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O deputado federal Jerônimo Goergen (PP/RS) revelou boas e más notícias da reunião que a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e técnicos da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) tiveram com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Não houve acordo para a conclusão das negociações sobre o Funrural (Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural).

A boa notícia é de que o prazo de quitação para quem não vinha pagando pode ir para até 20 anos, sendo 15 o normal e cinco restantes para quitar eventuais resíduos. Já a má notícia é que o governo quer não admite adotar uma parcela pré-fixada, mas aplicar juros para os pagamentos futuros utilizando a taxa Selic.

“O ministro confirmou que os débitos dos produtores que não pagaram o Funrural pelos últimos cinco anos (contados até o dia 30 de Abril de 2017) estariam inseridos nessa negociação. Mas apareceu uma proposta diferente da que estávamos negociando na semana passada, com uma entrada de 5% da dívida, que poderia ser paga em cinco vezes, e de um parcelamento em 180 meses (que seriam 15 anos). Dissemos que não era isso que estávamos negociando, e suspendemos a reunião”, conta Goergen.

Ele adianta que não sairá medida provisória (MP) definindo a questão nesta terça-feira (16.05), e que a Frente Parlamentar Agropecuária deve reunir-se para avaliar a proposta. O Funrural hoje é de 2%, e cobra junto 0,2% para o Senar e mais 0,1% de um seguro de ambiente do trabalho, num total de 2,3%. A proposta atual da FPA é de alíquota caindo a 1,5% total para os que vinham pagando à normalidade (sendo 1,2% o Funrural).

“Quem não pagou passaria a pagar a partir de novembro, que é o prazo para adesão – com o qual eu não concordo, porque creio que teríamos de dar prazo até 31 de Dezembro. Isso porque o pagamento só se daria no ano que vem, então não há necessidade de pressa”, afirma o deputado.
 

“Não concordo com o parcelamento de uma entrada de 5% em cinco prestações de 1% a partir de novembro para concluir até março. E isso é do total da dívida, incluindo juros, 100% da multa e dos encargos. O restante seria o parcelamento em 180 meses com até 0,8% sobre o faturamento. Eu não concordo e vejo que cria até uma complexidade de pagamento, porque quando não houvesse produção o agricultor teria de declarar, ou seja, uma burocracia que eu não acho correta”, acrescenta.

Ele destaca, porém, a importância de alongar o prazo de pagamento para 15 anos, definindo 0,8% sobre o faturamento: “Mas ainda estamos discutindo essa questão mensal. Haveria então o desconto total de juros sobre os 95% [restantes] da dívida e 25% de desconto nas multas e nos encargos, como honorários, por exemplo. E conseguimos ainda mais cinco anos, caso haja resíduo, para depois dos 15 anos – então se joga para 20 anos a dívida”.

O governo não aceitou, entretanto, que fosse pré-fixada uma parcela. Quer incidência de juros para os pagamentos futuros, e quer usar a taxa Selic. “Nós pedimos que fosse atualizado por TJLP, mas esse ponto não foi aceito. Eu tenho dito que nós vamos zerar o passado mas vamos jogar um volume maior de dívida para frente. O ministro diz que o produtor se financiou no Estado, mas isso não é verdade, porque o ele teve uma decisão judicial (mesmo que liminar), de que não deveria fazer esse pagamento”, ressalta o parlamentar.

Ele conta ainda que o governo vai exigir que o produtor abra mão de qualquer ação judicial quanto a isso, embora saiba que o STF pode fazer modulação. “Não acho correto, até porque quem mudou de posição foi o próprio STF. O governo não abre mão de certos pontos que vão descapitalizar o produtor, por isso não dei o aval. É uma negociação que evoluiu, mas vejo grande dificuldade de avançar além disso”, conclui.

Fonte: www.agrolink.com.br

A quarta estimativa de 2017 para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas totalizou 233,1 milhões de toneladas, 26,2% superior à obtida em 2016 (184,7 milhões de toneladas). A estimativa da área a ser colhida é de 60,8 milhões de hectares, apresentando acréscimo de 6,5% frente à área colhida em 2016 (57,1 milhões de hectares). Em relação à informação de março, a produção e a área aumentaram 1,2% e 0,2%, respectivamente. O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representaram 93,7% da estimativa da produção e responderam por 87,9% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, houve acréscimo de 2,4% na área da soja, de 16,5% na área do milho e de 3,3% na área de arroz. No que se refere à produção, ocorreram acréscimos de 17,5% para a soja, 13,5% para o arroz e 46,8% para o milho. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada

 Na presente avaliação para 2017, o Mato Grosso liderou como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 25,0%, seguido pelo Paraná (18,3%) e Rio Grande do Sul (14,6%), que, somados, representaram 57,9% do total nacional previsto. Outros estados importantes na produção de grãos foram Goiás (10,0%), Mato Grosso do Sul (7,9%), Minas Gerais (6,1%), São Paulo (3,6%), Bahia (3,3%), Santa Catarina (2,9%) e Maranhão (2,1%) que integram também o grupo dos dez maiores produtores do País.

Estimativa de abril para a safra 2017 é 1,2% maior que a de março

No Levantamento Sistemático da Produção Agrícola de abril destacaram-se as variações nas seguintes estimativas de produção, comparativamente ao mês de março: café canephora (2,8%), soja (1,7%), milho 2ª safra (1,7%), café arábica (1,4%), feijão 3ª safra (1,0%), feijão 1ª safra (1,0%), cana-de-açúcar (-1,5%), laranja (-1,5%), trigo (-2,8%) e feijão 2ª safra (-3,2%).

CAFÉ (em grão) – A estimativa da produção de café do País alcança 2.782.289 toneladas, ou 46,4 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 1,7% em relação ao mês anterior. Os dados foram influenciados pelos aumentos das estimativas de produção do café arábica em São Paulo e do café canephora em Rondônia. O GCEA/SP informou aumento de 19,7% na estimativa da produção este mês, após revisão positiva da área a ser colhida (17,3%) e do rendimento médio (2,1%). Ao todo, São Paulo deve colher 231.321 toneladas do arábica, ou 3,9 milhões de sacas de 60 kg. Em Rondônia, segundo o GCEA/RO, a estimativa da produção do café canephora alcançou 127.903 toneladas, ou 2,1 milhões de sacas de 60kg, aumento de 12,8% em relação ao mês anterior. Os preços compensadores têm incentivado maiores investimentos nas lavouras.

A estimativa da produção do café arábica é de 2.200.371 toneladas, ou 36,7 milhões de sacas de 60kg, aumento de 1,4% em relação ao mês anterior. Este crescimento deve-se à área a ser colhida (1,5%), já que o rendimento médio apresenta queda de 0,1%. Os principais produtores do arábica em 2016 foram Minas Gerais (70,4% do total), seguido de São Paulo (14,1%), Espírito Santo (8,2%) e Bahia (3,4%). Para o café canephora, a produção estimada é de 581.918 toneladas ou 9,7 milhões de sacas de 60kg, aumento de 2,8% em relação ao mês anterior. Os principais produtores de canephora em 2016 foram Espírito Santo (65,1% do total), Rondônia (19,3%) e Bahia (9,8%).

CANA-DE-AÇÚCAR - A estimativa para a produção nacional de cana-de-açúcar em abril foi de 708.410.982 toneladas, uma redução de 1,5% quando comparado com o mês anterior. Este resultado reflete a reavaliação na área a ser colhida nos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, que reduziram suas estimativas em 2,5% e 9,7%, respectivamente.

Com o início da colheita na região centro-sul, geralmente as estimativas sofrem alguns ajustes. Em São Paulo, maior produtor nacional, responsável por 53,9% da produção, o GCEA/SP assinalou aumento da área plantada em 7,1% e redução da área a ser colhida este ano em 2,5%. A redução da área plantada está relacionada aos preços pouco atrativos da cana para o produtor e às dificuldades financeiras enfrentadas pelas indústrias açucareiras. As condições climáticas favoreceram o desenvolvimento dos canaviais, que apresentam boa produtividade.

 No Mato Grosso do Sul, as reavaliações foram positivas para o rendimento médio (10,1%) e negativo para a área plantada. Assim como em São Paulo, o clima favoreceu os canaviais. Porém, os produtores têm enfrentado dificuldades para obter financiamentos e não estão satisfeitos com os preços recebidos pela tonelada de cana, havendo redução na área cultivada.

FEIJÃO - A estimativa da safra de feijão em abril foi de 3.345.132 toneladas, redução de 0,7% em relação ao mês anterior. A área plantada e a área a ser colhida apresentaram reduções de 0,2% e 0,5%, respectivamente, enquanto que o rendimento também apresentou queda de 0,3%.

A 1ª safra de feijão está estimada em 1.578.494 toneladas. O aumento de 1,0% na produção, frente à estimativa de março, reflete o aumento de 1,4% na estimativa da área plantada. O aumento na expectativa de produção da 1ª safra de feijão deve-se, principalmente, ao Estado de Pernambuco, onde a estimativa de produção é 121,4% maior que a de março; a área plantada e o rendimento médio também sofreram aumentos de 81,5% e 26,9%, respectivamente.

A 2ª safra de feijão foi estimada com uma diminuição de 3,2% frente à estimativa de março, refletindo a queda na área plantada que foi de 2,6%; a previsão do rendimento médio também sofreu redução de 0,7%. A diminuição na expectativa de produção da 2ª safra de feijão deve-se, principalmente, ao Estado de São Paulo, onde a área plantada sofreu redução de 41,0% em relação a março, o que reduziu a estimativa de produção em 60,9%, representando uma perda de 45.139 toneladas.

Em relação à 3ª safra de feijão, a previsão é de um aumento de 1,0% na estimativa de produção em relação a março. Os maiores produtores desta safra são Minas Gerais (40,8%) e Goiás (31,5%). Em Minas Gerais, o GCEA/MG espera um aumento de 5,4% na estimativa de produção em relação a março. Para Goiás, o GCEA/GO aguarda uma redução de 3,5%.

 LARANJA - A estimativa da produção de laranja alcança 14.586.402 toneladas, redução de 1,5% em relação ao mês anterior. A área a ser colhida apresenta redução de 3,7%, enquanto que o rendimento médio aumentou 2,3%. Os dados refletiram as reduções nas estimativas da produção em São Paulo e no Paraná, que este mês foram de 1,6% e 7,5%, respectivamente. Essas Unidades Federativas responderam por 77,9% da produção nacional em 2016.
 
Em virtude de longo período de depreciação nos preços da laranja, nos últimos anos houve flagrante redução da área plantada com a fruta em São Paulo, maior produtor nacional e responsável por mais de 70,0% da laranja produzida no País. Contudo, a recente recuperação nos preços da caixa de laranja tem incentivado os produtores a aumentarem os investimentos nos pomares. O clima mais chuvoso também vem colaborando na produção dos pomares paulistas.

MILHO (em grão) - A produção nacional de milho segue com perspectivas animadoras para o ano de 2017, agora com a quase totalidade do milho 1ª safra colhida e a maior parte das lavouras de 2ª safra já estabelecidas a campo. Os levantamentos realizados em abril apontam novo aumento de produção, que deve alcançar 93.457.859 toneladas, acréscimo de 1,2% em relação à estimativa do mês anterior. Este incremento decorre, principalmente, do aumento de 2,4% na área cultivada de milho safrinha, que deve totalizar 11.988.263 hectares, e da revisão do rendimento médio do milho 1ª safra em 0,9%, alcançando 5.446 kg/ha.

Os levantamentos realizados no mês de abril indicam que, mesmo com revisão positiva de 0,9% no rendimento médio da produção do milho 1ª safra, o volume colhido não deve ser muito diferente do levantado no mês anterior, totalizando 30.266.439 toneladas, compensado pela redução de 0,8% na área colhida, estimada em 5.557.535 hectares. Houve significativo aumento de 3,0% na produção em Goiás, influenciada principalmente pela revisão da área colhida, que apresentou acréscimo de 2,3%. Em contrapartida, houve uma queda de 3,2% na produção de milho 1ª safra na Região Nordeste, com destaque para a Bahia, maior produtor regional, com uma produção 10,7% menor que a prevista no mês anterior, uma vez realizadas aferições nas áreas de cultivo, que deve alcançar 363.800 hectares, uma redução de 9,9%. Uma estiagem ocorrida entre dezembro e janeiro inviabilizou o plantio de pelo menos 50.000 hectares no Estado, o que também impacta no rendimento médio em 0,9%, que deve alcançar 3.998 kg/ha. A Região Nordeste deve ser responsável por 32,9% da área colhida no País na 1ª safra do grão. Entretanto, por conta do baixo rendimento médio obtido (2.274 kg/ha), representa apenas 13,7% do volume produzido neste período.

A 2ª safra de milho, mais uma vez, foi revisada positivamente, com incremento de 1,7% em relação ao mês anterior, alcançando 63 191 420 toneladas. Esse crescimento deve-se, principalmente, ao aumento das áreas de produção, que deve alcançar quase 12 milhões de hectares, sendo 2,3% maior que o levantamento anterior. Mato Grosso do Sul, que deve responder por 14,4% da produção nacional neste período, estimou em abril um aumento de 104.438 hectares na área plantada, o que deve aumentar em 7,9% a produção estadual, uma vez que o rendimento médio também obteve acréscimo de 1,5%. O GCEA/MS estima uma produção de 9.078.000 toneladas na 2ª safra em 2017. A produção paranaense, que responde por 22,0% da safrinha, também foi revisada positivamente em 1,5%, alcançando 13.877.010 toneladas. Este dado foi influenciado, principalmente, pelo aumento da área plantada em 27.340 hectares.

SOJA (em grão) - Com a quase totalidade das lavouras colhidas, a expectativa de safra recorde em 2017 vai se confirmando e, após atualização dos dados no mês de abril, a produção segue com perspectiva de aumento, agora estimada em 112.858.921 toneladas, incremento de 1,7% quando comparado ao volume divulgado no mês anterior. A confirmação do bom desenvolvimento das lavouras a campo influenciou na revisão da estimativa de rendimento médio, que foi elevado em 1,8% e deve alcançar 3.327 kg/ha na média nacional. Destaque para os estados do Paraná, Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, que apresentaram aumento no rendimento médio de 1,6%, 2,8%, 5,0% e 7,1%, respectivamente.

O GCEA/PR elevou em 1,8% a estimativa de produção no Paraná, segundo maior produtor de soja do país com 17,4% do total nacional, que deve apresentar uma produção de 19.584.146 toneladas, volume recorde no estado. A colheita foi praticamente concluída e as condições climáticas mostraram-se ideais para o desenvolvimento da cultura que, aliado a alta tecnologia empregada pelos produtores, deve apresentar um rendimento médio de 3.651 kg/ha ou 60,9 sacas/ha, novo recorde estadual.

 O Estado do Mato Grosso do Sul teve sua produção revisada positivamente em 6,0%, alcançando um total de 8.756.373 toneladas. De acordo com o GCEA/MS, foi observada a campo uma maior produtividade nessa safra, estimada em 3.402 kg/ha, devido às boas condições climáticas ocorridas durante o período de desenvolvimento da cultura, que é considerada uma “supersafra”. O Estado deve responder neste ano por 7,8% da produção nacional, ocupando a 5ª colocação dentre as Unidades Federativas.

Em Minas Gerais, foi constatado no último mês, pelo GCEA/MG, significativo aumento de 7,1% no rendimento médio estadual, que deve alcançar 3.433 kg/ha. Com a colheita adiantada, percebeu-se melhora da produtividade nos municípios, principalmente do Noroeste, Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. Esse incremento impacta diretamente no aumento da produção estadual, que deve alcançar 4.905.415 toneladas, volume 6,8% superior ao divulgado no mês anterior.

TRIGO - A estimativa da produção do trigo alcança 5.633.928 toneladas, redução de 2,8% em relação ao mês anterior. A área a ser plantada e o rendimento médio apresentam redução de 2,3% e 0,5%, respectivamente.

O GCEA/PR reduziu a estimativa da produção do Paraná este mês em 4,4%, quando comparado ao mês anterior. Ao todo devem ser colhidas 3.149.806 toneladas do produto. Com o preço pouco compensador e o elevado risco da atividade, perante as incertezas com o clima, muitos produtores preferem antecipar o plantio da soja, para assegurar maior “janela de plantio” para o milho segunda safra. Até o final do período, o plantio havia sido realizado em cerca de 15,0% da área prevista. As lavouras, até então implantadas, apresentam um bom aspecto, atravessando os estágios de germinação (80,0%) e desenvolvimento vegetativo (20,0%).

Estimativa de abril em relação à produção de 2016

Dentre os vinte e seis principais produtos, quinze apresentaram variação percentual positiva na estimativa de produção em relação ao ano anterior: algodão herbáceo em caroço (7,6%), amendoim em casca 2ª safra (36,6%), arroz em casca (13,5%), batata-inglesa 1ª safra (4,0%), batata-inglesa 2ª safra (3,5%), cacau em amêndoa (10,5%), café em grão-canephora (24,6%), cana-de-açúcar (0,3%), cebola (1,7%), feijão em grão 1ª safra (38,4%), feijão em grão 2ª safra (35,4%), milho em grão 1ª safra (24,1%), milho em grão 2ª safra (60,9%), soja em grão (17,5%), sorgo em grão (64,3%). Com variação negativa foram onze produtos: amendoim em casca 1ª safra (-1,6%), aveia em grão (-21,9%), batata-inglesa 3ª safra (-6,7%), café em grão-arábica (-14,7%), cevada em grão (-5,1%), feijão em grão 3ª safra (-0,6%), laranja (-8,4%), mamona em baga (-50,8%), mandioca (-9,6%), trigo em grão (-15,9%) e triticale em grão (-2,8%).

Fonte: www.agrolink.com.br

Imagem créditos: SAP

 

O meteorologista Celso Oliveira, da Somar, alerta para a possível ocorrência de frio tardio e geadas entre o final de Agosto e início de Setembro. O problema, segundo ele, é que o possível fenômeno ‘El Niño’ (que ainda não está confirmado) deve ser de intensidade fraca.

 “O fenômeno ‘El Niño’ tem um nome com uma conotação muito forte. Quando se menciona, já se associa a chuvas em excesso no Sul, seca no Norte e Nordeste. Outro efeito é imaginar que, se deu ‘El Niño’, não vai fazer frio, e o risco de geada é menor”, lembra ele. 
 
O especialista ressalta que, como o evento deve ser fraco, também é importante ter cautela com relação ao final de inverno e início de primavera. O cuidado deve ser ainda maior na segunda quinzena de Agosto, primeira de Setembro, quando os agricultores já começam a instalar as culturas de primavera, ou mesmo o trigo fica mais suscetível a geadas. 
 
“Como o fenômeno é fraco, não quer dizer que não se possa ter um frio tardio. Existe o risco de termos algumas ondas de frio, embora mais espaçadas e não tão frequentes como o normal, mas há possibilidade de frio tardio entre final de Agosto e início de Setembro”, conclui.
 
 
Imagem créditos: Domínio Público

Considerada uma das regiões mais tradicionais do Cavalo Crioulo no país, Bagé (RS) recebe neste próximo final de semana mais uma etapa das Exposições Passaportes que classificam exemplares para a Expointer, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). De 4 a 6 de maio, na Associação Rural do Município, ocorre o evento do Núcleo de Criadores de Cavalos Crioulos de Bagé, que integra a trigésima sétima Exposição da Raça Crioula no município.

Conforme o presidente do Núcleo, Luis Mario Dias, a expectativa é de uma exposição com grande participação de criadores e expositores. A programação terá outras atrações como um ciclo de palestras, organizado em conjunto com a Comissão Jovem da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC), onde participam o superintendente do Setor de Registro Genealógico da entidade, Frederico Araújo, a criadora Márcia Linhares e o jurado André Narciso Rosa, que será o responsável pelo julgamento da Passaporte. "Temos uma parceria grande com as universidades de veterinária que temos em Bagé, o que deve atrair público", ressalta.
 
Sobre o crescimento da raça Crioula na região, que abriga tradicionais e reconhecidos criatórios, Dias salienta também que há um perfil de jovens e profissionais do centro urbano investindo no Cavalo Crioulo, muitos inclusive compondo a diretoria do núcleo. "Seguimos com os tradicionais criatórios de muito resultado na região, mas há muita gente entrando na raça que, com leilões de coberturas, têm acesso a genética importante. São advogados, professores das universidades e outros profissionais liberais que compõem o grupo de associados do Núcleo de Bagé", observa.
Além da exposição e do ciclo de palestras, também será realizado um leilão de coberturas dos principais garanhões da raça Crioula. Organizado pela ABCCC, o circuito da Morfologia 2017 conta com os patrocínios de Supra, Vetnil e Banrisul, além do apoio da Laurentia. 
 

 

Confira a programação

4 de maio de 2017 (Quinta-Feira)

 

8h - Entrada dos animais
15h - Concentração de Machos
18h - Admissão da Morfologia Passaporte
19h - Ciclo de Palestras "Aspectos Morfológicos da Raça Crioula"

5 de maio de 2017 (Sexta-Feira)

8h - Início da Exposição Morfológica
12h - Almoço
14h - Continuação do Julgamento
19h - Coquetel de Confraternização e Leilão de Coberturas

6 de maio de 2017 (Sábado)

8h - Continuação da Exposição
12h - Almoço e Entrega de Prêmios
19h - Leilão Cinco Salsos

 

Fonte: www.agrolink.com.br

Créditos: Fagner Almeida/Divulgação

 A abertura da campanha de vacinação contra a febre aftosa no RS acontecerá nesta segunda feira (01), no Município de Barra do Ribeiro. O ato oficial, que contará com a presença do secretário estadual da agricultura, pecuária e irrigação, Ernani Polo, será as 16h30, na fazenda de propriedade de Selito Carboni,  junto a BR 116, cerca de 800 metros após o trevo de entrada ao município.
 
Esta primeira etapa de imunização do rebanho gaúcho acontece de 1 a 31 de Maio. A expectativa da secretaria da agricultura é que sejam imunizadas 13,8 milhões de cabeças de gado, em cerca de 330 mil propriedades rurais. “É muito importante a contribuição dos produtores nesta etapa, para que vacinem seus animais e auxiliem os técnicos da secretaria da agricultura neste importante ação, que visa manter a sanidade de nosso rebanho. Buscamos cada vez mais a elevação de nosso status sanitário e isto passa por uma campanha bem sucedida”, avalia o secretário Ernani Polo.
 
Por: Alexandre Farina

Planta considerada daninha em muitas pastagens pode ser uma rica fonte de matéria-prima para a indústria farmacêutica. Trabalho inédito desenvolvido pela Embrapa Meio Ambiente (SP) e pelo Instituto Biológico (IB) conseguiu obter do capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) boas concentrações de ácido chiquímico usado na produção do fosfato de oseltamivir, medicamento usado no tratamento da gripe aviária H1N1 e conhecido pelo seu nome comercial: Tamiflu.

A pesquisa foi desenvolvida no âmbito do projeto “Extração e purificação do ácido chiquímico em Brachiaria sp. tratada com subdoses de glifosato” que buscou induzir o acúmulo do ácido no capim por meio de aplicações menores do herbicida glifosato.

Em baixa dosagem, o glifosato atua como hormônio de crescimento e promove maior concentração do ácido chiquímico. Ao bloquear a via metabólica desse ácido, o herbicida aumenta a sua produção. Com esse método, os pesquisadores promoveram aumento dos teores do composto embora ainda menor que do anis-estrelado, em torno de 0,3% para a Brachiaria, o anis concentra 3,05%. “A extração do ácido chiquímico do capim-marmelada, abundante em todo o território brasileiro pode ser uma alternativa econômica viável”, enfatiza o pesquisador da Embrapa Antonio Luiz Cerdeira, coordenador do projeto. 

A diversificação de espécies para obtenção desse composto farmacêutico é particularmente importante porque as fontes tradicionais estão se esgotando, de acordo com Cerdeira. Quase toda a produção do fosfato de oseltamivir (Tamiflu) está concentrada na extração das cascas, folhas e flores do anis-estrelado (Illicium verum), planta cada vez mais rara no mundo e que se encontra sob risco de extinção. A planta é cultivada principalmente na China.

Do ponto de vista industrial, o ácido chiquímico é o composto-chave para a síntese de cosméticos e medicamentos como o Tamiflu, único medicamento efetivo contra a gripe aviária. “O ácido chiquímico é um importante componente da via do chiquimato encontrada nas plantas e microrganismos, principal precursor na biossíntese dos aminoácidos fenilalanina, triptofano e tirosina, além de outros compostos aromáticos”, explica o pesquisador da Embrapa.
 

Pesquisa

Nos experimentos, implantados durante o período de 2013 a 2016, em conjunto com o Laboratório de Ciências das Plantas Daninhas (LCPD) do Centro Experimental do Instituto Biológico (CEIB) situado em Campinas (SP), chegou-se a uma melhor dose de glifosato: 36 gramas por hectare de ingrediente ativo. Segundo o agrônomo do Instituto Biológico, Marcus Matallo, seis a sete dias após a aplicação em planta adulta com dois meses de idade, já aparece o composto.

O projeto foi desenvolvido em duas partes. A primeira conduzida no LCPD combinou-se estudos de campo e de laboratório, nos quais se procurou determinar o estádio de desenvolvimento da planta, a sub-dose e a época pós-aplicação com as quais haveria maior acúmulo do ácido chiquímico. Posteriormente, foram feitas a purificação do composto e a sua extração, baseadas no mesmo procedimento de extração do anis- estrelado, nos laboratórios da Embrapa Meio Ambiente. Todo o processo envolveu desenvolvimento de método original partindo de outra matriz vegetal, a Brachiaria. 

Posteriormente, a equipe de pesquisa desenvolveu um método de purificação e cristalização do ácido utilizando-se de coluna de resina Amberlit e carvão ativado, processo adaptado de vários trabalhos científicos.

O projeto demostrou que o capim-marmelada tem potencial para produzir ácido chiquímico e que sub-doses de glifosato estimularam sua produção pela planta, havendo porém a necessidade de se refinar o método de extração e purificação para se obter melhor aproveitamento, embora não seja, ainda, competitivo com o anis- estrelado. Os pesquisadores também procuram o ácido chiquímico em outras fontes que dispensem a aplicação de glifosato.
 

Tamiflu

O antiviral oseltamivir (fosfato de oseltamivir), de nome comercial Tamiflu, reduz a proliferação dos vírus da gripe, influenza A e B, por meio da inibição da liberação de vírus de células já infectadas, da entrada do vírus em células ainda não infectadas e da propagação do vírus no organismo. Com isso, o medicamento promove a redução da duração dos sinais e sintomas da gripe, da gravidade da doença e da incidência de complicações associadas à gripe.

 

Eliana Lima (MTb 22.047/SP)
Embrapa Meio Ambiente

Telefone: (19) 3311.2748

 

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

A safra 2016/17 de grãos deve chegar a 227,9 milhões de toneladas, com um aumento de 22,1% ou 41,3 milhões de toneladas frente às 186,6 milhões de t da safra passada. A previsão está no 7º Levantamento da safra atual, divulgado nesta terça-feira (11) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A elevação comparada à safra 2015/2016 se deve ao aumento de área e às boas produtividades médias da atual safra, que não sofre a influência das más condições climáticas do ano passado. A previsão é de aumento de 3% na área total em relação à safra anterior, podendo chegar a 60,1 milhões de hectares. Estão incluídas neste prognóstico as culturas de segunda e terceira safras.

Para a soja, a expectativa é de um crescimento de 15,4% na produção, devendo atingir 110,2 milhões de toneladas, com aumento de 14,7 milhões de t em relação à safra anterior e ampliação de 1,4% na área, que deve chegar a 33,7 milhões de hectares.

No caso do milho total, deve alcançar 91,5 milhões de toneladas (37,5% de crescimento), com 29,9 milhões de toneladas para a primeira safra e 61,6 milhões para a segunda. A área total do milho deve alcançar 17,1 milhões de hectares (ampliação de 7,3%). No total, milho e soja representam quase 90% dos grãos produzidos no país.

O feijão primeira safra deve chegar a uma produção de 1,38 milhão de toneladas, resultado 33,4% superior ao estudo de 2015/2016. O feijão segunda safra deve produzir 1,22 milhão de toneladas, sendo 607,1 mil do grão em cores, 216,1 mil do preto e 393,6 mil do feijão caupi. A produção de feijão total pode chegar a 3,29 milhões de toneladas, com área total de 3,1 milhões de hectares. Já o algodão pluma deve crescer 14,3% e chegar a 1,47 milhão de toneladas, mesmo com uma redução de 2,6% na área cultivada.

Cadeia agroindustrial do feijão – O estudo atual traz também informações sobre a produção regional desta cultura e a preferência do brasileiro para alguns tipos mais presentes na sua mesa: feijão comum cores (com destaque para o carioca), comum preto e feijão caupi. O primeiro, de maior consumo no país, tem cerca de 80% de sua produção cultivada nos estados da Região Centro-Sul. Já o comum preto, de consumo em alguns estados, é produzido basicamente no Sul do país, enquanto que o caupi, de consumo tipicamente nordestino, tem produção de 60% em alguns estados do Nordeste.

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O secretário estadual da Agricultura, Pecuária e Irrigação e presidente do Conselho Nacional de Secretários de Estado da Agricultura (Conseagri), Ernani Polo participa, na última quinta-feira (6), em Goiás, da 44ª reunião ordinária da Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa), que será realizada na cidade de Pirenópolis, até dia 07 de abril.  A reunião vai debater os avanços no continente para a erradicação da febre aftosa e também como estão as realidades dos Estados brasileiros nesta questão.  

A Cosalfa está constituída por 26 representantes de 13 países do Continente Americano, sendo um representante do setor público- o Diretor do Serviço Veterinário Oficial - e um representante do setor privado - relacionado com a mais alta entidade nacional que congregue aos produtores pecuários. Os 13 países do Continente Americano, membros da Cosalfa são: Argentina; Brasil; Bolívia; Chile; Colômbia; Equador; Guiana; Panamá, Paraguai; Peru; Suriname, Venezuela e Uruguai.  

Recentemente, o secretário esteve em Brasília, onde participou de reunião no Ministério da Agricultura, ocasião na qual foi apresentado o Plano Nacional de Febre Aftosa, que tem o objetivo de tornar o Brasil zona livre da doença sem vacinação.

Texto: Alexandre Farina


Assessoria de Comunicação Social
Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação

Planta considerada daninha em muitas pastagens pode ser uma rica fonte de matéria-prima para a indústria farmacêutica. Trabalho inédito desenvolvido pela Embrapa Meio Ambiente (SP) e pelo Instituto Biológico (IB) conseguiu obter do capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) boas concentrações de ácido chiquímico usado na produção do fosfato de oseltamivir, medicamento usado no tratamento da gripe aviária H1N1 e conhecido pelo seu nome comercial: Tamiflu.

A pesquisa foi desenvolvida no âmbito do projeto “Extração e purificação do ácido chiquímico em Brachiaria sp. tratada com subdoses de glifosato” que buscou induzir o acúmulo do ácido no capim por meio de aplicações menores do herbicida glifosato.

Em baixa dosagem, o glifosato atua como hormônio de crescimento e promove maior concentração do ácido chiquímico. Ao bloquear a via metabólica desse ácido, o herbicida aumenta a sua produção. Com esse método, os pesquisadores promoveram aumento dos teores do composto embora ainda menor que do anis-estrelado, em torno de 0,3% para a Brachiaria, o anis concentra 3,05%. “A extração do ácido chiquímico do capim-marmelada, abundante em todo o território brasileiro pode ser uma alternativa econômica viável”, enfatiza o pesquisador da Embrapa Antonio Luiz Cerdeira, coordenador do projeto. 

A diversificação de espécies para obtenção desse composto farmacêutico é particularmente importante porque as fontes tradicionais estão se esgotando, de acordo com Cerdeira. Quase toda a produção do fosfato de oseltamivir (Tamiflu) está concentrada na extração das cascas, folhas e flores do anis-estrelado (Illicium verum), planta cada vez mais rara no mundo e que se encontra sob risco de extinção. A planta é cultivada principalmente na China.

Do ponto de vista industrial, o ácido chiquímico é o composto-chave para a síntese de cosméticos e medicamentos como o Tamiflu, único medicamento efetivo contra a gripe aviária. “O ácido chiquímico é um importante componente da via do chiquimato encontrada nas plantas e microrganismos, principal precursor na biossíntese dos aminoácidos fenilalanina, triptofano e tirosina, além de outros compostos aromáticos”, explica o pesquisador da Embrapa.
 

Pesquisa

Nos experimentos, implantados durante o período de 2013 a 2016, em conjunto com o Laboratório de Ciências das Plantas Daninhas (LCPD) do Centro Experimental do Instituto Biológico (CEIB) situado em Campinas (SP), chegou-se a uma melhor dose de glifosato: 36 gramas por hectare de ingrediente ativo. Segundo o agrônomo do Instituto Biológico, Marcus Matallo, seis a sete dias após a aplicação em planta adulta com dois meses de idade, já aparece o composto.

O projeto foi desenvolvido em duas partes. A primeira conduzida no LCPD combinou-se estudos de campo e de laboratório, nos quais se procurou determinar o estádio de desenvolvimento da planta, a sub-dose e a época pós-aplicação com as quais haveria maior acúmulo do ácido chiquímico. Posteriormente, foram feitas a purificação do composto e a sua extração, baseadas no mesmo procedimento de extração do anis- estrelado, nos laboratórios da Embrapa Meio Ambiente. Todo o processo envolveu desenvolvimento de método original partindo de outra matriz vegetal, a Brachiaria. 

Posteriormente, a equipe de pesquisa desenvolveu um método de purificação e cristalização do ácido utilizando-se de coluna de resina Amberlit e carvão ativado, processo adaptado de vários trabalhos científicos.

O projeto demostrou que o capim-marmelada tem potencial para produzir ácido chiquímico e que sub-doses de glifosato estimularam sua produção pela planta, havendo porém a necessidade de se refinar o método de extração e purificação para se obter melhor aproveitamento, embora não seja, ainda, competitivo com o anis- estrelado. Os pesquisadores também procuram o ácido chiquímico em outras fontes que dispensem a aplicação de glifosato.
 

Tamiflu

O antiviral oseltamivir (fosfato de oseltamivir), de nome comercial Tamiflu, reduz a proliferação dos vírus da gripe, influenza A e B, por meio da inibição da liberação de vírus de células já infectadas, da entrada do vírus em células ainda não infectadas e da propagação do vírus no organismo. Com isso, o medicamento promove a redução da duração dos sinais e sintomas da gripe, da gravidade da doença e da incidência de complicações associadas à gripe.

 

Eliana Lima (MTb 22.047/SP)
Embrapa Meio Ambiente

Telefone: (19) 3311.2748

 

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

A Nufarm, uma das líderes do mercado mundial de defensivos agrícolas, apresenta seu portfólio de tecnologias e os lançamentos mais recentes realizados pela empresa no Brasil, durante a Farm Show 2017. A feira, uma das maiores vitrines tecnológicas do setor agropecuário brasileiro, acontece de 28 a 31 de março, em Primavera do Leste (MT).

A empresa australiana também promove durante o evento uma série de palestras sobre Manejo de Plantas Daninhas e dias de campo em torno do novo herbicida ZethaMaxx®, defensivo agrícola indicado ao manejo de um amplo espectro de ervas daninhas da soja, incluindo as de difícil controle como a buva e o capim amargoso.
 
A Nufarm também levará à Farm Show 2017 informações sobre os seguintes produtos: Crucial® (herbicida), Inside FS® (tratamento de sementes-inseticida), Xentari® (bioinseticida), Rivax® (fungicida) e ProGibb 400® (regulador de crescimento vegetal.

Nos últimos anos, a Nufarm investiu somas representativas para ofertar ao mercado um portfólio inovador e de alta tecnologia. Essa gama de inovações será alvo de apresentações e reuniões técnicas envolvendo produtores durante a Farm Show, segundo informa o gerente executivo de Trade Marketing da Nufarm, Jeander Costa.
De acordo com ele, a empresa passou a atuar nos mercados de produtos biológicos, com o lançamento do bioinseticida Xentari®, que age sobre diferentes espécies de lagartas da soja, incluindo Helicoverpa, Heliotis e Spodopteras, e reforçou sua presença no segmento de tratamento de sementes, pela introdução do inseticida Inside FS®. Já a linha de reguladores de crescimento, diz o executivo, foi ampliada com o lançamento da marca ProGibb 400®.

 
Presente no Brasil há 55 anos, a Nufarm oferece soluções inovadoras e competitivas ao produtor rural. Fundada na cidade de Melbourne, atua hoje em mais de 100 países, emprega em torno de 8 000 pessoas e comercializa um portfólio formado por 228 ingredientes ativos de alta tecnologia. A Nufarm Brasil mantém uma unidade fabril no município de Maracanaú (CE), além de oito centros de distribuição localizados nos estados da Bahia, Goiás, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Paraná, São Paulo e Tocantins.

Fonte: www.aglolink.com.br

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