Rural

Rural (176)

A cultura do milho no Estado já conta com 72% da área cultivada colhida e apresenta 1% das lavouras ainda em desenvolvimento vegetativo; 3% em floração e 12% em enchimento de grãos. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (15/03), a condição do clima no geral vinha proporcionando um bom desenvolvimento para o milho safrinha. Todavia, a falta de chuva em algumas localidades da região das Missões já começa a apresentar problemas para o desenvolvimento do milho que está entrando em floração e ou formação da espiga. É muito importante que ocorra chuva nestas localidades para garantir uma boa safra e reduzir a apreensão dos produtores.

Se existe a expectativa de redução na produtividade dessas lavouras devido à redução de chuvas nessa região, nas lavouras de milho da safra principal as produtividades obtidas confirmaram e até superaram em alguns casos a expectativa inicial. Na região Norte do Estado, é intensa a movimentação de milho para liberar os armazéns para posterior armazenamento de soja, que deverá ter a colheita intensificada a partir de agora. 

Já a cultura da soja vem evoluindo rapidamente para o estágio de maturação fisiológica. As primeiras áreas colhidas estão apresentando produtividade dentro do esperado, mas abaixo da expectativa criada pelos produtores que, em meados de fevereiro, ainda desejavam obter rendimentos similares aos do ano passado. 

No geral, o clima vinha contribuindo para o bom desenvolvimento da oleaginosa, que avança em seus estádios evolutivos. Na maioria das lavouras, as plantas estão com bom porte. Entretanto, a redução das chuvas nesta primeira quinzena de março tem ocasionado apreensão nos produtores, uma vez que em localidades que não receberam chuvas nos últimos 20 a 25 dias, assim como em áreas de solo raso, já se observam partes de lavouras com soja que estão secando e plantas com sintomas de deficiência hídrica e má formação de vagens e grãos, com provável redução da produtividade esperada. 

Na Fronteira Oeste e Campanha, duas importantes regiões produtoras de arroz, as condições climáticas continuam favorecendo a realização de tratos culturais nas lavouras e também os trabalhos de colheitas. Nas áreas semeadas em setembro, os tratos culturais ocorrem de forma acelerada, sendo que em alguns municípios destas regiões já foram colhidas mais de 30% das áreas. Esse fato tem compensado atrasos em outras regiões que sofreram mais com as intempéries, ainda em novembro, durante o plantio. 

Em termos gerais, a colheita do arroz no Estado atinge 13% da área plantada. Os dias com boa luminosidade e temperatura elevada foram benéficos para as lavouras que se encontram, na sua grande maioria, em enchimento de grãos (60%) e maturação (20%), mantendo expectativas positivas quanto à futura produção. 

A colheita do feijão 1ª safra segue em andamento nos Campos de Cima da Serra, última região a implantar as lavouras do primeiro ciclo e, em especial, os municípios de Muitos Capões, Esmeralda e Vacaria, onde se concentra quase a totalidade da área de feijão da região. 

A safrinha de feijão está em formação de vagens, com lavouras apresentando bom aspecto e bom estado sanitário quanto a doenças e pragas, devendo resultar em bons rendimentos, se mantidos o clima e estado sanitário. Boa parte dessa cultura de segunda safra no RS se destina à subsistência familiar, com reserva de sementes e venda de alguns excedentes. Em áreas das regiões Celeiro, Fronteira Noroeste e Alto Jacuí, elas estão com bom desenvolvimento, sendo a grande maioria cultivada em áreas com sistema de irrigação. Produtores realizam os tratos culturais e é baixa a incidência de pragas e doenças. 
 
 
Imagem créditos: Cleuza Brutti

As demandas doméstica e internacional enfraquecidas no segundo mês de 2018 reforçaram as consecutivas quedas nos preços do suíno, conforme indicam pesquisadores do Cepea. No acumulado de fevereiro (de 31 de janeiro a 28 de fevereiro), a cotação do suíno posto chegou a cair 10% na região norte do Paraná e 5,7% na SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba). 

Nestes primeiros dias de março, o preço do suíno no mercado independente continua em baixa em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea. Quanto ao cenário externo, a Secex aponta que os embarques de carne suína in natura somaram 35,7 mil toneladas em fevereiro, menor resultado do setor desde março de 2015, quando o volume foi de 30,6 mil toneladas.

Fonte: www.agrolink.com.br

Por: CEPEA/ESALQ

O Banco DLL e a Jan Implementos Agrícolas dão início na Expodireto Cotrijal a contrato de cooperação no fornecimento de soluções de financeiras para a aquisição de produtos da fabricante de maquinário com sede em Não-Me-Toque. Com a parceria, o DLL passa a ser o principal provedor de linhas de financiamento aos clientes da Jan, empresa gaúcha com mais de 55 anos de atuação no mercado. O anúncio da parceria será feito na noite desta segunda-feira (5/3), a partir das 18h30min, durante coquetel de confraternização na sede da Associação dos Funcionários Jan.

O Jan Finance vai possibilitar a oferta de crédito por meio de todas as linhas do governo federal (Finame/Bndes) e modalidades de Crédito Direto ao Consumidor (CDC). Poderão ser contratadas para a aquisição de todos os modelos de equipamentos fabricados pela Jan, com destaque para os pulverizadores autopropelidos, distribuidores de insumos, transportadores e implementos em geral.

A parceria entre banco DLL e Jan resultará em grandes benefícios aos clientes da fabricante de Não-Me-Toque. Segundo Eduardo Luís Thomé, gerente comercial do DLL, a nova forma de atendimento trará mais facilidades ao produtor, que receberá um serviço customizado por parte das revendas, com suporte dos coordenadores comerciais do banco, e terá um processo de financiamento mais rápido. O Jan Finance também terá um portal exclusivo de negócios e aplicativo, onde gestores da fábrica e revendedores da marca poderão acompanhar em tempo real o andamento das operações de crédito e, assim, tomar decisões mais rápidas.

Desde 2011, a JAN opera com o DLL de forma indireta. “Agora, a JAN tem um contrato direto com o DLL, com um portal próprio que dará mais agilidade aos concessionários e ao fabricante”, afirma Thomé.


Jardine Agência de Comunicação
www.jardinecomunicacao.com.br

A 7ª edição da Colheita da Oliva ocorre nesta sexta-feira (2) na propriedade de Fernando Schwanke, Quinta Santha Julia, localizada na RSC 471, km 207, na divisa dos municípios de Encruzilhada do Sul e Pantano Grande.

 Durante a abertura oficial, o secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo, anuncia os dados do Cadastro Olívicola 2017, trabalho elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi), com a colaboração da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibroliva), apresentando dados atualizados da distribuição de áreas plantadas, do número de produtores por região e por municípios e outras informações do setor olivícola gaúcho. Os dados apontaram um crescimento de área plantada surpreendente, já superando, em dezembro de 2017, a meta estabelecida pelo Pró-Oliva, para o final de 2018.

 “Sem dúvida os números que apresentaremos são animadores, o que só nos confirma o potencial de desenvolvimento e crescimento da olivicultura no Rio Grande do Sul, que a partir do lançamento do programa estadual Pró Oliva e da criação do Ibraoliva, tem se fortalecido. O cadastro Olivícola é uma importante ferramenta onde podemos fazer a radiografia do setor e elaborar políticas de fomento”, destaca o secretário Ernani Polo.

O evento é promovido juntamente com o Ibraoliva e com as prefeituras de Encruzilhada do Sul e Pantano Grande. A programação prevê o início das atividades às 10h da manhã com visitação a estandes de expositores de máquinas, equipamentos, insumos e serviços voltados à produção de oliveiras, além de oito marcas de azeites gaúchos que estarão presentes com seus produtos. O ato de abertura oficial está marcado para as 15h.

 A Emater apresenta três estações técnicas sobre a escolha do local, preparo e correção do solo, adubação e variedades. A Seapi apresentará a mostra Salão do Azeite Gaúcho com a participação de 20 marcas de azeites fabricados no estado.

Texto: Ascom Seapi
Edição: Léa Aragón/ Secom

A alta dos preços da soja registrada nas últimas semanas vem gerando dúvidas no produtor sobre o melhor momento para vender seus lotes. Na avaliação do analista da T&F Consultoria Agroeconômica, Luiz Fernando Pacheco, a chave para as perspectivas dos preços da soja em 2018 está na Argentina.

“Os preços e a lucratividade da soja já tiveram boas evoluções neste mês de fevereiro, por conta da seca na Argentina. Este país é importante no mercado internacional porque é o maior exportador de farelo e de óleo de soja e o terceiro maior exportador de soja em grão”, explica o especialista. 

De acordo com ele, uma quebra como a deste ano, de 9 milhões de toneladas (caindo de 56 milhões de toneladas produzidas em 2016/17 para 47 MT projetadas para 2017/18) já admitidas pela Bolsa de Cereales de Buenos Aires, pode desequilibrar o quadro de oferta e demanda mundial destes produtos. Isso traria reflexos sobre a demanda no Brasil e nos EUA, por exemplo, onde os preços estão subindo por conta disto. 

“Ocorre que a discussão sobre a produção final ainda não terminou e a quebra pode ser maior. Há alguns analistas que falam em 45 MT, outros 44 MT. O principal meteorologista da BCBA (Bolsa de Cerais de Buenos Aires) afirmou que, se o estresse das plantas continuar, a safra não deverá passar de 40MT”, afirma Pacheco. 

Ele ressalta ainda que, como a colheita da soja na Argentina só estará completa em abril, talvez meados de maio, só então se terá a confirmação (ou não) destes dados. Além da Argentina, o mercado também vai ficar na dependência dos EUA. Em maio haverá o anúncio das intenções de plantio, que ocorrerá só em setembro e, até lá, a dependência do que poderá acontecer com a safra americana será igualmente dramática. 

“Finalmente, neste ano de eleição, para onde irá o dólar? Pouco provável que caia, mas, até onde poderá subir? A T&F Consultoria vem falando que haverá picos durante o ano (maiores a partir de julho, quando se acirrarem as disputas das eleições e não uma alta contínua), que deverão ser aproveitados para a fixação do dólar no mercado futuro da B3 (ex-BMF), assim como se deverá aproveitar os picos de Chicago para fixar os preços do mercado de lotes. Por conta destas incertezas, há um mundo de especulações no mercado”, pontua o analista da T&F. 

“Já existe uma boa lucratividade apresentada pela soja até este momento, como mostramos no texto anterior. Então, a recomendação é vender nos preços de mercado até o final de maio algo como 40% do que o produtor espera colher, para garantir o ressarcimento dos investimentos e custos feitos na lavoura. Sobrarão, portanto, 60% dos lotes para serem negociados à medida que os preços subirem”, conclui. 

Por: AGROLINK -Leonardo Gottems 

Imagem créditos: Cropchem

A colheita do milho segue de modo normal na parte Norte do Rio Grande do Sul, onde as lavouras se encontram em estágio mais adiantado. Como um todo, o percentual de produto colhido atinge 32% das lavouras plantadas nesta safra, ficando dentro da média para o período. De acordo com a Emater, na região de Santa Rosa o percentual chega a 72%.

Nessa região, a produtividade média das lavouras sem irrigação gira ao redor dos 7 mil kg/ha; já as irrigadas alcançam pouco mais de 10 mil kg/ha. Ao Leste, na região de Ijuí, o percentual é semelhante e os rendimentos médios superam os 8 mil kg/ha.

Tendo em vista a inconstância das chuvas ao longo do ciclo dessas lavouras, esses rendimentos podem ser considerados excelentes. Porém, as lavouras situadas ao Sul não deverão se aproximar desses patamares, influenciando de modo negativo a média geral para o Estado. 

Assim como no milho, a soja começa a registrar as primeiras colheitas também na região administrativa de Santa Rosa. Mais precisamente na Fronteira Noroeste, cerca de 2 mil hectares já foram colhidos, com produtividade média de 3 mil kg/ha. 

No caso da soja, é prematuro extrapolar esses resultados para as demais regiões, principalmente pelo comportamento observado nas condições meteorológicas até o presente. Todavia, a tendência, segundo técnicos, é que a Metade Norte não se distanciará muito do esperado inicialmente. Já a Metade Sul seguramente terá dificuldade em obter rendimentos aceitáveis. 

O cenário não é propriamente uma novidade para o Estado. Em anos anteriores, tal como ocorreu na safra 2012/2013, situação semelhante foi registrada. Ocorre que de lá para cá, por razões de conjuntura e condições climáticas excepcionais sucessivas, a cultura da soja avançou de forma significativa no Sul do Estado. 

Já a cultura do arroz segue evoluindo de maneira satisfatória, sem maiores percalços, em que pese a forte estiagem na Campanha e no Sul do Estado. Até o momento não há informações de indisponibilidade de água para a finalização da irrigação necessária, embora alguns mananciais apresentem decréscimo acentuado nas cotas de armazenamento.

A Fronteira Oeste começa a registrar as primeiras colheitas de arroz, mais precisamente em Itaqui e São Borja. Nos dois municípios estima-se que tenham sido colhidos 7 mil hectares até o momento, com produtividades que giram em média de 8 mil kg/ha, com boa qualidade de grão. A partir de agora, a colheita deve tomar impulso, uma vez que 8% do total das lavouras do Estado se encontram maduras e prontas para serem ceifadas. Outros 30% atingem a formação de grão.
 
 
Fonte: https://www.agrolink.com.br

A produção brasileira de milho está prevista pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em 92 milhões de toneladas, o que seria 6% a menos que a temporada anterior. O principal motivo da redução de oferta total é a menor área plantada tanto na safra verão quanto na safrinha.

O plantio da safra de verão tem diminuído em nove dos últimos 10 anos, mas os preços baixos e os estoques altos do ano passado motivaram a ainda mais produtores a reduzirem superfície.  

A estimativa das exportações brasileiras de milho foi reduzida levemente para 34 milhões de toneladas durante o ano agrícola que começou em Março de 2017. Isso ainda seria um pouco mais do que dobro do volume exportado em 2015/2016 e é próximo do recorde histórico.

O Brasil continua a ser importador de milho com um volume insignificante com pequenas quantidades vindas anualmente do Paraguai e da Argentina para suprir operações de avicultura e suinocultura. Para os produtores de Santa Catarina, o custo de importar traz benefícios importantes comparado a trazer do Mato Grosso.

O USDA prevê um consumo brasileiro de milho de 61,5 milhões de toneladas, o que seria um crescimento e que deveria continuar crescendo durante 2018. A avaliação do órgão norte-americano é que a retomada da economia permite que os brasileiros voltem a consumir proteína animal.
 
Fonte: www.agrolink.com.br

As lavouras de soja da área de atuação da Cooperativa Agroindustrial Copagril estão se aproximando do período de colheita de mais uma safra, momento em que muitos agricultores buscam informações e produtos para realizar a dessecação pré-colheita da soja. Mas para realizar a prática da dessecação é necessário ter alguns cuidados na hora de sua realização, afinal, a prática da dessecação traz benefícios, mas pode ser prejudicial se executada de maneira incorreta.

Momento exato 

A dessecação quando feita no período correto traz aos agricultores vários benefícios, dentre os quais estão:

• Uniformidade de maturação;

• Antecipação da colheita;

• Eliminação de plantas daninhas

• Plantio da cultura subsequente no limpo;

• Melhor resultado na safrinha;

• Redução de perdas na colheita, como impurezas, proporcionando grãos mais limpos;

• Melhor qualidade dos grãos colhidos.

Ganho

O momento exato para a realização da dessecação é considerado o ponto mais crítico da prática a ser utilizada. O ganho com a dessecação na antecipação da colheita pode variar de 3 a 7 dias, isto depende muito de vários fatores, entre eles a umidade que o grão apresenta no momento da dessecação, a qualidade do produto utilizado e também as condições climáticas após a dessecação, pois em períodos chuvosos após a dessecação, acontece um atraso no ganho de dias que teria com a realização da prática. Para obter os resultados esperados, o agricultor deve sempre respeitar o período de carência dos dessecantes.

 

Cuidados

As aplicações não devem ser realizadas antes que os grãos da soja estejam fisiologicamente maduros, afinal quando as aplicações de dessecantes são realizadas antes desse estágio, podem ocorrer perdas no rendimento, interferindo assim no enchimento dos grãos e aumentando assim as possibilidades de defeitos como grãos esverdeados. Além disto, se ocorrer chuva após a aplicação, pode haver aumento da incidência de grãos com fungos, por isso é muito importante que o agricultor sempre esteja muito atento a todos os detalhes e procure assistência técnica para realizar esse processo da maneira mais correta possível.

 

Corpo técnico especializado - A Copagril possui profissionais e produtos à disposição para auxiliar o agricultor a fazer a dessecação da soja de maneira correta. Para mais informações do momento exato da aplicação e o produto a ser utilizado, os produtores podem entrar em contato com a equipe técnica da Copagril na unidade mais próxima. 

Por: MASSA NEWS

Fonte: www.agrolink.com.br

 

Produzido artesanalmente com leite cru, de gado criado em pastagens nativas, o queijo serrano é uma das iguarias mais conhecidas no Rio Grande do Sul, uma tradição mantida por gerações. Para garantir a continuidade do trabalho e a produção das famílias pecuaristas, a Fundação Banco do Brasil investiu R$ 150 mil na construção de nove mini queijarias nos municípios de Bom Jesus e São José dos Ausentes, situados em Campos de Cima da Serra. A parceria com a Associação dos Produtores de Queijo e Derivados do Leite dos Campos de Cima da Serra – Aprocampos permitiu a criação de negócios sustentáveis com geração de renda para as famílias participantes.


A propriedade de Adler Antônio Pinto Nunes e Daiane Hoffman, no município de Bom Jesus (RS), foi uma das contempladas com uma agroindústria. Casados há 12 anos e pais de uma menina de 11, eles criam gado de corte e leiteiro (cerca de 40 cabeças) e transferiram a fabricação do queijo que era feita em casa para o novo ponto. Na Fazenda do Tigre, como é chamada, as tarefas são realizadas conjuntamente – o cuidado com o rebanho, as duas ordenhas diárias, o manuseio do leite, a fabricação dos queijos e a comercialização. “Aprendi a fazer queijos com meu marido, e ele já sabia quando casamos, porque aprendeu com os pais. Hoje produzimos 26 quilos de queijo e vendemos no comércio local e para os turistas que passam aqui na BR 285", disse Daiane. A peça custa R$ 22, e o mais maturado, R$ 30.


Com 24 metros quadrados, cada queijaria tem capacidade de produzir 40 quilos de queijo artesanal por dia e são comercializados no município. As estruturas servem também como unidades demonstrativas e de referência não apenas para os 46 associados da Aprocampos, mas também para os demais pecuaristas que têm a fabricação de queijos artesanais como fonte de trabalho e renda.


Apoio técnico
A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater/RS e a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - Epagri são parceiras do projeto nas capacitações dos produtores, qualificação e certificação do queijo.


De acordo com Juruema Batista Velho, técnica social da Emater-RS/Ascar, a caminhada foi longa até deixar os empreendimentos de acordo com as exigências sanitárias, ambientais e tributárias. "Tivemos que nos preocupar com todas as etapas - em não descaracterizar ou alterar a receita tradicional; atender a legislação e até adequar a rotina diária. A qualificação do queijo começa com a sanidade do rebanho, com isenção de qualquer doença, o cuidado com a ordenha e o manuseio adequado do leite, uma vez que trabalhamos com o leite cru”, declarou.

Assessoria de Comunicação da Fundação BB:
Dalva de Oliveira: 61 - 3108-7381
Elizângela Araújo: 61 - 3108-7380
Maria Paula: 61 - 3108-7382

 
 
A 7ª abertura oficial da colheita da oliva está marcada para 2 de março, na propriedade Quinta Santa Júlia, de Fernando Schwanke, localizada nos municípios de Encruzilhada do Sul e Pantano Grande. A data e local foram definidos em reunião nesta quinta-feira (25), por representantes de entidades do setor produtivo, o coordenador da Câmara Setorial da Olivicultura da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Paulo Lipp, o presidente do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), Eudes Marchetti, o prefeito em exercício de Pantano Grande, Ivan Trevisan, e o secretário da Agricultura de Encruzilhada do Sul, Danilo Cardoso.
 
Além da solenidade de abertura, com a presença de autoridades, a Abertura Oficial deve contar também com três estações demonstrativas, com apoio da Emater/RS-Ascar, para mostrar ao público como deve ser feito o planejamento e escolha da área para a implantação de um olival, mudas e variedades disponíveis para comercialização e preparação e correção do solo para a instalação do pomar. O evento terá espaço com estandes para empresas ligadas ao setor exibirem seus produtos, organizado pelo Ibraoliva. Também está prevista uma degustação de alimentos feitos à base de azeite de oliva e azeitonas.
 
 
Texto: Elaine Pinto
Foto: Bethânia Helder
 

Assessoria de Comunicação Social
Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação
(51) 3288-6210 / (51) 3288-6224 / (51) 3288-6228
Página 4 de 18
Topo