Cápsula de café: tudo que você deve saber sobre essa delícia

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Por conta das inovações tecnológicas, a maneira de consumir café mudou muito nos últimos anos. A criação das cápsulas de café é resultado direto disso.

O café é uma das bebidas mais apreciadas e consumidas no mundo. Dados publicados pela Organização Internacional do Café mostram que no ano-safra 2020/21, o consumo global desta bebida foi de 167,58 milhões de sacas de 60 quilos, o que correspondeu a um aumento de 1,9% em relação à safra anterior.

Nos últimos anos, o mercado do café se diversificou e novos sabores e modos de bebê-lo foram criados. Hoje, cafés com diferentes gostos, aromas e níveis de amargor são encontrados mais facilmente nos mercados, o que tem oferecido novas possibilidades para os amantes da bebida.

Por isso, se você adora o “ouro negro” e quer descobrir novos sabores, confira mais sobre as cápsulas de café, o que elas trazem de diferente e inovador para curtir o gostinho amargo do café com mais prazer.

Histórico

Antes da invenção das cápsulas de café, o modo tradicional de preparar essa bebida no Brasil era ferver água, passá-la pelo coador com os  grãos moídos e adicionar açúcar a gosto.

Na Itália, a moka era a cafeteira mais utilizada desde a década de 1930. O café deve estar moído de modo mais grosso, a fim de adquirir uma textura semelhante à do açúcar refinado. Deve-se adicionar água quente como solvente para a produção da bebida, que adquire um sabor forte, pouco ácido e mais encorpado.

Existe também a prensa, criada por um italiano e bastante utilizada na França, que possui um êmbolo (ou haste) que deve separar a água quente e a borra de café, produzindo uma bebida com textura mais grossa. Basta pressionar o êmbolo até o final, com delicadeza, e então o café está pronto, apresentando sabor levemente ácido e textura encorpada.

Cápsulas

Com o desenvolvimento tecnológico, houve uma diversificação do modo de preparar café, buscando maior rapidez e praticidade. Foi nesse contexto que nasceram as cápsulas de café, que só precisam ser colocadas em uma cafeteira elétrica apropriada e em poucos minutos a bebida é preparada.

Além da rapidez, uma das vantagens dessas cápsulas é a variedade de sabores disponíveis, que não existiam décadas atrás. Nas embalagens, há a indicação da quantidade de água recomendada para cada sabor de cápsula (quanto mais gotas desenhadas na embalagem, maior é a quantidade de água sugerida) e também é possível preparar outras bebidas, como mocchachino e chocolate, de forma mais rápida do que ocorreria manualmente.

Preparação

As cápsulas são feitas em folhas de alumínio e usadas da mesma forma, independentemente do modelo de cafeteira escolhida. Após ser inserida no aparelho, a  parte superior da cápsula é perfurada por uma alavanca da máquina, que fica logo abaixo dela. Algumas cafeteiras fazem somente um furo para permitir a saída do café, enquanto outras realizam mais furos, mas menores.

A partir do momento em que a máquina é ligada, a água quente sobe com alta pressão e bombeia os buracos que foram perfurados na cápsula, que passa a ficar levemente curvada a partir da pressão e, após alguns segundos, a folha de alumínio se rompe, liberando o café. O pó passa pelos furos e flui através de um funil de bico para a xícara ou copo.

É importante saber que as cafeteiras elétricas possuem uma válvula de segurança de alívio para evitar que haja uma explosão produzida por esse aumento de pressão. Ao terminar de se deliciar com o café, é importante descartar a cápsula de forma correta. Primeiramente, abra a cápsula e separe o plástico, o pó de café e o material orgânico. Deposite o pó de café no lixo orgânico e destine os materiais recicláveis da cápsula em um lixo destinado a esse tipo de material (após lavar o plástico e o alumínio com água e detergente e esperar secar).

Fonte: Redação

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