Programa Sentinela completa um ano de atuação nesta quinta

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Bovinos sem comprovação de origem em Alecrim, Tucunduva e Porto Xavier. Couros sem documentação em Porto Mauá. Ingresso ilegal de bovinos da Argentina em Porto Vera Cruz e Porto Mauá. Gado de corredor nos municípios de Aceguá, Hulha Negra e Bagé. Bovinos sem documentação em Santa Vitória do Palmar. Estas foram algumas das irregularidades flagradas nas fronteiras do Rio Grande do Sul com Argentina e Uruguai pelas operações do Programa Sentinela, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), que completa um ano de atuação nesta quinta-feira (08). De hoje até sexta-feira, uma série de três reportagens detalha os números, as repercussões e a importância deste programa que tem sido modelo para o país.

Percorrendo com suas equipes uma área de 1.200 quilômetros de faixa de fronteira com o Uruguai e a Argentina, o programa faz a fiscalização de 64.842 propriedades rurais e de um rebanho estimado em 4,4 milhões de cabeças. Além da vistoria nas propriedades, também fazem parte das ações a vistoria de veículos, instalação de barreiras fixas ou volantes em locais estratégicos, emissão de autos de infração e advertência, ações educativas e abate sanitário.

“Todo o trabalho, seja a escolha de pontos de barreira ou de propriedades, é feito por meio de denúncias, mas também é fruto de um trabalho de inteligência realizado via estudo do Sistema de Defesa Agropecuário”, ressalta Brunele Weber Chaves, fiscal agropecuário que atua na região Noroeste, divisa com a Argentina e em parte da região das Missões. Esta análise é feita utilizando um modelo de Análise de Risco, que identifica os locais e as propriedades de maior risco, utilizando alguns critérios como proximidade da fronteira, alta movimentação de animais, alta densidade de animais, entre outros.

Um pouco da história

“O Programa Sentinela foi preparado e delineado durante um ano. E no início, era para ser um projeto de vigilância de fronteiras. Mas a gente se deu conta da importância que ele tinha e que ele deveria ser um programa, já que envolve várias instituições, principalmente da área de segurança”, lembra Rosane Collares, Diretora do Departamento de Defesa Agropecuária (DDA) da SEAPDR.

“Nós entendemos que um dos segredos do sucesso foi o fato do Sentinela ter se tornado um programa de Estado, através da publicação do Decreto nº 55453 de 24/08/2020. Esta publicação nos abriu a possibilidade de agregar todas as forças de segurança e outras instituições que hoje fazem parte”, destaca Rosane.

“Para os integrantes da Brigada Militar, a atuação no Programa Sentinela de forma conjunta com os profissionais da Secretaria da Agricultura contribui efetivamente para uma maior segurança no campo”, declara a Major Vanessa Peripolli, Subcomandante do 4º BPAF (Batalhão de Polícia de Área de Fronteira).

O Programa Sentinela tem por objetivo intensificar as atividades de saúde animal na zona de fronteira internacional, com vista à defesa agropecuária e à manutenção do “status” sanitário do rebanho.

VEJA AMANHÃ

Na segunda reportagem (08/07) sobre o Programa Sentinela, veja um balanço das ações neste período de um ano, os novos desafios que se colocam com o novo status sanitário e uma avaliação das principais entidades.

E na sexta-feira (09/07) o dia-a-dia dos fiscais que atuam no Programa Sentinela.

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA

Assessoria de Comunicação Social
Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural

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