Gisnei

Gisnei

SINOPSE E DETALHES
Não recomendado para menores de 12 anos
Jenny (Katherine Heigl) é uma mulher adulta que sofre grande pressão da família para encontrar um marido e se casar. Mas os pais ainda não sabem que Jenny é lésbica, e namora Kitty (Alexis Bledel), que todos acreditam ser apenas uma colega. Quando revela sua orientação sexual, a família entra em crise. Mesmo assim, Jenny pretende se casar, com a aprovação dos pais ou não.

Data de lançamento 9 de junho de 2016 (1h 35min)
Direção: Mary Agnes Donoghue
Elenco: Katherine Heigl, Alexis Bledel, Tom Wilkinson mais
Gêneros Comédia , Drama
Nacionalidade Eua
Fonte: www.adorocinema.com

Foram 4h20 de viagem em voo fretado desde Los Angeles, na Califórnia, até Orlando, na Flórida.  A delegação da Seleção Brasileira chegou às 7h45 (8h45 de Brasília)  ao Hotel Ritz-Carlton Grand Lakes, onde ficará concentrada até o dia do jogo contra o Haiti.

O jogo contra o Haiti será na quarta-feira (8/6), no Orlando Citrus Bowl, às 19h30 (20h30 de Brasília).  A partida é válida pela segunda rodada da fase de classificação da Copa América Centenário.

O volante Walace, do Grêmio, relacionado para o lugar de Luiz Gustavo, já está integrado à delegação.

Fonte: www.cbf.com.br

Aline Moraes – Correspondente da Agência Brasil

“Não é não” é o nome de uma aliança formada por entidades alemãs que atuam em defesa dos direitos das mulheres, entre elas a Federação de Centros de Apoio a Mulheres, a Associação de Advogadas da Alemanha e o diretório da ONU Mulheres no país. O objetivo é pressionar o governo a adequar a lei de crimes sexuais do país. Uma nova versão está agora em debate no Parlamento alemão.

A legislação atual só considera, de fato, estupro casos em que há sinais claros de uso da força e de que a mulher tentou resistir à agressão. Tais condições vão contra o que determina a Convenção de Istambul, segundo a qual basta não haver consentimento para que se cometa o crime. É esse entendimento que a aliança “Não é não” espera estar garantido na nova lei.

Entre os 47 países membros do Conselho da Europa, 25 ainda não ratificaram a convenção – a Alemanha é um deles. Em vigor oficialmente desde 2014, o tratado foi criado pelo Conselho para estabelecer padrões mínimos para prevenir a violência contra a mulher, proteger as vítimas, levar os crimes à justiça e desenvolver políticas públicas. A pesquisa mais recente, feita em 2014 pela Agência da União Europeia para Direitos Fundamentais (FRA, na sigla em inglês), mostrou que uma em cada três mulheres no bloco já sofreu algum tipo de violência física ou sexual. Uma em cada 20 diz já ter sido estuprada.

Desde que a Convenção de Istambul entrou em vigor, estão sendo pensadas mudanças na lei de crimes sexuais da Alemanha. O debate sobre torná-la mais severa se intensificou após as centenas de denúncias de ataques de cunho sexual na noite de Ano Novo na cidade de Colônia, no fim do ano passado.

No último dia 28 de Abril, foi feita a primeira leitura da nova proposta de lei no Parlamento alemão. As entidades que encabeçam a campanha do “Não é não” entregaram, então, uma carta com centenas de assinaturas direcionada à primeira-ministra Angela Merkel e aos parlamentares, pedindo que todos os atos sexuais sem consentimento sejam criminalizados.

Uma comissão especial está analisando as questões jurídicas e o resultado da audiência pública, com especialistas e parlamentares, realizada na última quinta-feira (1). “A expectativa é de que a decisão seja tomada no fim deste mês ou no começo de julho, até a última sessão do Parlamento antes do recesso de verão”, diz Dagmar Freudenberg, presidente da comissão de Direito Penal da Associação de Advogadas da Alemanha. Ela foi uma das especialistas que participou da audiência pública para defender o princípio do “Não é Não” e acredita que há “uma boa chance” de que a pressão resulte na mudança da lei.

Rede de proteção X mentalidade

Apesar das brechas legais, a rede de proteção às mulheres é um ponto forte do sistema alemão. Além das linhas telefônicas abertas vinte e quatro horas para receber denúncias e oferecer ajuda – em 15 línguas diferentes –, existem centros de atendimento espalhados por todo o país, que acolhem e dão orientação a mulheres vítimas de violência. Eles são coordenados pela Federação de Centros de Apoio a Mulheres e recebem verba federal, além de buscarem alternativas de financiamento.

Nos anos 90 começou a ser implantado nos postos policiais um serviço especializado para atender as vítimas, que se estendeu para todo o país. Agentes – homens e mulheres – recebem treinamento específico e contínuo para tratar casos de violência sexual. “Polícia e entidades de apoio trabalham de forma integrada. Fazemos reuniões conjuntas, discutimos o atendimento sentados à mesma mesa”, conta a socióloga Conny Schulte, que coordena o centro de orientação a vítimas de violência sexual da cidade de Bonn, no oeste do país.

Mas, apesar dessa rede de proteção, Schulte diz que as alemãs ainda têm receio e vergonha de falar sobre a violência sofrida e de procurar ajuda, por causa de uma mentalidade que costuma colocar o foco no comportamento da mulher. Por ano, são registrados 8.000 estupros no país, mas estima-se que 85% a 95% dos casos nem vêm à tona.

“O estupro, claro, é desaprovado pela sociedade alemã. Mas, principalmente quando o agressor é conhecido, ou da família, não é o ato que é questionado, mas o comportamento da mulher. 'Por que você não se defendeu?', 'Por que foi para aquela festa?', 'Mas você não bebeu álcool?'. Então existem ainda muitos mitos e preconceitos quando as mulheres falam sobre o assunto”, lamenta a socióloga.

 

Edição: Fernando Fraga

Os municípios e o Distrito Federal terão que aumentar as matrículas em creches ou atingir patamar mínimo para receber o benefício máximo transferido pelo governo federal. A regra está em medida provisória publicada essa semana no Diário Oficial da União. O benefício extra é destinado a escolas que tenham estudantes beneficiários do programa Bolsa Família.

Os recursos adicionais são estabelecidos em lei de 2012 e fazem parte da ação Brasil Carinhoso, proposta no governo da presidente afastada Dilma Rousseff. Os recursos são usados para melhorar a oferta de educação, garantindo o acesso e a permanência dos estudantes de baixa renda na escola.

Inicialmente, as escolas recebiam 50% a mais por estudante do valor transferido por meio do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), independentemente de terem aumentado ou não as matrículas de um ano para o outro. Em 2015, outra medida provisória estabelecia que o valor transferido seria de até 50%, podendo ser inferior.

Agora para receber um adicional por estudante de até 50% a mais, os municípios e o DF terão que ampliar as matrículas nas creches, que atendem a estudantes de até 4 anos recém completos ou ter pelo menos 35% das crianças nessa faixa etária matriculadas. A regra vale para 2016 e 2017.

A partir de 2018, os municípios terão que cumprir uma meta que será estabelecida pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) para receber o benefício máximo. Caso não cumpram a meta, esse apoio cai para até 25% a mais do valor transferido por aluno.

Para o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Alessio Costa Lima, a medida é negativa e vai aumentar a desigualdade entre os municípios. "Os municípios menores são os menos capacitados, e com a MP podem ser duplamente penalizados. Não conseguem expandir as matrículas porque não têm recursos próprios suficientes e deixam de receber recursos porque não conseguem expandir as matrículas", disse. "Acho que é uma visão equivocada. Tem que haver um incentivo aos municípcios e não punição", defendeu Alessio.

De acordo com o secretário Executivo do MDSA, Alberto Beltrame, a meta a ser cobrada dos municípios ainda será estabelecida. "Vamos conversar com todas as instâncias para definir metas realistas e que possam, de fato, avaliar tanto quantitativamente quanto qualitativamente o atendimento dessas crianças", disse.

A intenção é que as metas sejam definidas até julho deste ano para que possam ser colocadas em prática em 2018. "Não vemos isso como uma forma de prejudicar o município. Não é nossa intenção criar dificuldade para além daquelas que já são conhecidas, que os municípios enfrentam".

Crianças com deficiência

A medida provisória também incluiu na transferêcia adicional as crianças com deficiência, beneficiárias do Benefício de Prestação Continuada (BPC), independentemente de serem beneficiárias do Bolsa Família. "A MP trouxe algo novo que é importante, que é a atenção a microcefalia, em função da proliferação do vírus Zika", disse Beltrame.

De acordo com o secretário executivo, há 25 mil crianças beneficiárias do BPC que não estão no Bolsa Família, logo não recebem a transferência adicional. A inclusão dessas crianças significará um repasse adicional de R$ 41 milhões por ano aos municípios.

A inclusão de crianças de até 4 anos em creches é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Até 2024, 50% das crianças devem estar matriculadas em creches. Atualmente, 29,6% estão matriculadas.

Edição: Fernando Fraga
Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil

A Prefeitura Municipal, através da Coordenadoria Municipal da Mulher e do Centro de Referência Professora Deise participou do ato “Por Todas Elas e Por Mim”, que aconteceu no último sábado (04), no Parque Internacional.
Tendo iniciado pela iniciativa de jovens estudantes do Ensino Médio de uma escola, o ato contou com a participação de várias representações de entidades e autoridades municipais, como o Prefeito Glauber Lima; a Primeira Dama Varínia Lado; o Presidente do Legislativo, Vereador Itacir Soares (PT); o Líder do Governo na Câmara, Dagberto Reis (PT).
A Coordenadora Municipal da Mulher, Luciana Silveira, salientou que tanto a Coordenadoria como o Centro de Referência Professora Deise se somaram na organização deste ato que objetiva reunir a comunidade santanense na luta contra a violência à mulher. “Precisamos lembrar que existem vários tipos de violência, não somente a física, e que estas devem ser denunciadas. Para isso trabalhamos e temos o Centro de Referência à disposição para tratar desse tipo de crime. Vamos apoiar todos esses atos e disseminar a cultura de paz, sem violência”, afirmou.
Brenda Andrade, uma das idealizadoras do ato, agradeceu a todos que participaram do ato e ressaltou que a luta contra a violência às mulheres vai continuar.
 
 
FOTOS JADIR PIRES/ASCOM 

Ingredientes:

1 xícara de abobrinha, ralada

1 ovo

1/4 de cebola, cortada em cubos

1/4 xícara de queijo parmesão ou o queijo que tiver em casa ralado

1/4 xícara de migalhas de pão ou farinha de pão

Sal e pimenta a gosto

Modo de Preparo:

Pré aqueça o forno a 200ºC. Unte uma forma de cupcake e reserve. Rale a abobrinha e coloque em um pano de prato para espremer o excesso de água. Em uma tigela, misture o ovo, cebola, queijo, migalhas de pão , abobrinha, sal e pimenta. Usando uma colher, encha as forminhas até o topo. Asse por 15-18 minutos, ou até que fique dourado.
Fonte: www.comsaborperfeito.com

Estudo da consultoria inglesa PG Economics, divulgado na terça-feira (31), denominado GM Crops: global socio-economic and environmental impacts 1996-2014, mostra que as culturas geneticamente modificadas (GM) favorecem a adoção de práticas agrícolas mais sustentáveis, proporcionando melhorias para a produtividade e para a renda do agricultor. De acordo com o levantamento, em 19 de adoção da biotecnologia agrícola, as culturas GM foram responsáveis por uma produção adicional de 158,4 milhões de toneladas de soja e 321,8 milhões de toneladas de milho. Além disso, a tecnologia também contribuiu com um acréscimo de 24,7 milhões de toneladas de algodão e 9,2 milhões de toneladas de canola.
 
Essa produção extra se deve ao fato de as lavouras transgênicas permitirem que os agricultores reduzam perdas e adotem práticas mais sustentáveis, resultando em incremento de produtividade e, assim, reduzindo a pressão sobre florestas e zonas de preservação ambiental. Se a biotecnologia agrícola não estivesse disponível para os 18 milhões de produtores que a adotaram em 2014, a manutenção dos níveis de produção global teria exigido 20,7 milhões de hectares extras plantados com de soja, milho, algodão e canola. Essa área total é equivalente a um terço das terras agricultáveis do Brasil.
 
Outro benefício da biotecnologia agrícola apontado no relatório da PG Economics é a redução significativa das emissões de gases do efeito estufa. Isso porque, como o manejo dessas culturas é mais fácil, há menor necessidade de utilização de combustíveis. Em 2014, essa diminuição evitou que 22,4 milhões de toneladas de dióxido de carbono fossem jogadas na atmosfera, o equivalente à remoção de 10 milhões de carros das ruas por um ano. Para a bióloga e diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), Adriana Brondani, o levantamento da consultoria inglesa soma-se a outros trabalhos que comprovam que os transgênicos, além de seguros, trazem benefícios. “É cada vez maior o número de estudos científicos sobre transgênicos e todos eles têm confirmado que os organismos geneticamente modificados (OGM) são tão seguros para alimentação humana, animal e para o meio ambiente quanto as variedades convencionais”.
 
Por fim, nos 19 anos de utilização da biotecnologia agrícola analisados pelo relatório, os ganhos econômicos globais com a adoção de transgênicos foram de US$ 150 bilhões (cerca de R$ 540 milhões). “Quando os agricultores optam pelo cultivo GM, os benefícios econômicos são claros, e, em 2014, eles representaram um crescimento médio de US$ 100 por hectare”, afirma Graham Brookes, diretor da PG Economics e coautor do relatório. Em 2014, nos países em desenvolvimento, os agricultores receberam US$ 4,42 para cada dólar investido, enquanto o retorno para os agricultores dos países desenvolvidos ficou na casa dos US$ 3,14 por dólar investido.

 

Agrolink com informações de assessoria

O lendário boxeador Muhammad Ali - um dos maiores esportistas do século 20 - morreu na sexta-feira (3) aos 74 anos. A informação sobre a sua morte só foi conhecida na madrugada desábado (4). Ele estava internado em um hospital de Phoenix, capital do estado norte-americano do Arizona, desde o início desta semana, para tratar de problemas respiratórios.

Até o dia do enterro, previsto para quarta-feira, haverá homenagens ao boxeador em várias cidades dos Estados Unidos. Hoje haverá homenagem em Louisville, Kentucky, sua cidade natal.

Muhammad Ali, que há 30 anos foi diagnosticado com a doença de Parkinson, era conhecido como pelo título "O Maior" (The Greatest), por ter obtido três vezes - em 1964, 1974 e 1978 - o título de campeão mundial de pesos pesados em uma carreira de 21 anos. Ele ganhou o primeiro título mundial aos 22 anos, em 1964, em uma luta contra Sonny Liston, até então considerado um lutador praticamente invencível.

O boxeador se destacou também por lutar abertamente - com sua língua afiada - contra o racismo nos Estados Unidos, em uma época em que os atletas negros costumavam agradar a elite esportiva branca para buscar riqueza e se transformar em celebridades.

Muhammad Ali também desafiou a legitimidade da guerra do Vietnã, ao se recusar, em 1967, a se alistar no exército norte-americano em uma época em que poucos cidadãos ousavam protestar contra o serviço militar, um ato considerado de desobediência civil. Tal atitude custou caro a Muhammad Ali que foi suspenso do boxe por mais de três anos.

Em outra atitude de desafio à tradição cultural e religiosa dos Estados Unidos, o boxeador - que foi registrado com o nome de Cassius Clary em sua certidão de nascimento - mudou o nome para Muhammad Ali depois que anunciou, em 1975, a adesão ao islamismo, em um período em que parte da imprensa e agentes do FBI (a polícia federal norte-americana) consideravam a religião muçulmana como um culto destinado a destruir os Estados Unidos.

Antes de entrar no mundo das competições esportivas, o jovem Cassius Clay era um estudante pobre. Segundo sua esposa Lonnie Ali, ele lutava para conseguir ler, provavelmente porque tinha dislexia. Ele descobriu seu talento para o boxe por acaso: aos 12 anos, foi a uma delegacia de polícia para dar queixa de que sua bicicleta tinha sido roubada. Um policial convidou Cassius para se juntar a um grupo de jovens pugilistas, que treinavam em um ginásio no centro de Louisville.

Muhammad Ali foi considerado o maior esportista do século 20 pela revista Sports Illustrated e personalidade desportiva do século passado pela BBC. Ele escreveu alguns livros sobre sua carreira, entre eles, "The Greatest: minha própria história".

Edição: Lílian Beraldo
José Romildo - Correspondente da Agência Brasil

A produção de petróleo nos campos operados pela Petrobras nas áreas do pré-sal, nas Bacias de Santos e Campos, atingiu novo recorde no último dia 8 de maio, superando 1 milhão de barris por dia de óleo equivalente (petróleo e gás natural) a um novo recorde. A empresa não informou o recorde anterior, nem a data em que foi registrado.

A informação foi dada em nota divulgada na última sexta-feira (3) pela Petrobras, adiantando que mais de 70% deste total dizem respeito à parcela da empresa nas aéreas envolvidas. Com a nova marca, obtida nos campos localizados nas duas bacias, o petróleo do pré-sal brasileiro já responde por cerca de 40% da produção de petróleo no país, hoje estimada em 2,9 milhões de barris por dia.

O resultado foi alcançado menos de dez anos após a descoberta destas jazidas em 2006, e menos de dois anos depois de atingida a produção de 500 mil barris por dia, em julho de 2014. Na avaliação da Petrobras, “isso comprova não só a viabilidade técnica e econômica do pré-sal, como também a sua alta produtividade. Em termos comparativos, o primeiro milhão de barris diários de petróleo produzido pela Petrobras só foi alcançado em 1998, decorridos 45 anos de criação” da estatal.

A empresa ressalta que o recorde foi obtido com a contribuição de apenas 52 poços produtores, o que comprova “o excelente retorno dos investimentos no pré-sal: é importante ressaltar que o primeiro milhão de barris produzido por dia pela companhia, em 1998, foi obtido com a contribuição de mais de 8 mil poços produtores”.

“Os projetos de produção do pré-sal são, hoje, a principal aposta e foco de investimentos da empresa por sua importância estratégica e alta rentabilidade”, afirma a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Solange Guedes. Para ela, “eles são a garantia, junto aos demais projetos do nosso portfólio, de maior previsibilidade para as nossas metas e curva de produção”.

Alta produtividade

A Petrobras ressalta, ainda, que o volume expressivo produzido por poço no pré-sal da Bacia de Santos, em torno de 25 mil barris de petróleo por dia, está muito acima da média da indústria e que, dos dez poços com maior produção no Brasil, nove estão situados nessa área. “O mais produtivo está localizado no campo de Lula, com uma vazão média diária de 36 mil barris de petróleo”.

Capacidade instalada

Hoje, já operam no pré-sal da Bacia de Santos sete sistemas de produção de grande porte, interligados a plataformas flutuantes que produzem, estocam e exportam petróleo e gás. São os FPSOs (unidades de produção semi-submersíveis que exploram, estocam e escoam petróleo e gás natural) Cidade de Angra dos Reis, em operação desde 2010, no campo de Lula; Cidade de São Paulo (desde 2013 operando no campo de Sapinhoá); Cidade de Paraty (desde 2013 no campo de Lula); Cidade de Mangaratiba (desde 2014 também no campo de Lula, área de Iracema Sul); Cidade de Ilhabela (desde 2014 no campo de Sapinhoá, área Norte); Cidade de Itaguaí (2015, no campo de Lula, área de Iracema Norte); e Cidade de Maricá, desde 2016 no campo de Lula, área de Lula Alto.

Há ainda outros oito sistemas de produção operando tanto no pré-sal, quanto no pós-sal da Bacia de Campos. Seis dessas unidades já estavam produzindo no pós-sal, mas, como apresentaram capacidade disponível de processamento, viabilizaram a rápida interligação de novos poços perfurados nas camadas mais profundas do pré-sal.

Duas outras unidades foram implantadas para operar prioritariamente no pré-sal - os FPSOs Cidade de Anchieta (2012) e a plataforma P-58 (2014), ambas para a produção nos campos de Jubarte, Baleia Azul e Baleia Franca.

Custos competitivos

Na avaliação da Petrobras, o pré-sal brasileiro é reconhecido como um dos mais competitivos entre as novas fontes de petróleo atualmente em desenvolvimento no mundo, em função da alta produtividade dos poços, do baixo custo de extração e da aplicação de tecnologias de produção inovadoras desenvolvidas tanto pelo estatal como por seus parceiros.

“A combinação de novas tecnologias com a aceleração da curva de aprendizado técnico, com foco em custos e produtividade, torna os projetos do pré-sal altamente rentáveis para a companhia”. Assim, o custo médio de extração, em decorrência desses fatores, também vem sendo reduzido gradativamente ao longo dos últimos anos.

Passou de US$ 9,1 por barril de óleo equivalente (óleo + gás) em 2014 para US$ 8,3 em 2015, e atingiu um valor inferior a US$ 8 por barril no primeiro trimestre deste ano. “Um resultado bastante significativo se comparado com a média da indústria, que oscila em torno dos US$ 15 por barril de óleo equivalente”.

Expansão do sistema

A Petrobras informou que, ainda no início do terceiro trimestre deste ano, entrará em operação, também na Bacia de Santos, um novo sistema de produção, interligado ao FPSO Cidade de Saquarema, a ser instalado no campo de Lula, área de Lula Central. Essa plataforma terá capacidade para processar até 150 mil barris de petróleo por dia e comprimir 6 milhões de metros cúbicos de gás natural.

Outro grande sistema, conectado ao FPSO Cidade de Caraguatatuba, será instalado no campo de Lapa, ainda no terceiro trimestre deste ano, com capacidade para produzir até 100 mil barris/dia de petróleo e comprimir até 5 milhões de metros cúbicos de gás por dia. Até 2020, estão previstos 12 novos sistemas de produção no pré-sal da Bacia de Santos, finalizou a Petrobras.

Edição: Kleber Sampaio
Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil

O Inter acordou líder isolado do Campeonato Brasileiro 2016 na pultima quinta-feira. Para se manter na ponta, o Colorado trabalha forte preparando-se para os próximos confrontos do Brasileirão. Neste domingo (05/06), às 16h, o adversário é o Vitória, no Barradão, pela 6ª rodada da competição nacional.
Os trabalhos de sexta-feira ocorreram no CT Parque Gigante, no turno da manhã, com muita intensidade e movimentação dos jogadores. Após algumas atividades físicas no gramado, Argel comandou um treinamento de posse de bola e toques rápidos entre os jogadores. Depois, os atletas foram dividos em 4 equipes e realizaram um treino técnico/tático.

Após o treino, o comandante colorado concedeu entrevista coletiva no CT e falou do momento do Inter. "Temos que trabalhar! Todos os jogos valem os mesmos três pontos. Agora vamos pegar um adversário muito forte dentro de casa", falou Argel.
Fonte: www.internacional.com.br
Foto: Ricardo Duarte

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