Ao longo do processo de propagação da internet, bem como das lojas digitais, várias nomenclaturas foram criadas para que houvesse uma distinção muito importante em relação a cada uma delas.
O M-Commerce pode não ser tão conhecido para o público em geral, mas se você já fez uma compra de um inversor de frequência, por exemplo, via celular, teve acesso ao mesmo. Ficou curioso e quer entender melhor sobre o tema? Então, vem com a gente!
O que é M-commerce?
M-commerce, também conhecido como mobile commerce, é a venda e compra de produtos e serviços por meio de um tablet ou smartphone. O conceito permite que as pessoas, além do que já expomos, possam fazer pagamentos de aplicativos móveis para agilizar todo o processo.
Outros exemplos de m-commerce incluem compras feitas em aplicativos como da Amazon, serviços bancários online e tantos outros. Então, setores tão distintos quanto os de moda ou lavadora de piso podem se beneficiar também.
Como as empresas têm reagido ao M-commerce?
As empresas têm reagido bem ao m-commerce, tudo porque vem se tornando realidade nas compras online: os clientes preferem usar seus dispositivos móveis para todo o tipo de aquisição e pesquisas.
Com a expectativa de que o mercado de e-commerce alcance números recordes até o início de 2023, o m-commerce representará mais da metade de todas as vendas online e continuará crescendo, pois:
- Os smartphones se tornaram uma parte importante da jornada de compra. Até porque, quase metade das compras e assinaturas são influenciadas por pesquisas realizadas em um dispositivo móvel. Isso é uma espécie de balança industrial digital que equilibra sucesso e fracasso;
- Mais da metade dos varejistas on-line já criaram um app, ficando à frente da concorrência em curto espaço de tempo;
- Espera-se que o número de compradores online que usam celulares chegue a quase 170 milhões (e isso só aumenta se colocarmos o mundo todo).
A boa notícia é que o m-commerce é um mercado do qual fornecedores grandes e pequenos podem aproveitar (basta ter um site responsivo). Além disso, preze por um processo de pagamento simples, uma boa velocidade de carregamento e uma boa experiência do usuário para o sucesso se encaminhar.
Dicas para entrar no M-commerce
- Simplifique seu processo de checkout
Cerca de 70% dos clientes abandonam seus carrinhos no checkout. Então, faça pequenos ajustes e reduza este tipo de problema. Primeiro, simplifique-o, pois ninguém gosta de criar uma conta apenas para comprar um produto.
Que tal adicionar uma opção de checkout de convidado para acelerar o processo? Precisa cobrar frete e outros impostos? Seja verdadeiro e não mostre esses valores adicionais apenas no final.
- Forneça várias opções de pagamento
Agora existem mais opções do que nunca para os clientes escolherem como pagar por suas compras, não é mesmo? Canais como PayPal continuam crescendo, mas podemos inserir aqui o PIX e outros.
Todos nós devemos ter fé de que iremos conquistar os valores que prevemos no início do ano. Mas junte os terços, as fitas do bonfim e todas as formas de oração com o trabalho árduo e tudo será perfeito.
A realidade é que, quando um cliente está comprando em seu site, ele pode querer pagar usando um método tradicional como débito e crédito, mas também preferir outra opção. Quando for criar seu M-Commerce, busque assinar serviços que já tenham essa vasta opção de recursos.
- Desenvolva um aplicativo para chamar de seu
Se tem potencial financeiro, que tal desenvolvaer um app próprio? As empresas estão, cada vez mais, deixando os provedores de terceiros de lado e criando seus próprios apps para melhorar as experiências de m-commerce para seus clientes.
Porque? Simples:
- 78% dos consumidores dizem que preferem comprar produtos usando um app ao invés de um site ‘convencional’;
- Querem aplicativos mais rápidos e;
- Usar aqueles que já contam com suas informações armazenadas.
Agora é hora de tirar todas essas ideias do papel e notar que estamos em um novo processo de atualização referente a compras e vendas de produtos. Não fique de fora e entenda que o m-commerce é o presente e o futuro.
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Este artigo foi escrito por Éder Pessôa, criador de conteúdo do Soluções Industriais
