Gisnei

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O Comitê Brasileiro de Clubes (CBC) pretende lançar, em novembro, um edital para financiar a compra de equipamentos e materiais para atender projetos de formação esportiva com vistas ao próximo ciclo olímpico e paralímpico (2021 a 2024). Podem participar as instituições filiadas à entidade - ou seja, certificadas pela Secretaria Especial do Esporte (vinculada ao Ministério da Cidadania), com certidões regulares e aprovadas no processo de analise de capacidade técnica e operacional do CBC. O edital permitirá um repasse com valor mínimo de R$ 100 mil por clube.

Os recursos da entidade são provenientes das loterias da Caixa Econômica Federal. A lei 12.395, de 2011, que modificou a Lei Pelé (9.615/98), incluiu o CBC como beneficiário de 0,5% dessa arrecadação, com destinação "única e exclusivamente para a formação de atletas olímpicos e paralímpicos". A crise provocada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) também deve pesar no valor do aporte financeiro do edital de novembro.

"É mais um impacto da pandemia. Tivemos uma queda na arrecadação das loterias. Evidentemente, as pessoas passam a ter outras prioridades. Esperamos que isso se recupere nos próximos meses. Vamos avaliar a quantidade de recursos e, junto de clubes e confederações, determinaremos as premissas [do edital]", explicou vice-presidente de Formação de Atletas da entidade, Fernando Cruz, à Agência Brasil.

Segundo o vice-presidente, as diretrizes do chamamento das instituições interessadas a participar do edital serão acertadas durante o Seminário Nacional de Formação Esportivo. O encontro faz parte da programação do Congresso Brasileiro de Clubes, inicialmente marcado para o período de 30 de outubro a 2 de novembro deste ano, em Campinas (SP).

Em maio, o CBC antecipou a publicação de outro edital, no valor de R$ 130 milhões, direcionado à contratação e manutenção de profissionais e recursos humanos, também visando o ciclo dos Jogos de Paris (França), em 2024. A medida pretendia auxiliar clubes impactados pela redução de investimentos no esporte, causada pela crise pós-pandemia. Segundo Cruz, 36 instituições filiadas ao CBC participaram do chamamento. O edital também disponibilizou um acréscimo de 15%, sobre valores já executados nos esportes olímpicos, a clubes que estimulem o paradesporto.

"Esse recurso será alcançado pelos clubes ainda em 2020, em parcela única, para o próximo ciclo, de 2021 a 2024", afirmou o vice-presidente. "Além de profissionais como preparador físico, auxiliar técnico ou fisioterapeuta, incluímos a possibilidade do clube contratar um técnico de desempenho, que auxiliará no acompanhamento dos resultados", completou.

Competições

Além da compra de equipamentos esportivos e contratação de profissionais, o CBC financia a realização de competições nacionais interclubes, em parceria com ligas e confederações. Caso, por exemplo, da Liga de Desenvolvimento de Basquete (LDB), que é promovida em parceria com a Liga Nacional de Basquete (LNB). Para 2020, a expectativa era que 38 modalidades fossem contempladas. A pandemia da covid-19, porém, fez com que a maior parte dos campeonatos fosse cancelada neste ano. 

Pinheiros - LDB - basquete
Time da base do Pinheiros comemora o título conquistado ano passado na Liga de Desenvolvimento de Basquete (LDB), promovida pelo CBC - Fotojump/ NBB/Direitos reservados

A instabilidade no controle da disseminação do vírus no país alterou os planos da entidade, que pretendia retomar, a partir de setembro, parte dos torneios. "Os diretores [do CBC] estão se reunindo diretamente com cada confederação pra definir o melhor momento do retorno, de acordo com especificidades de cada esporte", informou a assessoria de comunicação da entidade. "Cumprindo os protocolos e obedecendo às orientações do Ministério da Saúde; trabalhamos com a hipótese de executar, pelo menos, algo próximo da metade do objetivo inicial, de cerca de 270 eventos previstos [para o ano]", estima Fernando Cruz.  

Uma das reuniões do CBC foi com a Confederação Brasileira de Tênis (CBT), no último dia 24. Segundo nota publicada no site do Comitê, a videoconferência tratou da "retomada do calendário do Campeonato [Brasileiro Interclubes] ainda neste ano (...), de forma segura e benéfica a todos, obedecendo as definições oficiais de cada estado e município".

* Atualiza lead e título, com valor previsto do repasse.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Os efeitos da pandemia de covid-19 foram especialmente sentidos no mês de maio, que marcou o pico de casos em diversas capitais do Brasil, levando a uma queda média nos rendimentos, para 82% da renda habitualmente recebida. Algumas categorias foram ainda mais afetadas pela crise econômica, como quem trabalha por conta própria, que viu a renda média cair para apenas 60% da normal.

Os dados fazem parte de um trabalho realizado pelo pesquisador Sandro Sacchet de Carvalho, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e divulgado nesta quinta-feira (2). Segundo o levantamento, que tem por base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Covid-19, realizada pelo IBGE, o auxílio emergencial do governo foi fundamental, principalmente para as camadas de menor renda da população.

“A pesquisa buscou avaliar os impactos da pandemia sobre o rendimento do trabalho e o impacto do auxílio emergencial na renda domiciliar. A gente mediu os efeitos através da diferença entre a renda efetivamente recebida e a renda habitualmente recebida. Os dados da PNAD mostraram que no mês de maio a renda efetiva foi só 82% da habitual. Uma queda dessa magnitude, sem dúvida, foi pelo impacto da pandemia”, explicou Sacchet de Carvalho.

O economista destacou a importância do auxílio emergencial pago pelo governo federal a trabalhadores que tiveram seus rendimentos afetados por conta da pandemia.

“A gente mostra que não só os informais foram muito afetados. Os domicílios de baixa renda também tiveram uma grande perda da renda habitual. Aqueles que têm renda próxima de um salário-mínimo receberam só 49% da renda habitual. Entretanto, quando a gente soma outras fontes de renda, inclusive o auxílio emergencial, a renda deles se aproxima de 100% do que seria sem a pandemia. O auxílio emergencial foi indispensável para que esses domicílios mais pobres conseguissem manter o mesmo rendimento que estavam habituados a receber”, frisou.

Segundo a pesquisa, a queda nos rendimentos foi desigual, sendo mais sentida em algumas categorias e menos em outras. No setor privado, trabalhadores com carteira assinada receberam 92% do rendimento habitual, contra 76% no caso dos trabalhadores sem registro. Funcionários públicos contratados pela CLT receberam 96% do habitual, enquanto militares e estatutários atingiram 98%.

Entre os setores mais afetados, estão os de atividades artísticas, esportivas e recreação, que receberam só 55% dos rendimentos habituais, transporte de passageiros (57%), hospedagem (63%), serviços de alimentação (65%), atividades imobiliárias (70%), construção (71%) e serviço doméstico (74%).

Na outra ponta, os trabalhadores menos afetados encontram-se na administração pública, que chegaram a 97% do salário habitual, indústria extrativa (92%), serviços de utilidade pública (93%), educação (92%), serviços financeiros (92%) e armazenamento, correios e serviços de entrega (91%).

Para o economista do Ipea, mesmo com a tendência de melhora futura gradual na economia, com a diminuição da pandemia, ainda será preciso que o governo mantenha algum tipo de ajuda aos trabalhadores, principalmente os menos qualificados, com menos estudos e moradores de regiões mais pobres.

“A pesquisa mostrou que há diferenças. Parte da população não ficou desprotegida. Outra parte foi muito afetada pela pandemia. O ideal é, com o tempo, focar mais e continuar atendendo. Mesmo com a pandemia diminuindo os seus efeitos, uma parte da população poderá continuar sendo afetada. Mesmo diminuindo o escopo do auxílio, seria interessante manter [a ajuda] para algumas categorias e uma parcela da população”, sugeriu Sacchet de Carvalho.

A íntegra da pesquisa pode ser lida na página do Ipea na internet. O Ipea continuará a monitorar o rendimento dos brasileiros, baseado na PNAD Covid-19, nos meses de junho e julho.

Edição: Aline Leal

Interrompidos desde o início da pandemia do novo coronavírus, os sorteios da Loteria Federal serão retomados neste sábado (4). Responsável pela administração das loterias federais, a Caixa Econômica Federal informou que os bilhetes já produzidos e distribuídos estão válidos, mesmo com a data impressa de março ou abril, e podem ser comprados sem problemas nas lotéricas.

Os sorteios recomeçam pela extração 5.478 e prosseguirão aos sábados até a extração 5.489. Os sorteios às quartas-feiras voltarão somente em 23 de setembro.

Na Loteria Federal, o apostador adquire o bilhete exposto na lotérica ou de um ambulante lotérico credenciado. Cada bilhete tem 10 frações e pode ser adquirido inteiro ou em partes. O valor do prêmio é proporcional à quantidade de frações compradas.

A modalidade de loteria premia os seguintes acertos: um dos cinco números sorteados para os prêmios principais; a milhar, a centena e a dezena de qualquer um dos números sorteados nos cinco prêmios principais; bilhetes com dezena final idêntica a uma das três dezenas anteriores ou das três dezenas posteriores à dezena do número do primeiro prêmio, excetuando-se os premiados pela aproximação anterior e posterior; e a unidade do primeiro prêmio.

Os sorteios das extrações oferecem prêmios principais de R$ 500 mil em uma única série. Todo mês, o apostador também pode concorrer a R$ 1,35 milhão no prêmio principal, apostando na Milionária Federal. Em dezembro, a extração especial de Natal paga prêmio de R$ 1,35 milhão por série.

A Loteria Federal é sorteada no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário Tietê, em São Paulo, às 19h de cada sábado. O público pode acompanhar a transmissão do sorteio pelo perfil das Loterias Caixa no Facebook (@LoteriasCAIXAOficial) e no canal da Caixa no Youtube.

Edição: Aline Leal

 

Nesta quarta-feira (01), o prefeito Solimar Ico Charopen participou do programa Café da Manhã da 93+Líder, a convite do radialista Gisnei Davila.

Durante a entrevista, o chefe do Executivo Municipal falou sobre as ações binacionais que vem sendo desenvolvidas para combater os avanços do coronavírus na Fronteira.

O prefeito destacou o trabalho de desinfecção dos veículos realizado no último sábado (27) nas avenidas 33 Orientales, Sarandi, Agraciada, Tamandaré e Largo Hugolino Andrade, bem como a ação de desinfecção das ruas desenvolvida pelas equipes das vigilâncias de Livramento e Rivera.

Também foi apresentado durante a conversa, o número de abordagens já realizadas nas barreiras sanitárias da BR 293 e BR 158.

A Copa das Nações Africanas prevista inicialmente para o ano que vem, foi adiada para  2022, devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).  A decisão da Confederação Africana de Futebol (CAF) foi anunciada hoje (30) após reunião  por videoconferência. O evento estava programado para ocorrer entre janeiro e fevereiro de 2021 em Camarões, na África Central. O país está mantido como sede da competição. 

“Após consulta às partes interessadas e levando em consideração a atual situação global, o torneio foi remarcado para janeiro de 2022. A data do torneio final e as demais partidas dos qualificadores serão comunicadas oportunamente”, explicou a CAF, por meio de nota oficial

A edição 33 da Copa Africana envolverá 24 países e ainda faltam quatro rodadas de jogos eliminatórios para definir todos os classificados.

A CAF também cancelou nesta terça-feira (30) a realização de torneios femininos previstos para este ano. A Copa Africana de Mulheres ficou para 2021, também na República dos Camarões. De acordo com relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país registra 12.592 infectados e 313 mortes causadas pela covid-19. pela doença.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Por Rodrigo Ricardo - Repórter da Rádio Nacional 

A seis horas do fim do prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2020, 1.015.918 contribuintes haviam caído na malha fina, informou, há pouco, o secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto. Segundo Tostes, os principais motivos para a retenção do documento foram a omissão de rendimentos e problemas de dedução.

O prazo de entrega da declaração, que começou em 2 de março, acaba às 23h59min59s de hoje (30). Até as 18h, 30.950.184 pessoas haviam enviado o documento, o que equivale a 96,7% dos 32 milhões de declarações esperadas.

Sobre a omissão de rendimentos, responsável por 42,2% das declarações retidas, Tostes explicou que o principal problema foi a inconsistência nas informações sobre o salário. Responsáveis por 33,3% dos casos de inclusão em malha fina, os problemas de deduções de despesa concentraram-se nos gastos médicos, que representaram metade das retenções por esse motivo.

O secretário informou que o contribuinte pode verificar se caiu na malha fina no Centro de Atendimento Virtual da Receita (e-CAC). A ferramenta informa os problemas, que deverão ser corrigidos por meio de uma declaração retificadora ou pelo envio de documentos pedidos. A partir deste ano, o e-CAC permite o envio de documentos fotografados ou escaneados, a fim de evitar deslocamentos a unidades físicas da Receita em tempos de pandemia de covid-19.

Tostes informou que, a partir de quinta-feira (2), o e-CAC poderá ser acessado por meio do login único do Portal do Governo Federal (gov.br). Atualmente, a ferramenta pode ser acessada por meio de um código gerado após a digitação do número do recibo das duas últimas declarações enviadas ou por certificado digital.

Restituições

Em relação às restituições, o secretário especial da Receita Federal informou que, dos 32 milhões de declarações esperadas, o Fisco projeta que 19,14 milhões (59,8%) terão valores a receber, 6,03 milhões (18,8%) terão imposto a pagar e 6,83 milhões (21,4%) não terão imposto a pagar nem valores a receber. Com base nas declarações já entregues, a Receita estima que 14,1 milhões (44,1%) seguirão o modelo completo e 17,9 milhões (55,9%) seguirão o modelo simplificado.

A Receita Federal também divulgou as estimativas de quanto pagará nos próximos três lotes de restituições, que sairão em 30 de julho, 31 de agosto e 30 de setembro, com 4,9 milhões de contribuintes contemplados em cada lote. Serão desembolsados R$ 5,6 bilhões em julho, R$ 5,5 bilhões em agosto e R$ 5,3 bilhões em setembro.

O Fisco pagou R$ 2 bilhões a 901 mil contribuintes no primeiro lote, em 29 de maio, e R$ 5,7 bilhões a 3,3 milhões de contribuintes no segundo lote, depositado hoje. Neste ano, a Receita diminuiu de sete para cinco o número de lotes de restituição. Embora o prazo de entrega da declaração tenha sido adiado em dois meses por causa da pandemia do novo coronavírus, as datas originais da restituição foram mantidas.

Edição: Nádia Franco

Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil -

O presidente Jair Bolsonaro assinou na tarde desta terça-feira (30) o decreto que prorroga, por mais dois meses, o auxílio emergencial de R$ 600, destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos, desempregados e pessoas de baixa renda durante a pandemia da covid-19. Com isso, cerca de 65 milhões de pessoas que tiveram o benefício aprovado receberão mais duas parcelas, no mesmo valor.

"Obviamente, isso tudo não é apenas para deixar a economia funcionando, viva, mas dar o sustento para essas pessoas. Nós aqui que estamos presentes sabemos que R$ 600 é muito pouco, mas para quem não tem nada é muito", afirmou Bolsonaro em discurso no Palácio do Planalto.

A solenidade de prorrogação do programa foi acompanhada pelos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre. Diversos ministros, além do vice-presidente, Hamilton Mourão, também participaram da cerimônia. Veja a íntegra do evento:

"São mais duas prestações e nós esperamos que, ao final dela, a economia já esteja reagindo, para que nós voltemos à normalidade o mais rapidamente possível", acrescentou o presidente.

A Lei 13.982/2020, que instituiu o auxílio emergencial, foi aprovada pelo Congresso Nacional em abril e previa a possibilidade de que um decreto presidencial prorrogasse os pagamentos, desde que mantidos os valores estabelecidos.

Até a semana passada, o governo federal avaliava estender o auxílio por mais três meses, mas reduzindo o valor de cada parcela de forma decrescente, para R$ 500, R$ 400 e R$ 300, respectivamente.

"Estamos aqui para anunciar, pelo presidente, que cumprindo o que o Congresso Nacional nos determinou, de que poderia, por ato do Poder Executivo, prorrogar as três parcelas emergenciais, e é o que o presidente está fazendo hoje, para garantir, por mais dois meses, a continuidade do programa, que é essa grande rede de proteção, que permitiu, junto com o BEM, que é o beneficio emergencial para aqueles que têm trabalho, que preservássemos mais de 10 milhões de empregos e estendêssemos essa rede de proteção a 65 milhões de pessoas", afirmou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

O governo federal começou a pagar essa semana a terceira parcela do auxílio. 

De acordo com o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, não será necessário um novo cadastro para receber as novas parcelas do auxílio emergencial. Todos aqueles que tiverem o benefício aprovado receberão os pagamentos normalmente, tanto por meio das contas digitais, quanto pelos saques nas agências bancárias e casas lotéricas.

"Temos 65 milhões de pessoas aprovadas, temos um milhão de pessoas que a Dataprev ainda está analisando, então todas essas pessoas receberão não só as três parcelas, mas agora as cinco parcelas", afirmou a jornalistas, após a cerimônia no Palácio do Planalto. O calendário de pagamento das novas duas parcelas do programa ainda será anunciado pelo governo.

Para quem preenche os requisitos para obter o auxílio emergencial, o prazo para novos cadastros termina nesta quinta-feira, dia 2 de julho. Até agora, mais de 124 milhões de solicitações foram realizadas e cerca 65 milhões de pessoas foram consideradas elegíveis. Outras 41,5 milhões, segundo o Ministério da Cidadania, foram apontadas como inelegíveis, por não atenderem aos critérios do programa.

Matéria ampliada às 18h37

Edição: Liliane Farias/Denise Griesinger

Por Pedro Rafael Vilela e Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil - Brasília

Na segunda-feira (29), integrantes das equipes de saúde de Livramento e Rivera reuniram-se na Prefeitura Municipal, a fim de avaliar as atividades desenvolvidas e projetar futuras ações conjuntamente.

Durante a reunião foram analisados os casos registrados na Fronteira e as ações de desinfecção que ocorreram pela parte da manhã e noite do último sábado.

Após avaliação dos trabalhos pelos integrantes das equipes, começaram a ser traçadas as próximas ações que serão desenvolvidas em conjunto para combater os avanços do coronavírus na Fronteira.

SINOPSE E DETALHES

Um Lugar Silencioso - Parte 2, logo após os acontecimentos mortais, a família Abbott precisa agora encarar o terror mundo afora, continuando a lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

Confira a classificação indicativa no Portal Online da Cultura Digital.

Título original 

A Quiet Place Part II

Distribuidor PARAMOUNT PICTURES
 

"Julia Quinn é uma grande contadora de histórias. Com uma prosa viva e confiante, ela cria personagens que nos marcam para sempre." –Publishers Weekly

Ela tinha duas opções…
Georgiana Bridgerton nunca foi contra a ideia de se casar. Ela só achava que sua opinião seria levada em conta na hora de escolher o noivo. Mas quando sua reputação está por um fio, Georgie precisa decidir: ou aceita ser uma solteirona pelo resto da vida ou se casa com o vigarista que a sequestrou de olho em seu dote.
Mas de repente surge uma terceira opção...
Quarto filho de um conde, Nicholas Rokesby está estudando medicina em Edimburgo e não tem o menor interesse em arrumar uma esposa nesse momento. Mas quando descobre que Georgie, sua amiga de infância, corre o risco de ficar arruinada para sempre, ele sabe o que deve fazer.
Depois do escândalo...
Só que os dois sabem que nunca conseguiriam se ver como mais do que bons amigos. Não é?
Ao embarcarem num jogo de conquista nada convencional, repleto de diálogos impagáveis e coadjuvantes carismáticos – entre eles três gatos cheios de personalidade –, Nicholas e Georgie vão descobrir que muitos encantos da vida já estão bem na nossa frente.

Ficção / Literatura Estrangeira / Romance

no: 2020 / Páginas: 272
Idioma: português
Editora: Arqueiro

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