Rural

Rural (176)

A Farsul participou do lançamento da Campanha de combate aos crimes agropecuários, da Frente Parlamentar de Combate a Crimes Agropecuários da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, criada pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da ALRS, presidida pelo deputado Sérgio Turra ( PP/RS).

O objetivo do grupo é combater os crimes agropecuários, iniciando pela divulgação da importância do registro de ocorrência nas delegacias especializadas nos Crimes Agropecuários e Abigeato – DECRAB, já instaladas no Rio Grande do Sul, nos municípios de Bagé e de Santiago. 

A Federação teve forte atuação na criação das delegacias com o Governo do Estado para que as ações de segurança passassem a ser direcionadas ao setor. A entidade reforça a importância do registro das ocorrências de crimes no campo para que a Secretaria de Segurança Pública adote as medidas estratégicas necessárias.
Representaram a Farsul na Solenidade o Assessor Técnico do Sistema Farsul Luiz Fernando Cavalheiro Pires e o Assessor de Segurança Gerônimo Barbosa.  

Observatório da Criminalidade no Campo 

O Sistema CNA, através do Instituto CNA monitora o aumento da criminalidade no meio rural, através da criação do Observatório da Criminalidade no Campo. A prática criminosa no campo deve ser denunciadas pelo Whatsapp da CNA (61) 99834-7773 ou através do formulário no link abaixo. Os dados da denúncia e da sua propriedade serão mantidos em sigilo.

Fonte: www.agrolink.com.br

Por: FARSUL - FEDERAÇÃO DA AGRICULTURA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL 

Na última sexta-feira (29) o avanço de uma nova frente pela Região Sul do Brasil deixou o tempo instável e com possibilidade para chuva ao longo do dia, no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e região sudoeste do Paraná. Para as lavouras de trigo a chuva continuará sendo favorável. No Paraná, a instabilidade pode atrapalhar, pontualmente, o pleno andamento da colheita do milho safrinha.

Ao longo do final de semana, ainda podem ocorrer algumas pancadas de chuva entre o norte do Rio Grande do Sul e sul do Paraná. No entanto, a nebulosidade aos poucos diminui e até domingo (01) o tempo volta a ficar mais firme na região. No entanto, no início da próxima semana, uma nova frente fria começa a avançar pelo o Sul do país, provocando novas áreas de instabilidade.

Já em São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o tempo segue firme e sem previsão para chuva ao longo dos próximos dias, mantendo as condições bastante favoráveis a colheita do milho, algodão, café e da cana de açúcar. Em São Paulo, podem ocorrer apenas eventuais pancadas isoladas e de baixa intensidade no sudoeste do estado. Ressalta-se, que os índices de umidade relativa do ar, continuam, em muitos municípios abaixo do considerado ideal.
 
Mesmo com a passagem das frentes frias, as temperaturas, principalmente as mínimas,não sofrerão quedas acentuadas ao longo dos próximos dez dias. Em Passo Fundo (RS), por exemplo, as mínimas previstas ao longo da próxima semana, não deverão ficar abaixo dos 8ºC. Em Sorriso (MT), ao longo dos próximos dez dias, as temperaturas mínimas devem ficar acima dos 18ºC e as máximas, próximas aos 33ºC. Consequentemente, não há riscos para geadas para os próximos dias.
 
Fonte: https://www.agrolink.com.br

Após sete horas de discussão, a comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o Projeto de Lei 6.299/02, que trata do registro, fiscalização e controle dos agrotóxicos no país, aprovou nesta segunda-feira (25) o parecer do relator, deputado Luiz Nishimori (PR-PR). Nenhum destaque foi aprovado e prevaleceu o texto de Nishimori. O projeto ainda tem que ser apreciado pelo plenário da Câmara.

Em mais uma sessão tumultuada, parlamentares ambientalistas e ruralistas divergiram na apreciação da proposta. Sem sucesso, deputados do PCdoB, PSOL, PSB e PT tentaram adiar novamente a votação do relatório. Na semana passada, a sessão foi interrompida por uma suspeita de bomba na comissão. A ação foi assumida pela organização não governamental Greenpeace.

O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) afirmou que, caso a matéria seja aprovada pelo plenário, o partido ingressará com uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF). “Se chegar ao plenário, a sociedade brasileira vai repudiar esse projeto. Se ele passar, haverá uma ação direta de inconstitucionalidade. Vamos ao Supremo derrubar esse veneno”, disse.

Proposta

Chamado de “PL do Agrotóxico” por deputados da oposição e ativistas, o projeto prevê, por exemplo, a alteração do nome “agrotóxicos” para “pesticidas”, o que deve facilitar o registro de produtos cuja fórmula, em alguns casos, utiliza substâncias consideradas cancerígenas pelos órgãos reguladores. Antes, a proposta era alterar a nomenclatura para “produto fitossanitário”.

As definições sobre as competências do Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na análise dos produtos também foram alteradas pela proposta de Nishimori. A nova redação diz que os órgãos passam a “analisar e, quando couber, homologar, os pareceres técnicos apresentados nos pleitos de registro”. Dessa forma, o PL estabelece que pesticidas possam ser liberados pelo Ministério da Agricultura mesmo que Ibama e Anvisa não tenham concluído suas análises.

Entre as polêmicas do texto está a criação da Taxa de Avaliação de Registro, cujo valor arrecadado será destinado ao Fundo Federal Agropecuário. Outro ponto controverso é que o Ibama e a Anvisa continuam responsáveis pelas análises toxicológicas e ecotoxicológicas dos produtos, mas terão a nova atribuição de apresentar uma análise de risco.

Ao apresentar o parecer, o deputado Luiz Nishimori afirmou que “não quer colocar veneno no prato” das pessoas e que o projeto prevê a atuação da Anvisa na proibição do registro de produtos que apresentam risco “inaceitável” à saúde e ao meio ambiente. 

“Nosso projeto quer colaborar com comida mais sadia e segura para nossa sociedade. Ninguém vai colocar novas substâncias, novos produtos no mercado. A Anvisa é muito competente, muito rígida e vai ter as mesmas funções de hoje”, defendeu o relator. 

Críticas

Em nota técnica, o Instituto Nacional do Câncer (Inca), órgão do Ministério da Saúde que tem como missão apoiar o órgão no desenvolvimento de ações integradas para prevenção e controle do câncer, defendeu que o Marco Legal dos Agrotóxicos (Lei 7.802/1989) não seja alterado e flexibilizado.

“Tal modificação colocará em risco as populações – sejam elas de trabalhadores da agricultura, residentes em áreas rurais ou consumidores de água ou alimentos contaminados, pois acarretará na possível liberação de agrotóxicos responsáveis por causar doenças crônicas extremamente graves e que revelem características mutagênicas e carcinogênicas”, diz o documento.

A Anvisa também condenou a proposta, por acreditar que o projeto não atende à população, que deveria ser o foco da norma. “O PL não contribui com a melhoria, disponibilidade de alimentos mais seguros ou novas tecnologias para o agricultor, e nem mesmo com o fortalecimento do sistema regulatório de agrotóxicos”, diz a agência.

Edição: Davi Oliveira

Por Heloisa Cristaldo - Repórter da Agência Brasil

Começa nesta terça-feira (19), a 20ª Feira Nacional do Arroz (Fenarroz), que vai até o dia 24, no Parque Ivan Tavares, Rua Conde de Porto Alegre S/N, bairro Carvalho, em Cachoeira do Sul. A programação técnica, organizada pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), ocorre no auditório da Fenarroz nos dois primeiros dias da feira e conta com painéis, palestras e workshop sobre temas importantes relacionados à cultura do arroz.

O primeiro dia começa com o painel: “A Cultura da Soja como Aliada ao Sistema Produtivo Arrozeiro”. Palestram pela Emater, o engenheiro agrônomo Dirceu Nöller, que falará sobre como reduzir as perdas de grãos na colheita (14h) e a engenheira agrônoma Lenise Mentges, que apresentará sobre o manejo integrado de pragas em soja (14h40). E pelo Irga, o engenheiro agrônomo José Fernando de Andrade, que ministrará a palestra "Alternativas de Culturas e Sistemas Produtivos para o Manejo de Plantas Daninhas" (15h40) e o engenheiro agrônomo Ricardo Tatsch, que abordará sobre o manejo da cultura da soja para alta produtividade (16h30).

O segundo e último dia de programação técnica terá pela manhã o workshop “Mercado e Exportação de Arroz” com debates e aspectos voltados a produção e o comércio. O diretor comercial do Irga, Tiago Barata, abordará as perspectivas de mercado (9h30) e o diretor técnico da autarquia, Maurício Fischer, falará sobre os aspectos técnicos e produtivos da lavoura arrozeira no Rio Grande do Sul (10h10). Além do gestor do Brazilian Rice, Gustavo Ludwig, que apresenta sobre o mercado externo e exportação de arroz (10h50). Após, o secretário da Agricultura, Odacir Klein, apresentará o Cacisc ao meio-dia.

Os professores da UFSM administrarão as palestras seguintes. O professor Ezequiel Saretta falará a respeito dos fundamentos da engenharia de irrigação (13h15). A professora Zanandra Boff de Oliveira fará uma apresentação sobre a necessidade de irrigação suplementar para a cultura da soja em Cachoeira do Sul (14h15). O professor e doutor Lucas Ávila palestrará sobre planejamento estratégico para propriedades rurais (15h15). Encerrando as atividades no auditório da Fenarroz, a palestra sobre o Exporta RS - Departamento de Promoção Comercial e Assuntos Internacionais  da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado.

Texto: Taís Forgearini/ Ascom Irga
Edição: Léa Aragón/ Secom

A Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) informa que o prazo para as inscrições para a 20ª Feira da Agricultura Familiar na Expointer 2018 foi aberto nesta segunda-feira (11). A novidade é um sistema de inscrições informatizado, que servirá para todas as feiras que a SDR apoia com agroindústrias inclusas no Programa Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf). Até o dia 13 de julho, os empreendedores familiares devem acessar procurar as entidades parceiras Emater, Fetag, Fetraf e Via Campesina, para fazer a inscrição no sistema.

“Conforme as inscrições chegam ao sistema, o departamento responsável da SDR vai homologando-as em tempo real, ficando mais fácil resolver possíveis pendências ou problemas e dando transparência ao processo”, explicou o secretário da SDR, Tarcisio Minetto.

Para este ano, deve ocorrer aumento no número de expositores, uma vez que está sendo construído um novo pavilhão para a agricultura familiar. A comissão organizadora vai definir o número de participantes somente após receber todas as inscrições, quando dimensionará as necessidades.

A SDR é gestora da Feira da Agricultura Familiar na Expointer e coordena a Política Estadual de Agroindústria Familiar (Peaf), que oferece serviços para as agroindústrias familiares como qualificação técnica, incentivos financeiros para melhoria e legalização e assistência nas questões sanitárias, ambientais e tributárias. Na edição do ano passado, a Feira da Agricultura Familiar na Expointer totalizou R$ 2,8 milhões, aumento de 40% sobre a edição de 2016.

A Expointer 2018 ocorre de 25 de agosto a 2 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

Documentação necessária para a inscrição

AGROINDÚSTRIA FAMILIAR PESSOA FÍSICA
Ficha de Inscrição (disponível online nas entidades supracitadas);
Cópia do licenciamento sanitário Licenciamento Sanitário: Produtos de Origem Animal - Registro no Serviço de Inspeção Municipal, Estadual ou Federal; Produtos de Origem Vegetal - Alvará Sanitário (saúde); Bebidas e Polpas - Registro de Estabelecimento no MAPA. Em caso de renovação de alvará e que este não chegou a tempo para a feira, se aceita protocolo de solicitação (90 dias anterior);
Extrato atualizado da Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP do proprietário.
AGROINDÚSTRIA FAMILIAR PESSOA JURÍDICA

Ficha de Inscrição (disponível online nas entidades supracitadas);
Cópia do licenciamento sanitário Licenciamento Sanitário: Produtos de Origem Animal - Registro no Serviço de Inspeção Municipal, Estadual ou Federal; Produtos de Origem Vegetal - Alvará Sanitário (saúde); Bebidas e Polpas - Registro de Estabelecimento no MAPA. Em caso de renovação de alvará e que este não chegou a tempo para a feira, se aceita protocolo de solicitação (90 dias anterior);
Extrato atualizado da Declaração de Aptidão ao Pronaf – DAP². Quando for pessoa jurídica, será necessário extrato de DAP da pessoa jurídica. Em casos onde não há possibilidade da expedição da DAP JURÍDICA, será solicitado a DAP FÍSICA de todos os componentes do quadro social juntamente com cópia atualizada do contrato social.
ARTESANATO, PLANTAS E FLORES

Ficha de Inscrição (Disponível nos Sindicatos);
Cópia do Extrato da DAP (em caso de associação, DAP de todos os expositores).

Texto:Nathalie Sulzbach/ Ascom SDR
Edição: Léa Aragón/ Secom

A Massey Ferguson participa da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães (BA), com um amplo portfólio de máquinas e implementos agrícolas robustos e tecnológicos. Diante da demanda da região por equipamentos maiores e mais produtivos, a marca destaca a plataforma draper 9255 Dynaflex, de 45 pés, e as plantadoras MF 500 e MF 700 CFS que, agora, possuem a tecnologia Precision Planting. Durante o evento, que acontece até 9 de junho, a marca também destaca as séries de tratores MF 6700, MF 6700 Dyna-4 e MF 7700 Dyna-6. 

“Como a região possui propriedades planas e extensas, a demanda do produtor local é por máquinas maiores, tecnológicas e ainda mais produtivas. Com isso, a Massey Ferguson já vem há alguns meses trabalhando na demonstração de produtos que atendam a essas necessidades. Então, estamos muito otimistas com as finalizações de negócio que certamente acontecerão durante a Bahia Farm Show”, diz Paulo Carrijo, coordenador comercial da Massey Ferguson.

A Massey Ferguson destaca os seguintes produtos na Bahia Farm Show:

Lançamento do ano: plataforma 9255 Dynaflex, de 45 pés

Para ampliar o portfólio de plataformas para colheitadeiras axiais, a Massey Ferguson desenvolveu a 9255 Dynaflex, de 45 pés, com tamanho de transporte de 14,3 metros e de corte de 13,7 metros. Com a novidade, a marca se posiciona no segmento com a maior variedade de plataformas draper, oferecendo ao agricultor uma gama de produtos de 25 a 45 pés. Especialmente projetada para a série MF 9895, a nova plataforma trabalha com baixo índice de perda de grãos, aumentando a capacidade de entrega. O sistema de corte com barra flexível em toda a extensão permite uma colheita ágil e uniforme, nas mais diversas condições de solo, oti­mizando o desempenho da colheita. Para uma melhoria na capacidade de processamento da máquina, a pla­taforma 9255 conta com o sistema de transpor­te por esteira de borracha, permitindo que o material colhido siga todo na mesma direção, com melhor fluxo de massa e alimentação homogênea.

Colheitadeira axial MF 9895

A colheitadeira axial MF 9895, que agora pode vir com a nova plataforma 9255 Dynaflex acoplada, possui motor de sete cilindros AGCO Power com 9,8 litros, que pode chegar à potência de 500 cv. Apresenta a maior taxa de descarga de grãos do mercado (150 litros por segundo) e tanque com capacidade de armazenagem de 12.334 litros. O sistema de acionamento do cilindro alimentador é responsável pela alta performance do equipamento, garantindo a qualidade dos grãos e ampliando o leque de culturas e de aplicação.

A MF 9895 possui o moderno sistema de arrefecimento V-Cool, exclusividade da marca, que reduz drasticamente a necessidade de limpeza dos radiadores e oferece alta capacidade de resfriamento e, consequentemente, maior vida útil ao motor. Além da redução no consumo, as colheitadeiras possuem sistema de processamento Trident™, composto pelo rotor de 3,56 m de comprimento, promovendo mais trilha e separação, enquanto aumenta a qualidade dos grãos.

Plantadoras MF 500 e MF 700 CFS com Precision Planting

As já conhecidas linhas de plantadoras MF 500 e MF 700 CFS contam, agora, com os dosadores pneumáticos Precision Planting, que conferem maior desempenho e plantabilidade ao equipamento, resultando em melhor produtividade nas lavouras. Graças ao novo sistema de semeadura vSet, é possível garantir mais de 99% de singulação. O singulador e o disco específico para as culturas são simplificados e não exigem regulagem, evitando erros de calibração. 

Além dos dosadores pneumáticos, a linha de plantadoras MF 500 foi aprimorada com o aumento de 20% na capacidade da caixa suspensa de sementes, assegurando maior autonomia de trabalho e disponibilidade da máquina no campo. O modelo também passou por pequenas alterações no chassi, aperfeiçoando as linhas da plantadora. Já o sistema pneumático vem equipado com mangueiras de vácuo em material mais resistente e oferece maior durabilidade em comparação ao modelo anterior.

Voltada para propriedades de porte médio e grande, a MF 500 destina-se ao plantio de grãos grossos. Composta por chassis monobloco e dispondo de reservatórios em polietileno e buchas autolubrificantes nos pontos de articulação, o equipamento garante maior resistência e durabilidade nas mais diversas condições de plantio.

Já a MF 700 CFS possui versões de 11 a 30 linhas e disponibilidade de configuração nos espaçamentos de 45, 50, 76 e 90 cm. O grande destaque da linha está na caixa central de sementes CFS (Central Fill System) com capacidade de 1450 litros, a maior da categoria. Devido a esse sistema, o equipamento pode operar por longas jornadas e sem paradas, oferecendo mais agilidade no abastecimento e alta lucratividade para o produtor. Além de maior capacidade de armazenamento, a plantadora possui uma ampla gama de opcionais, como três rompedores de solo e quatro limitadores de profundidade e compactadores de semente no solo, possibilitando maior rendimento de semeadura e plantando mais hectares por hora.

Tratores MF 6700

Os tratores da série MF 6700, dotados de motor eletrônico AGCO Power (115 cv, 125 cv e 135 cv), são de alto desempenho e contribuem para aumentar a produtividade, além de gerar economia de combustível para o produtor agrícola. As máquinas estão disponíveis nas versões plataformada e cabinada.

A versão cabinada foi desenvolvida para assegurar mais conforto operacional durante a jornada de trabalho. O modelo alia ergonomia, design, funcionalidade e rendimento, garantindo uma produção mais rentável e segura. Possui um novo e moderno painel de instrumentos, onde constam todas as informações de segurança e funcionamento do trator. Isso significa maior produtividade tanto para o empresário do agronegócio quanto para o agricultor familiar. 

Os modelos possuem a maior capacidade de levante da categoria com 4.950kgf, para a realização de trabalhos com implementos mais pesados e com excelente vazão hidráulica. A transmissão sincronizada 12x12 com reversão mecânica ou eletro-hidráulica aumenta a agilidade nas manobras, reduz a troca entre grupos e facilita a operação.

Tratores MF 6700R Dyna-4

Na feira também estará a família de tratores MF 6700R Dyna-4 com faixa de potência de 115 a 135 cv. Graças ao motor eletrônico em maior interação com a transmissão Dyna-4, a máquina aumenta em até 15% seu rendimento, permitindo também economia de 10% de combustível por hectare trabalhado, em condições normais de operação.

A cabine, considerada a mais moderna e confortável do mercado, possui assento ergonômico e mais espaço para movimentação do operador. Os instrumentos da transmissão, do sistema hidráulico e da TDP estão integrados em um console mais longo e de fácil alcance para o operador. O painel possui um display digital com informações operacionais e funcionais dispostas de forma clara. Os recursos eletrônicos permitem o gerenciamento de combustível, medindo o consumo por hora e por hectare, e a pré-programação da rotina de trabalho dos implementos agrícolas.

Tratores MF 7700 Dyna-6

Os tratores da série MF 7700 Dyna-6 são robustos, de alto desempenho e possuem potência entre 195 cv e 250 cv. Os modelos são equipados com piloto automático, sistema hidráulico de três pontos traseiro, sistema de controle remoto de alta vazão, telemetria, além de motor eletrônico AGCO Power que aumenta o rendimento em 15%, permitindo também uma economia de 10% de combustível por hectare trabalhado (em condições normais de operação).

Ideal para as lavouras de grãos e cana, o grande diferencial da série MF 7700 Dyna-6 está no eixo dianteiro opcional, que aumenta a capacidade de tração. O hidráulico dianteiro possibilita trabalhos com dois implementos, um dianteiro e outro traseiro, permitindo o aumento do desempenho no campo. Outro ponto de destaque é o novo design da cabine com comandos ergonomicamente dispostos, mais espaço interno e visibilidade para o condutor, além da suspensão mecânica que foi aliada ao banco com suspensão pneumática, proporcionando maior conforto operacional.

 

Fonte:https://www.agrolink.com.br

Foto: Massey Ferguson

 

 

Evolução da série MF 7000 Dyna-6, a linha herdou da família anterior a melhor e mais moderna transmissão Powershift do mercado. A tecnologia, que a Massey Ferguson apresentou em primeira mão ao mercado brasileiro, dispensa o uso da embreagem para a troca de marchas e para reversão do movimento de frente e ré, garantindo ao operador o máximo em eficiência com o mínimo esforço. Além de ser uma transmissão realmente automática, na qual após a programação, o trator realiza até seis trocas de marchas sem a interferência do operador no modo trabalho e até 24 trocas no modo transporte.

O IBGE divulgou nesta quarta-feira o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), referente ao 1º trimestre deste ano, que apresentou crescimento de 0,4% em relação ao último trimestre de 2017. Foi o quinto resultado positivo após oito quedas consecutivas, com participação destacada da Agropecuária, que cresceu 1,4%. Os setores de Indústria e Serviços, aumentaram 0,1%. 

Em valores correntes, o PIB totalizou R$ 1,64 trilhão. A Agropecuária representou R$ 93,94 bilhões, Indústria, R$ 291,65 bilhões e Serviços, R$ 1,015 trilhão. A distribuição percentual dos setores no PIB corresponde a 5,7%, 17,8% e 61,9%, respectivamente.

Na comparação com primeiro trimestre de 2017, o PIB registra crescimento de 1,2%, e decréscimo de 2,6% na Agropecuária. A Indústria cresceu 1,6%, e Serviços, 1,5%. Também tiveram variação positiva, o consumo das famílias e a formação bruta de capital. 

De acordo com o coordenador geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Gasques, as estimativas de safra, referentes a abril deste ano mostram que algumas lavouras apresentaram redução de produção e de produtividade no primeiro trimestre do ano.

Entre as quedas estão arroz, de 6,8%, em relação a igual período de 2017, laranja, 9,4%, e milho primeira safra, 17,5%. Essas lavouras também apresentam produtividade inferior à do ano passado. Mas soja apresenta crescimento da produção de 0,6% sobre o primeiro trimestre de 2017, e seus resultados contribuíram para a formação do PIB do trimestre, explica Gasques. 

O PIB acumulado nos últimos quatro trimestres cresceu 1,3%, enquanto a agropecuária teve variação de 6,1%, Indústria, 0,6% e Serviços, 1,0%. Essa taxa elevada para a Agropecuária deve-se a resultados dos últimos três trimestres de 2017, e aos primeiros levantamentos deste ano que apontaram resultados favoráveis para diversas lavouras, observou o coordenador do Mapa.

Períodos de colheita

Em entrevista a jornalistas estrangeiros, em São Paulo, onde participa do Fórum de Investimentos Brasil 2018, o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), comentou que “no sistema montado nas empresas sempre no início da colheita são aceleradas as exportações, depois retidas nos armazéns, de retaguarda, para haver fluxo durante os 12 meses do ano. Você não tem trens para escoar a safra brasileira em quatro meses. É tudo muito caro: barcaças, caminhões. Então o sistema é regulado. Agora, por exemplo, começa a safra de milho novamente e deve haver uma aceleração nesse processo. Começa a safra de algodão, nova aceleração. Terminando, volta à normalidade no escoamento”.

Por: MAPA

Fonte: www.agrolink.com.br

O Boletim Cenários Ibá, produzido pela Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), indica que as exportações do setor, no acumulado dos quatro primeiros meses, avançou, em valores, 38,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo R$3,5 bilhões. Houve crescimento nos três produtos: celulose, papel e painéis de madeira. Com este panorama, o setor aumentou sua representatividade nas exportações nacionais, em comparação a 2017, chegando a 11,6% de participação no agronegócio e 4,7% nas exportações totais. No saldo da balança comercial, o setor cresceu 42,0%, totalizando R$3,2 bilhões.

Entre os produtos e seus destinos, destaque para a celulose, que aumentou seu faturamento em 37,9% na exportação para a China, 55,6% para a América do Norte e 63,4% para a Europa. Isto significa aumento de 48,7% nos valores acumulados de negociação do produto com o mercado externo, na comparação da somatória do período entre janeiro e abril deste ano frente 2017. Para o segmento de papel, a América Latina ampliou o consumo desse insumo em 14,7% no comparativo com o ano anterior, sendo o destino com maior volume monetário de transações, chegando a US$ 438 milhões. A comercialização para o mercado externo de painéis de madeira, por sua vez, demonstrou avanço de 15,1% na totalidade dos destinos em valor.

Fonte: www.agrolink.com.br

 

A colheita da safra 2017/2018 no Rio Grande do Sul está em fase de conclusão. Conforme o levantamento divulgado pela Seção de Política Setorial do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) na quinta-feira (17), foram colhidos até o momento 1.034.486 hectares, ou 96,6% do total semeado de 1.070.362 ha de arroz no Estado. As informações são baseadas nos dados fornecidos pelo Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) e Núcleos de Assistência Técnica e Extensão Rural (Nates). Até o período, a produtividade média no RS é de 7.936 quilos por hectare.

A região da Planície Costeira Externa está com 129.800 ha (99,3%) de área colhida, produtividade de 6.819 kg/ha, seguida pelas regionais da Fronteira Oeste, com 313.155 ha (98,9%) de área colhida, produtividade de 8.520 kg/ha; Planície Costeira Interna, 139.076 ha (97,6%) de área colhida, produtividade 7.382 kg/ha; Zona Sul, 167.852 ha (95,6%) de área colhida, produtividade de 8.229 kg/ha; Depressão Central, 133.853 ha (93,6%) de área colhida, produtividade de 7.851 kg/ha; e Campanha, 150.750 ha (93,1%) de área colhida, produtividade de 7.943 kg/ha. 

Segundo o levantamento desta semana, a região produtora da Planície Costeira Externa atualmente é a mais adiantada, porém com a produtividade menor entre as seis coordenadorias do instituto. A Fronteira Oeste lidera em produtividade até o período.

Algumas cidades já concluíram a colheita desta safra, tais como: Capão do Leão, Charqueadas, Osório, Palmares do Sul, Pelotas, Rio Grande, Santo Antônio da Patrulha, São Borja e Torres.

Por: IRGA

Fonte: https://www.agrolink.com.br

 

A União Europeia publicou hoje (16) no Jornal Oficial da União Europeia o regulamento que proíbe a importação de carne de frango de pelo menos 20 frigoríficos brasileiros. Doze deles pertencem à companhia de alimentos BRF. A proibição foi decidida com base em denúncias de fraudes cometidas por empresários e fiscais agropecuários federais, decorrentes da terceira fase da Operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal, em março do ano passado.

A Operação Trapaça teve como alvo a BRF, que é dona das marcas Sadia e Perdigão. O grupo é investigado por fraudar resultados de análises laboratoriais relacionados à contaminação pela bactéria Salmonella pullorum. Em nota, a empresa negou riscos para a saúde da população.

No regulamento, as autoridades europeias dizem que a partir de março de 2017 os Estados-Membros notificaram “um número significativo de casos de incumprimento grave e reiterado devido à presença de Salmonella em carne de aves de capoeira e preparados de carne de aves de capoeira originários de vários estabelecimentos no Brasil”.

Ainda de acordo com o regulamento, as autoridades competentes brasileiras foram informadas destes casos e convidadas a tomar as medidas corretivas necessárias. “As informações recebidas das autoridades competentes brasileiras e os resultados dos controles oficiais nas fronteiras da União não permitiram demonstrar que foram tomadas as medidas corretivas necessárias para corrigir as deficiências identificadas. Por conseguinte, não existem garantias suficientes de que esses estabelecimentos cumprem atualmente os requisitos da União, e os seus produtos podem, por conseguinte, constituir um risco para a saúde pública”, informa o documento publicado no Jornal Oficial da União Europeia.

“É, pois, necessário retirá-los da lista de estabelecimentos a partir dos quais são autorizadas importações de produtos à base de aves de capoeira na União”, acrescenta o documento, ao afirmar que investigações e medidas adotadas recentemente no Brasil indicam não haver garantias suficientes de que os estabelecimentos citados cumprem os requisitos aplicáveis da União.

“Os produtos podem, por conseguinte, constituir um risco para a saúde pública e é conveniente retirá-los da lista de estabelecimentos a partir dos quais são autorizadas importações de carne e produtos à base de carne na União”, conclui o regulamento.

Contatado pela Agência Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou estar atuando para reverter a situação, mas que não comentará as argumentações apresentadas no regulamento da União Europeia.

Aumento da oferta no mercado interno

Com a limitação da exportação para o mercado europeu, a expectativa é que aumente a oferta no mercado interno, o que tornará o frango mais barato momentaneamente para o consumidor brasileiro. Por outro lado, poderá resultar em demissões no setor. As vendas para a União Europeia já vinham apresentando quedas.

De acordo com o Ministério da Agricultura, no ano passado, o Brasil exportou 201 mil toneladas para o bloco. Em 2007, chegou a exportar 417 mil toneladas. Em valores, no ano passado, foram exportados US$ 765 milhões em frango.

Projeção feita recentemente pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) indica que o embargo da União Europeia ao frango brasileiro deverá gerar, neste ano, perda de 30% sobre o total do produto exportado pelo Brasil para o bloco, que é composto por 28 países.

A decisão de embargo terá impacto em 20 plantas exportadoras (unidades de produção) de nove empresas. De acordo com a ABPA, o Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo. Ao longo de quatro décadas, o país embarcou mais de 60 milhões de toneladas de carne de frango, em mais de 2,4 milhões de contêineres para 203 países.

No final de abril, os ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) autorizaram por unanimidade o início das tratativas de abertura de contencioso junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), contestando barreiras impostas pela União Europeia à carne de frango brasileira.

Na manifestação, a Camex argumenta que, apesar de a comunidade europeia argumentar tratar-se de questão sanitária, bastaria aos frigoríficos brasileiros pagar uma tarifa de 1.024 euros por tonelada e mandarem tudo como carne in natura, produto que entra no bloco sem problemas sanitários.

 

Edição: Maria Claudia
 
Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil  Brasília
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