4 alimentos saudáveis para o seu bebê

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alimentos saudáveis

Todo ser humano precisa comer alimentos saudáveis, principalmente os bebês, pois possuem um sistema digestivo e necessidades diferentes. Eles precisam de vitaminas e nutrientes específicos, portanto, se atentar para a sua alimentação é um ponto crucial. 

Imprescindível para o desenvolvimento humano, a alimentação tem um grande impacto na saúde do ser, e quando se fala sobre as crianças, mais precisamente os bebês, esse recurso não pode passar despercebido.

Isso porque esse período exige cuidados redobrados, pois é quando o ser está se desenvolvendo, criando hábitos e, claro, com a saúde mais frágil, estando suscetível a uma série de doenças. 

Assim, seja na creche particular ou em casa, os pais precisam criar um cardápio com alimentos saudáveis e que são propícios para a faixa etária dos pequenos. 

Por que se deve cuidar da alimentação dos bebês?

Quando se tem um bebê em casa, todo cuidado é pouco. Esses pequenos seres, que ainda estão na fase de desenvolvimento, precisam de atenção especial, para que possam crescer de forma saudável, e justamente nesse momento que entra a alimentação.

Sendo a fonte de energia para os indivíduos, é por meio dos alimentos que todos os seres vivos mantêm a sua saúde e força para realizar as atividades do dia a dia, como brincar, ir a escola e aprender coisas novas.

Por isso, os pais e responsáveis não podem deixar de lado a alimentação dos bebês, precisando sempre buscar por dicas e opiniões de especialistas que farão diferença na qualidade de vida das suas crianças.

Fornecendo todos os nutrientes necessários para a evolução dos seres, a alimentação faz com que o corpo funcione corretamente, afinal, ele precisa de tudo que ela proporciona, como proteínas, gorduras, vitaminas, cálcio, ferro e outros elementos fundamentais.

Assim, durante a infância, os alimentos que devem ser ingeridos pelas crianças devem ser os mais naturais possíveis, passando longe de frituras, elementos químicos, excesso de açúcares e outros ingredientes que são prejudiciais para a saúde.

Dessa forma, do mesmo jeito que os pais pensam no quarto infantil planejado simples, eles também precisam pensar diariamente no que irão oferecer para os seus filhos, fazendo com que eles não apenas cresçam saudáveis, mas tenham bons hábitos alimentares. 

Para se ter uma ideia de como a alimentação infantil, muitas vezes, é deixada de lado, os dados divulgados pela Atenção Primária à Saúde (SAPS), em 2019, apontou que a obesidade infantil afeta 13,2% das crianças brasileiras.

Os números, que referem-se a crianças de 5 a 9 anos, mostram que a falta de cuidado com a alimentação vem desde os primeiros meses da criança, reforçando, assim, a importância da alimentação para os bebês. 

Por isso, durante a introdução alimentar, os pais precisam se atentar para o que cada fase necessita e preencher esse momento com os alimentos que são necessários. 

Qual a importância da amamentação?

Não é possível falar da alimentação dos bebês sem citar a amamentação, que é pode onde tudo se inicia. Sendo o primeiro alimento das crianças quando saem da barriga da mãe, o leite materno é uma rica fonte de nutrientes para o desenvolvimento do ser. 

Impactando diretamente a formação dos órgãos, as funções cerebrais e o sistema endócrino, o leite materno prepara a criança para que ela receba outros tipos de alimentos futuramente.

É como se ele fosse uma espécie de roupa de frio infantil atacado, que protege o bebê do mundo externo, como dos vírus, construindo a sua imunidade. 

Por isso, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a mãe amamente o seu filho até o segundo ano de vida da criança, de forma que ela nutra o ser por completo, prevenindo a obesidade, alergias e outras doenças na vida adulta. 

A introdução alimentar para os bebês 

Ir a uma loja de doces artesanais pode ser um grande sacrifício para os pais que precisaram conter o contato do bebê com aqueles alimentos repletos de açúcar. E para que fases não sejam puladas, é fundamental se atentar para a introdução alimentar. 

Sendo a apresentação aos poucos dos alimentos para a criança, a introdução deve ocorrer de forma branda e correta, especialmente após os seis meses de vida, quando o leite materno não fornece tudo que o ser precisa. 

Dividida em partes, de acordo com cada período da vida do bebê, a introdução alimentar é recomendada pela Sociedade Brasileira de Pediatria e só pode ser realizada após a consulta com o pediatra da criança, que irá analisar a sua saúde o que ela necessita. 

Após a consulta com o especialista, os pais, então, poderão apresentar ao paladar do bebê as frutas, legumes, proteínas, carboidratos e muitos outros elementos que são importantes para a sua imunidade e também para promover energia.

Assim, quando os responsáveis frequentarem uma franquia de alimento ou outros pontos que vendem refeições, deverão identificar se o que está disponível corresponde com o que a criança precisa. A introdução alimentar é dividida em:

  • Dos zero aos seis meses;
  • A partir dos seis meses;
  • Dos sete aos oito meses;
  • Dos nove aos onze meses;
  • A partir dos doze meses.

Em cada período desse, um novo alimento é adicionado no cardápio da criança para que ela tenha contato com o maior número de alimentos possíveis. 

Dos zero aos seis meses

Nessa fase, como dito anteriormente, o único alimento que a criança deve ter contato é o leite materno, que oferece todos os nutrientes que ela necessita para ter um bom desenvolvimento e também energia. 

A partir dos seis meses

Aqui, o bebê passa a ter um número de refeições estabelecidas por dia, que são três. Durante essas refeições, ele pode se alimentar de papa de frutas, especialmente das frescas; e papa de legumes e cereais, que pode ser arroz ou macarrão.

Dos sete aos oito meses

Nesse período a criança já terá maior contato com o mundo externo, como banheira infantil para creche, parquinho e outros lugares que podem afetar o sistema imunológico do ser. Por isso, ela precisa intensificar as suas refeições.

Ou seja, quatro papas por dia: duas papas de fruta, uma pela manhã e outra à tarde, e duas papas de legumes cereais, sendo uma no horário do almoço e a outra no horário da janta. 

Dos nove aos onze meses 

A partir dessa faixa etária o bebê consegue começar a mastigar os alimentos, então é possível aumentar o leque de opções. Sendo assim, é recomendado oferecer a eles pedaços de frutas cortados, para que possam estimular a mastigação.

A partir dos doze meses 

Entrando em uma fase mais complexa, no seu primeiro ano de vida, os alimentos que são introduzidos às crianças já podem ser os mesmos que os pais comem durante as refeições, ou seja, arroz, feijão, proteína, salada e, claro, frutas.

Comidas que os bebês não devem ingerir 

Há uma gama de alimentos que as crianças devem comer, sendo elas frutas, legumes e  proteínas. E da mesma forma existem alimentos que os bebês devem passar longe para que tenham um bom desenvolvimento.

Dessa forma, é recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria que não sejam oferecidos para as crianças doces, como chocolates, balas, biscoitos, sorvete, refrigerantes e salgadinhos.

Para oferecer alimentos atrativos para as crianças, os pais podem fazer trocas, como mudar os sucos de caixinha por sucos das frutas, que com uma embaladeira automática para polpa de frutas podem ser armazenados; sorvetes por frutas congeladas e muito mais. 

Os alimentos mais saudáveis para os bebês 

Para que os bebês tenham contato com bons nutrientes e, com isso, tenham uma boa saúde evitando doenças como a obesidade infantil futuramente, os pais devem inserir na sua alimentação os seguintes alimentos:

1. Frutas 

As frutas são extremamente ricas em vitaminas. Sendo diversificadas, elas possuem uma grande versatilidade, podendo ser utilizadas nas mais diversas fases da vida da criança. 

No caso dos bebês, as principais frutas são: banana, rica em potássio, fibras e vitamina C; abacate, que possui ótimas gorduras; e mamão, que auxilia no bom funcionamento do intestino.

2. Proteínas 

Podendo ser tanto animal quanto vegetal, as proteínas que não podem ficar de fora são: ovos, carne bovina, frango e peixe.

Já no caso da proteína vegetal, as principais são: feijão, rico em ferro e fibras; e lentilha, que é rica em ácido fólico.

3. Legumes

Os legumes também não podem ficar de fora, especialmente a batata inglesa, cenoura, abóbora, chuchu, abobrinha e brócolis.

4. Cereais  

Apesar de ser bastante variado, os cereais mais comuns e que auxiliam na boa alimentação dos bebês são o arroz e o macarrão.

Considerações finais

Assim como um projeto arquitetônico de creche infantil precisa de atenção, a alimentação dos bebês também.

Essencial para que eles se desenvolvam de maneira saudável, os alimentos corretos fornecem os nutrientes necessários, evitando o aparecimento de doenças futuras.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.