Polícias promovem ação binacional para conscientização sobre o tráfico de pessoas

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Na manhã desta quarta-feira, 28, a Polícia Civil, Brigada Militar e Polícia de Rivera, com o apoio do Exército Brasileiro, promoveram uma ação de conscientização sobre o tráfico de pessoas, como integrante das atividades relacionadas à 7ª Semana de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, iniciadas nesta semana em todo território nacional.
O evento é uma proposta da Coordenação-Geral de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Contrabando de Migrante, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e tem o objetivo de sensibilizar a sociedade com abordagens e distribuição de panfletos, orientações e dicas para identificação do crime de tráfico de pessoas. “Esse crime só perde para o tráfico de drogas e o tráfico de armas, em termos de práticas ilícitas. É muito lucrativo e às vezes não se tem o conhecimento desse tipo de crime, em que as pessoas acabam sendo iludidas para ter um trabalho melhor e acabam sendo escravizadas sexualmente, tendo um trabalho análogo à escravidão, ou até mesmo órgãos retirados. Nossa intenção hoje é divulgar para que as pessoas tenham conhecimento e sabendo de uma ocorrência, comuniquem através do telefone 197”, afirmou a delegada da Polícia Civil Giovana Müller.
O tenente Sidnei da Brigada Militar destacou a importância do trabalho realizado principalmente na Fronteira. “Para muita gente o tráfico de pessoas ainda é desconhecido, mas existente. A conscientização de todos fará com que possamos trabalhar de forma a identificar onde estão esses problemas e de forma preventiva combater esse crime”, frisou. Segundo ele, o trabalho também se estenderá à Estação Rodoviária e a alguns hotéis locais.
Para o policial Diaz, da Polícia de Rivera, é extremamente importante o trabalho conjunto entre os países para coibir esse tipo de crime. “Ações como essa demonstram que as forças trabalham em conjunto, em coordenação para enfrentar esse delito muito presente na América Latina e que se perpetua e tem como objetivo os cidadãos vulneráveis e em situação de risco econômico e social. É fundamental o trabalho em conjunto e aqui, na fronteira irmã, é importantíssimo que esse trabalho se desenvolva de forma coordenada para identificar e salvar vidas uma vez que esse crime atenta diretamente contra as pessoas”, destacou.

Fonte: Redação

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