Como é feita a quimioterapia e por que perdemos os cabelos?

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O câncer é uma das doenças mais devastadoras que assola a humanidade desde sempre, que surge no corpo, pode afetar qualquer parte de nossa fisiologia, ossos, sangue, pele, órgão, não importa, se há um tipo de câncer que pode causar grande estrago.

A doença surge a partir de uma mutação no gene do seu portador, ou seja, ela nasce com base, em uma alteração no DNA de uma célula, que passa a receber e repassar informações erradas sobre a sua função, esses genes são chamados de proto-oncogenes, que, na prática eles funcionam normalmente durante a vida de um indivíduo inativos, porém, ao serem ativados eles passam a ser oncogenes, responsáveis por transformar células comuns em cancerosas.

Todo o processo de desenvolvimento da condição é feito de forma extremamente lenta, onde muitas vezes, pode-se levar anos para que uma única célula, oncogene se espalhe e forme um tumor visível.

O principal modo de combater, retardar ou por um fim na condição é através da quimioterapia, que nada mais é que um tratamento feito com base em compostos químicos, que são chamados de quimioterápicos, agindo no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos.

Ao ser aplicada para tratamento do câncer, a quimioterapia passa a se chamar quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.

O que é quimioterapia

O câncer é uma doença rodeada de mistérios, todo o seu modo de funcionar não chega a ser completamente conhecido pela ciência, além de ser devastador, é enigmático e pouco compreendido.

Enganam-se as pessoas que acreditam que com o seu tratamento seria diferente, na realidade, até mesmo a quimioterapia, que é o principal tratamento indicado para esta doença, possui diversas dúvidas que as rodeiam e a cada nova resposta surgem mais e mais perguntas.

O câncer ocorre no momento em que as células são divididas, sendo assim, elas sofrem algumas alterações em seu material genético, e a grande maioria dos tipos de cânceres podem ser tratados com a quimioterapia, e diferente das outras alternativas como a radioterapia e da cirurgia, que agem diretamente na região afetada, a quimio afeta todas as células do corpo.

Como funciona a quimioterapia contra o câncer

A quimioterapia é focada sim, na destruição das células doentes, porém, elas não afetam somente o foco, acaba por gerar impactos negativos nas mais diversas áreas e células do corpo, é exatamente por isso, que tantos pacientes sofrem durante a terapia.

A quimioterapia é feita através de medicamentos quimioterápicos que são utilizados de forma isolada ou então em conjunto, agindo diretamente em diversas partes da reprodução celular, com o objetivo de fazê-la interromper a multiplicação e por fim se desfazer.

Para o tratamento, cada caso possui o seu modo mais eficaz, sendo assim, pacientes diferentes com o mesmo tipo de câncer podem utilizar químicos diferentes. A frequência do uso também vai variar de um caso para outro, o protocolo de administração dos remédios podem ser diários, semanais, mensais, ou até mesmo alternando semana sim, semana não, de modo que quem vai determinar os medicamentos, e a frequência sempre será o médico com base nos sintomas, estágios e situação da doença.

Durante todo o processo de tratamento, o paciente vai ter o acompanhamento de perto por parte do médico, sempre buscando entender como o organismo está reagindo aos medicamentos, se a doença continua se espalhando ou cessou o avanço.

Nesses momentos, muitas vezes, vão ser necessários novos exames, seja físico, em outras partes do corpo ou até mesmo utilizando novos e específicos software para laboratório.

Quimioterapia, câncer e a queda de cabelo

Um conhecimento popular muito errado é que o câncer causa a queda do cabelo, quando na realidade o que fragiliza os fios são os medicamentos e tratamentos.

Infelizmente este é um dos principais efeitos colaterais, que o tratamento possui, e ele ocorre justamente pois, o tratamento age mais precisamente nas células de rápida multiplicação, que é o modo em que o câncer se espalha.

A reprodução rápida e incessante é uma das principais características das células que estão presentes nas raízes dos fios de cabelo, por isso elas são uma das mais afetadas durante o tratamento.

A queda está diretamente ligada ao tipo de medicação que é utilizada, uma vez que alguns químicos são mais tóxicos que outros, outro fator que pode alterar o funcionamento da saúde capilar da pessoa é a dose que é utilizada, há os químicos que não causam quedas se forem administrados em pouca quantidade, porém, ao aumentar a sua dose, haverá queda do  cabelo.

A queda do cabelo não dura muito tempo após o fim do tratamento, cerca de dois meses após as últimas seções já é possível notar o crescimento do cabelo, embora algumas pessoas o crescimento do cabelo logo após o fim do tratamento a retomada não seja igual aos momentos que o antecederam, pois os folículos ainda não se recuperaram.

Fonte: Redação

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