Gisnei

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Treino sem indícios de time Renato Portaluppi comandou na tarde desta quinta-feira o penúltimo treino antes do cofronto diante do Santos, sábado 21h, no estádio da Vila Belmiro. A partida abre o returno do Campeonato Brasileiro para o Tricolor.

Na atividade, o treinador dividiu o grupo de atletas por setores, não dando assim pistas sobre a escalação da equipe. Em um primeiro momento de um lado do gramado os defensores foram exigidos em lances específicos da função: cabeçadas e rebatidas. Na sequência, inclusive com a participação de Renato, laterais fizeram cruzamentos na área para conclusão dos atacantes e meias.

Em um ambiente bastante descontraído, no final da atividade foi possível observar uma espécie de desafio entre jogadores de linha contra os goleiros. Da entrada da área cada atleta que chutasse e marcasse o gol poderia se encaminhar para o vestiário. Quem errasse permanecia tentando. Sorrindo, Juninho Capixaba pagou o “castigo” correndo de uma área à outra pois foi o último na brincadeira.

Sexta-feira, 9h30, com a primeira parte fechada para a imprensa, o Tricolor realiza o último treino antes da viagem para o litoral paulista. Os jogadores almoçam no CT e a viagem está marcada para às 14h30 com a previsão de chegada na concentração para às 18h.

Foto: Lucas Uebel / Grêmio FBPA

Na manhã da última quinta-feira (19), foram realizadas as comemorações do aniversário de 196 anos da Santa Casa de Misericórdia. Com a presença do prefeito Ico Charopen, do secretário de Saúde, Enrique Civeira e dos servidores do hospital, a programação teve início com a apresentação da Fanfarra do 7° RCMec em frente ao hospital, seguido de um abraço simbólico a instituição.

A celebração contou ainda com a entrega da nova ambulância do SAMU ao Hospital, fornecida pelo Ministério da Saúde. A manhã de atividades ainda contou com a benção do padre Hermes, na Capela da instituição e uma homenagem a servidores aposentados do hospital.

“Quem merece os parabéns e todos os elogios são os servidores, que sempre estiveram lutando para manter o hospital aberto", destacou o prefeito Ico Charopen ao parabenizar a instituição pelos 116 anos e ressaltar as melhorias implantadas pela nova gestão do Instituo Salva Saúde, que nos últimos quatro meses conseguiu colocar os salários dos servidores em dia e quitar algumas dívidas do Hospital.

Ainda pela manhã, foram abertos os novos leitos destinados a Liga Santanense Feminina de Combate ao Câncer, que poderão melhor acomodar os pacientes em tratamento oncológico atendidos pela Liga.

Foto: Assessoria de Comunicação Social || Fonte: Assessoria de Comunicação Social

Você toma remédios, mudou a dieta, inseriu atividades físicas na rotina, segue todas as orientações passadas e mesmo assim sua pressão continua alta? Saiba que você pode estar com a chamada Hipertensão Arterial Resistente (HAR).

Como o próprio nome já diz, a doença é definida quando a Pressão Arterial (PA) permanece acima das metas recomendadas, ou seja, com índices maiores que 140 milímetros de mercúrio (mmHg) em sua pressão sistólica (contração do coração) e 90 mmHg na diastólica (relaxamento entre um batimento cardíaco e outro) - o popular 14 por 9. E isso mesmo com os cuidados necessários com a alimentação e estilo de vida, além do uso diário de três medicamentos diferentes prescritos em suas doses máximas.

hipertensão de modo geral, incluindo sua forma resistente, tem inúmeras causas. A mais importante delas é a dificuldade do indivíduo eliminar o sal. Os principais sintomas da doença são dor de cabeça (especialmente na nuca), falta de ar e palpitações. O grande problema é que muitas vezes eles não aparecem. Assim, caso a pessoa não vá ao médico ou não tenha o costume de fazer exames de rotina, a hipertensão pode permanecer sem o diagnóstico por anos.

No entanto, apesar de silenciosa, a pressão alta é perigosa, pois exige um grande esforço do coração para que o sangue seja distribuído pelo corpo. O sangue bombeado pelo órgão exerce uma força contra as paredes internas dos vasos, e estes oferecem certa resistência a essa passagem, determinando a pressão.

Em outras palavras podemos dizer que é uma sobrecarga para o sistema circulatório, para os rins (que precisam filtrar o sangue) e para o cérebro. Se nada for feito, em longo prazo, o risco de sofrer um infarto, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíacadoença renal crônica e até morte súbita aumenta consideravelmente.

Quem pode ter pressão alta resistente?

  • Quem tem altos índices de pressão sem controle durante muito tempo
  • Pessoas com problemas no coração e rins
  • Histórico familiar da doença
  • Estresse
  • Pessoas com diabetes
  • Obesidade
  • Fumantes
  • Pessoas que não praticam atividades físicas regularmente
  • Pessoas que exageram na ingestão de alimentos ultraprocessados
  • Pessoas que consomem muito sal e álcool.

Além disso, entre as características predominantes nos pacientes com HAR estão a idade mais avançada e a Hipertrofia Ventricular Esquerda (HVE) - uma resposta adaptativa à hipertensão arterial, que se caracteriza pelo aumento da musculatura do ventrículo esquerdo do coração.

Entre as consequências da HVE, podemos citar o desenvolvimento de insuficiência cardíaca, taquiarritmias ventriculares, acidente vascular encefálico isquêmico ou embólico e fibrilação atrial. No Brasil, a prevalência de HVE em indivíduos com Hipertensão Arterial Resistente é de aproximadamente 83%.

Diferença da hipertensão arterial resistente e pseudorresistência

Mas que fique claro: a HAR deve ser diferenciada de uma pseudorresistência, ou seja, aquela que ocorre quando um indivíduo não adere ao tratamento e medidas adequadas para o controle da pressão, quando é aplicada uma técnica inadequada de aferição da pressão arterial, prescrição de doses insuficientes ou até pelo efeito do avental branco - quando um paciente tem pressão arterial controlada no dia a dia mas, no consultório, ela fica elevada. Uma espécie de nervosismo que algumas pessoas sentem toda vez que vão medir a pressão em um ambiente médico.

Em casos assim, as variações podem ultrapassar 20 mmHg de diferença para a pressão sistólica e 10 mmHg para a diastólica. Por causa da síndrome um paciente com índices normais de pressão pode ser incorretamente diagnosticado como hipertenso. Para se ter ideia, estima-se que o efeito do avental branco está presente em cerca de 30% dos pacientes com HAR.

Outro fator que também gera confusão quando falamos de hipertensão resistente é a apneia do sono. Os danos vasculares causados pelas interrupções na respiração durante a noite interferem consideravelmente na passagem de sangue pelos vasos e pode manter os índices de pressão elevados.

A importância do diagnóstico correto

Por isso, para garantir que não haja distorções, é indicado a realização de um exame minucioso, avaliando todos os pontos mencionados, além de aferições durante 24 horas. A partir daí, se os resultados confirmarem a hipertensão resistente, é preciso verificar se o problema tem ainda causas secundárias, como uma obstrução na artéria renal, para ser indicado o tratamento adequado.

No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, aproximadamente 35% da população tem hipertensão, mas metade nem sabe disso. Das pessoas que têm conhecimento, 50% fazem uso de medicação, e dessas, apenas 45% têm a pressão devidamente controlada.

Check-up sempre!

A hipertensão é uma doença assintomática em grande parte dos casos, por isso é importante realizar exames periódicos, especialmente se há casos na família de pressão alta. E se for diagnosticado com o problema, é preciso fazer o controle adequado com orientação profissional. O mais importante no caso da hipertensão, seja a resistente ou não, é a prevenção e os cuidados diários.

Escrito por Paulo Chaccur
Cardiologia - CRM 22868/SP

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) informou hoje (19) ter investido um total de R$ 9 milhões para a aquisição de kits de coletas de amostras biológicas, reagentes, picotadores semiautomáticos e analisadores genéticos, destinados ao Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG). Atualmente, o BNPG conta com 30 mil perfis de condenados cadastrados, um número quase quatro vezes maior do que os 8 mil perfis que estavam cadastrados em janeiro deste ano.

Segundo a pasta, o material comprado pelo governo federal foi distribuído aos estados para a realização de um mutirão de coleta de DNA de presos, como parte das metas de cadastro do perfil genético de cerca de 65 mil condenados que o minitério pretende alcançar até o fim do ano.

Laboratório Olímpico do Centro de Treinamento Time Brasil, no Parque Aquático Maria Lenk, zona oeste do Rio de Janeiro. Na foto, o laboratório de Espectometria de massas.
De acordo com o Ministério da Justiça, os estados devem fazer um mutirão para coleta de material genético de presos - Tânia Rêgo/Agência Brasil

A ampliação do banco de dados genéticos garante mais eficiência e velocidade na elucidação de crimes violentos. Nesta quinta-feira, por exemplo, a Secretaria de Segurança Pública de Goiás anunciou a prisão de um criminoso considerado o maior estuprador em série do estado. A descoberta só teria sido possível a partir dos dados contidos no Banco de Perfis Genéticos. Mais de 40 estupros são atribuídos a ele e 22 já foram confirmados por teste de DNA.  

De acordo com o último relatório da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), publicado em junho, estavam cadastrados no banco nacional mais de 9 mil vestígios oriundos de locais de crimes. A coincidência entre perfis genéticos de diferentes locais de crimes ou com condenados permitiu, segundo o Ministério da Justiça, que 825 investigações criminais fossem auxiliadas até maio de 2019, incluindo crimes contra a vida, crimes sexuais e crime organizado.

A Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos foi criada com objetivo de manter, compartilhar e comparar perfis genéticos para ajudar na apuração criminal e no processo de investigação. Atualmente, 18 laboratórios estaduais, o laboratório distrital e o laboratório da Polícia Federal geram perfis genéticos que são enviados rotineiramente para o Banco Nacional, em Brasília.

Crimes solucionados

Após mutirão de coleta de DNA de presos em São Paulo, feito por peritos do estado, foi possível identificar o criminoso responsável pela morte de Rachel Genofre, assassinada em Curitiba, em 2008. O corpo da menina de 9 anos foi encontrado dentro de uma mala na rodoviária da cidade. O resultado também só foi possível, pois durante as investigações do crime, peritos do Paraná haviam coletado material genético deixado pelo criminoso na mala e no corpo da vítima.

Em outro exemplo de uso do Banco Nacional de Perfis Genéticos, o Ministério da Justiça destaca a identificação de mais um suspeito de crimes sexuais em série. Entre os anos de 2012 e 2015, várias mulheres foram violentadas nos estados do Amazonas, Mato Grosso, Rondônia e Goiás. Após ser preso em Rondônia, o acusado teve o material biológico coletado. Quando os perfis genéticos do suspeito foram enviados para o Banco Nacional, novas compatibilidades foram encontradas. Atualmente, o estuprador em série está sendo investigado por abuso sexual de mais de 50 vítimas.

Edição: Denise Griesinger
Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil

Ao todo, dez nadadores brasileiros disputaram as provas eliminatórias nesta manhã (13), na piscina do Parque Olímpico de Londres, na Inglaterra. Sete deles asseguraram vaga nas finais que ocorrem esta tarde, a partir das 14h. A pernambuca Maria Carolina Santiago avançou à final dos 100m livre classe S12 (baixa visão) com o melhor tempo (59s81), oito décimos mais rápida que a segunda colocada, a russa Anna Krivshina (1m00s62). Outra brasileira, a paraense Lucilene Souza se classificou em quarto lugar (1min02s19) e também se garantiu na final.

A final dos 50m livre classe S8 (lesão abaixo da L4, amputação acima dos dois  joelhos, amputação das duas mãos e diplegia leve) terá a presença do brasileiros Gabriel Cristiano que conseguiu a segunda melhor nota nas eliminatórias (27s06). A melhor foi do grego Dimosthenis Michalentzakis (26s59). A potiguar Cecília Araújo se garantiu na final feminina dos 50m livre classe S8, batendo novo recorde das Américas, cravando o tempo de 30s67. O melhor tempo foi da francesa Claire Supiot (30s56).

Outros brasileiros também disputam as finais. Confira os horários abaixo:


14h49 - 50m livre (S8) - Gabriel Cristiano

14h53 - 50m livre (S8): Cecília Araújo

15h10 - 50m livre (S6): Laila Suzigan

15h47 - 100m livre (S12) - Lucilene Sousa e Maria Carolina Santiago

16h37 - 100m livre (S11): Wendell Belarmino e Matheus Reine 

Três medalhas no quarto dia de competições

Nesta quinta-feira (12), a potiguar Edência Garcia, de 32 anos, brilhou na piscina de Londres: conquitou a medalha de ouro nos  50m costas classe S3 (lesão completa abaixo da vértera C7, ou incompleta abaixo da C6, e nadadores com quatro membros amputados),  se sagrando tetracampeã mundial  nessa prova. Edênia acumula os títulos mundiais em Mar Del Plata202, Durban 2006 e Eindhoven 2010, quando a brasileira ainda disputava pela classe S4. Em 2012, na Paralimpíada de Londres, na mesma piscina, a brasileira foi vice-campeã e ficou com a prata. 

Natural de Campinas, Daniel Dias, conquistou ontem a segunda  medalha nesta edição do Mundial: bronze nos 50m borboleta classe S5 (lesão na medula abaixo da vértebra T1-8, acondroplasia ou hemiplegia). A quinta-feira também foi boa para a potiguar Joana Neves, a Joaninha, que chegou em segundo lugar nos 50m borboleta classe S5 para mulheres, conquistando a prata.  Joaninha já havia ganho um  bronze nesta Mundial.  O Brasil ainda teve grande chance de mais uma medalha no revezamento  4x100m mixto classe: após uma disputa acirrada, o quatetro brasileiro terminou na quarta posição. Até agora, o Brasil soma quatro medalhas de ouro, três de prata e três de bronze, totalizando 11. No quadro geral de medalhas, o Brasilç ocupa a sétima posição. Grã-Bretanha e Itáia lideram a competição.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Por Cláudia Soares Rodrigues, repórter da TV Brasil

O Senado aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 79/2016 que promove uma reforma na legislação de telecomunicações. A matéria muda a forma de exploração dos serviços de telefonia fixa, que poderão passar de concessão para autorização, e prevê a possibilidade de aplicação dos saldos dessa transição em investimentos em banda larga, além de dar mais poderes às empresas do setor para o uso das faixas do espectro de radiofrequências. A efetivação da proposta, no entanto, dependem de complexas regulamentações. A lei segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

A relatora da matéria na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, Daniella Ribeiro (PP-PB), classificou a nova lei como um avanço. “Queremos dar ao Brasil um tempo de atualização de uma lei de mais de 20 anos, feita na lógica da telefonia fixa. Estamos criando condições para que povo brasileiro esteja pronto para a revolução tecnológica, com forte impacto econômico e social”, afirmou. O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) acrescentou que os recursos aplicados contribuirão para a implantação de novas tecnologias.

Com um acordo de lideranças, a maioria das bancadas votou favorável à proposta. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi voz divergente e criticou a matéria pelo repasse de infraestrutura pública empregada na oferta do serviço de telefonia às empresas, que hoje o exploram sem garantias. “Estamos entregando para as teles concessões públicas. Esse projeto faz um leilão, a doação de bens públicos sem contrapartida. É um crime de lesa-pátria nos termos em que está sendo colocado”.

Mudanças

Segundo o PLC, as empresas que adquiriram o direito de exploração da infraestrutura das redes do antigo Sistema Telebrás, por ocasião da privatização, poderão passar para um regime com menos obrigações. Os atuais contratos de concessão, que iriam até 2025, poderão, a pedido da companhia, migrar para autorizações. Com isso, deixarão de estar submetidas a controles do Estado na categoria denominada “regime público”, como metas de universalização, obrigação de continuidade e controle tarifário.

As concessionárias que optarem pela transição (Oi, Vivo Fixo, Embratel/Net, Sercomtel e Algar) serão objeto de cálculo, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para avaliar a diferença entre as receitas que receberão na nova modalidade e aquelas que aufeririam se mantida a concessão. Dentro disso estão envolvidas as redes exploradas por essas empresas na prestação do serviço, cujos valores variam.

A matéria também tira a responsabilidade da União por serviços de telecomunicações essenciais, que poderão ser prestados em regime privado. Atualmente, apenas a telefonia fixa se enquadra nessa condição, mas a Lei Geral de Telecomunicações (nº 9472/1997) concedia ao Executivo o poder de incluir outros serviços nessa categoria, o que implicaria obrigações do regime público. 

Outra alteração é dar a empresas que exploram faixas de frequência (“espaços” no espectro eletromagnético utilizados, por exemplo, para a transmissão de sinal de rádio e TV, telefonia celular, serviços por satélite e internet móvel) o direito de comercializar “partes” dessas faixas, criando o que vem sendo chamado de “mercado secundário de espectro”. A companhia paga pela exploração e poderá fazer negócios com parte desse “espaço”.

Implantação

A implantação dessas mudanças, no entanto, e a concretização dos investimentos ressaltados pelos apoiadores do projeto dependem de diversas medidas do Poder Público. Entre elas estão, primeiro, as regras para a transição, que deverão ser definidas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). De acordo com o secretário de Telecomunicações da pasta, Vitor Menezes, um decreto deverá ser publicado com a regulamentação. 

A segunda ação é o cálculo da diferença da transição e dos bens envolvidos nos contratos. Esse ponto foi objeto de polêmica, uma vez que avaliações da Anatel, das empresas e do Tribunal de Contas da União chegaram a valores bastante diferentes, de R$ 17 bilhões a R$ 105 bilhões. Durante a tramitação do projeto, organizações mostraram o risco de aprovação sem que os valores ficassem claros.

Segundo o superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel, Nilo Pasquali, o saldo será projetado por uma consultoria e levará em consideração a diferença entre as receitas estabelecidas nos novos e antigos contratos a partir da aprovação até o fim da concessão, no período entre 2019 e 2025. Se o resultado for positivo às empresas, elas devolverão o montante à União, para uso em investimentos em banda larga. Pasquali argumentou que a infraestrutura não será contabilizada diretamente, mas apenas indiretamente, à medida de sua contribuição para o valor econômico do mercado. 

O Ministério da Ciência e Tecnologia vai definir os critérios para a destinação dos eventuais recursos provenientes desse saldo. Na sessão de aprovação, senadores de bancadas do Norte e Nordeste defenderam que esse montante fosse direcionado aos locais com problema de conectividade, com foco nessas regiões.

O secretário de Telecomunicações do ministério afirmou à Agência Brasil que o decreto presidencial 9.612/2018 sobre o tema já estabelece algumas diretrizes, como o fomento à infraestrutura em localidades “remotas, com prestação inadequada e em situação de vulnerabilidade social”. Mas o detalhamento concreto dos recursos ainda será objeto de novos instrumentos regulatórios do Executivo.

O Sindicato das Empresas de Telecomunicações (Sinditelebrasil) comemorou a aprovação do PLC, argumentando que ele “moderniza o ambiente legal e regulatório do setor ao constituir fundamentos para a expansão da banda larga fixa e móvel”. Na avaliação do sindicato, o novo marco permitirá que “investimentos obrigatórios em soluções obsoletas, como os orelhões, passem a ser destinados à ampliação do acesso à internet em áreas sem infraestrutura adequada, visando à redução das desigualdades”.

A Coalizão Direitos na Rede, que representa mais de 30 entidades de defesa dos direitos dos cidadãos, manifestou preocupação com a implantação do projeto. A Anatel não tinha norma de controle dessas redes até 2007. Mesmo depois de aprovada a resolução de controle de bens reversíveis, como constatou o Tribunal de Contas da União em decisão de 2015, a agência continua sem o controle efetivo dos bens reversíveis.

"Estamos falando da entrega de bens vinculados aos contratos de concessão, entre eles os mais valiosos - como dutos e redes de cobre –, já avaliados pela Anatel com valor presente líquido em 2013 de R$ 71 bilhões e cujo controle pela agência foi questionado pelo TCU. Como o PLC diz que o valor da transição considerará apenas a previsão de ganhos econômicos de agora até 2025, sem as informações desde o início da exploração, em 1997, todo o patrimônio será entregue para empresas que já têm posição privilegiada concentrando mercados, sem as devidas contrapartidas econômicas, contra determinações constitucionais. O investimento tão prometido pode ser uma quantia irrisória perto do que está sendo dado às concessionárias", diz a advogada e integrante da coalizão Flávia Lefèvre. 

Edição: Graça Adjuto
 
Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Medida Provisória (MP) nº 889/2019 autorizou duas novas modalidades de saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A primeira é o saque imediato, que permite o trabalhador sacar até R$ 500.  A segunda modalidade é o saque aniversário que passará a valer a partir do próximo ano.

Em transmissão ao vivo pelo Facebook, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, esclareceu dúvidas sobre o saque imediato. O pagamento começa nesta sexta-feira (13) para os trabalhadores que possuem conta poupança na Caixa. Veja o calendário de saque do FGTS para quem não tem conta na Caixa e saiba como sacar o FGTS.

Edição: Liliane Farias

Por Agência Brasil

 

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O avanço da Peste Suína Africana na Ásia e Europa, os casos de Peste Suína Clássica no Nordeste Brasileiro e o intenso trânsito internacional de pessoas e mercadorias motivaram uma série nacional de eventos para alertar e capacitar técnicos e produtores da suinocultura. O Workshop sobre Doenças Virais de Importância na Produção de Suínos é uma promoção da Associação Brasileira de Criadores de Suínos e outras entidades e conta com o apoio do Fundesa nas duas edições gaúchas. Ao todo são 14 eventos espalhados pelo país, com o objetivo de esclarecer sobre as principais enfermidades que atingem o rebanho suíno nacional.

Como palestrante dos eventos foi convidada a pós-doutora em Medicina Veterinária Preventiva e consultora em saúde animal, Masaio Mizuno Ishisuka. Além da Peste Suína Clássica e Africana, enfermidades como Síndrome Respiratória e Reprodutiva Suína e doenças vesiculares, como Febre Aftosa e Sêneca Vírus também serão abordadas.

A primeira edição gaúcha será em Porto Alegre na próxima segunda-feira (16), no auditório do Ministério da Agricultura. Já o segundo evento deverá acontecer em Passo Fundo, na quarta-feira (18), na Faculdade de Medicina Veterinária da UPF. O evento já passou pelo Mato Grosso do Sul, Brasília, Ceará, Goiás, São Paulo, Espirito Santo, Paraná e Santa Catarina. Depois do Rio Grande do Sul ainda vai à Bahia, Mato Grosso e Minas Gerais.


Thais D'Avila

jornalista do Fundesa-RS

 

O setor agropecuário é o segmento que mais contribui positivamente para o PIB brasileiro. Nesse contexto, o Sicredi busca contribuir com seus associados, disponibilizando o máximo de recursos para o atendimento de suas demandas para produzir e cumprir o seu propósito, que é alimentar as pessoas. 

No Rio Grande do Sul, o Sicredi vem se consolidando como um importante apoiador do setor produtivo do Estado. A instituição cooperativa financeira aparece em primeiro lugar no número de operações de crédito rural no Plano Safra 2018/2019. Em volume concedido, no último ciclo, a Cooperativa ocupa o segundo lugar no Estado. 

No contexto nacional, a Sicredi Pampa Gaúcho teve destaque, quando colocou três de seus 11 municípios entre os de maior volume em concessão de crédito rural. Entre as cinco cidades que concentraram maior quantidade de operações no custeio pecuário liberados no Brasil, estão Rosário do Sul, com 410 operações e Alegrete, com 341 contratos efetivados. Entre as que mais liberaram recursos para comercialização em termos de volume na safra 2018/2019 estão Uruguaiana e Alegrete, com um montante de 152 operações. 

Somente na região da Sicredi Pampa Gaúcho, foram liberados recursos para os 12 municípios da área de atuação, totalizando R$ 492 mil em crédito rural, envolvendo contratos de investimento, custeio e comercialização. 

Na safra 2018/2019, o Sicredi teve um crescimento de 26% no volume de crédito rural em relação à safra anterior. Foram R$ 18 bilhões liberados, em 183 mil operações de Crédito Rural, em mais de 1.700 cidades de 22 estados. “Este número confirma a ampla rede de atuação do Sicredi”, comemora Marcelo Righi, gerente do Ciclo de Crédito da Sicredi Pampa Gaúcho. 

Grande parte dos associados não possuem recursos próprios para os custos do plantio das culturas e dependem de uma instituição financeira. Para tanto, fomentar a poupança para ter recursos para o crédito rural é o caminho para a autonomia da Cooperativa. “A maior fonte de recursos do crédito rural foi a poupança”, lembrou Righi. 

O crédito rural reforça o propósito da Cooperativa, porque contribui para a comercialização de outros produtos, desenvolve as cadeias produtivas e, especialmente, atende às necessidades dos produtores rurais.

Mônica Freitas Valle Corrêa

Assessora de Comunicação e Marketing

Para atender empreendedores e consumidores, o Sicredi oferece a seus associados uma máquina de cartões que está proporcionando mais agilidade nos recebimentos das vendas realizadas.

A Cooperativa oferece soluções financeiras responsáveis e que atendem as necessidades dos associados e a máquina de cartões integra esse portfólio, com o diferencial de ter taxas competitivas se comparadas às praticadas no mercado.

A máquina de cartões do Sicredi oferece uma série de vantagens aos associados, com destaque para segurança nas operações, centralização dos recebíveis, taxas mais acessíveis, possibilidade de escolher a data e como quer receber as vendas a crédito a partir de um dia, além de uma plataforma de gerenciamento exclusiva.

Os interessados podem solicitar a máquina de cartões do Sicredi em qualquer agência da Sicredi Pampa Gaúcho.

Benefícios da máquina de cartões Sicredi:

· Aceita cartões de crédito, débito e voucher

· Modelos de máquinas adaptáveis ao seu negócio

· Atendimento nas agências do Sicredi e canais de atendimento telefônico

· Atendimento personalizada

· Portal completo com fácil interação para controle e gestão do seu negócio

· Trabalha com as principais bandeiras do mercado

Mônica Freitas Valle Corrêa

Assessora de Comunicação e Marketing

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