Gisnei

Gisnei

Com um total de 386 unidades atualmente em funcionamento em todo o país, sendo 329 bibliotecas fixas e 57 unidades móveis (BiblioSesc), a Rede Sesc de Bibliotecas vai se dedicar este ano para a formação de equipes dentro do conceito das leituras elásticas (abordagem lúdica em que se pode misturar livros com outras plataformas).

A analista de Cultura do Departamento Nacional do Sesc e responsável pela Rede Sesc de Bibliotecas, Elisabete Veras, disse à Agência Brasil que o trabalho começou ainda em 2019 com palestra da pedagoga Carolina Sanches, especialista em mídia e educação, segundo a qual o conceito de leituras elásticas é uma tendência do mundo atual para formar novos leitores. Nesse contexto, a leitura se enriquece e se estende para outros formatos, além da letra em si. “A gente está reforçando essa ideia e trazendo a Carolina para a formação desse time, que deve atingir toda a rede de 550 colaboradores”, disse Elisabete.

A ideia é reforçar esse valor de promoção da leitura para além do livro. “Que a biblioteca não precisa ser esse lugar que as pessoas convencionalmente concebem de quatro paredes e estantes, lugar de silêncio. A gente está de novo mexendo e remexendo nessas ideias, trabalhando com o conceito das leituras elásticas, para que possa interagir mais com os jogos e outras linguagens”, afirma a analista.

Clubes de leitura

Outra meta da Rede Sesc de Bibliotecas para 2020 é a criação de uma grande rede de clubes de leitura, valorizando a cultura de cada localidade e aproximando os autores dos leitores, sobretudo do público infantil. Elisabete informou que essa já era uma ação que as bibliotecas do Sesc desenvolviam de forma isolada e agora, em 2020, o propósito é “criar uma rede em nível nacional, para gerar essa interlocução de ponta a ponta, em todo o Brasil”.

É prioridade ainda ampliar a acessibilidade, tanto física, em termos de espaços, como por meio da tecnologia e da habilitação das equipes para receber públicos diversos ou que tenham dificuldade de comunicação, além também de tornar mais acessível aos leitores o conteúdo dos livros, disse Elisabete Veras. “É bastante trabalho para uma equipe que está olhando em muitas frentes e realizando muitos projetos pelo Brasil à fora”.

Nesse sentido, Elisabete destacou a 15ª Feira de Trocas de Livros que acontece em Pernambuco este mês. No último ano, foram mais de 500 participantes e 5,2 mil livros trocados. Segundo a analista de Cultura do Departamento Nacional do Sesc, a Rede Sesc de Bibliotecas estimula a troca de livros porque, em alguns lugares, ela funciona como estímulo à leitura. Ainda em Pernambuco, tem destaque a feira de livros didáticos que busca também reduzir os custos das famílias com a compra de material escolar no início do ano letivo.

Gratuidade

À exceção de alguma biblioteca muito específica ou escolar, que tem algumas restrições, a rede de bibliotecas do Sesc está aberta para o público em geral, gratuitamente. As unidades seguem um princípio do Departamento Nacional do Sesc, denominado Biblioteca Sesc 21. “É uma proposta que as bibliotecas possam ser amplas, no sentido de serem vivas, de promoverem integração, de serem um ponto de encontro”, salientou Elisabete.

“A gente tem sempre feito trabalhos que provoquem essa perspectiva de que a biblioteca é o lugar de todos, é o lugar de encontro, tem o seu acervo acessível, mesmo que seja para públicos que tendem a criar seus nichos”, manifestou.

Com base na variedade de públicos, a rede tem realizado pelo Brasil encontros bit (simplificação para dígito binário, termo computacional que representa a menor unidade de informação que pode ser armazenada ou transmitida), eventos de cosplay (representação de personagem a caráter), mesas de RPG (Role-playing game, tipo de jogo em que os jogadores assumem papéis de personagens e criam narrativas colaborativamente). “Sempre motivando essa relação do usuário entre eles e com a leitura em si”, destacou Elisabete.

O conceito do projeto da Biblioteca Sesc 21 é justamente que a biblioteca possa gerar a interligação entre a leitura e as demais expressões artísticas. “A biblioteca é uma das atividades do programa de cultura em que o Sesc tenta promover essa interlocução com outras áreas específicas, como música, literatura, teatro. Esse é um dos pressupostos do projeto Biblioteca Sesc 21. Que ele gere essas interlocuções, que a biblioteca seja esse palco de diálogo, de conhecimento para o público, para que ele possa ter a oportunidade de conhecer outras linguagens artísticas. É um pressuposto do projeto que existam essas relações. Que a biblioteca possa levar o usuário da literatura para as outras linguagens”, explica a analista.

Biblioteca Inquieta

Um exemplo de sucesso dessa proposta é a Biblioteca Inquieta, do Sesc de Santa Catarina, que torna evidente o conceito de a biblioteca ser um local que transborda para as outras linguagens, gerando essas interlocuções. No ano passado, foram feitas quatro edições simultâneas, assumindo temas diferentes em cada unidade, mas sempre partindo do livro para outras expressões artísticas que podem ser circo, debates sobre a participação das mulheres na literatura, literatura de mistério, questão dos refugiados no Brasil, entre outras expressões. “Vai transbordando essas interlocuções e trazendo um pouco dessa cultura que permeia vários temas, nos vários formatos com que ela se apresenta”.

O número de usuários cadastrados na Rede Sesc de Bibliotecas atingiu 265.859 em 2018. No ano passado, até setembro, havia cadastrados 275.044 usuários. Foram registrados 1.725.327 empréstimos de livros em 2018; os números disponíveis até setembro de 2019 indicam um total de 1.456.775 livros emprestados.

Edição: Liliane Farias
 
Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil 

O Grêmio começou com vitória a disputa da 51ª Copa São Paulo de Futebol Junior. Na tarde desta quinta-feira, o Tricolor bateu o Real-DF por 2 a 0, no Estádio Municipal Francisco Ribeiro Nogueira, em Mogi das Cruzes. Os gols do triunfo gremista foram anotados por Rildo e Diego Rosa.

A partida começou com o gramado do Nogueirão encharcado pela chuva. Com o campo pesado, o Grêmio teve dificuldade em trabalhar melhor a bola no chão para fazer a transição ofensiva com maior perigo. A melhor ação foi aos 13 minutos. Fabricio recebeu passe e girou pra cima do marcador, invadindo a área pela direita. Cara a cara com o goleiro, tentou o chute rasteiro, mas o arqueiro tirou com os pés.

O adversário tentou arriscar em dois chutes da entrada da área, mas o goleiro Adriel defendeu com tranquilidade. Aos 27 minutos, Fabricio ganhou na força do defensor no comando de ataque pela esquerda. Ele foi conduzindo até arriscar a batida forte, mas o goleiro fez a espalmada para escanteio.

Aos 34 minutos, a defesa brasiliense tirou parcialmente e Vanderson tomou a frente do marcador e deu o tapa no fundo do campo, dentro da área. Na hora de cruzar ele protegeu a bola e tomou o carrinho. Pênalti claro! Na cobrança, aos 35, Rildo bateu no canto esquerdo para abrir o placar. 1 a 0!

O Grêmio ainda teve a chance de ampliar na última estocada, aos 48 minutos. Elias passou de viagem pela marcação do lado esquerdo e bateu cruzado. Fabricio se atirou de carrinho na pequena área, mas a bola passou por ele.

Na etapa complementar, o Tricolor voltou melhor e foi mais dominante, aproveitando o cansaço do adversário. Logo aos 4 minutos, Elias recebeu o passe em progressão e arriscou o forte chute da entrada da área, mas o arqueiro espalmou para fora. Aos 22, Rildo recebeu o criuzamento rasteiro de Fabricio para trás. O chute colocado passou raspando o ângulo, para fora.

A chance mais perigosa aconteceu aos 25 minutos. Diego Rosa fez belo cruzamento da direita na segunda trave. Elias desviou tirando do goleiro e a bola foi na trave. Três minutos depois Fabricio fez jogada individual pela esquerda, entortou o marcador e sentou o chute. O goleiro do Real-DF conseguiu espalmar novamente para escanteio.

Aos 39 minutos, Elias recebeu o passe pela esquerda e ficou livre na área. O chute rasteiro foi abafado pelo arqueiro. Quando a defensiva do Real saia tocando, Diego Rosa interceptou o passe e, da entrada da área, soltou forte chute cruzado e rasante de direita, para ampliar o placar. 2 a 0!

Com o resultado o Tricolor está na liderança do Grupo 21 da Copinha, pelo saldo de gols. Na outra partida da chave, o Juventus-SP venceu o União Mogi-SP por 1 a 0. A equipe encara o Juventus-SP na segunda rodada, domingo, às 11h.

Escalação: Adriel; Vanderson, Heitor, Alison Calegari e Matheus Nunes; Fernando Henrique e Diego Rosa; Gonçalves, Rildo (Pedro Lucas) e Elias (Mario); Fabrício (Vitor).

Técnico: Guilherme Bossle.

Fotos: Guilherme Rodrigues/GR Press.

O feijão comum cores apresentou a maior variação de preços recebidos pelos produtores entre os meses de outubro/2019 e novembro/2019, contabilizando aumento de 34,64%. O valou saiu de R$ 170,74 para R$ 229,88 a saca de 60 quilos. Em relação ao milho, a média apurada do mês de novembro entre os anos de 2016 a 2018 foi de R$ 26,45 a saca de 60 quilos enquanto que em novembro/2019 foi de R$ 33,73. Os dados foram compilados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados nesta semana na Revista Indicadores da Agropecuária.

De acordo com a publicação, a relação de troca entre a saca de 60 quilos de soja e os demais produtos agrícolas analisados (algodão, arroz, feijão, milho e trigo) mostrou variação positiva apenas para feijão e milho entre os meses de outubro e novembro/2019. O destaque foi o aumento de 5,34% no preço do milho, que saiu de R$ 32,02 para R$ 33,73 de um mês para o outro. Houve incremento também de 3,11% no preço recebido pela soja, que passou de R$ 74,26 para R$ 76,57 a saca de 60 quilos, no mesmo período.

A relação de troca é o indicador econômico que reflete o poder de compra dos produtores rurais, pois mensura a capacidade de compra com a receita apurada na venda do produto. Por meio do pacote tecnológico levantado em painel de custos de produção, foram selecionados os insumos relacionados aos preços recebidos pelo produtor, como máquinas agrícolas e fertilizantes. Os municípios escolhidos foram Campo Verde/MT, Uruguaiana/RS, Unaí/MG, Londrina/PR, Sorriso/MT e Cascavel/PR.

A revista traz ainda dados sobre a agricultura familiar, as pesquisas de safras e a política de garantia de preços executadas pelas Companhia, além das cotações agropecuárias, quadro de suprimentos, indicadores econômicos e os instrumentos de comercialização e abastecimento.

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Foto: ebc.com.br

A presença das redes de franquias nos shoppings, em especial aquelas que atuam nos segmentos de alimentação, beleza, estética e educação, voltou a crescer em 2019. Foi o que revelou o estudo realizado pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), que constatou uma maior participação das redes nos malls como endereço dos pontos de vendas, passando de 21,5% em 2018 para 24,9% este ano.

Entre os motivos para esse crescimento é que os shoppings fizeram um reajuste do mix de lojas, visando atrair mais consumidores e aumentar o fluxo de visitantes. Em contrapartida, ofereceu às redes descontos pontuais e uma maior flexibilização nas negociações dos aluguéis, além da diminuição no custo total de ocupação (CTO), que envolve as principais despesas como aluguel, condomínio, fundos de marketing e promoção.

Por outro lado, as redes adotaram estratégias e modelos de negócios mais práticos e acessíveis, que proporcionaram uma redução nas despesas e um ganho de eficiência operacional. De acordo com o estudo da ABF, os formatos de franquias no modelo quiosque tiveram um crescimento de 6,5% em 2018 e em 2019 chegou a 8,6%.

No segmento de alimentação, a Slice Cream, primeira rede de gelato fatiado e que oferece um cardápio de produtos instagramáveis, como bebidas artesanais com a impressão de fotos dos clientes, entrou este ano para o franchising com seu modelo de quiosque e deve encerrar o ano com 10 unidades negociadas. A Casa de Bolos, pioneira no segmento de bolos caseiros, é outra rede que adaptou um modelo de quiosque, o ‘Bolo Caseiro no Pote’, utilizando toda sua tradição e um conceito bem definido, o grab and go, uma proposta em que o consumidor ‘pega e vai’, ou seja, compra um potinho do bolo e pode comer enquanto passeia pelo shopping.

Boali, rede alimentação saudável, que tem 18 unidades dentro de shoppings centers espalhados pelo País, está implantando novos canais de autoatendimento,  que funcionam como um complemento extra para o franqueado que opera quiosques ou lojas dentro do mall. Já, a Chocolateria Brasileira, franquia de chocolates finos, vem aumentando sua presença nos shoppings com um modelo de quiosque com cafeteria, onde é possível degustar bebidas quentes e geladas, além de sobremesas criadas pelo chocolatier Christian Neugebauer. 

A estratégia dos shoppings em incorporar redes que prestam serviços de beleza, estética e educação, surtiu um bom resultado no ano de 2019. O setor de franquias responde por 2,6% do PIB brasileiro, isso contando com os  modelos de negócios em quiosque e em formato de lojas físicas. Por exemplo, na área da estética, a Doctor Feet é a maior rede de serviços de cuidados para os pés e venda de produtos médicos e ortopédicos presente em shoppings centers. Pioneira no segmento, a franquia está há 21 anos no mercado e conta com mais de 80 lojas físicas, em 14 estados brasileiros.

No setor de educação, a Park Idiomas, rede de franquia de escolas de inglês e espanhol, trouxe recentemente para dentro dos shoppings uma nova operação: o Lounge Park. Em formato de quiosque, com paredes de vidro situadas no meio do corredor, o modelo está alinhado com a premissa da rede que é o de oferecer um ambiente de descompressão capaz de facilitar o ensino de outra língua e promover um aprendizado mais natural e eficaz, garantindo a fluência do segundo idioma com apenas 140 horas de estudo. Atualmente, com 80 unidades, a rede oferece outros formatos que também podem ser montados dentro do mall.

Marcia Cristina
Assessora de Imprensa

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O período de férias é um bom momento para entrar em contato com a natureza. Mata Atlântica é destino para observar pássaros diversos

Das 10 mil espécies de aves existentes no mundo, 1,9 mil podem ser encontradas no Brasil, sendo que cerca de 250 são vistas apenas em terras brasileiras. A diversidade de características e comportamentos atraem um segmento do ecoturismo que vem movimentando a economia brasileira e mundial: a observação de aves, também conhecida como birdwatching. A prática já mobiliza cerca de 30 mil brasileiros, segundo a organização Conservação Internacional.

Só a Mata Atlântica, bioma localizado predominantemente na costa brasileira, reúne 45% das espécies de aves presentes no País. “A observação de aves é como colecionar figurinhas em um álbum. Além de ser divertido, faz bem para a saúde e para a conservação da natureza. Qualquer pessoa pode observar aves no quintal, em praças e principalmente em áreas protegidas, como parques e reservas. Registrar a ave observada é bem importante para ajudar a identificar a espécie e isso pode ser feito em um caderninho ou em aplicativos como o E-bird, que gera informações para observadores e cientistas do mundo todo”, afirma a administradora da Reserva Natural Salto Morato, Ginessa Correa Lemos. A reserva está localizada em Guaraqueçaba (PR) e é mantida pela Fundação Grupo Boticário.

Para observar aves, é preciso disposição e paciência. No início, os registros podem ser feitos com o celular e a olho nu, mas os binóculos são equipamentos que se tornam fundamentais com o tempo. Fica mais fácil usando trajes adequados e confortáveis para o contato com a natureza, de cores camufladas para evitar que os pássaros dispersem. Também é importante ficar em silêncio e manter certa distância para não assustar as aves.

As primeiras horas da manhã e o final da tarde são os horários de maior atividade das aves, mas algumas espécies têm hábitos diferentes. Por isso, é importante estudar as características do pássaro antes de tentar procurá-lo. O contato com a natureza pode ainda trazer benefícios para a saúde física e mental, já que reduz o estresse e relaxa a mente.

Confira curiosidades de dez aves que você não pode deixar de observar:

Arapaçu-de-bico-torto

Além do canto estridente, a característica mais marcante dessa ave é o bico longo, fino e curvado, que pode chegar a 6,5 centímetros de comprimento. Esse formato permite que o arapaçu-de-bico-torto alcance partes da árvore que as outras aves não conseguem chegar, o que facilita a sua alimentação. Seu habitat natural são as florestas subtropicais ou tropicais úmidas, de baixa e alta altitude, localizadas desde a Bahia até o Rio Grande do Sul. Um bom lugar para encontrá-lo é no Parque Nacional do Itatiaia, que fica entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Gavião-carijó

O gavião-carijó é uma das poucas aves de rapina presentes em centros urbanos. Por ser um predador, ele possui um papel indispensável como regulador da fauna, evitando a superpopulação de roedores e pombos nas grandes cidades. Para sobreviver, o gavião-carijó depende de árvores altas, com muitas folhas. Por isso, a escassez de arborização nas cidades pode colocar a espécie em risco. A ave pode ser encontrada em toda a costa brasileira, com destaque para a cidade de São Paulo, onde é mais comum.

Guaxe

No caso do guaxe, o que chama mais a atenção são os seus ninhos, construídos pelas fêmeas em forma de bolsa, medindo de 40 a 70 centímetros de comprimento. Por viverem em grupos, essas aves formam colônias, com até 50 ninhos, dando mais proteção aos filhotes. A localização também é estratégica: normalmente os ninhos ficam no alto de árvores nas florestas ou em palmeiras, nas bordas de matas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste do País. Um bom lugar para encontrá-lo é no Parque Natural Braço Esquerdo, em Santa Catarina.

Papagaio-de-cara-roxa

A intensa exploração da mata colocou os papagaios-de-cara-roxa em risco durante muitos anos, mas trabalhos recentes de conservação tiraram a espécies da Lista Vermelha, o que permitiu retomar uma característica dessas aves: a revoada dos papagaios-de-cara-roxa. No início da manhã e ao final da tarde, milhares de pássaros voam juntos, em um cenário único, principalmente durante o outono. Para encontrar essas aves, o lugar mais indicado é o Parque Nacional de Superagui, no Paraná, onde fica localizado o principal dormitório do papagaio-de-cara-roxa do País.

Guará

Com plumagem em tom vermelho vivo, o guará é considerado uma das mais belas aves brasileiras. A coloração vem da cataxantina, substância encontrada em abundância na casca do caranguejo, que é a sua principal fonte de alimento. Devido a sua alimentação, o guará pode ser encontrado em mangues na Bahia, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Na cidade de Cubatão, no interior paulista, é comum encontrar essas aves próximas às áreas naturais.

Maria-leque-do-sudeste

Em situações normais, a maria-leque-do-sudeste parece não ter características que chamem a atenção. Ao se sentir ameaçada, ela exibe sua crista, que é semelhante a um leque colorido, abre bem o bico e move a cabeça para os lados. O leque pode ser escarlate, preto e azul nos machos e variar entre o vermelho e o laranja nas fêmeas. Essa ave ocorre até 800 metros de altitude e é normalmente encontrada em grupos, principalmente nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. É possível encontrá-lo no Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), em São Paulo.

Tangará-dançarino

Além das cores chamativas, o tangará-dançarino desperta a atenção devido a sua dança pré-nupcial. Entre agosto e janeiro, os machos se reúnem em grupos de quatro a seis indivíduos enfileirados e se revezam em acrobacias para se exibirem para a fêmea. Após o ritual, a fêmea toma sua decisão e escolhe um parceiro. A dança se tornou tão famosa que virou destaque no documentário “Nosso Planeta”, lançado este ano pela Netflix. O pássaro pode ser encontrado nas regiões Sul e Sudeste do País, principalmente na Reserva Natural Salto Morato, onde foi gravado o documentário.

Saíra

Se estiver em busca de aves chamativas, procure o saíra-sete-cores, o saíra-de-lenço e o saíra-militar. Preto, vermelho, verde, azul e laranja são algumas das cores presentes nessas espécies, em diferentes tons e intensidades. Normalmente, os machos adultos costumam ter um colorido mais vivo. Essas aves também são do gênero dos Tangarás, que possui cerca de 22 espécies no Brasil, conhecidas por serem pássaros tropicais muito coloridos e vistosos. As aves podem ser encontradas da Bahia até o Rio Grande do Sul, como no Parque Estadual Xixová Japuí, em São Paulo.

Andorinha-grande

Também conhecida como andorinha-doméstica-grande, ela é a maior andorinha do Brasil, medindo de 16 a 22 centímetros de comprimento, com peso que varia entre 33 e 50 gramas. A ave costuma viver em áreas abertas, em fazendas e cidades. Ao escurecer, milhares de indivíduos se juntam e sobrevoam a cidade, fazendo manobras sincronizadas, até pousarem em árvores, fios de eletrificação ou no solo. Essa andorinha pode ser encontrada em cidades das regiões Sul e Sudeste do País.

Tico-tico

Uma das aves mais populares no País, o tico-tico virou até personagem de uma canção escrita por Eurico Barreiros e interpretada por Carmem Miranda. Diferentes das outras aves, esses pássaros costumam viver sozinhos ou em casal, passando a maior parte do tempo saltitando pelo chão. Por ser muito comum, ele pode ser encontrado em quase todos os tipos de ambiente, inclusive em áreas urbanas. É mais fácil de ser visto na Serra do Mar paranaense e catarinense.

 

Sobre a Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais. Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. A instituição defende que o patrimônio natural bem conservado é a base para o desenvolvimento econômico e bem-estar social. Também promove ações de engajamento e sensibilização, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.


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Nesta quinta-feira (02), a prefeita Mari Machado apresentou novos nomes para algumas secretarias. A apresentação dos novos secretários aconteceu durante coletiva de imprensa no Gabinete da Prefeita.

Foram anunciados os seguintes nomes:
Secretaria Municipal de Assistência e Inclusão Social (SMAIS) – Secretário: Rafael de Castro Secretária Adjunta: Angélica de Ávila;
Secretaria de Trânsito, Transportes e Mobilidade Urbana (STTMU) – Secretário: Jansen Nogueira;
Secretaria Municipal de Planejamento (SEPLAMA) – Secretário: Miguel Pereira;
Secretaria Municipal de Saúde – Secretário: Sérgio Aragon;
Secretaria Municipal da Fazenda – Secretário: Jeferson Rolim (Dedé);
Secretaria Municipal de Administração – Secretário: João Carrets;
Secretaria Municipal de Agricultura (SMAPA) – Secretário Pedro Nunes;
Procurador do Município: Ari Martins;
Chefe do Gabinete da Prefeita: Margarete Pedroso;
Coordenadora do Departamento de Políticas Públicas para Mulheres: Mônica Salino;
Coordenador do Departamento de Cultura: Cristiano Cesarino.

Na oportunidade, Mari ainda declarou que a atual secretária de Educação, Rosemery Dias, continua à frente da pasta. Nos próximos dias, novos nomes devem ser anunciados.
Durante a apresentação, a Prefeita destacou a importância de reduzir o número de secretarias, visando a redução de despesas e o equilíbrio financeiro do município. Além disso, justificou mudanças como a importância de manter um departamento voltado às mulheres, ressaltando a reformulação de setores como o Centro de Referência da Mulher Professora Deise e a retomada das tratativas em busca de recursos para viabilizar a Casa de Passagem para mulheres em situação de violência doméstica e sexual.
Em relação às demais pastas, Mari ressaltou que a SMAPA terá um foco especial voltado ao desenvolvimento da pecuária e da agricultura, incluindo a manutenção das estradas rurais.

Na Secretaria de Desenvolvimento Urbano, o trabalho abrangerá as secretarias de Obras e de Serviços Urbanos. Atendendo a uma reivindicação dos servidores, a pasta de trânsito continuará independente, sobretudo em função do trabalho específico que realiza. Já no Departamento de Cultura, o trabalho ficará voltado ao resgate do potencial de diversas áreas culturais como música, dança, poesia e teatro.
Mari ressaltou ainda: “vamos imprimir uma dinâmica pautada em um ambiente de fraternidade e paz para os trabalhadores”, destacando que haverá uma mudança de metodologia de trabalho confortável aos trabalhadores e eficiente aos santanenses, primando pela transparência e pelo diálogo.

 
Assessoria de Comunicação Social - ASCOM
Prefeitura Municipal Sant'Ana Do Livramento
Telefone (55) 3968-1003

O ano de 2020 promete mais dias de descanso do que 2019. Dos 12 feriados nacionais, 11 caem em dias de semana e dez podem ser emendados com sábados e domingos. A lista não inclui os feriados estaduais e feriados municipais.

Arte do calendário de 2020 com feriados
Dez feriados poderão ser emendados com sábados e domingos.  

As exceções aos feriados colados ao fim de semana são 1º de janeiro (Confraternização Universal), caindo em uma quarta-feira; 21 de abril (Tiradentes), que será em uma terça-feira e o Corpus Christi (11 de junho), que sempre cai às quintas-feiras 60 dias após a Páscoa.

Páscoa e carnaval são feriados alongados em todos anos. A Paixão de Cristo (sexta-feira) será no dia 10 de abril. A segunda-feira e a terça-feira de carnaval cairão nos dias 24 e 25 de fevereiro, respectivamente.

Além desses dias, os brasileiros poderão emendar com o fim de semana o Dia do Trabalho (1º de maio) que cai numa sexta-feira, assim como o Natal (25 de dezembro).

Para quem não gosta das segundas-feiras, a boa notícia é que os feriados da Independência do Brasil (7 de setembro), de Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro) e de finados (2 de novembro) cairão nesse dia da semana.

Com tanto feriado, há quem preveja perdas econômicas. “O varejo nacional deve deixar de faturar R$ 11,8 bilhões em 2020 por causa de feriados nacionais e pontes ao longo do ano. O total é 53% maior do que a perda prevista para 2019, de R$ 7,6 bilhões”, calcula a Federação do Comércio de São Paulo.

Outros setores de atividade econômica festejam como é o caso do turismo. “No ano passado, os feriados prolongados resultaram em 13,9 milhões de viagens, que injetaram R$ 28,84 bilhões na economia brasileira”, soma o Ministério do Turismo (MTur).

Segundo a pasta. “o feriado de [1º de] maio movimentou [em 2019] R$ 9 bilhões na economia e resultou em 4,5 milhões de viagens. Já o 12 de outubro foi um dos mais movimentados do ano com a realização de 3,24 milhões de viagens domésticas e impacto econômico de R$ 6,7 bilhões nos destinos visitados”. O MTur ainda não fez projeção do impacto dos feriados de 2020 em venda de passagens, hospedagens e passeios.

O ano que começa é ano bissexto e, portanto, tem um dia a mais, mas esse não descontará as folgas proporcionadas pelos feriados nos dias de semana. O dia 29 de fevereiro cairá em um sábado.

Edição: Carolina Gonçalves
 
Por Gilberto Costa - Repórter da Agência Brasil 
 
(Arte/Agência Brasil)

Orquestras do Pará e de Roraima e componentes do Mato Grosso do Sul, Maranhão, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe pegarão a estrada nas duas últimas semanas de janeiro para se juntar a centenas de outros estudantes de música de 22 estados do Brasil que farão de Pelotas, no Rio Grande do Sul, um polo da música de concerto. Este será o 10º Festival Internacional Sesc de Música, que acontece de 20 a 31 de janeiro. Espetáculos que mesclam o clássico à música popular, concerto para crianças, apresentações de grandes nomes das principais orquestras europeias e de grupos locais comunitários serão apresentados gratuitamente por toda a cidade de 340 mil habitantes, que fica no Sul do País.

Cerca de 400 estudantes de música foram selecionados, dentre mais de mil inscritos, para ter aulas com 53 professores – instrumentistas, maestros e cantores – vindos de 14 países da América Latina, Ásia, Europa e Oceania. À tarde e à noite, hospitais, teatros, praças e prédios históricos serão o palco para encontros inéditos entre músicos, apresentações de orquestras consolidadas e orquestras jovens, e espetáculos que mesclam o popular e o clássico, como o concerto da Orquestra do Teatro São Pedro e da dupla Kleiton & Kledir que marcará os 40 anos de carreira dos músicos pelotenses.

“É um Festival que já está consagrado no calendário. Promove cidadania, bem-estar e felicidade para as pessoas, além de trabalhar um objetivo técnico de contribuir para a formação musical, para o desenvolvimento de jovens talentos e para a economia local”, afirma o gerente de Cultura do Sesc/RS Sílvio Bento. 

Um levantamento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Turismo e Inovação (SDETI) mostra como a música de concerto é capaz de beneficiar a economia da cidade. Elaborado em 2017, o estudo indica que o setor de alimentação apresentou um crescimento de 45% no movimento durante os doze dias do Festival, enquanto o setor hoteleiro registrou um aumento de 40% e o comércio uma elevação de 35% em relação aos demais períodos do ano. A SDETI acredita ainda que os números crescem a cada edição, acompanhando a consolidação do evento. Como as apresentações acontecem em diferentes bairros da cidade, a movimentação é pulverizada, com fluxo de pessoas não apenas na região Central.

O Festival Internacional Sesc de Música tem como objetivo incentivar o desenvolvimento da produção musical, fomentar o intercâmbio e o desfrute de bens culturais. Promovido há dez anos pelo Sistema Fecomércio-RS/Sesc, e tendo como diretor artístico o maestro Evandro Matté, o evento atua em dois eixos principais: Pedagógico e Sociocultural. No plano Pedagógico, o Festival oferece cursos, prática de música de câmara, prática de orquestra e prática de banda sinfônica para estudantes e profissionais da música. No Sociocultural, são realizados recitais de professores, de alunos, de música de câmara e ampla atividade de espetáculos gratuitos, abertos a toda comunidade. A realização é do Sistema Fecomércio-RS/Sesc, com o apoio institucional da Prefeitura Municipal de Pelotas/RS e apoio cultural da Universidade Federal de Pelotas, Universidade Católica de Pelotas, Faculdade Senac, Bibliotheca Pública Pelotense, Unisinos, OSPA e Expresso Embaixador, Ecosul, Café 35 e Biri Refrigerantes.

10º Festival Internacional Sesc de Música | 20 a 31 de janeiro

Data: 31/01/2020

Local: Pelotas, Rio Grande do Sul

Espetáculos gratuitos mediante retirada antecipada de ingressos

Informações no site www.sesc-rs.com.br/festival/

Em 2019, o Fluminense mudou de presidente (Pedro Abad antecipou as eleições e Mario Bittencourt, com Celso Barros como vice, assumiu o comando do tricolor carioca). Apesar da troca de poder, o time tantas vezes campeão não conquistou nenhum título neste período. Na Copa Sul-Americana caiu nas semifinais diante do Corinthians, enquanto na Copa do Brasil ficou nas oitavas de final ao ser batido pelo Cruzeiro.

 No Brasileirão, o tricolor viveu a ameaça do rebaixamento e viu Fernando Diniz, Oswaldo de Oliveira e Marcão se revezarem no comando técnico do time. O Fluminense encerrou a competição na 14ª colocação, e conseguiu uma vaga para disputar a próxima edição da Sul-Americana.

Em 2020 Odair Hellmann (que trabalhou no Internacional em 2019) será o treinador do clube das Laranjeiras. Por enquanto, nenhum reforço foi confirmado, e a diretoria luta para renovar os contratos de alguns jogadores do atual elenco, como os volantes Allan e Caio Henrique.

Com pouco dinheiro em caixa, a valiosa base de Xerém deve ganhar ainda mais espaço entre os profissionais no ano que se inicia. 

Edição: Fábio Lisboa
 
Por Rodrigo Ricardo - Repórter da Rádio Nacional
 
 
Foto: Mailson Santana/FFC

Começa a valer a partir de hoje (1º) o novo limite de compras para os freeshops. Agora, quem voltar de viagens ao exterior poderá comprar US$ 1mil em produtos ou o equivalente em outra moeda, nos aeroportos.

O limite anterior era de US$ 500. Uma portaria, publicada pelo Ministério da Economia em outubro, determinou que a medida passaria a valer a partir de 2020. Quem ultrapassar o limite está sujeito ao pagamento da tributação especial prevista em lei.

Os free shops ou duty free shops são lojas geralmente localizadas em salas de embarque e desembarque de aeroportos onde os produtos são vendidos sem a cobrança de encargos e tributos, como o Imposto de Importação, o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

A portaria manteve o limite atual de US$ 500 da cota para compras feitas fora do país e trazidas para o Brasil na bagagem. De acordo com o Ministério da Economia, o impacto fiscal estimado da medida em 2020 será de R$ 62,64 milhões. Já em 2021, o impacto fiscal previsto é de R$ 72,1 milhões.

Edição: Liliane Farias
 
Por Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil 
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