrativo-Financeiro; Diretor Superintendente e Diretor de Hidrovias da Superintendência de Portos e Hidrovias-SPH (antigo DEPREC); e há pouco foi o Secretário Municipal de Saúde de SLG (03 anos na função).

 

FOTOS: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA

Assessoria de Comunicação Social - ASCOM

Prefeitura Municipal Sant'Ana Do Livramento
Telefone (55) 3968-1003

No final da tarde desta quarta-feira, o Grupo de Transição gremista fez forte teste visando a disputa da Recopa Gaúcha. No estádio Homero Soldatelli, em Flores da Cunha, derrotou o Juventude pelo placar de 2 a 0. Os gols da atividade foram anotados por Ferreira e Da Silva.

A primeira etapa começou com o Grêmio tendo maior volume de jogo, buscando fazer a rápida troca de passes na evolução ofensiva. Assim criou boas oportunidades e chegou a balançar a meta do Juventude em duas conclusões de Ferreira que pararam nas traves. Aos 44 minutos, Jhonata Robert passou pelo marcador que não teve outra coisa a fazer senão o pênalti. Ferreira cobrou com categoria para abrir o placar, aos 45 minutos.

No segundo tempo, praticamente toda a equipe foi modificada, ficando apenas o arqueiro Brenno. Logo aos 3 minutos, Léo Chú chegou ao fundo em velocidade e cruzou rasteiro na pequena área. O centroavante Da Silva apareceu para conferir e aumentar a vantagem.

Agora a equipe segue a preparação e volta a treinar na tarde desta quinta-feira. Após o treino da manhã de sábado, a delegação se encaminha para Pelotas, onde ficará concentrada até a partida de domingo na Boca do Lobo, diante do Pelotas, às 16h, valendo a taça da Recopa Gaúcha.

Escalação 1º tempo: Brenno; Felipe, Ruan, Rodrigues e Guilherme Guedes; Jhonata Varela e Frizzo; Jhonata Robert, Patrick e Ferreira; Isaque.

Escalação 2º tempo: Brenno (Guilherme Boer); Kevin, Emanuel, Lucas Araújo e Jefferson; Victor Bobsin e Frizzo; Guilherme Azevedo, Hernandes e Léo Chú; Da Silva.

Técnico: Thiago Gomes.

Fotos: Rodrigo Fatturi/Grêmio.

O Ministério da Economia publicou portaria detalhando a Medida Provisória (MP) 905 de 2019, que cria o chamado Contrato Verde e Amarelo. A norma trata de aspectos como o prazo do contrato, o limite de pessoas que podem ser admitidas na modalidade e exigências para a transição desta forma para contratos por tempo indeterminado.

A MP foi apresentada em novembro de 2019 e precisa ser confirmada pelo Congresso Nacional para se tornar lei. A expectativa do governo é gerar cerca de 1,8 milhão de empregos de até 1,5 salário mínimo até 2022 para jovens entre 18 e 29 anos que não têm experiência formal de trabalho. O prazo de tramitação no parlamento ainda está correndo e a análise será retomada após a volta do recesso legislativo.

Criada para tirar dúvidas de empregadores, a portaria reitera aspectos disciplinados na Medida Provisória em vigor, como tempo de 24 meses para o contrato, prazo até 31 de dezembro de 2022 e obrigações como a condição de primeiro emprego do trabalhador.

Conforme a MP, o contrato verde e amarelo diz respeito a novos postos de trabalho, para no máximo 20% da média de empregados apurada no ano.

A portaria detalha que para efeitos da base de cálculo serão considerados todos os estabelecimentos de uma empresa e o número de vínculos empregatícios registrados no último dia do mês. A configuração de novo posto de trabalho ocorrerá quando o número ultrapassar essa média.

O governo disponibilizará um sistema de consulta às médias no site. Para realizá-la o indivíduo precisará utilizar um certificado digital.

A portaria explicita também os casos que descaracterizam a forma de contratação de que trata a MP 905. É o caso de desrespeito à regra da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) segundo a qual pessoas não podem receber salários diferentes pelas mesmas funções nos mesmos locais, desde que a diferença de tempo de serviço não seja superior a dois anos.

Também não entram na situação do contrato verde e amarelo trabalhadores de categorias ou atividades cujos pisos ou salários profissionais forem maiores do que um salário-mínimo. Os pisos são estabelecidos em legislação ou em acordo ou convenção coletivas.

Transição

Um dos pontos abordados pelo texto é a transição para contratos por tempo indeterminado. Nestes casos, os trabalhadores passam a fazer jus a uma série de direitos que foram flexibilizados pelo programa, a exemplo dos previstos na legislação trabalhista, como férias, 13º, multa em caso de demissão sem justa causa, aviso prévio indenizado e outros.

Clareza

Para o subsecretário de Políticas Públicas de Trabalho da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Matheus Stivali, a portaria traz maior clareza a empregadores e a quem for participar do programa.

“As normas detalhadas dão segurança jurídica para este tipo de contrato. Agora, as regras do jogo estão mais claras com essas dúvidas iniciais que a gente pôs na portaria. Isso irá favorecer este tipo de contratação”, afirmou o subsecretário.

Ressalvas

Já para o procurador e secretário de relações institucionais adjunto do Ministério Público do Trabalho (MPT), Marcelo Trentin, a portaria reforça aspectos problemáticos da MP 905, como a possibilidade do trabalhador renunciar a direitos em acertos individuais com empregadores. Ele cita como exemplo a previsão na portaria de que o indivíduo em Contrato Verde e Amarelo opte por receber o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a cada mês.

“Se o trabalhador que depois fizer a conversão por prazo indeterminado for dispensado, os 40% da indenização sobre o FGTS vão depender de uma escolha que ele fez lá atrás. Se durante o contrato ele optou por receber esse FGTS de forma mensal, o cálculo do FGTS vai se dar somente a partir de quando fez a conversão. Quem não fez essa opção vai ter calculado durante todo o período. A portaria traz possibilidade de renunciar direito que é irrenunciável”, ressalta o procurador.

Matéria ampliada às 18h20

Edição: Aline Leal
 
Por Jonas Valente -Repórter Agência Brasil
 
 
Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) encerrou 2019 com R$ 630,9 bilhões, 2,6% acima do obtido no ano anterior. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o valor é recorde para a série histórica, iniciada em 1989, superando o VBP de 2017, de R$ 627,1 bilhões. No ano passado, as lavouras geraram um valor de R$ 411,1 bilhões e a pecuária, R$ 219,8 bilhões.

Em nota do Departamento de Financiamento e Informação, da Secretaria de Política Agrícola, o Mapa destaca que o ano passado foi marcado pelo crescimento extraordinário do faturamento do milho e o desempenho também excepcional da pecuária, com crescimento real de 9%. Já as lavouras sofreram redução de 0,5%.

Destaques

Os produtos que mais se destacaram foram algodão, milho, amendoim, banana, batata-inglesa, feijão, mamona e tomate. “Esses lideraram o crescimento, e, juntamente com a pecuária, foram responsáveis pela elevada geração de renda na agricultura”, diz a nota.

Para o ministério, pode-se atribuir como força propulsora do crescimento, em grande parte, o aumento das vendas para o mercado internacional, que nos últimos meses de 2019 teve forte impacto na alta da pecuária – destacam-se a expansão das exportações de carne bovina, suína, frango, bem como o aquecimento do consumo interno de ovos.

Arroz, café, cacau, mandioca, soja, trigo e cana-de-açúcar tiveram desempenhos desfavoráveis entre as lavouras analisadas. A previsão é que algumas continuem nesse patamar em 2020, mas outras apresentem recuperação, como a soja e o café.

Os dados regionais mostram que os estados de Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás lideraram a participação no VBP no ano de 2019.

Previsão para 2020

Os indicadores de safra e de preços agrícolas mostram estimativas preliminares para o VBP de 2020 em R$ 674,8 bilhões, 7% superior na comparação com o de 2019.

As lavouras têm previsão de crescimento de 4,6% e a pecuária, 11,3%. Entre os produtos que apresentam melhor previsão de crescimento estão o café e a soja, que devem ter ganhos de 37,6% e 15%, respectivamente.

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Ele é calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil. O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI), da Fundação Getulio Vargas. A periodicidade é mensal.

Edição: Fernando Fraga

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – figura mais uma vez no ranking dos maiores grupos empresariais do país, do anuário Valor Grandes Grupos. Elaborado pelo jornal Valor Econômico, o guia apresenta a radiografia das 200 principais corporações em atividade no Brasil. 

Na edição deste ano, que considera as demonstrações financeiras combinadas, o Sicredi ocupou o 67º lugar entre as companhias listadas. A instituição ficou também em 12º lugar entre as 20 maiores da área de finanças, mantendo a colocação no mesmo ranking da edição do guia no ano passado. 

Para completar, o Sicredi também ocupa o 7º lugar entre os 20 maiores em Lucro Líquido e também entre os 20 melhores em Rentabilidade Patrimonial; a 16ª colocação entre os 20 que mais cresceram por receita e o 9º lugar entre os 20 maiores em Patrimônio Líquido. 

O Valor Grandes Grupos traz organogramas completos com as participações acionárias de grupos empresarias, além de projeções e análises de especialista sobre quatro grandes setores: comércio, indústria, serviços e finanças. 

Outros rankings e premiações

Ao longo deste ano, o Sicredi também marcou presença em outros rankings e premiações nacionais de relevância, evidenciando a robustez do modelo de gestão da instituição financeira cooperativa. 

Além da conquista de posições no Valor Grandes Grupos, recentemente, o Sicredi foi destaque também nos rankings Empresas Mais (jornal O Estado de S.Paulo), Melhores & Maiores (revista Exame), Valor 1000 (jornal Valor Econômico), Época Negócios 360º (revista Época), Melhores Empresas para Trabalhar e Melhores Empresas Para Começar a Carreira (ambos da revista Você S/A) e no ranking Previdência Valor/FGV, recebendo avaliação cinco estrelas pelo serviço de Fundo de Previdência. Também neste ano, o Sicredi conquistou, pela primeira vez, o Prêmio Abrasca (da Associação Brasileira das Companhias Abertas) na categoria Empresas de Capital Fechado.

Émilly Pons

Analista de Comunicação e Marketing

 

Times brasileiros estrearam com vitória sobre clubes estrangeiros na primeira rodada da fase classificatória da Copa de Futebol Juvenil, disputada na cidade de Santiago (RS), que teve início neste domingo. Pelo grupo A, o primeiro confronto da noite no estádio Alceu Duarte de Carvalho foi entre o atual campeão, o Grêmio, e o Albion, do Uruguai. O Tricolor Gaúcho ganhou por 2 a 0, ambos os gols de pênaltis: o lateral Thiago Rosa abriu o placar, e o meia-atacante Bruno Martins ampliou.  

No jogo seguinte, o Internacional derrotou por 2 a 1 o time paraguaio 3 de Febrero. Os gols saíram no segundo tempo: aos 19 minutos, o lateral Thauan Lara abriu o placar para o Colorado, mas na sequência, Alan Garcete deixou tudo igual. Nos minutos finais, David de Souza garantiu o triunfo do Inter, que busca o 15º título no torneio.

Pela manhã, após a cerimônia de abertura da Copa Santiago no Estádio Municipal Nery Cardoso, o São José-RS bateu o Figueirense, por 1 a 0. O meio-campo Gustavo Guahnon marcou o gol da partida.

E já tem bola rolando na manhã desta segunda-feira (13), no estádio Municipal Nery Cardoso. Neste momento, em partida válida pela primeira rodada do grupo B, o Juventude mede forças contra o Nacional do Uruguai. À noite estão programados outros dois jogos no estádio Alceu Duarte de Carvalho: o Alianza Lima, do Peru, enfrenta o Santos, às 19h; e às 21h, com transmissão ao vivo pela TV Brasil, o Palmeiras entra em campo contra o Cruzeiro, time da cidade de Santiago (RS), sede do torneio.

Edição: Guilherme Neto
 
Por Cláudia Soares Rodrigues - Jornalista da TV Brasil

Em dia de turbulências no mercado de câmbio, a moeda norte-americana subiu e fechou no maior valor em cerca de um mês. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (13) vendido a R$ 4,142, com alta de R$ 0,048 (1,18%). A divisa está na maior cotação de fechamento desde 10 de dezembro (R$ 4,149).

O dólar operou em alta durante quase toda a sessão. A cotação, no entanto, intensificou o ritmo de alta no fim da manhã, quando passou a operar próxima de R$ 4,14. No meio da tarde, a divisa aproximou-se de R$ 4,15. Esta foi a terceira sessão consecutiva de valorização da moeda norte-americana.

Bolsa

A tensão no mercado de câmbio contrastou com o desempenho da bolsa de valores. Depois de seis sessões seguidas de queda, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), encerrou o dia aos 117.325 pontos, com alta de 1,58%. Nos últimos dias, o indicador tinha registrado quedas sucessivas, fechando a semana passada próximo dos 115,5 pontos.

Nos últimos dias, o mercado tem atravessado momentos de volatilidade, que se intensificou após o agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã. A expectativa da assinatura da primeira fase do acordo comercial entre Estados Unidos e China, as duas maiores economias do planeta, também tem criado instabilidade no mercado global.

Edição: Aline Leal
 
Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil 

Um dos benefícios destinados a aumentar a formalização dos empregados domésticos acabou neste ano. A dedução de até R$ 1.251,07 do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) dos gastos dos patrões com a Previdência Social e com a cota de acidente de trabalho perdeu a validade para a declaração de 2020. 

Em vigor desde 2006, a lei que criou o benefício estabelecia que a dedução valeria até o pagamento do Imposto de Renda de 2019. Em outubro, os senadores aprovaram um projeto de autoria do senador Reguffe (Podemos-DF) para estender o benefício até 2024, mas a proposta só foi enviada à Câmara dos Deputados no fim de novembro, sem tempo de ser votada. 

O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) também apresentou um projeto para tornar permanente o abatimento das contribuições dos empregados domésticos. A proposta, no entanto, ainda está na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado. 

Arrecadação 

Segundo a Receita Federal, a dedução levou o governo a abrir mão de R$ 674 milhões em 2019. Para este ano, o órgão espera reforçar a arrecadação em R$ 700 milhões com a extinção do benefício. 

Pela legislação anterior, o limite para o abatimento equivalia à contribuição de 8% para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mais a cota de acidente de trabalho de 0,8% referente a um único empregado doméstico que recebia o salário mínimo em vigor entre dezembro de dois anos anteriores a novembro do exercício anterior. Dessa forma, o patrão que pagava salário mínimo tinha dedução integral das contribuições para a Previdência Social. 

Em nota, o Instituto Doméstica Legal informou que a extinção do mecanismo de abatimento deve agravar a informalidade entre os trabalhadores domésticos. Segundo a entidade, atualmente apenas um em cada quatro domésticos trabalham com carteira assinada, e o número deve diminuir com o fim do benefício fiscal.

Edição: Aline Leal
 
Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

A Prefeita Mari Machado recebeu na manhã desta segunda-feira (13), representantes da Cooperativa de Trabalho dos Profissionais da Fiação e Tecelagem de Sant’Ana do Livramento (Coofitec) e da Casa da Economia Solidária, acompanhados pelo vereador Dagberto Reis.

Instalados na sede do antigo Frigorifico Swift Armour, os trabalhadores apresentaram à Prefeita a preocupação quanto à permanência no local, já que a área ainda não foi cedida oficialmente ao grupo. Envolvida em um processo administrativo de dação em pagamento entre a Prefeitura e a Cobreal – empresa responsável pela Swift, a Administração Municipal ainda aguarda a liberação da matrícula da área, para que um termo de cessão de uso repasse o local para a Cooperativa.

Atenta ao caso, a Prefeita Mari Machado e o secretário de Planejamento, Miguel Pereira, garantiram que o local ficará a disposição da Cooperativa, que já investiu mais de R$ 300 mil em reforma e instalação de maquinário.

Ao fim do encontro, Mari ainda foi questionada sobre a emenda que viabilizará a construção da Feira da Agricultura Familiar e da Economia Solidária e ressaltou que o Executivo não poupará esforços para possibilitar o projeto.

 

Foto: Assessoria de Comunicação Social || Fonte: Assessoria de Comunicação Social

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