Gisnei

Gisnei

A CBF Academy prevê uma programação especial para o mês de novembro. Nos dias 8, 9 e 10 do próximo mês será realizado o Workshop Ciências do Futebol na sede da CBF, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ). O curso terá a participação de Fábio Mahseredjian, preparador físico da Seleção Brasileira. O profissional fará a abertura do evento e vai apresentar um case sobre a participação da Canarinho na Copa do Mundo FIFA Rússia 2018. 

– É uma honra para mim poder participar da evolução das ciências aplicadas no futebol. É um assunto que vem crescendo ano após ano e teremos um grande workshop a ser realizado, com convidados internacionais, representantes de Inglaterra, França e Austrália, além dos profissionais brasileiros de altíssima qualidade. Fico muito feliz de poder participar, junto com todos estes grandes profissionais, de um evento que promove o avanço das ciências aplicadas no futebol – destacou Mahseredjian.

A programação do evento prevê profissionais renomados do esporte. Entre eles, estão três futebol internacional. Martin Buchheit, chefe do departamento de performance do Paris Saint-Germain-FRA, vai apresentar a palestra "Monitoramento da carga de treinamento durante a temporada – Relatórios práticos Estatística aplicada a análise de dados no esporte".  Alan McCall, responsável pela equipe de performance e pesquisa do Arsenal-ING, discorrerá sobre o tema "Qual a melhor estratégia? – Períodos de Congestionamento de Jogos, Fatores de Risco e Prevenção de lesões no Futebol & 'Off Fields Brains' – Eles fazem diferença?". Já o australiano Rob Duffield, professor e pesquisador da Academia de Informação da Tecnologia (AIT), vai lecionar sobre estratégias de recuperação em esportes coletivos.

Programação:

Quinta Feira – 08/11/2018
09:00 10:00 Welcome Coffee
10:00 10:30 Dr. Fábio Mahseredjian 
10:30 13:00 Mesa redonda - Andreia Picanço, Fábio Mahseredjian, Guilherme Passos e Rodrigo Lasmar
13:00 14:00 Almoço
14:00 16:30 Dr. Rob Duffield (AIT - AUS) - Estratégias de recuperação em esportes coletivos – Casos práticos
16:30h Coffee Break 
17:00 18:30 Dr. Guilherme Artioli - Suplementação para o Futebol
18:30 19:30 Orlando Laitano - A ciência da individualização da nutrição e hidratação no futebol em busca do melhor desempenho

Sexta Feira – 09/11/2018
09:30 13:00 Dr. Martin Buchheit (PSG) - Monitoramento da carga de treinamento durante a temporada – Relatórios práticos Estatística aplicada a análise de dados no esporte
13:00 14:00 Almoço
14:00 15:00 Dr Guilherme Oliveira (CRU) - Alimentação Pré e Pós Jogo
15:00 16:00 Santiago Sodini - Monitoramento de cargas de treino com uso do GPS
16:00 16:30 Mesa Redonda
16:30 Coffee Break 
17:30 18:30 CBF - Futebol Feminino
18:30 19:30 Dra. Eimear Dolan (USP) - Deficiência de energia relativa no esporte - REDs

Sábado – 10/11/2018
09:00 13:00 Dr. Alan McCall (ARSENAL) - Qual a melhor estratégia? – Períodos de Congestionamento de Jogos, Fatores de Risco e Prevenção de lesões no Futebol & 'Off Fields Brains' – Eles fazem diferença?
11:00 Coffee Break 
13:00 13:30 Mesa Redonda

MAIS INFORMAÇÕES:​

CBF Academy – (21) 3572-7173

Site oficial: https://www.cbf.com.br/cbfacademy

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Créditos: CBF Academy

Ao mesmo tempo em que prioriza o andamento das principais ações previstas por todas as áreas pelos próximos dois meses, o governador José Ivo Sartori publicou decreto que dá início à transição. Foi agendada a primeira reunião no Piratini entre José Ivo Sartori e Eduardo Leite, a pedido do governador eleito, que será nesta segunda-feira(5), às 15h.
 
O decreto define o acesso às informações sobre a gestão da administração estadual, como aquelas relativas a atividades exercidas pelos órgãos e entidades, contas públicas e resultados de programas, projetos e ações, incluindo todas as metas e indicadores do Acordo de Resultados.
 
Caberá ao chefe da Casa Civil, Cleber Benvegnú, a coordenação dos trabalhos relacionados à transição por parte do atual governo, envolvendo as pessoas que tiverem conhecimento e experiência para contribuir para a discussão de matérias específicas. O governador eleito fará a indicação dos integrantes e do coordenador de sua equipe com cinco membros. Todas as informações que forem requisitadas devem ser fornecidas em tempo hábil e com precisão.
 
 "A ferramenta do Acordo de Resultados é, praticamente, uma transição pronta. Nossa disposição é de total colaboração com o governador eleito e vamos cumprir com nossa responsabilidade pública até o último dia da gestão", disse Benvegnú, reforçando que o governo sempre manteve uma postura de transparência em relação ao conjunto de informações. O chefe da Casa Civil já alinhou com sua equipe a tramitação de processos administrativos dos mais diversos órgãos para os próximos dois meses.
 
Outra definição do decreto é que pedidos que envolvam proposições de atos normativos, inclusive propostas de emendas constitucionais, projetos de lei e decretos, devem ser formalizados à Casa Civil, acompanhados de minuta contendo o texto para o ato proposto.
 
Benvegnú também ressaltou que está sendo colocada à disposição para a transição as instalações do Centro de Treinamento da Procergs, na zona sul de Porto Alegre. As reuniões de servidores com integrantes das equipes devem ser agendadas com indicação dos participantes e dos assuntos a serem tratados.
 
Texto: Ascom Casa Civil
Edição: Léa Aragón/ Secom
 
Foto: Leandro Osório/Especial Palácio Piratini

Quem deseja descobrir como viviam os gaúchos que lutaram na Guerra dos Farrapos, saber da rotina dos índios nas Missões, ou entender o tempo e a vida do governador positivista Júlio de Castilhos, não pode deixar de visitar o museu que reúne uma grande parte da história do Rio Grande do Sul. Instalado em dois casarões no Centro Histórico de Porto Alegre, próximo à Catedral Metropolitana, ao Palácio Piratini e à Praça da Matriz, o Museu Júlio de Castilhos é o mais antigo do estado. A história preservada por meio de seus móveis, objetos, documentos e narrativas, é um convite irresistível para quem quiser viajar no tempo por alguns minutos, ou até por um punhado de horas. E o melhor: no feriado desta sexta-feira (2), o local estará aberto para visitação das 10h às 17h. A entrada é gratuita.

O antigo casarão onde viveu e morreu o ex-governador Júlio de Castilhos foi transformado em museu em 1903. Tempos depois, a casa ao lado foi agregada, aumentando o espaço em que podem ser vistas verdadeiras raridades, como armas, lanças, espadas e outros objetos da Revolução Farroupilha. O prédio está impregnado pela trajetória dos farrapos, da arte produzida pelos índios guaranis e pela história do Rio Grande do Sul. Lá estão o retrato pintado a óleo de Gomes Jardim, a máscara mortuária de Júlio de Castilhos, além de móveis e do próprio prédio, cujas paredes exalam a história de uma época. 

 

Composto por cerca de dez mil peças, o acervo do Museu Júlio de Castilhos possui as seguintes catalogações: armaria, arquitetura, arreios, arte náutica, bandeiras, bibliografia, condecorações, documentos, escravatura, etnologia, filatelia, indumentária, instrumentos musicais e de trabalho, máquinas, medalhas, mobiliário, objetos decorativos e de uso pessoal, utensílios domésticos e até viaturas, como a cadeira de arruar, meio de transporte dos mais abastados na época do Brasil Império. Os burgueses eram carregados em cadeiras dessas por escravos em passeios pelas ruas da cidade.

 “Dá para sentir e perceber como as pessoas viviam”, diz a diretora do museu, Gabriela Correa da Silva. Com entusiasmo, ela conta fatos ocorridos no  casarão na época em que Júlio de Castilhos e sua família ali moravam. “Nestas salas ocorriam as recepções, eram recebidos políticos importantes daquele período e muitas decisões sobre a história do nosso estado foram tomadas aqui. Também sabemos – através da construção e objetos – como as pessoas do mesmo nível social deles viviam”, acrescenta.

História viva

 

Diariamente, o museu é visitado por grupos de estudantes vindos de escolas de Porto Alegre, de outros municípios e até de fora do estado. As reações das crianças e adolescentes, ao verem de perto objetos, móveis, armas e tantas outras relíquias de tempos passados, são de pura admiração.

 

Raridades, como o espadim carregado por Giuseppe Garibaldi durante a Revolução Farroupilha, e armas utilizadas pelos soldados imperiais, farroupilhas e pelos lanceiros negros estão expostas. E as atrações não param. Há, ainda, o crânio com mais de dois mil anos de uma índia, imagens esculpidas de santos por índios guaranis, canhões e tantos outros objetos resgatados e preservados.

 

Para muitos estudantes, a ida ao museu é uma novidade. É o caso de Eduarda Mertins Muller, aluna do quinto ano da Escola Municipal Ivone Kaiser, de Alto Feliz. “Acho a visita muito interessante. A gente aprende muitas coisas que nem tinha ideia e tudo que tem no museu é muito lindo. É diferente aprender na escola e depois conhecer aqui como as pessoas viviam”, explicou a menina de 11 anos. Seu colega Claudinei Rasch, de 10 anos, disse que gostou de tudo na visita ao museu, mas o que mais lhe chamou a atenção foi o quarto do ex-governador Júlio de Castilhos. “Além disso, é muito legal ver tantas coisas antigas e interessantes”, comentou.

O analista em assuntos culturais e historiador Gabriel Costa, que orientava a visita dos estudantes, prendia a atenção de todos com tantos detalhes da vida no Rio Grande do Sul do passado. “Aqui dentro, cada passo é uma história diferente”, lembrou Costa, que conta detalhes de cada objeto exposto ou das salas de exposição. E a narrativa vai muito além da história oficial: “Vocês sabiam que os índios guaranis já comiam pinhão, tomavam chimarrão e comiam milho, que é originário daqui?", indagou ele, surpreendendo os visitantes com suas informações.

Entretenimento garantido

 

O visitante ainda pode se deliciar com um saboroso café – ou uma taça de champanhe – na cafeteria do andar inferior do museu, onde está localizada a famosa bota do “gigante”, atração das mais conhecidas do acervo.

Em maio, o Museu Júlio de Castilhos realizou seu primeiro baile de máscaras. O evento foi um sucesso e a renda foi revertida pela Associação dos Amigos do Museu para o pagamento de benefícios no prédio. 

Um interessante evento de visita ao museu é o projeto cultural “Os Caminhos da Matriz”, promovido no último sábado de cada mês. Durante o roteiro turístico são visitados diversos prédios próximos à Praça da Matriz, como os Memoriais do Arquivo Público, da Assembleia Legislativa, cúpula da Catedral Metropolitana, Biblioteca Pública, entre outros. O passeio é gratuito e tem duração de três horas. Não é necessário agendamento prévio.

 

Estrutura de visitação

 

Quem visitar o Museu Júlio de Castilhos poderá ver o acervo da instituição distribuído em várias salas de exposição permanente. Porém, eventualmente, as exposições são modificadas. As salas são classificadas de acordo com o tema das peças expostas.

 

Revolução Farroupilha

 

Mostra de peças ligadas ao conflito que ocorreu no século XIX no estado, compreendendo retratos de líderes da Revolução como Bento Gonçalves e David Canabarro, além de armas e objetos de uso pessoal da época.

 

Sala Missioneira

 

Com alguns raros exemplares de estátuas missioneiras do século XVIII e que constituem as primeiras doações recebidas pelo museu, destacam-se as esculturas de São Francisco Xavier e de Nossa Senhora da Conceição, além de sinos e bancos que pertenceram a capelas jesuíticas.

 

Sala Indígena

 

Enfoca aspectos das atividades sociais e culturais dos grupos indígenas que habitaram o Rio Grande do Sul, exibindo armas, cerâmicas, artesanato e instrumentos de trabalho de diversas etnias, como os caingangues e guaranis. 

 

Gabinete e quarto de Júlio de Castilhos

 

Há peças utilizadas pelo ex-governador durante sua trajetória política, em que se destacam o mobiliário pertencente ao seu antigo quarto de dormir e do seu local de trabalho, além de retratos pessoais e familiares, textos e informações biográficas.

 

Pátio dos Canhões Farroupilhas

 

Integrado em 2003 aos espaços de exposição e remodelado em 2007, o Pátio dos Canhões Farroupilhas mostra ao público canhões que pertenceram à esquadra de Giuseppe Garibaldi e que, por longo tempo, jaziam no fundo do arroio Santa Izabel, em Camaquã, onde foi travada uma das batalhas da Revolução. Os canhões foram recuperados em 1926 e doados à instituição.

 
Quando visitar

As visitas podem ser feitas por qualquer pessoa que queira saber mais sobre a história do Rio Grande do Sul, de terças a sábados, das 10h às 17h. Se a visita for em grupos, mesmo que pequenos, pode ser agendada por e-mail e ser solicitada a orientação dos analistas em assuntos culturais.

Fundado em 1903 como Museu do Estado, por decreto assinado pelo então presidente do Estado Borges de Medeiros, a instituição foi criada com o objetivo de abrigar objetos que vinham sendo coletados desde 1901. Em 1905, a casa da Rua Duque de Caxias, da família de Júlio de Castilhos, que falecera dois anos antes, foi adquirida pelo poder público. Em 1907, o Museu do Estado passou a se chamar Museu Júlio de Castilhos.

SERVIÇO:

Pauta: 
Visita ao Museu Júlio de Castilhos (entrada gratuita)

Quando: 
De terças a sábados, das 10h às 17h

Local: 
Rua Duque de Caxias, nº 1205 e nº 1231, no Centro Histórico de Porto Alegre

Contatos: 
Pelo telefone (51) 3212-9035 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. (onde devem ser agendadas as visitas)

Informações: 
www.museujuliodecastilhos.rs.gov.br ou www.facebook.com/MuseuJulioDeCastilhos.

Texto: Margareth de Paula/Secom
Edição: André Malinoski/Secom

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 3,9 milhões de associados e atuação em 22 estados brasileiros – superou, em setembro, no Brasil, a casa dos R$ 13 bilhões na captação de poupança no ano, com crescimento acumulado até setembro de 2018 superior a 35%. No Sicredi a poupança responsável pelo estímulo ao crédito rural. A cada novo depósito feito em poupança em uma cooperativa do Sicredi, 80% deste valor é priorizado para o crédito rural dos associados da própria cooperativa em que ocorreu o depósito, estimulando desta forma o crescimento da região e fomentando resultados que posteriormente serão compartilhados por todos.

Outro fator que contribui para o incremento da poupança é o constante incentivo que, em suas 115 cooperativas filiadas, o Sicredi promove junto aos associados com programas de educação financeira, crédito responsável e orientações para poupar e planejar o futuro para realizarem sonhos.

Além disso, o modelo de negócio cooperativo permite que os associados se beneficiem de duas maneiras por seus depósitos em poupança: com a própria remuneração do investimento e, também, com a distribuição dos resultados da cooperativa de crédito, definido nas assembleias de prestação de contas das cooperativas.

Cenário Geral da população

O alto índice de desemprego somado a baixa renda de muitos brasileiros faz com que boa parte dos cidadãos tenham dificuldades para manter as contas em dia. Segundo o Serviço de proteção ao Crédito (SPC), mais de 60 milhões de brasileiros, o equivalente a 40% da população adulta do país, estão inadimplentes e têm restrição ao crédito. Além disso, de acordo com um relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), apenas 30% da população têm uma reserva financeira, ou seja, são poupadores ativos.

Embora o contexto seja atual, a discussão sobre como controlar as contas não é exatamente uma novidade e, para colocar a casa em ordem, é preciso que o cidadão tenha uma boa educação financeira no seu dia a dia. “Nós, profissionais da área financeira, sempre defendemos que a educação financeira deve ser aplicada desde a infância, já que mudar hábitos na fase adulta é sempre mais difícil, mas não impossível”, pondera Felipe Azevedo, gerente de investimentos e previdência do Sicredi.

 Gaúchos, Catarinenses e Mineiros: os maiores poupadores

O desempenho da Poupança no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina ultrapassou os R$ 6,73 bilhões de janeiro a setembro de 2018, registrando crescimento de 32,76% no período. Gaúchos, catarinenses e mineiros são responsáveis por mais de 50% de toda a captação do Sistema Sicredi no país. “Este resultado reflete o trabalho árduo das nossas 43 cooperativas filiadas no RS, SC e MG, no empenho de qualificar o relacionamento com o associado e lhe incentivando a desenvolver uma cultura de poupador”, pondera Márcio Port, vice-presidente da Central Sicredi Sul/Sudeste.

Programa de Educação Financeira

O Programa de Educação Financeira tem o papel de cumprir a missão do Sicredi, levando para as comunidades recursos e informações que visam transformar hábitos e atitudes para uma vida financeiramente sustentável. “No RS e SC, usamos a metodologia DSOP, que utiliza os pilares Diagnóstico, Sonho, Orçamento e Poupança para a construção do equilíbrio financeiro”, explica Port.

O relacionamento próximo e o incentivo a educação financeira, características marcantes do Sicredi, visam principalmente compartilhar hábitos financeiros saudáveis, que quanto mais cedo iniciarem - preferencialmente na infância - mais facilmente serão assimilados como estilo de vida.

O Sicredi apoia a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) desde 2015, criada pelo Comitê Nacional de Educação Financeira (CONEF) do Banco Central que, anualmente, realiza no mês de maio a Semana Nacional de Educação Financeira, no país. Na Semana ENEF, por exemplo, realizada sempre no mês de maio, o Banco Central (promotor do evento), reconhece o Sicredi como a instituição financeira com maior número de ações e participantes no Brasil.

No entanto, as ações do Sicredi correm durante todo o ano. De janeiro até agora, o Sicredi já realizou mais de 1,6 mil ações que envolveram mais de 79 mil participantes, que impactaram adultos, jovens e crianças. E tudo começa com uma pergunta: “Que tal aproveitar o Dia Mundial da Poupança, celebrado em 31 de outubro, para repensar seus hábitos e ter uma vida financeira mais saudável?”, indaga Port.

Mônica Freitas Valle Corrêa

Assessora de Comunicação e Marketing

Ao longo da campanha e depois de promulgado o resultado do segundo turno, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e seus principais assessores reiteraram suas prioridades, a partir da posse em 1º janeiro de 2019. Ele afirmou que sustentará seu governo na preservação da Constituição Federal e dos valores, assim como na unidade da população.

Bolsonaro disse que se inspira no ex-primeiro ministro britânico Winston Churchill, referência em estratégia política e militar ao unir o povo do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.

Nas redes sociais e em entrevistas exclusivas concedidas, o presidente eleito citou propostas específicas para educação, saúde, segurança pública, comércio exterior, política externa, cotas, programas sociais e eventuais mudanças no sistema tributário.

Religioso, Bolsonaro pediu ao senador Magno Malta (PR-ES) para fazer uma oração, após confirmada sua vitória nas eleições. Na bênção, Malta ressaltou a importância da união entre as pessoas de todos os credos, citou evangélicos, católicos, espíritas e seguidores das demais religiões.

A seguir, alguns dos temas já mencionados pelo presidente eleito e integrantes de sua equipe de governo.

Constituição -  Bolsonaro prometeu trabalhar pela pacificação do país. "Vamos pacificar o Brasil e, sob a Constituição e as leis, construir uma grande nação." Na transmissão ao vivo, nas redes sociais, ele fez questão de mostrar que estava com a Constituição Federal nas mãos, assim como com um livro sobre os pensamentos de Winston Churchill.

Liberdade de escolha – O presidente eleito disse que defende a liberdade de escolha, “desde que não interfira em aspectos essenciais da vida do próximo”. Segundo ele, essa liberdade deve alcançar escolhas afetivas, políticas, econômicas e espirituais. Também afirmou que uma nação mais fraterna e com menos excluídos é mais forte. 

Democracia – Classificado por setores progressistas como com um discurso de viés autoritário, Bolsonaro negou essa tendência por meio do general da reserva Augusto Heleno, indicado para o Ministério da Defesa. O militar disse que a democracia nunca esteve ameaçada. Segundo ele, acusar o presidente eleito de fascista é “uma campanha sórdida”, sem fundamento.

Segurança – Foi o ponto forte da campanha eleitoral. Tanto o presidente eleito quanto integrantes de sua equipe indicaram a preocupação com o combate à violência de forma mais ostensiva, o rigor nas prisões e no tratamento dos condenados. Ele é contrário à progressão de penas e às saídas temporárias de presos em datas especiais, os chamados saidões.

Vítimas de violência - Em seu programa de governo, disse que a política de direitos humanos será redirecionada com prioridade para a defesa das vítimas da violência.

Estatuto do Desarmamento e maioridade penal – Bolsonaro defende o direito de as pessoas terem armas para usar em “legítima defesa”. Também é favorável à redução da maioridade penal para 16 anos ou 17 anos.

Programas sociais - O presidente eleito pretende instituir uma renda mínima para todas as famílias brasileiras, com valor acima do benefício pago pelo programa Bolsa Família. Também propõe adotar o pagamento do décimo terceiro em dezembro para os beneficiários do Bolsa Família.

Nova Carteira de Trabalho – Segundo Bolsonaro, será criada a "carteira verde e amarela", voltada ao jovem quando ingressar no mercado de trabalho. Por essa carteira, o contrato individual de trabalho teria prevalência sobre a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), mas sem violar dispositivos trabalhistas previstos na Constituição. 

Enxugar o Estado – Nas entrevistas concedidas, o presidente eleito afirmou que pretende reduzir a máquina administrativa. No caso dos ministérios, diminuir de 29 para 15 o número de pastas a partir de fusões de alguns setores. Ainda não há confirmação sobre essas fusões. “O governo dará um passo atrás, reduzindo sua estrutura e cortando privilégios, para que a sociedade dê muitos passos à frente."

Política externa -  Para ele, o Ministério das Relações Exteriores precisa estar a serviço de valores e dos interesses do povo brasileiro, não necessariamente com viés ideológico. Durante a campanha, fez elogios ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ontem (28) o parabenizou em um telefonema. "O Brasil deixará de estar apartado das nações desenvolvidas", afirmou Bolsonaro.

Comércio exterior – Segundo o presidente eleito, é fundamental incentivar o comércio exterior com países que possam agregar valor econômico e tecnológico ao Brasil, como os Estados Unidos. No âmbito regional, ele prevê o aprofundamento da integração “com todos os irmãos latino-americanos que estejam livres de ditadura”.

Mercosul – O bloco econômico do Cone Sul, que reúne Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela (temporariamente suspensa), deve ser valorizada por Bolsonaro que diz que não se pode “jogar para o alto” o acordo. Após sua eleição, ele conversou com os presidentes eleitos da região, que o parabenizaram.

Cotas – O presidente eleito propõe a adoção de cotas sociais a partir da renda das pessoas e não por outros critérios. Segundo ele, as políticas afirmativas, da forma como são aplicadas atualmente no país, levam ao reforço do preconceito.

Cesare Battisti – O ativista italiano, de 63 anos, foi condenado à prisão perpétua na Itália por homicídio e vive livre no Brasil. Segundo o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), indicado para a Casa Civil no futuro governo, um dos primeiros atos de governo será sua extradição para o país de origem.

Privatização - Uma das principais propostas é a privatização ou extinção de estatais. Segundo Bolsonaro, a ideia é reduzir o pagamento de juros, que custaram R$ 400,8 bilhões em 2017, com a venda de ativos públicos. Em relação à reforma da Previdência, ele defende a implantação de um modelo privado de capitalização do setor.

Sistema tributário – No programa de governo, Bolsonaro menciona unificar impostos e simplificar o sistema de arrecadação de tributos. Ele disse que pretende reduzir de forma gradativa os impostos, por meio da eliminação e unificação de tributos, "paralelamente ao espaço criado por controle de gastos e programas de desburocratização e privatização".

Imposto de Renda - O assessor econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, indicado como futuro ministro da Economia, disse a investidores que a intenção é criar uma alíquota única de 20% no Imposto de Renda, que passaria a incidir sobre quem ganha acima de cinco salários mínimos.   

Saúde pública – A equipe do presidente eleito indicou que pretende adotar o chamado Prontuário Eletrônico Nacional Interligado em postos, ambulatórios e hospitais, para reduzir os custos ao facilitar o atendimento futuro por outros médicos em diferentes unidades de saúde, além de permitir a cobrança de maior desempenho dos gestores locais.

Carreira de Estado – Também há a proposta de credenciamento universal de médicos e instituição de carreira de Estado.

Mais Médicos - No plano de governo, ele cita que todos os profissionais estrangeiros interessados em ingressar no programa podem migrar para o Brasil, desde que aprovados no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida).

Educação básica, ensino infantil ao médio – São apontadas como áreas de prioridade no plano de governo. Ele defende a educação a distância para o ensino fundamental como alternativa "para as áreas rurais onde as grandes distâncias dificultam ou impedem aulas presenciais”.

Ensino superior - Para o ensino superior, Bolsonaro diz que as universidades precisam gerar avanços técnicos ao Brasil, por meio de parcerias e pesquisas com a iniciativa privada.

Conteúdo e método – O presidente eleito propõe que conteúdo e método de ensino “precisam ser mudados. Mais matemática, ciências e português, sem doutrinação e sexualização precoce”. Ele pretende resgatar a disciplina Educação Moral e Cívica e Organização Social e Política Brasileira nas escolas. 

Pesquisa e inovação - Para Bolsonaro, o modelo de pesquisa e inovação no Brasil está “esgotado”. Em vez de os recursos do setor serem organizados por Brasília, defende o fomento de “hubs” tecnológicos, nos quais universidades se aliam à iniciativa privada “para transformar ideias em produtos”.

Mestrado e doutorado - Os programas de mestrado e doutorado deverão ser feitos “sempre perto das empresas”. Propõe investimento na exploração de energia renovável solar e eólica no Nordeste e pesquisa e desenvolvimento em grafeno e nióbio.

Áreas verdes - O presidente eleito afirmou, em algumas ocasiões, que pode flexibilizar a legislação que regula a exploração econômica de áreas verdes preservadas, inclusive na Amazônia, e propõe a revisão da concessão de novos territórios para indígenas e quilombolas.

Agricultura - Na área de agricultura, a proposta é atender às demandas de “segurança no campo; solução para a questão agrária; logística de transporte e armazenamento; uma só porta para atender às demandas do agro e do setor rural; políticas especificas para consolidar e abrir novos mercados externos e diversificação”.

Por Agência Brasil

A semana do Inter B já começa com um duelo decisivo. O Colorado encara o Vitória nesta segunda-feira (29/10), às 15h, no CT de Alvorada, pelo jogo de ida das semifinais do Campeonato Brasileiro de Aspirantes. A partida terá transmissão da Rádio Colorada e da CBF TV. O confronto da volta está marcado para o dia 8 de novembro, às 15h, no Estádio Barradão, em Salvador. Quem passar encara São Paulo ou Coritiba na decisão.

Na manhã deste domingo, o Colorado encerrou a preparação para o duelo com um treino no CT Parque Gigante. O técnico Ricardo Colbachini comandou um trabalho de posse e de organização tática. Na sequência, o time fez uma atividade de bolas paradas. Após o treinamento, a equipe seguiu direto para concentração, onde permanecerá até algumas horas antes da partida.

"Chegamos ao momento mais difícil da competição, pois a partir de agora não há mais espaço para erros. Além disso, vamos enfrentar uma equipe muito qualificada e que fez uma grande campanha no campeonato. Por outro lado, nosso time está muito concentrado e pronto para mais este desafio. Precisamos manter o foco para fazermos um grande jogo amanhã e, com a ajuda da nossa torcida, sair de campo com a vantagem", afirmou Ricardo Colbachini.

Fonte: www.internacional.com.br

 

Se alimentar corretamente, beber bastante água, praticar atividade física e visitar o médico regularmente são práticas que, em tese, mantêm a saúde em dia. E de maneira geral, parece algo bem simples de colocar em prática por qualquer um. Mas então por que é preciso dedicar o dia 27 de outubro para falar sobre a saúde da população negra?

O Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra, iniciativa da Rede de Controle Social do Ministério Público, tem como objetivo fazer com que profissionais de saúde atentem à Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, ao racismo e seu impacto sobre a saúde mental, a ampliação da cobertura da saúde para negros, as desigualdades étnico-raciais e ao racismo institucional.

"É uma oportunidade importante para evidenciar e discutir os terríveis efeitos do racismo estrutural e institucional sobre a população negra. Ao reconhecer o racismo e buscar formas eficazes de enfrentá-lo, tanto na sua prática clínica quanto na gestão dos serviços de saúde, os profissionais contribuem para promover a equidade (o equilíbrio e a justiça) na produção da saúde de diferentes grupos raciais", explica a psicóloga Jeane Tavares, membro do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA (ISC/UFBA) e docente da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).

1º passo: a saúde física da população negra

A luta para ter acesso à saúde começa cedo, com mulheres negras que se tornam mães. De acordo com o Ministério da Saúde, 60% das mortes maternas ocorrem entre mulheres negras e 34%, entre mulheres brancas. Já o segundo obstáculo é com os recém-nascidos: no Brasil, a maior taxa de mortalidade neonatal atinge crianças negras.

 

Essa falta de recursos também limita a busca por ajuda médica em hospitais e clínicas do Sistema Único de Saúde (SUS), o que faz com que a população negra seja a que mais sofre. "Aproximadamente 70% dos brasileiros que utilizam e têm acesso ao SUS é a população negra, mas não é possível prever quanto tempo vai levar para ela chegar de fato aos serviços de saúde. É preciso investigar e fazer diagnóstico o mais precoce o possível, mas quando uma pessoa negra consegue chegar ao SUS, muitas vezes já está em uma situação de agravo", explica a residente médica de Família e Comunidade da Prefeitura do Rio de Janeiro Monique França, membro da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade.

Além dos problemas socioeconômicos, o Ministério da Saúde informa que a população negra é mais suscetível a doenças genéticas e hereditárias, caso da hipertensão, diabetes tipo 2, anemia falciforme e mioma. Monique reforça, porém, que outros aspectos devem ser analisados antes e depois do diagnóstico dessas doenças, que vão além da hereditariedade.

"É preciso entender as condições às quais o negro está inserido na sociedade, qual a situação de moradia e saneamento básico dele. Precisamos saber se ele está marginalizado, como é o emprego e a vida. Tudo isso vai se refletir na saúde dele. São vários os fatores que podem levar à adesão do tratamento e ao controle da doença, ou seja, não basta só tomar o remédio e ter o diagnóstico", reforça.

Existe ainda outro fator que atrapalha o direito à saúde da população negra, o chamado racismo institucional. Ele tem origem do preconceito, o que faz com que negros recebam um tratamento diferente em lugares comuns e públicos, nos quais o atendimento igualitário deveria ser regra.

Na prática, o racismo institucional pode ser entendido como quando uma pessoa negra entra em uma loja e é seguida por seguranças, por exemplo. Em serviços de saúde, o racismo institucional ocorre quando um indivíduo passa mal e o médico releva os sintomas ou nega medicamentos, por acreditar que pessoas negras são mais resistentes e tolerantes à dor e ao mal-estar.

Exemplos como esses são reflexo da marginalização da população negra na sociedade como um todo, como reforça Jeane Tavares. "Entendemos que o campo da saúde, como todos os demais, reproduz as condições de privilégio, subordinação e racismo estrutural, organizando-se de forma a dificultar ou impedir o acesso das populações marginalizadas a cuidados. No caso do Brasil, as mais prejudicadas são a população negra e indígena".

2º passo: a saúde mental da população negra

É possível dividir a saúde entre física e mental e, para que o organismo funcione bem, ambas devem ser trabalhadas. Tendo em vista todos os processos e desafios que a população negra precisa enfrentar diariamente, como vulnerabilidade social e ataques raciais, que afetam diretamente o emocional, a saúde mental se torna o segundo foco de atenção das políticas de saúde para esse grupo.

Jeane Tavares esclarece que muitas das características socialmente desejáveis, como beleza, sucesso, ética, inteligência e moralidade, estão associadas exclusivamente aos brancos e podem causar o adoecimento psíquico da população negra.

"Crescendo em uma sociedade que ridiculariza e demoniza a negritude, a pessoa negra é levada a negar sua identidade racial e buscar de forma irracional se adaptar ao padrão imposto. No entanto, como alcançar este padrão é impossível para não-brancos, geram-se crenças persistentes de inadequação, desvalor, desamor e impotência, que são associadas a depressão e diferentes transtornos de ansiedade", ressalta Jeane.

A fala da psicóloga simboliza o que crianças, jovens e mulheres negras fazem todos os dias: se submetem a horas de tratamento capilar para deixar os fios lisos, porque acreditam ser mais bonito e aceitável; ou ainda quando realizam cirurgias plásticas no nariz para afiná-lo e reduzir os traços ancestrais. Não cabe julgar essas e outras ações, porém elas refletem a busca da beleza estabelecida na sociedade.

A realidade de pressão elucidada por Jeane é reforçada pela análise do Departamento de Apoio à Gestão Participativa e ao Controle Social do Ministério da Saúde (DAGEP/MS). O levantamento constatou que, entre 2012 e 2016, o índice de suicídio entre a população negra foi 55,4% superior em comparação às demais raças (39%), engatilhados por diferentes de violência e racismo.

É possível melhorar a situação?

O caminho para melhorar o acesso e os cuidados com a saúde da população negra é longo, mas as especialistas ouvidas pelo Minha Vida acreditam que é possível, por meio de mobilizações sociais e reformulações que promovem a conscientização, como é o caso do Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra.

"É um trabalho de formiguinha. Não é uma coisa rápida e não é para amanhã. Uma entrevista com alguém é um passo importante, trazer isso para a formação acadêmica do médico e ter espaços de discussão demarcam responsabilidade e ajuda", acredita Monique França.

A psicóloga Jeane Tavares afirma que é preciso exigir a prática da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, que "reconhece o racismo, as desigualdades étnico-raciais e o racismo institucional como determinantes sociais das condições de saúde". Jeane também acredita que, por mais doloroso que seja para vítimas ou testemunhas, denunciar situações de racismo e negligência por profissionais da saúde é mais um passo importante para a conscientização da sociedade.

Onde buscar ajuda

Para identificar quais casos são ocorrências de racismo ou descaso por parte dos centros de saúde, atente-se a atitudes semelhantes às descritas na lista abaixo. Lembre-se que esses são apenas exemplos, então, caso tenha alguma outra queixa que não está descrita na matéria, não deixe de entrar em contato com Disque Saúde, pelo número 136.

  • Racismo direto: ofensas racistas podem ser identificadas com mais facilidade, principalmente quando são explícitas. Criticar a cor da pele de uma pessoa e dizer frases taxativas, como "tinha que ser negro", são algumas delas. Essas atitudes, além de ferir a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, podem se configurar crime
  • Restrição de atendimento: quando médicos negam atendimento ou não realizam a consulta de maneira atenciosa com a população negra pelo fato da pessoa ser negra, isso fere as diretrizes da Política Nacional e pode ser denunciado
  • Agressão verbal e/ou física: se durante a consulta você notar que o médico, enfermeiro ou outro profissional realizou o exame de forma agressiva, apertando machucados e partes do corpo, causando dor ou agindo de forma ofensiva, com gestos e palavras, denuncie
  • Limitação de medicamento: no SUS ou em outros locais ambulatoriais, é comum que o paciente seja questionado e examinado pelo médico antes de receber uma medicação. Porém, se ela for negada sob a alegação de que "você é forte e aguenta", "é apenas uma dor passageira" ou frases parecidas, que reduzem os sintomas e a dor, não deixe de relatar.

Além do Disque Saúde, existe o Centro de Valorização da Vida, que disponibiliza atendimento telefônico gratuito pelo número 188 ou online (pelo site, chat, Skype e e-mail) para pessoas que estão passando por momentos difíceis e precisam conversar com alguém.

Escrito por Valéria Soares
Redação Minha Vida
 
Fonte: www.minhavida.com.br

 

Na manhã da última sexta-feira (26), a Polícia Rodoviária Federal e a Secretaria Municipal de Educação promoveram o encerramento da 4ª edição do projeto Festival Estudantil Temático de Trânsito (FETRAN).

A solenidade foi realizada na Sala Cultural e reuniu alunos e professores das dez escolas participantes do projeto. Na mesa de abertura esteve presentes o prefeito Ico Charopen; a secretária de Educação, Maria Regina Prado Alves; o superintendente da PRF, João Francisco Ribeiro; o Chefe da Delegacia da PRF em Livramento, Roberto Muniz e representantes da Policia de Trânsito do Uruguai e da Chefatura de Policia.

O encerramento serviu como mostra dos trabalhos produzidos nas escolas, todos eles, voltados a educação no trânsito e a conscientização para um trânsito mais seguro, contando com exposição das produções e apresentações artísticas voltados a temática.

Em sua fala, o prefeito Ico Charopen saudou a realização de mais uma edição do projeto e o interesse da PRF em mantê-lo, com o apoio da Educação Municipal. Considerado o maior dos projetos, se comparado com os dos demais municípios, a edição do FETRAN no município também se difere das demais por ser binacional, já que o projeto é realizado em parceria com a Intendência Departamental de Rivera, sendo realizado em duas escolas da cidade vizinha.

FOTOS: ÁGUIDO RICARDO E HENDRICK SOARES/ASCOM

Matematicamente eleito presidente da República com 98,38% das urnas apuradas, o candidato Jair Bolsonaro (PSL), que tem 55,34% dos votos, ganhou em 15 estados e no Distrito Federal. O oponente, o candidato do PT, Fernando Haddad, liderou em 11 estados.

Por ordem alfabética, Bolsonaro venceu no Acre, no Amapá, no Amazonas, no Distrito Federal, no Espírito Santo, em Goiás, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, em Minas Gerais, no Paraná, no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, em Rondônia, em Roraima, em Santa Catarina e em São Paulo.

As unidades da Federação onde Bolsonaro obteve os melhores resultados foram Santa Catarina (75,92%), no Acre (73,74%), em Rondônia (72,04%), em Roraima (71,29%) e no Distrito Federal (69,99%). Por causa do fuso horário, o Acre está com a apuração atrasada em relação ao resto do país.

Haddad venceu em Alagoas, na Bahia, no Ceará, no Maranhão, na Paraíba, em Pernambuco, no Piauí, no Rio Grande do Norte, no Sergipe, no Pará e no Tocantins. As maiores vantagens foram registradas no Piauí (76,93%), no Maranhão (72,66%), na Bahia (72,56%) e no Sergipe (67,55%).

Bolsonaro venceu em quatro das cinco regiões: Norte (51,14%), Centro-Oeste (66,6%), Sul (68,27%) e Sudeste (65,48%). Haddad venceu somente no Nordeste, com 69,47% dos votos válidos. No exterior, onde 87,88% das urnas estão totalizadas, Bolsonaro obteve 70,62%, contra 29,38% de Haddad.

Por Agência Brasil

Página 8 de 308
Topo